História Sopro da Verdade - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais, Jurassic Park, Once Upon a Time, Supernatural
Personagens Castiel, Claire Dearing, Crowley, Dean Winchester, Emma Swan, Lúcifer, Owen Grady, Regina Mills (Rainha Malvada), Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Amigos, Anjos, Arcanjo, Bruxa, Castiel, Chuck, Claire, Clawen, Crowley, Dean Winchester, Dezesseis Luas, Drama, Emma, Família, Feitiço, Filme, Jack, Lena Duchannes, Livro, Lucifer, Magia, Malagueta, Malapia, Nefelim, Nephilim, Novela, Onde Upon A Time, Owen, Pantanal, Pegapega, Regina, Rowena, Sam Winchester, Serie, Sobrenatural, Submundo, Supernatural, Vitor Aguiar
Visualizações 91
Palavras 4.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Tarde Babys, voces devem ter notado que apaguei todos os capítulos ne?
E devem estar se perguntando " Por que ela fez iss? Sera que ela esta bem?"
Eu so fiz isso, porque estou reescrevendo ela, tive umas ideias sabe, de acrescentar mas algumas coisas na historia, espero que gostem, qualquer coisa é so me mandar mensagem, que responderei.
Boa Leitura...

E agradecer também a minha AMG que esta mensagem ajudando na ortografia ❤️

OBS: Vou postar duas vezes na semana, pois estou um pouco ocupada com os estudos...

Capítulo 1 - A Viagem


Fanfic / Fanfiction Sopro da Verdade - Capítulo 1 - A Viagem

"Hoje não é um dia bom para mim. Mudarei de cidade, deixarei minha família e meus amigos para trás e ir viver em outro lugar tão repentinamente. Nunca entendi o porquê dessa viagem, o porquê temos que sair de nossas casas, de nosso aconchego, do nosso lar, para entrarmos em outra cidade grande e cheia de pessoas desconhecidas. O pior, é que não posso fazer nada para mudar isso e dizer "não"! Por quê? Porque já estou dentro do carro, a caminho do aeroporto. É... soube que irei morar com uma das minhas tias, elas ainda vão decidir com quem eu vou ficar na hora em que eu chegar lá. Só sei que uma é meio ranzinza, e a outra, até que é legal por sinal. Mas a minha decepção maior, foi que meus pais não vão poder ir comigo por conta do trabalho e dos problemas que estão ocorrendo na fazenda. Sei... O meu maior medo é que odiei saber que terei que viajar sozinha. Essa vai ser a primeira vez que vou ficar sem eles por perto, vai ser frustrante e estranho, mas é o jeito" – Me desperto de meus pensamentos ao ouvir a voz de minha mãe me chamando.


- Lena, já chegamos – disse Irma saindo do carro – Vou acompanhar você até à hora do desembarque, ok? – cutucando a menina.

- Oi... Tudo bem mãe! – disse Lena entristecida.

- O quê? – a pergunta revirando os olhos – Não parece animada – o olhar – Se eu fosse você, estaria animadíssima, sabendo do que se tratava.

- Mãe... A senhora sabe que eu não quero viajar, me mudar, e muito menos ir morar com uma das minhas tias, principalmente a que a senhora disse que era minha tia, prima... Sei lá como devo chamá-la – revirando os olhos.

- Menina, me respeita! E outra, você vai poder escolher com quem quer ficar ...

- Nossa... Tão tentador – ela olha para mãe forçando um sorriso – Só não vou querer ficar sendo jogada de uma casa para outra.

- Você não vai... E por último, ela é sua tia! – dando um leve tapa no braço da menina – Deixe disso menina... – continuando, olha para ela – Sua tia Maria Pia pode até ser enjoada, mas é muito responsável, fique sabendo disso – ela lembra – Mas acho que você se dará com a Regina, ela é uma pessoa muito legal, fique sabendo disso.

- Espero... Só mais uma coisa: Eu entendi que a tia Regina é irmã da tia Ligia... Aí tudo bem... – pausa pensando – Mas e a Maria Pia? Por que ela é minha tia, sendo que ela é filha da tia Ligia? Explica isso de novo!

- Ora, porque sua avó a criou desde que nasceu... E aí como ela chamava sua avó de mãe, ficou assim até uns seis anos, depois disso a Ligia a pegou novamente e terminou de criá-la.

- Hum... Ah ta! – murmura – Queria ir pra casa – olhando para o portão de saída do aeroporto.

- Lena, nem pensar. Você não vai pra casa, e sabe muito bem disso – ela a repreende – Mas sim para casa da Maria Pia ou da Regina... – notando – E para de olhar pra lá.

- Aff... – cruza os braços.


A menina sentou-se ficando emburrada, mais pensativa, olhando para as pessoas que vinham e iam, dos que se despediam, e os que retornavam às suas famílias. Dando minutos depois, o voo de Lena é comunicado, ela vai até o portão de embarque, despedindo-se antes de sua mãe.


- Chegou a hora... – ela abraça a menina.

- Eu não quero ir... – ela abraça fortemente a mãe.

- Mas é preciso... – ela dá um beijo na testa da menina que chora – Vai com Deus minha filha! – limpando as lagrimas dos olhos – Quando chegar lá, me liga – com a voz chorosa.

- Fique com Ele mãe... – disse ela limpando a face que estava avermelhada. – E olha... Não chora... Já, já eu voltarei – ela sorri.


Ao soltarem as mãos uma da outra, a morena passa pela porta de embarque, dando-lhe tchau, até sumir da vista da mãe. Entra no avião e senta na cadeira indicada na passagem, na janela do avião, e lá, fica pensativa.



RIO DE JANEIRO, NA EMPRESA...

Regina havia acabado de pagar a conta e estava lanchando perto da empresa, quando recebe uma mensagem de seu tio.


"Regina, está ocupada? Só passei para te avisar que Lena chegará hoje"

"Oi tio... Não! Ah, é hoje né? Havia me esquecido, rs... Mas que horas ela chegará aqui?"

"Às 20:00hs ela chega aí no Rio"

"Pode deixar tio, eu e a Maria iremos pegá-la..."

"Está bem! Mas ela já sabe se vai ficar com você ou com a Maria Pia?"

"Não tio... Iremos decidir tudo quando chegarmos la na casa da Lígia."

"Mas não iria te incomodar não, se ela ficasse com você?"

"Não... É super tranquilo, mas não sei se ela iria gostar aonde eu moro, porque o senhor sabe que eu moro afastado da cidade."

"Eu sei como é... Ou você se esqueceu que eu moro em uma fazenda? rs... Agora não sei se a sua sobrinha vai concordar com isso."

"Ah... A Maria Pia é super gente boa, o senhor vai ver, ela vai aceitar a Lena rapidinho... rs..."

"Vamos ver rs... Espero que você também se dê com a minha filha. Bom, já está na minha hora, tenho que voltar ao trabalho... tchau!"

"Eu vou me comportar muito bem com ela rs... Bom trabalho para o senhor... tchau..."

"Obrigada Regina, para você também..."


Ao terminarem de conversar, Regina se levanta, pegando seu suco de maracujá e vai para a empresa que fica ao lado do boteco. Ao chegar lá, adentra o prédio aonde trabalha, junto com sua sobrinha Maria Pia, passando pela recepção.


- Flavia... – disse ela ajeitando os cabelos – Depois você poderia me fazer um favorzinho?

- Pode pedir Dona Regina – sorri.

- Poderia Pedir para que a minha sobrinha passasse na minha sala antes de ir?

- Sim, pode deixar! Mas o assunto? - pergunta pronta para anotar, para passar à loira.

- Fale para ela que é sobre um assunto de família... – sorri a morena – E se alguém me procurar, estarei na minha sala, ok? – Ela pega os documentos.


A morena se despede da secretária, indo direto para a sua sala, pois o dia seria corrido hoje. Começando, organiza os documentos, pois ela ficava na parte financeira do negócio.



NA GRANDE MÁQUINA...

Ainda no avião, Lena fica olhando pela janela. A vista da cidade lá de cima era linda até das nuvens. Minutos depois, o avião tem uma escala e desce em São Paulo. Alguns passageiros desembarcam e outros novos embarcam na máquina. Uma menina branca senta ao lado da morena, que a olha e a cumprimenta com um sorriso tímido. Não demorou muito para que Bebeth puxasse conversa com Lena.


- É a primeira vez que está viajando? – pergunta simpaticamente a menina de cabelos até a altura do ombro.

- Sim... E é a primeira vez que viajo só! E você? – ela a olha timidamente.

- Não, já estou acostumada a viajar sozinha! Mas você vai para o Rio de Janeiro? – erguendo a cabeça.

- Sim! Irei morar com uma das minhas tias por alguns meses! E você? – ela abre a mochila.

- Como eu sou de menor e ainda continuo na escola, tive que voltar. Eu moro no Rio com os meus pais! – ela pega o celular.

- Ah, legal! Em que lugar do Rio você mora? – tirando um livro.

- Bem no meio do Neblon! Eu moro no Copacabana Palace! E acredite, é um hotel! – ela olha para ela rindo – Você morava em que cidade?

- Em Manaus... – sorri – Deve ser legal morar em um hotel – ela abre o livro no meio.

- É... – ela olha disfarçadamente para a página do livro – Que livro você estava lendo?

- Dezesseis Luas! – disse ouvindo a pergunta.

- Ele é bom? – pergunta erguendo a sobrancelha.

- Define bom gosto... – ela pergunta em um tom desafiador – Gosta de ler?

A menina de cabelo curto correspondeu com um sorriso largo no rosto: "AMO!"

- Ah, então vai adorar essa saga. É sobre bruxas, imortais, desafios de um amor entre mundos diferentes... – ela fala entusiasmada.

- Deve ser bom mesmo. Quando eu chegar no Rio, lerei esse livro – ela pausa – Como você se chama?

- Ah... Que burrice a minha! – ela dá um sorriso largo – Me chamo Lena Aparecida Leôncio.

- E eu, a esquecida – rir – Prazer... Bebeth – a cumprimenta com aperto de mão.

As duas riram, e passaram horas e horas se falando.



NA EMPRESA, RIO DE JANEIRO...

Enquanto Regina estava terminando os relatórios, Maria Pia estava na sala de reuniões com seu amigo Erick, ambos estavam ajeitando alguns papéis antes de irem para as suas salas.


- Oi tia, tudo bem? – ela se senta, segurando o celular de um lado e os papéis no outro.

"Oi Maria Pia! Tudo sim, e com você?" – ela coloca a mão na cabeça.

- Estou bem! E a Lena já embarcou? – ela larga os papéis, deixando o na mesa.


Erick fica só ouvindo.


"Já! Ela saiu daqui às 07:00hs, e vai chegar aí às 20:00hs" – a morena começa a andar de um lado para o outro.

- Esta bem tia! Irei pegá-la pessoalmente! – ela se vira, cruzando as pernas.

" Está bem... Mas e a Regina, não vai poder pegá-la não?"

- Tia... Eu acho que não, por causa do trabalho, sabe?

"Certo... Mas olha Maria Pia, só uma coisa que eu quero que vocês tenham com a Lena: Paciência!" – ela vai para a varanda.

- Claro tia... Sabemos que é uma fase difícil, que ela esta passando, de ter que viajar tão de repente para cá! – ela revira os olhos.

"Só não sejam ignorantes com ela... Ela não conhece muito as coisas... Principalmente você..."

- Eu, tia? Mas... Eu não... - antes que terminasse, foi interrompida pela tia.

"Te conheço, e sei como você é" – disse ela seriamente – "Mas qualquer coisa, a Regina fica com ela, ok?"

- Também né tia... A Regina não perde uma. - forçando o riso.

"Maria Pia, respeite sua tia menina... Apesar d'ela ser meio séria, mas quando se enturma com alguém, não tem pra ninguém" – rir.

- Isso é verdade, acho que ambas se deram bem... – revira os olhos – Mas olha, vou logo lhe avisando, irei tentar ser gentil com ela.

"Não tente não, seja! Vou ter que desligar. Mais tarde falo com você" – retruca ela.

- Tudo bem tia! Até mais! – terminando de ajeitar os papeis.

"Tchau..." – ela entra ao ver um de seus filhos chegando.

- Tchau... – ela desliga.


Ao desligar o celular, a loira começa a guardar seus papéis em uma pequena pasta, ao mesmo tempo começa a conversar com Erick.


- Erick, hoje vou ter que sair mais cedo! – ela o olha.

- Claro, claro! Mas aconteceu alguma coisa com os seus pais? – ele continua lendo um relatório.

- Não, não! É que minha sobrinha chega hoje, e aí eu tenho que pegá-la no aeroporto! – ela faz uma cara enjoada.

- Ok... Mas só vai você?

- Acho que sim, porque a Regina está muito ocupada com as documentações.

- Tudo bem... – sorri – Você sabia que a Bebeth também chegara hoje?

- É... - dando um sorriso falso – Que legal... Que horas?

- Às 20:00hs! – ele olha para ela e sorri.

- Olha que coincidência... A minha sobrinha também! – ela pega sua bolsa.

- Olha, que legal! – ele assina alguns papéis.

- Verdade... Mas preciso ir. Tenho que ajeitar algumas coisas! – ela sai dando alguns passos.

- Ok... – ele olha para ela rapidamente.

- Tchau... Até amanhã – ela sai, fechando a porta.

- Tchau... Até! – levando alguns papéis.


Ao sair, ela passa direto pela recepção, sendo chamada pela recepcionista.


- Dona Maria Pia... - ela pega e desliga o telefone da empresa.

- Oi Flavia, pode falar! - disse a loira voltando.

- A Dona Regina quer falar com você... - sorri sem jeito.

- Tem que ser agora, Flavia? – perguntando impaciente – Mas ela te falou qual seria o assunto, ou de que se tratava?

- Sim! Ela disse que era para a senhora passar na sala dela antes de sair – tentando se lembrar – Ela disse que era sobre um assunto de família.

- Ah... – sorri – Pode deixar, já vou lá – ela sai em direção à sala da tia.


Maria Pia vai até o final do corredor, pois lá era a sala de sua tia. Abrindo a porta, Regina a olha dando-lhe um sorriso enquanto ela se sentava na poltrona, já sabendo do que se tratava.


- Pode falar Tia! - disse Maria Pia, a olhando – O que a senhorita quer?

- Você já esta sabendo né? - ela a olha sério – Que a... - antes que terminasse de falar, a loira a interrompe.

- Sei, sei, sei... - ela gesticula – Que a Leninha chegará hoje – disse em tom de deboche.

- Então... – aumenta o tom – Nós duas, iremos pegá-la, ok...? Do jeito que te conheço, vai espantar a menina, com essa sua cara emburrada – rir.

- Nossa, a sorridente! Sou eu mesmo que fico rindo até pro vendo né tia? - sendo sarcástica.

- Pelo menos sou feliz... - sorri rapidamente – Você gosta de me provocar né garota? O que me irrita em você é esse tom de deboche... - a encara.

- Poiser titia... Tive a quem puxar – provoca.

- Pois é... Acho que a sua avó teria orgulho de você – a olha, pensando na mãe - Graças a Deus que eu não sou que nem você – joga um beijinho, irritando.

- Por Deus tia... A senhora também é igual a vovó... - rir.

- Isso é de Família meu amor! - disse Regina se levantando. Inclinando-se para frente, estende um dos braços, e com um dos dedos, toca a ponta do nariz da loira, que rir – Isso faz lembrar os bons tempos.


Ambas ficam quietas. Por um instante elas ficaram caladas, até que Maria Pia se manifesta, levantando-se.


- É... Tia, eu tenho que ir... - ela sorri rapidamente para a tia.

- Depois nos vemos lá no aeroporto... - sinaliza com a cabeça – Não se esqueça...


"Às 20:00hs em ponto..." - ambas falam juntas, rindo em seguida.


Maria Pia sai. Fechando a porta, ela sai da empresa de carro, a caminho do apartamento de Vitor, aproveitando para ligar para Mada.


- Mada, você poderia me fazer um favor?

"Oi Maria Pia, pode falar"

- Você poderia arrumar o quarto de hóspedes?

"Claro, filha"

- Obrigada, Mada! Te adoro! Beijos!

"Beijos"


Ao desligar o telefone, Lígia, mãe de Maria Pia, chega.


- Quem era Mada? - ela abre a geladeira.

- A Maria Pia! - ela vai até à panela de arroz.

- O que ela queria? - ela pega uma maçã e morde.

- Pediu para que eu ajeitasse o quarto de hóspedes! - ela vai até à torneira.


Nessa hora, Athayde chega na cozinha e escuta a conversa.


- Boa Noite! - ele senta.


As duas respondem.


- Lígia, se esqueceu que hoje a nossa sobrinha vem pra cá? - ele se senta seriamente – Ou com a Regina...?

- Ah, é mesmo! Eu havia me esquecido! - ela faz cara de surpresa.

- Ela vem passar as férias? - pergunta a empregada.

- Não, ela irá morar conosco! - ela sorri – Ou com a Regina... Ainda não sabemos.

- É, possivelmente quem ficou com a tutela dela, deve ter sido a Maria Pia! - ele retruca – Mas também ela pode ficar com a sua irmã.

- Desculpa a pergunta, mas por que ela vem morar aqui? - pergunta a empregada lavando a louça.

- A minha tia disse que é por causa de alguns problemas que ela e o marido estão passando, e não querem que a menina saiba! - disse ela olhando para algum lugar.

- Adoro eles! São pessoas adoráveis! Não sei como você não está reclamando... - ele erguendo a sobrancelha.

- Estou retribuindo o favor que ela fez! Então, não posso reclamar nada! E também ela pode nos fazer companhia! - a dondoca semiserra os olhos – Ou não...

-Mada e Athayde saem da cozinha. Mada vai arrumar o quarto de hóspedes que fica ao lado do quarto de Maria Pia, enquanto ele pega a taça com vinho tinto e vai para a sala assistir TV, enquanto Ligia sai para ir ao Spa. Por fim, Maria Pia chega no apartamento do Vitor, e sobe para vê-lo.

- Boa tarde minha paçoca! - ele abre a porta, vendo ela dos pés a cabeça.

- Minha paçoca, Vítor? Eu tenho cara de paçoca? - ela fica séria, entrando.

- Não, mas você é gostosa que nem ela! - ele a pega pela mão.

- Para Vítor! - ela fica irritada com a brincadeira dele.


Ele a puxa pela cintura.


- Chegou cedo hoje!

- Passei aqui rapidinho só... - ela o olha por alguns minutos - Pra ver se você está bem.


Ele a beija, antes mesmo dela continuar a conversa, o mesmo a joga na cama.


- Poxa... Por que essa pressa? - ele fica em cima dela.

- Porque eu e minha tia, teremos que ir pegar a nossa sobrinha no aeroporto - ela tenta se levantar.

- Você nunca me contou que tinha uma sobrinha! - ele a olha maliciosamente.

- Ah, é que não tinha importância! - ela o encara.

- Como não? Tudo que envolva você, me importa! E você sabe disso! - ele beija o pescoço dela.

- Ai Vítor, já vai começar? Hora dessas? Depois te conto tudo! - ela revira os olhos.


Ela o empurra e senta na cama, enquanto ele continua deitado.


- Está bem, está bem! Outro dia você me conta essa história! Podemos aproveitar um pouco? - ele se senta, na cama, ficando ao lado da amada.


Ele a puxa pela blusa, e a abraça apaixonadamente.


- Hoje não Vítor, outro dia! - ela fala sarcasticamente.

- Ah... Não! Vamos, vai dar tempo de você ir pega a menina!

- Será Vitor? Olha lá! - ela o olha seriamente.

- Vamos! Vamos! - ele suplica.


Ela ficou pensativa, olhou para o relógio e viu que faltava umas quatro horas.


- Tudo bem! Vamos namorar um pouco! - ela o beija.

- Ebaaaa! Vamos! - ele sorri largamente.


Maria Pia e Malagueta aproveitaram as horas para namorarem, e acabaram adormeceram. Enquanto isso na empresa, Regina já havia terminado seu trabalho. Era 19:50hs, quando ela pega sua bolsa e sai indo para o aeroporto. Durante isso, ela tenta ligar para a sobrinha, mas a loira não atende. Minutos depois ela chega, se sentando à espera da menina, e da Maria Pia. Mas nada da loira.


- Ahh... Maria Pia... Cadê você? - disse Regina impaciente – Já era para você estar aqui, mas não... você some – resmunga.


Neste mesmo instante, Erick e Luísa se arrumam e saem para ir buscarem Bebeth no aeroporto. Minutos depois, Maria pia acorda atordoada, com o seu celular tocando.


- Vítor, meu Deus! Já está passando a hora de ir buscar a menina - junta as suas roupas que estão no chão – A minha tia está me ligando.

- Maria Pia, volta pra cá! - ele se acomoda na cama – Deixa que a sua tia vai pegá-la

- Não... Eu prometi à Regina que iria estar lá também, para recebê-la... - revira os olhos - Já está passando a hora de ir - ela começa a se vestir.

- Depois você pega ela! - ele levanta da cama e a puxa pela roupa.

- Vítor, tá louco? Depois não! Tem que ser agora! Me solta, deixa eu ir! Depois nos falamos! - ela para ao chegar perto da boca do galam.


Vítor a puxa pelo braço, lhe dando um beijo e a solta em seguida, que sai rapidamente do apartamento dele.



NO AEROPORTO...

Às 20:00hs em ponto, o avião chega no Rio de Janeiro. Ambos saem, pegam suas malas e ficam na área de saída do aeroporto. Regina começa a andar de um lado para o outro, vendo se Maria Pia já havia chegado e ao mesmo tempo, prestava atenção na saída, para ver se o voo da Lena já havia chegado também. Enquanto ambos não reencontram os parentes, continuam conversando.


- Lena, por que você teve que vim para cá?

- Olha Bebeth... Não sei, minha mãe não me explicou direito! Mas acho que é por conta de problemas familiares!

- Ah sim! Como você vai ficar morando na casa de umas de suas tias, poderíamos marcar um dia para sairmos... Ou mesmo dormir uma na casa da outra... Claro, se suas tias deixarem!

- Iria ser legal! Mas uma das minhas tias são chatas... Reclama de tudo.

- Poxa! Qual nome delas?

- Regina e Maria Pia! E ainda tem os pais dela! Lígia e Athayde!


Bebeth fica perplexa ao ouvir esses nomes, principalmente a da Maria Pia.


"Não pode ser... Tudo bem a Regina, porque ela é uma pessoa legal, mas essa mulher... Ela é a mulher que mais me odeia nesse mundo. É tia da Lena... Não pode ser, ela nunca falou para nós que tinha uma sobrinha." - semicerra os olhos na loira.


Logo Bebeth volta, ao ouvir a morena chamando-a.


- Bebeth, o que foi? Você está bem? - ela olha preocupada pra Bebeth.

- Sim, é que eu lembrei de uma coisa aqui! - ela desvia o olhar para Lena.


Maria Pia fica presa em um engarrafamento por alguns minutos. Enquanto isso, Erick e Luísa chegam na hora marcada, abraçando a filha. Regina por sua vez, vê a família reunida em um canto do aeroporto e fica pensativa, enquanto observava de longe eles conversando.


- Minha filha, que saudades! - ele abraça a filha.

- Estávamos morrendo de saudades de você querida! - ela abraça a filha, junto ao marido.

- Também estava com muitas saudades de vocês! Ah... Deixa eu apresentá-los! Lena esses são os meus pais! Eric e Luísa! Pai, mãe essa é Lena, uma amiga que arrumei no voo!

- Prazer... - cumprimenta-os.

- Ela vai morar aqui no Rio por alguns meses!

- Que bom! - ele coloca as mãos no bolso.

- Seja bem vinda.... - a mãe da menina dá um sorriso para Lena.

- Obrigada! - ela retribui com um sorriso.

- Pai, podemos ficar um pouco com a Lena, até a tia dela chegar?

- Por mim tudo bem!


Maria Pia consegue chegar até ao aeroporto, estaciona o carro e sai correndo, olhando para os lados, batendo e empurrando os outros para chegar o mas rápido possível à menina. Durante isso, ela avista a tia, que estava de braços cruzados e irritada por conta de sua demora.


- Até que enfim né Maria Pia... - ela a encara – Agora temos que achar a Lena...

- Eu estava ocupada... - revira os olhos.


As duas saem andando, até que elas avistam não muito longe o casal Erick e Luisa, com Bebeth e Lena na maior bagunça.


"Olha la... Erick, Luísa e Bebeth, a família perfeita, até a baixinha da minha sobrinha está lá, se divertindo com eles. Aff... Vou ter que aturar isso até quando será? Está bem Maria Pia, está bem. Não posso ficar parada aqui por muito tempo, terei que ir lá. Então vamos logo, só pra pegar ela, sair e pronto." - a loira anda, fazendo cara de enjoada.


Regina vai andando de boa, enquanto Maria Pia respira fundo, mantém a postura de mulher sexy e vai. Conforme as duas andando, mais vão se aproximando de ambos, até que elas chegam com um sorriso no rosto.


- Boa Noite! - disse Regina sorrindo rapidamente.

- Boa noite! - disse todos.


Lena as olha dos pés à cabeça. Enquanto Bebeth sorri rapidamente, puxa a amiga, sussurrando.


- Bebeth, quem são elas? - ficando de boquiaberta.

- É a insuportável da Maria Pia – revira os olhos – E sua querida confidente Regina – sorri para a morena.

- Então devem ser as minhas tias... - sorri, disfarçando o nervosismo – Cara véio... Elas são muito lindas.

- Verdade mas são totalmente opostas – rir – O que Maria Pia tem de boniteza, tem de ignorância – aponta para a loira – E o que a Regina tem de séria, tem digamos que uma mulher maravilha dentro de si, que você irá conhecer depois.

- Por que você fala isso? - tentando entender.

- Quando você as conhecer melhor, vai saber do que estou falando – sussurra.


Lena olha assustada para Bebeth, que sussurra.


- Calma... Esta bem? - ela olha rindo.

- Tudo bem! - ela olha preocupada para a amiga.


Bebeth da um abraço em Regina, que sorri timidamente, enquanto encara Maria Pia, que nem liga pra menina.


- Boa Noite pra vocês também! – disse Maria revirando os olhos ao ver Luisa e Bebeth.

- Ah, a Maria Pia! – fala a mãe da garota, em tom sério.

- Maria Pia e Regina vocês por aqui... Vieram pegar sua sobrinha... - disse Erick, pegando nos ombros da filha.

- Isso... – sorri a loira, incomodada.

- Sim... – sorri a morena – Acho até sei quem é – pisca para a menina, que rir.


Enquanto Maria Pia conversava com Erick, Regina presta atenção mesmo é em Lena, que estava timidamente vermelha de vergonha.


- Você se chama Lena né? – pergunta Regina se inclinando para ficar da mesma altura que a menina.

- Sim... E você é a minha tia Regina... – a menina ergue a sobrancelha.

- Acertou! – ela pisca – E olha, não liga pra essa cara de séria, ta? Sou assim, mas sou legal... – sussurra, a cutucando.

- Pode deixar... – ela retruca a garota.


Enquanto Regina conversava com Bebeth, Lena só as observava calada. Luísa, por sua vez a olha seriamente, enquanto Maria Pia conversava com o seu marido.


- Sim Erick, mais tarde temos que conversa. É sobre a empresa! - a loira sorri descaradamente para ele.

- Tudo bem Maria Pia! - ele nem percebe o clima de tensão no ar.


Luísa já estava ficando cansada de olhar para a cara da Maria Pia.


- Então meu amor... Você não acha que está na hora de irmos?

- Sim... Claro – ele abraça a esposa – Amanhã conversaremos melhor, está bem Maria Pia?

- Claro! – ela dá um beijo no rosto do amigo.


Lena e Regina ficam olhando para a loira, que estavam gostando de provocar a esposa do chefe.


- Já vamos indo! Até, Lena... - a mulher dele tenta sair.


Luísa tenta sair, mas Bebeth e Erick continuam conversando. Regina fica envergonhada vendo aquela cena. E Maria Pia, por sua vez, olha Luísa com cara de deboche, enquanto Lena se despedi de Bebeth.


- Até! - ela sorri. - Foi legal falar com você.

- O mesmo digo eu... – sorri Bebeth para Lena.


Regina olha para a cara da loira, a repreendendo discretamente, enquanto Maria Pia fica séria, olhando aquela cena.


- Olha, não esquece de pedir para a Regina te levar la aonde eu moro – disse a filha do empresário, olhando seriamente para a loira e voltando a olhar para a nova amiga - Pra gente conversar - ela olha para Lena sorrindo.

- Claro! É só marcar um dia que a levarei lá – sorri Regina, passando a mão na cabeça de Bebeth, que sorri.


Maria Pia nem olha para a Bebeth e Luísa, que olham para o outro lado, para conversarem com Lena e Regina. Erick por sua vez continuam falando com Lena.


- Pode deixar... Vai ser legal ir te visitar - disse Lena sorrindo timidamente.

- Lena vai ser um prazer tê-la no nosso hotel. - disse o dono do hotel.

- Obrigada! - a menina retribui sinalizando com um tchauzinho.


Erick e sua família vão embora. Regina fica olhando seriamente para Maria Pia, que fica os olhando com cara de deboche.


- Que vergonha Maria Pia, se eu soubesse que você faria isso, eu teria vindo sozinha pegar a menina... – disse Regina, sussurrando seriamente para a loira.

- Já vai começar Tia? – pergunta Maria Pia parando na frente da menina.


Lena fica frustrada ao ver a bronca que haverá por vim de Regina, que olhava muito serio para Maria Pia, que revirava os olhos. Mas ambas percebem e discretamente param a discussão, parando na frente da menina, que olhava para os lados, para ver se mais alguém havia ouvido a briga das duas, se aliviando.


- Oi... Como a Bebeth disse, vocês são as minhas tias, certo? - ela a olha desconfiada.


Maria Pia nada respondeu, só Regina.


- Sim... – responde a morena – E você deve ser a nossa sobrinha Lena Leôncio, certo? – pergunta Regina calmamente.

- Sim... – sorri.

- Estávamos loucas esperando você – disse Regina piscando para a menina.


Regina dá uma leve cutucada na loira, que responde a menina.


- Sim, infelizmente! – murmura – Vamos? - revira os olhos e sai andando.

- Lena, deixa eu ajudar você com a bolsa? – disse Regina, colocando uma pequena bolsa nas costas – Você vai adorar Rio de Janeiro.


Antes de irem, Lena as cumprimenta dando-lhe um abraço primeiro em Regina, que rir. Pois a menina batia no meio dos seus seios, depois chegou a vez de Maria Pia, Lena dá um abraço na loira, que rejeita, deixando os braços soltos.


- Já acabou...? – pergunta saindo – Ainda temos que passar em casa.


Regina fica irritada pelo que Maria Pia fez, e esperara que ambas ficassem sozinhas para conversarem, enquanto Lena, continuou desconfiada.


- Lena... Venha... – disse Regina, tentando disfarçar a raiva

- Vamos! - sai andando, admirando a vista.

- Espero que goste daqui... – a morena sorrir para a menina.

- Valeu! – a menina fica cabisbaixa.


Enquanto Regina carregava sua bolsa, Maria Pia se irrita com a Lentidão de Lena e decide ajudá-la com as bagagens até o carro, sem falar com Regina, que revirava os olhos para o jeito da sobrinha. Decide ter uma conversa séria com ela, enquanto Lena que presenciou tudo, só queria voltar para a casa. Até que ao chegarem no estacionamento, ambas dividiram o que levaram em cada um de seus carros. Regina achou melhor que Lena fosse com ela e Maria Pia transportasse as bagagens. Assim foi feito! Sem dizer uma só palavra, Lena vai no banco da frente com a morena, enquanto a loira colocou as malas no porta malas do carro e foram para a casa.


Notas Finais


O que acharam babys? Espero que tenham gostado... Ate a proxima....


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