História Sopro da Verdade - Capítulo 2


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Palavras 3.932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Noite Babys, gostaram do primeiro cap da fic? Espero que sim, então aqui esta mas um cap da nossa historia....
Espero que voces gostem...
E antes de ir, quero agradecer muito a voces, por estarem lendo e espalhando a historia ( confesso que estou morrendo de vergonha, mas feliz), para os amigos e conhecidos de voces <3 de coração mesmo, porque voces são os meus bebes <3 e espero que fiquem comigo ate o infinito <3
E boa leitura <3

Capítulo 2 - Novo lar


Fanfic / Fanfiction Sopro da Verdade - Capítulo 2 - Novo lar

 

NA CASA DA FAMÍLIA BRAGA....

Irma preocupada, anda de um lado para o outro na sala, a onde seu marido, José Leôncio estava.

- Irma, da pra para de ficar andando de um lado para o outro? Já estou ficando tonto! - disse ele incomodado.

- Ora Trindade... Estou preocupada com Lena! Nenhuma das duas, me retornaram, ao menos para falar se nossa menina chegou bem!

- Calma Irma! Lena mesma falou, que quando ela chegasse iria te ligar!

- Esta bem! Vou esperar! Mas se ela não me ligar! Eu, que vou ligar para ela.

 

Ela por sua vez, vai procurar algo para fazer, como cozinha, até que seu filho chega na hora.

 

- Ora... Por que essa preocupação toda? – pergunta Joventino – É por causa da Lena que não ligou pra senhora?

- É, é... – disse a morena, limpando a mesa – Já era para Regina ou Maria Pia terem me ligado.

- Calma mãe, não vai demorar muito para elas te ligarem – ele tenta tranquiliza-la – Acalma esse seu coração Dona Irma – a abraça.

- Ta certo... – ela o olha rindo – Mas se demorar, eu vou ligar.

- Tudo bem... – sorri – Mãe, a Lena é corajosa... Vai ver que ela vai se acostumar rápido com a cidade... A senhora vai ver.

 

Irma rir para o filho, mas não esconde a preocupação que tem com a menina, que está agora nas mãos das tias. Para se distrair, ela trata de colocar a janta para ambos.

 

 

 

RIO DE JANEIRO...

Ao chegar em casa, a morena e a a loira estacionam os carros na garagem, enquanto os pais e a empregada da loira, estão todos em casa, escutam o barulho dos carros, ambos vão para a sala, menos Madá, que por sua vez, estava fazendo comida. Ambas por sua vez, saem, indo em direção, a entrada da casa, a loira abre a porta de entrada, que dava diretamente a vista para os pais dela, olhavam, tentando ver menina, mas ela estava atrás de sua filha e de da irmã de um dos proprietários da casa, que entra logo atrás da loira, a chamando, Lena adentrou desconfiada, sendo apresentada a família.

 

- Lena! Esses meus pais Athayde e Lígia! - a loira sinaliza com o dedo.

- Oi! Prazer em conhecer vocês! - a menina sorri timidamente.

- Enquanto vocês se apresentam, vou la na cozinha beber uma agua- disse Regina sorrindo, passado pelo casal.

 

Ambos se cumprimentam com abraços.

 

- Mocinha! Te peguei no colo quando você era pequena! - disse o pai da loira, colocando as mãos na cabeça da menina.

- Era tão pequena, que pensávamos que você não iria sobreviver! Mas você esta aqui! Linda e forte! Igual a sua mãe! - a dondoca sorri abraçando a menina.

 

Regina cumprimenta Mada, que estava terminando de fazer a janta.

 

- Oi, oi Madazinha.. – sorri a morena abrindo a geladeira.

- Oi minha filha... – sorri para ela – A menina já ta ae? – pergunta Mada.

- Já sim... Ela esta na sala com o Athayde e a Ligia – disse ela colocando um pouco de agua em um copo.

- Ela vai ficar aqui ou com você? – pergunta Mada sorrindo.

- Não sei... Ainda vamos decidir por que ?

- Porque a Mariazinha pediu para que eu arrumasse o quarto de hospedes para a menina..

- Ata... Mas qualquer coisa nos te avisamos ta? – sorriu a morena – Obrigada Madazinha... – a abraçou.

 

Regina sai, se escorando na entrada da cozinha, sorvendo um gole de agua, enquanto os observava atenciosamente.

 

- É... Minha mãe sempre fala bem de vocês - ela se senta no sofá timidamente.

- É ? O que ela falava de nós? - retruca a dondoca.

 

Maria Pia interrompe a conversa.

 

- Mãe... Depois vocês conversam! - cutuca a mãe.

- Tudo bem - ela olha seriamente para a filha, voltando os olhos na menina - Mas tarde nos nus falámos, pequena.

 

Maria Pia sai, indo até a cozinha, Regina não tirava o olho da loira, pois ela não queria que ela humilhasse a menina, a loira foi a onde Mada esta ocupada, limpando as coisas.

 

- Mada, vamos aqui na sala! - ela pega na mão da empregada.

- O que foi filha? - ela retruca – A Regina disse que a menina esta la na sala ae com vocês - sussurra.

- Quero te apresenta-la – a puxando – Vamos.

- Deixa eu terminar aqui.

- Nada disso! Vamos! Você sabe que é parte da família! - ela pausa - Vamos Madá...

- Tudo bem! - ela larga o que estava fazendo, passando por Regina.

- Vai lá Madá... – sorri – Não se esqueça que você é de casa – pisca para a empregada.

 

Regina continua a observar, enquanto Maria Pia leva Madá para a sala, a onde Lena estava.

 

- Lena, essa é a minha Mada! - apresenta a loira.

- Que lindinha... Prazer! - a empregada fala com um sorriso no rosto.

- Oi... - a menina levanta, sorrindo - Prazer...

- Mada, ela que vai morar com a gente – disse ela ouvindo o murmuro da Regina – Ou com a Regina... Por enquanto - a loira se senta.

- Você irar passar um tempo aqui em casa ne! - a empregada fica olhando para Lena.

- Sim! - a menina sorri, continuando - Mas não vou incomodar, podem ficar tranquilos, qualquer coisa eu vou para a casa da tia Regina – sorri para a morena.

 

Regina sorri levantando o copo de agua para cima.

 

- Imagina... - ela pega na mão da menina - Pelo menos você vai me fazer companhia!

- Vai ser legal - Lena rir - Esta bem!

 

Maria Pia revira os olhos de ciúmes e Regina nota isso, so esperaria tudo se acalmar para ir conversar com ela.

 

- Maria Pia... Oh, estarei de olho em você querida! - Fala a dondoca baixo no ouvido dela.

 

Athayde e Lígia reparam no jeito de Maria Pia, que sai de perto da mãe dela mudando de assunto.

 

- Esta boa a conversa, mas a Mada tem muito o que fazer ne Mada! - cutuca ela.

 

Mada nem liga para o que a Maria Pia fala, porque ela sabia que a loira estava com ciúmes dela. Enquanto Regina revirava os olhos, indo sentar em uma das cadeiras, na sala de janta. Enquanto Lena nota, ficando corada rapidamente.

 

- Olha! Vocês nem vão me notar aqui - ela fala olhando para eles, continuando - Não sou de ficar perturbando ninguém!

- Graças a Deus! - sussurra a loira.

- Para Maria Pia! - Madá sussurra para ela - Temos que conversar! Mas não agora!

 

Mada sai, olhando seria para Maria Pia, indo em direção a menina. Regina sinaliza para Mada, que tirasse Lena de la, e assim fez.

 

- Você deve está com fome certo? - fala sorridente.

- Sim... E muita!

 

As duas vão para a cozinha, ao ver que eles estavam sozinhos la Regina se levanta, indo em direção a Maria Pia, que estava com seus pais na sala.

 

- Maria Pia... Que po... – ela se segura para não falar palavrão – Foi essa? – pergunta a morena respirando fundo – Olha os bons modos garota...

- Solta meu braço tia... Eu nunca quis que ela viesse pra ca... – a loira é interrompida pela mãe.

- Deixa a menina Regina... – disse a dondoca revirando os olhos.

- Deixa nada... – disse a morena – A menina mal chega aqui e a Maria Pia fica com essas frescuras... – ela a olha serio.

- E...? – debocha – Agora que ela chegou não terei paz.. – disse a loira enjoada.

- Não te falei... Isso se chama ciúmes Regina... – disse o pai da loira – Isso já vai passar, é questão de tempo...

- Sei... – a encara – Mas se isso continuar, levarei ela para minha casa... – ela solta o braço da loira.

- Por mim... – ela balança os ombros – Já vai tarde...

- Maria Pia... Já deu, a menina vai ouvir... – disse o pai da menina a repreendendo.

- Olha Maria Pia... Se eu ouvir alguma reclamação dela ou de quem for... Você já sabe... – ela solta o braço da loira – Qualquer coisa me avisem ok... – ela olha para ambos.

- Pode deixar... Nós não deixaremos a loira aqui brigar com ela... – sorri Athayde.

- Pai... – a loira o olha incrédula.

- Cala a boca Mariazinha... – a mãe da loira já estava irritada.

- Antes de ir... – ela pega sua bolsa – Vou lá na cozinha, entregar o celular para a Lena...

- Olha... – a loira rir – Comprou um celular pra caipira? – pergunta sarcasticamente.

- Maria Pia... Eu nem vou perder minha paciência com quem não vale a pena, ne meu amor – disse a morena jogando um beijo para a sobrinha.

 

A loira revira os olhos, enquanto Regina a olha chateada pela forma que tratou a menina, virando-se vai ate a cozinha, se despedir da menina, que estava merendando.

 

- Lena.. – a morena se inclina na entrada da cozinha – Madazinha... – sorri – Já vou ta?

- Oi minha filha... – sorri para a morena.

- Oi tia... – ela rir – Mas já? – ela fica insegura.

- Já... Mas olha, qualquer coisa, você me liga ta? – disse ela ficando da altura da menina.

- Mas... – a menina fica sem graça – Eu não tenho celular tia... – ficando corada.

- É... Eu sei... – ela sorri tirando uma sacola da sua bolsa – Pegue... Comprei para você... – rir – Sei que la vocês não usavam, então decidir te da um..

- Mas tia... – a menina fica incrédula – Não... Não precisava... – ela fica corada – Isso deve ter sido caro...

- Que nada... – ela olha para Mada – Vamos Lena... – ela olha para a menina, fazendo bico – Aceita vai... – a morena rir.

- Não posso... – ela sorri para a tia – Sei que a senhora comprou pra mim, mas... Não quero incomodar.

- Que isso Lena... Vamos minha filha, aceite... – sorri Mada olhando para ela – Se a Regina quis te dar, é porque você precisava ne?

- Isso mesmo Mada... – disse a morena a olhando nos olhos – Quero que aceite isso como seu primeiro presente, de chegada ao Rio de Janeiro... – sorri para a menina.

- Esta bem... – ela olha para ambas – Mas... – ela fica sem tender.

- O que foi minha filha? – pergunta Mada.

- Você não gostou Lena? – pergunta Regina.

- Não... Não é isso... – ela olha para ambas – É que eu não sei mexer...

- Não tem problema... Posso te ensinar, Quando você for la pra minha casa, que tal? – a morena sorri para a menina.

- Esta bem... – a menina abraça a tia.

 

Mada acha fofo a relação de Regina com Lena, estava certo que Regina cativava por onde passava, mas assim de repente, esta certo que ambas são tia e sobrinhas, mas parece que se conhecem a muito tempo, pensa Mada, que volta aos afazeres na cozinha. Enquanto a morena sente algo, uma energia boa, ao mesmo tempo uma sensação de perigo a vista, ficando pensativa, por alguns segundos, sentindo em seguida uma calmaria, parecia que Lena avia lhe proporcionado, um dia de paz, que não teve por alguns anos, fazendo com que ela pensasse do nada em um colar, que estava em sua bolsas a alguns anos.

 

- Lena... Antes de ir – ela abre a bolsa, pegando um colar – Tenho mais uma coisa para te dar... – o mostrando para a menina.

 

Era uma solitária, toda de aço, com uma pequena pedra de ametista no meio, que brilhava conforme refletia a luz.

 

- Que lindo... – ela olha para a tia – De quem era?

- Da minha mãe... – a morena fica sentida – E... Agora é seu – ficando com a voz um pouco tremula.

- O meu pai disse, que eu pareço um pouco com ela... – ela sorri.

- Eu também acho... – retribui o sorriso.

 

Lena se vira, enquanto Regina cola o colar em seu pescoço, virando-se para a tia novamente.

 

- Obrigada tia... – ela a olha, passando a mão no colar.

 

Ambas sorriram, enquanto isso, Maria Pia estava na sala com os seus pais, até que se assusta.

 

- Meu Deus! Tenho que ligar para os pais de Lena - quase deixa o celular cair de sua mão.

- No seu caso... São os seus tios ne Mariazinha... - disse a dondoca revirando os olhos.

 

A loira a olha, ao mesmo tempo pega o celular e telefona.

 

- Alô... Tia Irma – ela olha para a cozinha.

“Oi Maria Pia!” - ela atende o telefone – “A Lena chegou bem?”

- Sim tia, eu e a Gina formos, busca-la no aeroporto... - exclamou - Pode ficar tranquila!

“Ainda bem! Fiquei preocupada aqui.”

- Agora a senhora pode ficar despreocupada! Ela esta bem aqui em casa.

“E onde ela esta?”

- Ela esta na cozinha lanchando! Quer falar com ela?

“Não, não! Mas tarde falo com ela! Vou ter que desligar ta querida!”

- Tudo bem tia! Até mas tarde! Beijos.

“Beijos...” - ela desliga o telefone.

 

Irma se tranquiliza, indo dormir, enquanto Maria Pia se joga no sofá, relaxando.

 

 

 

NO CARIOCA PALACE...

Bebeth, Eric e Luísa, adentram o hotel, a menina cumprimenta todos e sobe, indo com a mãe e o pai para cima, eles haviam ido para o quarto, decidindo ficar no quarto, pedindo para servirem o jantar no quarto, pois estavam cansados, pela correria de hoje, não demora muito para que Nelito os servisse, se retirando do local, os deixando a sós, ambos começam a jantar, quando a menina começa a falar.

 

- Pai... – ela o olha – O senhor não acha estranho, que a Regina e a Maria Pia... – formula uma pergunta mas concreta – As duas nunca terem falado que tinham parentes fora do Rio? – pergunta a garota, cutucando a comida.

- Não... Porque nem sabia que elas tinham parentes - disse o pai da menina.

- Poiser Eric! Eu também, estranhei! - disse sua esposa, fazendo cara de surpresa.

- Será que elas tem vergonha deles? - pergunta a menina pensativa.

- Imagina filha! – exclamou Erick – Elas ter vergonha dos próprios parentes - ele a olha seriamente – Tem cabimento isso.

- Não duvido nada Eric... Principalmente a Maria Pia – ela toma um gole de agua – Você a conhece muito bem e sabe como ela é – ela o encara – Acho que é porque eles não são do mesmo nível social que eles. - disse a mulher do dono do hotel , fazendo gestos.

- Mãe... Da parte da Maria Pia pode ate ser, Mas da Regina não, ela é um amor de pessoa – sorri a menina.

 

Confirma Erick com a cabeça.

 

- É... Eu conheço pouco a Regina, mas eu pude perceber a atenção que ela deu a menina... – sorri timidamente.

- A única coisa que eu sei! É que a Lena vira aqui, no hotel! - afirma a menina.

- Só espero que a Maria Pia não fique brigando com a menina. - diz a mulher.

- Ela não é assim Luísa! - ele rebate.

- Não? Eu e vocês conhecemos ela desde sempre, e sabe que ela é ignorante e chata! - a filha dele o olha seriamente.

- Isso é verdade - a mãe da menina continua comendo.

- Vamos ver se essa menina amolece esse coração duro da Maria Pia! - disse o pai da menina colocando o último pedaço de comida na boca.

- Quero que ela fique com a Regina – sorri – Pelo menos ela vai deixar Lena vir pra ca... Sem fazer escanda-lo.

 

Erick por sua vez, repreende a filha, voltando a jantar. Minutos depois Bebeth, vai para o quarto dela, toma banho e se ajeita para dormir, então decide fazer uma ligação de vídeo chamada para Lena, antes de Dormir.

 

 

 

EM PARIS...

Uma bela mulher, de aparência angelical, estava na sacada do hotel, direcionando a vista a torre Eiffel, lá estava aproveitando o término das férias, pois seu dinheiro estava acabando e voltaria para o Brasil só para pegar mas grana, para sumir novamente, por alguns minutos ela ficou pensando sobre o que aconteceu no passado, até que é acordada.

 

- Oi meu amor...- um homem chegar por trás, abraçando-a.

- Aí... - ela se assusta - Não faça isso benzinho - ela sorri.

- O que você estava pensando - ele beija o pescoço dela - Estava tão quieta e calada.

- Hum... - ela sorri largamente - Não era nada benzinho... - beijando - Só lembrei que... Vou voltar para o Brasil...

- Mas por que? - perguntado homem a virando - Então não vamos mas nós ver?

- Aí.. Benzinho - ela debocha, se fazendo de dengosa - Não sei quando vou te ver!

- Aff... - ele revira os olhos - Quando vamos nos ver novamente?

- Não sei... - ela entrelaçada os seus braços no pescoço do homem - Algum dia quem sabe - olhando fixamente para ele - Vamos aproveitar o pouco tempo que nós resta.

- Vamos... - ele a beija - Vou aproveitar muito bem esses minutos.

 

A ruiva pula, entrelaçando suas penas na cintura dele, que a leva novamente para a cama, e tem a noite de amor.

 

 

 

NO APARTAMENTO DE VÍTOR...

Vítor, já havia tomado banho, jantado e escovado os dentes, quando decide ligar para Maria Pia.

 

Ligando... 4x

- Atende Maria Pia! Ah...

 

Ele por sua vez, não desiste, ligando várias e várias vezes para amada, que não atende.

 

- Pelo amor Maria Pia... Depois que ela ver essas ligações, retorna - ele joga o celular na cama. - Vou fazer alguma coisa pra comer, enquanto isso.

 

Ele vai para sua pequena e humilde cozinha, e lá começa a preparar o básico.

 

- Vou preparar alguma quitutes também - ele se entusiasma cozinhando - Vai que a minha loira chega! E queira jantar comigo, tenho que estar preparado - sorri pensando nela.

 

 

 

NA CASA DE MARIA PIA...

Maria Pia ver o celular tocando mas não atende, como Lígia estava, ficou desconfiada e foi tentar olhar, para ver quem era, mas a loira pega o celular que estava em cima da mesinha de centro e desliga.

 

- Quem era Maria Pia? - pergunta a dondoca seriamente.

- Ninguém mamãe, ninguém - ela fecha a cara.

- Olha lá Maria Pia! Estou de olha em você! - responde a dondoca.

 

Ligia a olha querendo saber de algo.

 

- Mas olha! Agora tenho que ser vigiada? E pela minha própria mãe? Eu em... Quer saber? Eu vou sair! Tchau!

- Tchau querida... - ela rir - Ficou irritada.

 

Maria Pia pega sua bolsa e sai batendo a porta. Regina ainda continuava com Lena e Mada na cozinha, todos que estava em casa ouviram a batida, mas não se incomodaram, só a Lena.

 

- Meu Deus... - a menina se assusta.

- Aposto que foi a Maria Pia... – disse a morena revirando os olhos.

- Calma, isso foi a Maria Pia! Quando ela esta com raiva, ela bate a porta desse jeito! Mas não se preocupa não! Pode continuar jantando! - responde Madá.

 

Regina se levanta, colocando seu celular no bolso do casaco, em seguida da um abraço em Mada, que retribui, e um sorriso de despedida para a menina, antes de sair, Lena segura sua mão.

 

- Tia a senhora tem mesmo que ir? – pergunta a menina, sussurrando.

- Tenho... Amanhã, acordarei cedo – ela olha para a menina, explicando – Que tal fazermos o seguinte... – pegando na mão da mesma – Depois que eu sair do trabalho, venho te pegar para irmos tomar um sorvete, o que você acha?

- Pode ser... – sorri, entristecida.

- Vamos Lena... – erguendo o queixo da menina – So por hoje...

- Esta bem... – ela sorri para a tia – Mas venha me pegar okay?

- Pode deixar – ela brinca, fazendo sinalização com a mão, como um soldado, como se estivesse recebendo uma ordem – Amanhã venho te pegar... – sorri.

- Obrigada... – a menina a abraça fortemente.

 

A receber o abraço da menina, Regina o retribui, rindo, pois a menina ficou de ponta de pé, para poder abraçar a tia, que era alta. Depois que ambas se despediram, Lena ficou com Mada na cozinha, enquanto a morena passa pela sala de janta, parando na sala principal.

 

- Tchau Ligia... – ela passa direto – Passarei aqui amanhã depois do trabalho, para pegar a Lena para tomar um sorvete.

- Tudo bem... – a dondoca continua a olhar a revista – Tchau...

 

Regina sai, fechando a porta, ao entrar no carro, vai para casa, que não era muito longe dali, mas era uma parte mais calma do bairro. Ao para no sinal, ela fica pensativa.

 

“Meu Deus... Como de uma hora para a outra eu e Lena nos demos muito bem? Está certo, que a onde eu chego conquisto as pessoas, mas demora um certo tempo, mas com ela foi diferente...” – ela se acorda quando o sinal abre – Tem caroço nesse angu – rir, dando partida no carro.

 

Minutos depois, ela chega em sua residência, estacionou seu carro ao lado, e o fechou, dando alguns passos, já estava na entrada de casa, que era uma mansão, ao adentrar, ela pendura seu casaco e sua bolsa, em uns ganchos que haviam no lado direito, deixando também os sapatos. Dando alguns passos para no meio do salão, os cômodos eram bem divididos, no lado esquerdo, era o escritório, no lado direito a sala entre eles, era a cozinha e sala de jantar, como ela não havia dirigido nada, depois que estava na casa da Ligia, ela decide preparar ovos mexidos, o espaço era enorme, com uma cozinha americana. Ao terminar, ela lava a louça e sobe as escadas indo em direção ao seu quarto, ao chegar lá, ela vai para o banheiro, despida, toma um banho de ducha, bem relaxante por sinal, mas fica pensativa.

 

- Faz tanto tempo... – ela pensa – Será a onde ela está? Será que está viva? – passando as mãos em seu cabelo – São tantas perguntas... Espero que algum dia seja esclarecidas – ela fecha a torneira e sai.

 

Ao se enxugar, ela coloca uma roupa bem confortável, enxuga um pouco suas madeixas e se joga na sua cama, acomodando-se com vários travesseiros, apagando minutos depois.

 

 

 

NO APARTAMENTO DE VÍTOR...

A loira decidir ir para casa do Vitor novamente, sem que ninguém saiba. Chegando la deixar o carro estacionado na frente do apartamento dele e vai ao encontro do galã.

 

- Olha, quem chegou! - ele a olha dos pés a cabeça.

- Posso entrar? - aponta o dedo para dentro do apartamento do mesmo.

- Claro! - ele sinaliza.

 

Maria Pia entra e fica parada na frente do Vítor.

 

- Sentiu minha falta foi? - ele rir maliciosamente.

- Não - faz cara de dengosa, continuando - Gosto de vim para cá.

- É ? Você gosta daqui?

 

Vitor se aproxima.

 

- Sim, quando venho aqui, sinto paz! Esqueço até do mundo!

- Também gosto quando você vem pra cá! Porque sei que você me ama! - ele aproxima de Maria pia, continuando - Da para ver no fundo dos seus olhos... Isso...

 

Vitor vai andando, e Maria Pia, da alguns passos para trás, até cair na cama dele.

 

- Para Vitor! So vim aqui para conversar! E não para essa coisa! - ela empurra ele, continuando - Se esqueceu que aconteceu hoje? Não quero que aconteça de novo!

- Maria Pia... para com isso! Eu sei e você também sabe que nus amamos e nada e ninguém pode separar disso! - Ele tenta beija-la.

 

Maria Pia o empurra mas uma vez, que sai de cima dela, que levanta e se ajeita.

 

- Vitor! Não... - ela fecha os olhos, sentindo a respiração dele.

- Sim... - ele encosta sua boca na dela - Sei que você que e eu também quero.

 

Ambos se beijam loucamente.


Notas Finais


O que acharam Babys?


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