História Soothing - Imagine Park Chanyeol - Capítulo 6


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Personagens Originais
Tags Exo, Imagine, Park Chanyeol, Romance, Você
Visualizações 72
Palavras 1.783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa por postar essa hora da noite, mas só consegui terminar agora.
Desculpa a demora.
Desculpa por ser uma péssima autora.
Desculpa por sempre pedir desculpa.

Eu iria postar semana que vem (sim sou uma desgraçada) mas eu vou estar na casa da minha avó e eu nem sei se lá tem internet, tomara que tenha q
Espero que gostem do capitulo e perdoem os erros.

Boa leitura!

Capítulo 6 - Movie


— Acorda logo! É sábado. — Caí da cama, resmungando.

— Por isso mesmo, é sábado e eu quero dormir. — Lancei um olhar de fúria para Mijoo. Poxa, eu só queria dormir em paz.

— Me conta tudo o que aconteceu depois que você saiu daquela festa! — Sussurrou.

— Ah, que droga. — Mijoo me lembrou da festa, e com isso acabei lembrando que meu irmão obviamente virá tirar satisfação comigo, também lembrei que Chanyeol mais cedo ou mais tarde será descoberto por ter socado a cara de alguém.

— Vai, desembucha! Anda! — Apressou as palavras vindo para cima de mim.

— Eu e Chanyeol fugimos da festa e fomos para o… — Eu não poderia contar da existência daquele terraço. — Fomos ‘pro quarto.

— Quê? Você foi ‘pro quarto dele?

— Nããão sua anta, cada um foi para o seu devido quarto, eu não fui no quarto dele e ele também não veio no meu.

— Você perdeu uma oportunidade, ______. Se eu fosse você, não teria desperdiçado. — Revirei os olhos.

— Nossa, que pena que você é a Mijoo e eu sou a ______. — Disse irônica. — Agora mudando de assunto, depois que eu saí da festa você foi descoberta ou continuou tudo normal?

— Graças à minha inteligência multiplicada por mil, tudo correu bem. — Revirei os olhos novamente. — Que mania chata você tem de ficar revirando os olhos toda vez que alguém respira.

— A escolha é sua, ou eu reviro os olhos ou coloco fogo no seu cabelo. — Mijoo arregalou os olhos e sorriu amarelo.

— A primeira opção está ótima. — Falou rápido e eu ri.


(...)


Corri em direção ao balanço do gramado. Sim, tem um balanço – daqueles bem infantis – na escola.

Ele já está meio velho e enferrujado, dá certo medo de sentar nele e cair, mas ainda é a mesma sensação de antes; paz.

Eu posso contar nos dedos às únicas vezes que eu tive o privilégio de sentir momentos de paz misturados com nostalgia. Aquele balanço é realmente nostálgico, assim como a vista do pôr do sol às seis da tarde, se é que o sol se põe às seis da tarde, sinceramente eu nunca prestei atenção nisso.

Pressionei o tronco e os pés para frente, fazendo meu corpo voar um pouco para frente, assim que o balanço voltou para trás tive de levantar um pouco meus pés para que eles não encostassem no chão.

O vento gelado que batia em meu rosto mantinha meus cabelos voando para frente do mesmo, impossibilitando quase toda a minha visão.

Mesmo que alguns fios de cabelo estivessem tapando meus olhos, pude ver a silhueta alta e os cabelos roxos – agora meio desbotados. Ele veio em direção ao balanço do lado e se sentou no mesmo, pressionando minimamente seu corpo para frente, ele claramente não poderia se balançar muito, se não aquele brinquedo velho iria cair por cima de nós dois.

— Quer dizer que esse é o seu refúgio mental? — Chanyeol comentou.

— Mais ou menos isso. Mas a minha relação com esse balanço não é nada comparada à sua relação com o terraço. — Sorri e ele imitou o ato.

— Eu gosto do vento do terraço, mas preciso confessar que o vento que tem aqui é bem mais confortante. — Falou baixinho, como se estivesse contando um segredo.

— Isso é verdade. — Olhei para frente observando o distante, o longe, o infinito por trás daquelas montanhas verdes e aproveitando para desfrutar que não haviam prédios atrapalhando a minha visão.

Ficamos ali num silêncio bom, um silencio muito bom. No momento eu só pensava se Chanyeol também achava aquele silêncio bom.

Senti um roçar em minha mão que estava segurando as correntes do balanço, um roçar realmente muito leve, como se o vento tivesse tocando ali. Logo o roçar foi substituído por um aperto fraco; a mão de Chanyeol segurou a minha e um carinho leve.

— Em tão pouco tempo… Eu me apeguei a você. — Senti meu coração parar por um segundo. — Eu confesso que sinto algo diferente quando estou perto de você, é um sentimento que eu nunca senti antes e mexe muito comigo. — Cada palavra de Chanyeol era um tiro em meu peito.

Ficamos em silêncio por mais alguns minutos. Eu não sabia exatamente o que responder à ele, isso se tinha alguma resposta possível para as palavras tão profundos que ele havia me falado.

Para alguns soaria clichê, mas para mim foi algo tão bonito, ninguém nunca falaria assim comigo nem em mil anos.

— ‘Pra ser sincera… Eu também gosto do sentimento que me passa quando estou perto de você. A sua companhia me traz calma, você é como um calmante para o meu estresse e o meu medo. — Senti uma gota de água descer pela minha bochecha. — Ai, desculpa. Eu não queria…

— Está tudo bem. — Chanyeol sorriu amigável. — Estou quase chorando também. — Rimos.

— A verdade é que somos dois bebês chorões. — Eu disse limpando minhas lágrimas que se intensificavam um pouco mais. — Isso é tão clichê!

— Ah, mas vai dizer que um clichê é bom?! Mesmo sabendo que um filme é clichê e sempre sabendo o final você vai lá assisti e sempre chora. — Assenti com a cabeça.

— Clichês são realmente bons, todo mundo sonha com um romance clichê, mesmo negando.

— No fundo, todo mundo possui um pedacinho sentimental beeem clichê. — E aquela conversa foi se estendendo e dando espaço à mais sorrisos e lágrimas mínimas de canto.

Passamos o resto do dia nos balançando ali e conversando sobre assuntos aleatórios, falamos um pouco sobre nós e acabei descobrindo que Chanyeol morava em Daegu porém seus pais o obrigaram a mudar-se para a capital Seoul apenas para completar os estudos no ensino médio. Isso me fez pensar que após terminar o ensino médio, iria voltar para Daegu, mas ele não quis falar muito sobre isso.

Assim que chegou o meio-dia, voltamos juntos para dentro da escola, iríamos para meu quarto chamar Mijoo para que ela almoçasse junto a nós.

— Ela tem alguns amigos que provavelmente vão querer almoçar com a gente também, espero que você não fique decepcionado.

— Claro que não, por que ficaria? — Sorriu e aquilo me deixou de certa forma mais tranquila.

— ______! — A voz de Baekhyun ecoou pelo corredor.

— B-baek? O que ‘tá fazendo aqui? — Perguntei já sentindo o medo me consumir. Mas aquilo logo passou quando a mão de Chanyeol veio em direção da minha.

— Precisamos ter uma conversa séria sobre ontem! — Puxou meu braço com força.

— Larga ela! — Chanyeol empurrou Baekhyun para trás.

— Ficou louco cara? Ela é minha irmã e eu preciso colocar juízo na vida dela! — Baekhyun disse e Chanyeol riu irônico.

— Se você quer colocar juízo na sua irmã, faça isso como uma pessoa sensata, sem agressão verbal e nem corporal.

— Eu nunca agredi ela na minha vida!

— Você estava machucando o braço dela. — Começaram a discutir no meio do corredor e eu passei as mãos pelo rosto.

— Em primeiro lugar, não agarrei forte, em segundo lugar, ela foi em uma festa proibida e ainda por cima causou uma briga com um garoto.

— Em primeiro lugar. — Chanyeol falou imitando a voz de Baekhyun. — Foram os amigos da _____ que levaram ela para lá à força. Em segundo lugar, o garoto com quem ela estava brigando a assediou!

— Isso é verdade ______? — Assenti abaixando o rosto.

— Agora se me der licença, estamos com fome e queremos almoçar. — Chanyeol pegou em minha mão e nos levou para o refeitório.


(...)


Adrenalina.

Minha sensação era que nós estávamos fugindo da polícia. No momento em que ouvi Chanyeol falar daquele jeito com Baekhyun meu queixo foi para o chão, eu nunca teria coragem de falar assim com ele quando sei que estou errada. Se eu estivesse certa, se eu fosse realmente a vítima daquela história eu iria agir, eu iria empurrar Baekhyun para longe e virar as costas ‘pra ele, mas eu tenho culpa, de certa forma; eu poderia ter negado o pedido de Xiumin e Mijoo, eu poderia ter ficado estudando no quarto, porém eu fuji para a ala da faculdade, eu aceitei entrar naquela festa.

Ou seja, querendo ou não, eu tenho culpa.

— No que você tanto pensa? — Fui despertada de meus pensamentos pela voz atenciosa de Chanyeol.

— Ah, eu? — Olhei para os lados à procura de algo, algo que nem mesmo eu sei. — É… Eu ‘tava pensando no quanto esse almoço tá gostoso. — Sorri colocando mais uma colherada de arroz na boca.

Chanyeol sorriu envergonhado e abaixou a cabeça, achei sua atitude extremamente fofa.

— ______. — Me chamou e rapidamente eu levantei meu rosto para si. — O que você acha da gente… Sei lá… Assistir um filme juntos?

— Ah, acho a ideia legal. Mas onde podemos ir? — Eu parecia estar bem, mas por dentro estava queimando.

— Pode ser no meu quarto, ou se você não se sentir confortável pode ser no seu. — E lá vamos nos de novo, em mais uma enrascada. Porém eu não poderia negar algo como isso.

— Bem, nesse caso pode ser no seu quarto, a Mijoo vai ficar com o Xiumin no meu quarto jogando vídeo-game. — Chanyeol abriu um sorriso tão grande quanto seu rosto.

— Ok, então pode ser depois do almoço?

— Claro. — Sorri tentando parecer simpática.

Continuei meu almoço – que na verdade estava extremamente sem gosto – e meu coração acelerava à cada respiração que eu ouvia de Chanyeol, isso fazia parecer que ele era real, e obviamente ele é, mas é tão difícil acreditar que possa existir alguém tão legal quanto ele.

Perdida em pensamentos, levei um susto quando um garoto bateu na nossa mesa com força.

— Quer dizer que você tem uma namoradinha agora, Chanyeol? — O garoto riu debochado. — Pessoal, chega aí. — Apareceram mais dois garotos com sorrisos tão psicopatas quanto o seu.

— Vai que é tua, e vê se dá uns pegas nela de vez. — Um dos garotos falou, fazendo Chanyeol bufar.

— O que vocês querem? — Perguntou já se alterando.

— Calma Chany, nós somos brothers, não somos? E tem mais, se a garota não aguentar você… — O garoto se aproximou de mim e eu fiz uma careta. — Pode ficar comigo, prazer, Kris.

Apenas ri soprado.

Com certeza esse Kris é um daqueles garotos que infernizam a vida do Chanyeol.

— Ei, meu nome é Lay. — O outro garoto falou, me fazendo revirar os olhos.

— Como se eu tivesse perguntado. — Falei rude.

— Adoro garotas difíceis. — Lay falou e eu me levantei da mesa, indo em direção ao quarto do Chanyeol. — Não vai se despedir, pitelzinho?

Bufei e caminhei em passos mais rápidos, com raiva.

Chanyeol conseguiu me alcançar e finalmente pudemos ficar em paz.


Notas Finais


Foi isso.
O capítulo ficou meio sem sal *igual a comida do refeitório q*
Amo vcs<3

Até breve!


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