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História Sore wa watashi no seidesu - Capítulo 1


Escrita por: OnlyTsubaki

Capítulo 1 - A Culpa é Minha


Fanfic / Fanfiction Sore wa watashi no seidesu - Capítulo 1 - A Culpa é Minha

Denki Kaminari on

era de noite, na madrugada. e estava chovendo. eu estava fora de casa só pra passear mesmo. eu estava indo para uma praça, e quando cheguei, avistei duas pessoas... conhecidas.

Bakugou e Kirishima... se beijando.

eu apertei o guarda-chuva, e olhei a cena por alguns segundos. depois olhei para baixo. 

— que droga, mundo. eu só amava ele. — falei, fechando os olhos forte. tentando chorar. — foda-se, eu não consigo chorar. eu não consigo sorrir. eu não consigo dormir. — falei abrindo os olhos, mas eu consigo amar aquele idiota do Kirishima.

eu me virei, e comecei a correr, e o guarda-chuva caiu. senti que eles olharam para mim.

Hahahahah.

Mergulho do alto nas ondas congeladas

Onde o passado volta à vida

Luto contra o medo da dor egoísta

E vale a pena toda vez

Segure firme antes de nós batermos

Porque nós dois sabemos como isso termina

Nosso relógio bate até quebrar seu vidro

E me afogo em você de novo


Porque você é um pedaço de mim

Eu desejo que não o precisasse

Perseguindo implacavelmente

Ainda luto sem saber por que.


a cada passo que eu dava, a água da chuva que caía no chão batia contra meus pés, e molhava a minha calça e meu tênis.

Se o nosso amor é uma tragédia, por que você é meu remédio?

Se o nosso amor é insano, por que você é minha clareza?

Se o nosso amor é uma tragédia, por que você é meu remédio?

Se o nosso amor é insano, por que você é minha clareza?

Caminhe em meio a um desfile vermelho

E se recusam a fazer as pazes

Isso penetra profundamente através do nosso chão

E nos faz esquecer todo o bom senso

Não fale como eu tento sair

Porque nós dois sabemos o que vamos escolher

Se você puxar, então eu vou forçar muito profundo

E eu vou cair de volta para você


eu queria só chorar... é difícil chorar? eu sinto tristeza, por que... eu não choro? eu não consigo sorrir, não consigo dormir, não consigo sentir raiva, eu só faço as expressões?

tem algo para dizer que sinto, além de amor? eu sinceramente, odeio o amor.


Porque você é um pedaço de mim

Eu desejo que eu não o precisasse

Perseguindo implacavelmente

Ainda luto sem saber por que


Se o nosso amor é uma tragédia, por que você é meu remédio?

Se o nosso amor é insano, por que você é minha clareza?


eu continuei correndo sem rumo, até tropeçar em uma elevação na calçada. - certeza que machucou feio meu pé. - eu caí, e molhei minha calça até o joelho. mas nem liguei. 

e meu dedo estava doendo, nem fudendo que eu vou ver como tá meu pé...


Por que você é minha clareza?

Por que você é o meu remédio?

Por que você é minha clareza?

Por que você é o meu remédio?


Se o nosso amor é uma tragédia, por que você é meu remédio?

Se o nosso amor é insano, por que você é minha clareza?


eu levantei com uma puta de uma dificuldade, e avistei um banco. eu fui mancando até ele, e me sentei no banco.

— eu queria que desse para ficar em um lugar totalmente branco, com paz. eu queria desaparecer, como se nunca tivesse existido. — falei, apertando meu pulso. e meu cabelo estava molhado, e as gotas da chuva pingavam do meu cabelo para o minha calça. — só que não dá! e eu me molhei todo, eu vou pegar um resfriado, certeza.

eu me levantei, e tentei ir para minha casa, mancando. e eu consegui... eu troquei de roupa, - meu dedo estava horrível. - e me joguei na cama.

- desaparecer não dá... mas, morr... — eu dormi.

eu acordei as 6:30 da manhã, e me levantei com preguiça. e acabei caindo, porque toquei no chão com o dedo machucado.

— porra. — falei, e me levantei com dificuldade, fui no banheiro e coloquei o uniforme, comi o café da manhã e fui para a escola.

e no maldito caminho, eu encontrei o Kirishima.

— aí, Kaminari! eu tenho uma coisa para te dizer. — disse ele, sorrindo. eu olhei para ele. e meu olhar certamente estava morto... — e-ei, você está com olheiras, e que olhar morto é esse? dormiu bem?

— eu dormi bem sim... — falei sorrindo, - falso. - coçando os olhos. — "merda, Denki. você devia cobrir essas orelhas com alguma coisa antes de sair." — pensei, olhando para o lado oposto do rosto do Kirishima, com um olhar bravo... se nem isso eu estou sentindo. — o que você queria dizer? — perguntei, olhando para frente... na verdade, para o chão.

— é que... — deu uma pausa. — eu e o Bakugou estamos n-namorando! — ele falou animado e vermelho, e meus olhos se arregalaram. depois de tanto tempo, eu lembrei de como é sentir que lágrimas iriam descer de seus olhos...

depois daquele trauma, não senti mais nada. só sentia o sentimento que não existe antes de se apaixonar... amor. eu sinceramente odeio esse sentimento.


——


eu era criança, eu tinha acabado de acordar. eu estava sorrindo, eu tenho consciência que meus pais não se dão bem, mas por que caralhos eu sorrio após acordar?

essa criança que eu era acabou de descer da cama, pegar um banco e abrir a porta do quarto. desci aquelas escadas de madeira escura que rangiam a cada passo, e desci para o primeiro andar.

faltava o último degrau, até eu ouvir um grito. aquela criança reconheceu a voz, era a sua mãe. ele ouvia uma risada, de seu pai.

com os olhos curiosos, ele cuidadosamente espiou o que acontecia. esses seus olhos amarelos se arregalaram, o que essa criança viu?

nada mais nada menos que seu pai, com uma faca, no coração de sua mãe. em volta havia sangue, seu pai colocava a faca em cada canto do corpo da moça.

tinha sangue voando por todos os lados, e foi no rosto daquele pequeno ser que eu era. eu não parava de olhar, por que?

meu pai percebeu minha presença, ele veio atrás de mim com aquela faca, ele quer me matar. ele vai me matar. eu subo aquela escada com medo, ele vinha lentamente atrás de mim. ele levantou a faca, eu corri para o quarto. fechei a porta, abri uma gaveta e nela havia uma arma, eu a peguei. lembro de minha mãe falar que tenho que usar isso em um caso de perigo.

ele arrombou a porta, estou tremendo, e se eu errar o tiro e se eu não errar o tiro? - matarei meu pai, serei um assasino... - apontei a arma para ele, e ele apontou a faca para mim. - dela pingava sangue de minha mãe, vagabundo. - puxei o gatilho, - eu estou tremendo, o que eu faço?! - ele se aproximou correndo com a faca e rindo, eu puxei o gatilho. meus olhos se fecharam com o barulho do tiro. meu pai caiu no chão... morto. virei um assassino. não chorei, não senti nada, eu me tornei uma aberração.


——


as lágrimas não desceram, eu dei um sorriso falso...

— que bom para você, bro! — falei sorrindo, bem, é falso.

nós fomos para a escola finalmente... eu peguei um resfriado. minha visão estava com a imagem dupla das coisas, eu estava tonto.

e chegamos na escola, a aula começou e estava a maior chatisse. e depois a aula terminou. eu saí da sala de aula, o Kirishima perguntou se eu não queria almoçar com ele, e eu recusei. fui ao terraço. no terraço, tinha uma grade que impedi de alguém cair...

eu amarrei uma corda na grade, e pulei para o terraço de novo... peguei meu caderno e uma caneta, e comecei a escrever.

"olá. eu sou o Denki Kaminari. eu morri e escrevi isso antes de pular. me desculpe, eu não sinto nada. desculpe se te magoei... mas eu sou o idiota da classe mesmo. bem, desculpa:) agora, Kirishima, essa é para você. eu perdi os sentimentos, e foi você que me fez sentir aquela droga de amor. sabe, eu te amo. bem, seja feliz com o Bakugou."

eu deixei minha caneta e minha mochila lá, de lembrança... eu coloquei uma pedra no papel para não voar.

e eu subi para a cima da grade, e eu me sentei lá. eu acabei me cortando com uma parte ponti aguda da grade, mas nem liguei. - meu sangue de lembrança... - eu estava preparado para me jogar.

eu senti vontade de chorar, e as lágrimas desceram... que legal, no meu último momento vou chorar sem mudar a expressão. 

— hahah.. — ri um pouquinho, mexendo meu corpo. — hahaha! vou morrer, e esse mundo de merda que se foda! a humanidade é uma coisa desprezível. matam animais, matam crianças, adolescentes, adultos e idosos, sequestram pessoas, estupram, abusam, riem de alguns com ansiedade, tem que confirmar se a pessoa tem depressão ou ansiedade... que merda. — falei, e eu me joguei. a brisa do vento no meu rosto era irritante mas gostasa ao mesmo tempo, certamente percebi olhares para mim. eu comecei a sorrir. — desculpa, eu não quero viver, eu não aguento essa dor. e essas lágrimas frias da uma sensação boa.

e eu colidi com o chão, não sobrevivi. doeu pra caralho, mas eu morri.

Autora on

Kirishima foi ao terraço chamar Kaminari para almoçar com ele, mas não o viu. e avistou em uma grade uma corda, sangue na parte ponti aguda da grade, uma mochila, pedra, caneta e papel...

ele correu até lá, e olhou a bolsa, ele a reconheceu.

— K-Kaminari... — falou, e pegou a carta e começou a ler.

"olá. eu sou o Denki Kaminari. eu morri e escrevi isso antes de pular. me desculpe, eu não sinto nada. desculpe se te magoei... mas eu sou o idiota da classe mesmo. bem, desculpe:) agora, Kirishima, essa é para você.

— p-para mim? K-Kaminari, você se m-matou?!... — falou, e ele começou a chorar.

"eu perdi os sentimentos, e foi você que me fez sentir aquela droga de amor. sabe, eu te amo. bem, seja feliz com o Bakugou."

- co- c-como eu vou... — deu uma pausa para respirar, porque enquanto lia, não conseguia respirar. — C-COMO EU VOU SER FELIZ, SE NEM SEQUER ME DESPEDI DELE?! — gritou, abraçando a mochila de Kaminari, molhando a mesma com lágrimas.

"Eu sinto como se eu tivesse te matado, Kaminari. é minha culpa." 




Notas Finais


eu sou uma merda, eu nem chorei. só senti vontade de chorar. bem, desculpa os erros, se tiver:D


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