História Sorrisos (Kristanna) - Capítulo 4


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Categorias Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Anna, Elsa, Hans, Kristoff, Marshmallow, Oaken, Olaf, Personagens Originais, Sitron, Sven
Tags Anna, Frozen, Kristanna, Kristoff
Visualizações 14
Palavras 938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sorry a demora, Hehehe ♥️

Enfim, nesse capítulo: POVS do Kris

Capítulo 4 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction Sorrisos (Kristanna) - Capítulo 4 - Mudanças

"muitas portas se fecharam pra mim, sem razão… de repente eu encontrei você! Eu passei a vida procurando emoção, talvez esteja nas conversas ou se lambuzar de glacê":

Pov's Anna 

(Alguns anos antes) 

Não era como se eu precisasse de alguém, para seguir em frente. Mas..  era como se com ele ali, tudo fosse tão…. Menos difícil? Não sei de onde assemelhei boas características a Kristoff. Talvez todos esses sentimentos porque ele… ele sempre foi diferente. Um mimado não-egocêntrico, um cara esperto que nunca foi considerado nerd –com isso digo no sentido ofensivo da palavra–. Um bom garoto que nem sempre se preocupou em ser o melhor. Sabia quem era. O que era. Nunca se preocupou em competir. 

Talvez eu estivesse tão encantada… pelo fato de que ele era totalmente o contrário de tudo o que eu imaginei. Com todas as características que eu sempre odiei mas que nele, eu amava.

Era como um muro fechado. Não sorria, queria resolver tudo de frente, levava no peito os problemas e empurrava-os para longe com marra, como um jogador de futebol brasileiro. Eu tinha medo disso, ao mesmo que me sentia atraída por tal brutalidade. 

Você não via falhas nele, nenhuma expressão. Havia quem diria que ele não tinha sentimentos. Então porque eu sentia que isso era algo superficial? Não conseguia bater de frente com Kristoff. Em todos e os sentidos. Ele era alto, mais forte e com nosso deboche qualquer tentativa de uma conversa saudável caía por terra. Bem, fato era, que eu era a única pessoa que conseguia arrancar mais de cinco palavras seguidas dele. Me amava por esses feitos. Estava sempre ansiosa pelo nosso próximo "encontro". Ensaiava o que iria dizer, as próximas provocações, talvez Jack estivesse certo. Eu não queria admitir, mas o namorado de minha irmã tinha razão. Eu estava apaixonada. Por isso, tudo tinha sentido do lado dele. 



                                [•••] 

[Agora] 


Eu me sentia frustrada. Sete dias haviam se passado, e aquelas palavras não saíam da mente. Sei, que as pessoas já haviam esquecido mas eu andava pelos corredores de cabeça baixa e capuz. O gosto daquele beijo não saía dos meus lábios e a voz de Kristoff parecia gritar aquela frase em meu ouvido. "Eu gosto de você". 



Kristoff Bjorgman

Depois de quase uma semana desaparecida, ela finalmente apareceu no curso. Lembro-me do último dia que a vi. Há seis dias.  Nunca vi uma pessoa mudar tanto da água para o vinho como Anna, naquela segunda. Foi a primeira vez que eu tive a oportunidade de observar seu rosto sem maquiagem e seus cabelos soltos tais quais como eu tanto imaginei.

Já não usava vestidos, como de seu costume nos últimos três anos. As sapatilhas pretas, sempre bem engraxadas, já não jaziam em seus pés calçados por um all Star igualmente preto. Não sabia se a intenção dela era me provocar ao surgir tão diferente do cotidiano nessa fatídica manhã. Sei, que eu adorava esse seu novo "estilo" desleixado. Coisa que eu só tinha visto uma vez –a segunda foi hoje– era Anna de moletom. Moletom masculino.  Ela ficava mesmo adorável, e eu imaginei-a vestindo meu moletom da capsule corp como única peça de roupa. Serviria como um vestido. Gemi em frustração, quando esse pensamento passou por minha mente. Se havia algo óbvio, é que ela não estava dando a mínima para o que eu ou os outros estavam pensando. Pela primeira vez parecia alguém normal. Não se importava com a demora ao entregar os exercícios, apesar de ser uma das primeiras a fazê-los na aula de biologia e não mantinha seus sorrisos provocantes no rosto sendo estes substituídos por olhares discretos e observadores quando passou a aula de matemática. Manteve a cabeça erguida, o maxilar trincado e um olhar perdido por quase toda a aula, como se divagando em algum momento revivido mentalmente. Sorriu duas ou três vezes no máximo, logo voltando ao seu estado de "inércia" quando seu olhar cruzou com o de Jay, Jack e em último Elsa. Eles pareciam participar do seu mundinho particular, por breves segundos e logo que o contato afetivo que tinha com eles se quebrava ela retornava aquela mesma posição. Concentrada em algo invisível. Perdida do mundo real. 


Suspirei. Por algum motivo, já havia terminado a lição proposta a quase meia hora e só agora entreguei a Samon, pedindo permissão –mesmo que não necessário– para sair da sala. Verdade era, que eu não tinha sede. Iria a sala ao lado, onde ocorriam as aulas de pintura, pois sabia que a loira morango estaria lá, tendo aula com Punzie e Flynn. 


Sacudindo os ombros, destilando desgosto, com um olhar que denunciava uma falsa serenidade eu a vi. No meio do corredor, vindo em minha direção. Por um segundo, segurei o ar. Olhar em seus olhos era tão difícil, quando ela não sorria. Por um segundo eu me arrependi amargamente das coisas que já tinha feito e dito. Não me dirigiu a palavra, mas seus olhos não desviavam dos meus, conforme vinha a meu encontro. Eu queria lê-los agora, mas ela parecia tão diferente. Era tão difícil descrever "seu novo eu". Anna parou em minha frente. A dois passos de distância. Seus olhos, me encarando com um falso desdém e vi o vislumbre de um meio sorriso debochado em seu rosto que me fez arrepiar em lugares inimagináveis. Quando ela virou as costas, minha única reação foi segurar em seu pulso com a intenção de impedi-la de caminhar para longe de mim. 

Puts, onde desgraças eu estive nos últimos dias? O que merdas eu fiz? Anna mudou tanto em tão pouco tempo, e eu sinto saudades de seu antigo eu. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. 🙏🏻😁


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