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História Sorriso Quadrado - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 1 - Rosa linda!


Fanfic / Fanfiction Sorriso Quadrado - Capítulo 1 - Rosa linda!

Em todo romance, existe pessoas que são opostas uma da outra e se apaixonam, casais clichês, um romance proibido, uma traição que impede a união de ambos os apixonados. Dentre vários outros estilos. Nossa querida protagonista é quase a realização de um clichê bem conhecido, uma garota baixinha que usa óculos, e que é zuada por isso. Mas bem longe dessa área de zoação se encontra ela,ilesa de bullying, tem um temperamento um tanto limitado ,mas um amor de pessoa...Quando quer. Bem! Vamos a narração.

▪Daegu- 07/11/1998-19:00▪


Bem nesta data e hora ,foi registrado o nascimento de uma linda menina.


▪Hospital▪

-Aahh- Um grito ensurdecedor sai da garganta dessa mulher,que estar dando o melhor de si em seu trabalho de parto.

-Força meu amor ,só mais um pouco, você consegue querida.-Diz seu esposo enquanto segura e suporta firmemente o aperto em sua mão.

-Só mais um pouco , estou vendo a cabeça da criança. Aguente fir- O médico é interrompido por mais um grito doloroso da mulher.

-Aahh-Grita mais uma vez.


Logo após alguns minutos ou até horas , foi possível ouvir um singelo choro de uma criança que acaba de nascer. 


-Nasceu meu amor!- Disse com os olhos marejados de alegria.


Mas essa alegria cessou após o barulho dos aparelhos cardíacos anunciarem uma parada dos batimentos da paciente recém-mãe.


-Rápido,tirem-no daqui, levem a bebê e tragam o defribilador- O médico pediu aos assistentes que levarem o bebê da sala para ser lavado devidamente,enquanto os outros ali presentes atendem com uma velocidade bastante eficaz pegando o aparelho situado, e tirando o pobre homen da sala. - Iniciando sequência em 3,2,1- finaliza sua fala ao tocar o aparelho no peito da paciente, fez se isso em uma sequência repetitiva por diversas vezes , mas nenhum batimento cardíaco foi detectado pelo aparelho.


Enquanto isso , o homem que foi levado para fora da sala de parto, para não ter de presenciar tal cena. Sentia-se inquieto pelo ocorrido.


- Sinto muito , ela não resistiu-Disse o médico saindo na sala e olhando para o pobre homen recém-viúvo.


-N-não- Gagueja e cai de joelhos no chão com lágrimas presentes,em seu rosto.- Ela, ela tem que voltar, não pode me deixar.


- Eu realmente sinto muito, deixaremos a bebê aqui no hospital para ser alimentada com o leite materno de outras mães,quando ela puder ir para casa e beber na mamadeira a liberamos e o senhor poderá voltar com ela, mas até lá, terá de vir apenas para vizita-la.


-Tudo bem.- Fala se recompondo e com uma tentativa falha de tentar conter as lágrimas.


-Como a bebê irá se chamar?-Pergunta ainda com receio pelo fato do ocorrido.


▪Daegu -Atualmente- 06:07▪


-Jeon Taety ,levante-se - Fala meu pai do outro lado da porta.


-Ah pai, está muito cedo, nem é um dia tão importante, minha faculdade fechou as aulas na nova faculdade vão começar amanhã ainda.-Falo ainda sonolenta,deitada de olhos fechados.


-Que bobagem minha querida... Levanta, hoje você vai comigo para a loja me ajudar, tem mercadoria nova , então, LEVANTA - Ele praticamente gritou ou melhor "berrou" do outro lado na porta.- Estarei lá na cozinha.- Assim ele simplesmente, deixa o local mais silêncioso e tranquilo, mas não tenho mais sono, então me levanto com muita preguiça indo até o banheiro para tomar um banho gelado.


Essa sou eu, Jeon Taety, uma garota comum sem mãe, que mora com o pai tem um tio legal,um primo/irmão pouca coisa mais velho que eu,me dou super bem com ele,mesmo que estejamos no meio de uma discussão,moro em uma casinha de andar pequena e aconchegante, ajudo meu pai na floricultura dele, estou em um pequeno entervalo de aulas pois minha faculdade fechou,fui transferida para outra no início do meu terceiro semestre, estou quase acabando. Não sei oque o futuro quer de mim mas estou disposta ao novo.


-Que água fria!- Afirmo ao sentir o contato da água com minha pele. Tomo meu banho tranquila, lavo o cabelo e saio do banheiro com uma toalha na cabeça e outra cobrindo meu corpo, me arrepio ao senti um vento frio passar por minha janela- Aaah que frio, por quê eu fui deixar essa janela aberta mesmo?- Ao fechar a janela vou até meu guarda-roupa e pego uma simples roupa qualquer. Logo vi que tirei uma blusa blusa de maga comprida prete e outra de manga mais curta mas cinda e uma calça cintura alta resgada no joelho.-Nada mau para o famoso ditado " peguei a primeiro roupa que vi pela frente".


Me visto e calço um sapato vermelho, e seco meu cabelo com um secador mesmo o deixo solto. Mas depois mudo de opinião e o prendo em um coque desajeitado estava com muita preguiça, arrumei minha franja e coloquei minhas lentes de contado. Óculos,hoje não.


Passo meu rímel é um glos de morango simples e vou para a cozinha no andar de baixo , encontrando meu pai bem sentado tomando um suco que não sei o sabor, mas ele ainda não percebeu minha presença.


- TAETY-Gritou novamente enquanto o observo sentada no balcão da cozinha.Mas logo percebe minha presença.-Ah aí está você, vamos?


-Sim, mas antes. Onde está meu celular?


-Se for oque está em cima da mesa de centro na sala, eu não o vi.- Responde dando uma risada.


-Engraçadinho o senhor hoje.-Falei indo a mesa- Está em 48%, esqueci de colocar para carregar.


-Melhor ainda ,assim tem mais tempo para me ajudar, a aliás eu sou rapaz e não senhor.- Não seguro e solto um sorriso debochado.


-Vai sonhando senhor cinquentão.- Pego o celular colocando no bolso da calça é o fone que estava no mesmo no outro bolso.


-Ei! Eu tenho quarenta e cinco ,estou bem longe dos cinquenta senhorita.


-Tá bom , vou finjir que acredito vamos senhor rapaz.- Vou até a porta pegando meu skate de lá e abrindo a porta.


-Olha o respeito, eu sou seu pai-Diz pegando a chave e saindo pela porta indo ao encontro de sua bicicleta encostada no cercado de madeira branca.


Saímos e fomos para a loja, eu fiquei mais atrás para apreciar a vista da minha vizinhança tranquila e amigável,avistei uma senhora me olhando feio pois eu estava em cima de um skate e com uma roupa "pouco feminina",mau sabe ela que eu sou uma doçura de pessoa e minhas roupas não me definem.


Chego na loja e meu pai já estava abrindo as portas e colocando umas flores para fora. Quando venho, fico responsável pela parte de dentro , organizo tudo e anoto oque falta, vez ou outra fico no caixa,eu faço mais os buquês e tearas. Mas hoje teria mercadoria nova,novas caixas com mais flores reserva ou até para completar as que faltam.


-Filha pega a caixa de rosas por favor lá fora-Disse ele enquanto organizava as caixas no chão para depois colocarmos nos vasos e prateleiras ou no depósito.


-Claro-Saio do caixa e vi umas caixas ainda do lado da porta, esses entregadores bem que poderiam deixam dentro da loja,ajudaria bastante.


-Olha mamãe que rosa linda!- Olhei ao meu redor e vi uma menininha que aprentava ter 5 anos,perto da caixa com as rosas e falando com sua mãe.- Um dia eu vou dar uma rosa desta para a senhora- Fala dando um sorriso lindo a sua mãe. Mãe uma palavra muito forte para mim.


-Puxa é mesmo?-Sua mãe responde com ânimo.


-Posso ajudar?- Pergunto chamando atenção da menina e de sua mãe.-Querem comprar esta rosa?-Falo me agachando e ficando quase na autora da menina.


-Moça eu não tenho dinheiro- A garotinha falou com um bico fofo.


-É , eu não trouxe dinheiro comigo,não posso pagar.


-Ora essa, não precisa pagar-Assim tiro a rosa da caixa e pego um alicate do avental que usava para não sujar minha roupa com terra, removendo assim os espinhos para que ela não se machuca-se.-Toma, fica como presente-Sorriu


- Obrigado, moça- Diz a garotinha me abraçando logo em seguida.


-Não à de que, agora você pode presentear sua...mãe,como você queria.- Quase que essa palavra não passava da minha boca.


-Sim. Aqui mamãe,para a senhora a melhor mãe do mundo.-Ela fez um jeito tão lindo e fofo ao entregar a sua mãe a rosa.


-Obrigada filha mas temos que ir , vamos, e muito obrigada moça-Ela se curva e sai. Me viro para a caixa e a pego,mas quando olho para a porta lá estava meu pai vendo tudo de camarote.


-Gesto lindo o seu filha. E estou orgulhoso-Sorri


-Obrigada pai- Falo indo colocar a caixa dentro da loja.


Após terminar de colocar as caixas que faltavam dentro da loja, nós terminamos de organizar tudo algumas flores estavam em jarros lindos com água e nas prateleiras, as outras caixas estavam no depósito, que era tipo uma área aberta onde papai joga água nas flores de lá e volta.


-Filha você pode sair um pouco, já me ajudou muito hoje. Tome um pouco de dinheiro para comprar algo.-Me entrega e eu pego o skate para sair .


- Tá eu estou indo , volto em pouco tempo.


Fui até uma praça e aproveitei para fazer algumas manobras,enquanto ouvia música no fone e cantarolava pelo caminho, ao chegar na praça desci do skate e fui até um senhor que vendia algodão doce e comprei um. E fui até um banco da praça para me sentar e ficar observando uma quadra de basquete vazia, assim que terminei meu algodão doce, percebi que tinha um garoto,acho que estava treinando arremessos. Eu ia embora mas vi um grupo na verdade um quarteto se aproximando do garoto e logo começaram a empura-lo eu não sou de me envolver no assunto dos outros mas eu tinha que fazer algo.


Então fui até eles em passos rápidos mas com cuidado para não chamar a atenção deles, se for para agir que seja de modo silêncioso para isso tive que ficar segurando meu skate, eu me aproximo mais e mais e consigo escutar oque estão falando.


-Quem deixou você jogar na nossa quadra de basquete?-Disse um cara de voz grave.


-E-eu,não sabia-O rapaz gagueja de cabeça baixa.-Mas aqui é público.-O cara de voz grave tentou ir mais a frente mas antes dele se aproximar mais do rapaz eu coloco meu skate no chão e o empurro um pouco, assim fazendo o cara de voz grave pisar em cima e cair. Um de seus colegas prende o riso, e logo após me pronuncio.


-Me desculpa-Após falar isso todos olham para mim, enclusive e cara que caiu.


-Você não deveria ter feito isso-Fala se levantando e enquanto isso eu pego meu skate novamente, e dessa vez ficando de frente ao cara que agora está de pé me encarando.


-Não tenho culpa se você não viu que o meu skate estava na sua frente. E aliás,você não deveria entimidar uma pessoa por ela apenas jogar em uma quadra pública.-Dei bem ênfase nas minhas últimas palavras. Enquanto olhava para o cara a minha frente, dei uma olhada nos demais ali presentes, e olha que maravilha meu primo estava no grupo do cara entimidador, ele sabe que eu odeio isso, fracamente.


-E você não deveria se entrometer pirralha- Se ele pensa que isso vai me irritar ele está enganado. Mas ele me tirou do sério quando deu um sorrisinho de lado debochado.


-Melhor entrometida e defender alguém,do que sair por aí procurando encrenca e tentar bater em quem não merece. Isso é muita infantilidade.


-O-obrigado moça.-Falou o rapaz , logo tiro minha atenção do cara a minha frente, e olhei para o rapaz com a bola.


-Nada à de que-Sorrio sem mostrar os dentes para ele e logo ele se retira se aproveitando da situação ,assim olho mais uma vez para meu primo e dou meia volta subindo no meu skate para sair daquele local, mas antes de me distanciar muito pude ouvir uma coisa.


-Vai para onde nanica? Ainda não terminamos nossa conversa.-Assim eu paro e olho de volta para o cara e respondo.


-A "nanica" aqui não te deve satisfação.- Com essa resposta ele se cala e fecha a cara,mas logo deixa um sorriso ladinho escapar. Esse cara é sem noção. Inicio um percursor em busca de  chegar na loja novamente.


Continua?



Notas Finais


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