História Sorvete - Capítulo 1


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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fluffy

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - De chocolate, por favor


Sabe quando você põe algo na cabeça e não sossega até conseguir?


Foi exatamente o que aconteceu com a pequena Jenny. 


Era domingo e não tinha nada para fazer.

A menina estava deitada em sua cama, agarrada a um urso de pelúcia, enquanto pensava em algo que poderia fazer para o tédio passar.

Talvez devesse sair e passear no parque, já que estava um dia bem bonito pra isso.


Mas também estava bem quente, talvez um sorvete ajudasse.


E só de pensar em sorvete ela se animou completamente.


 Começou a pensar em como seria o sorvete.


Três bolas grandes de chocolate, cheio de besteiras em cima, e muita, mas muita, cobertura de chocolate!


Nao importava como, mas, teria seu sorvete.


Estava decidia.


Levantou da cama e foi procurar sua mãe.


- MÃE? CADÊ A SENHORA? - gritou saindo do quarto, logo ouvindo sua mãe gritar de volta:


- NA COZINHA! - foi até a cozinha, vendo a mãe sentada a mesa, enquanto lia uma resvita qualquer, que no momento não importava. - o que foi? - perguntou quando viu a menina se sentar ao seu lado.

- Tem sorvete? 

- Não. 

- Mas eu queria... tá um dia tão quente...

- Problema seu.

- Nossa, mãe. Quanta ignorância. - a mulher revirou os olhos e voltou sua atenção para a revista. - Vamos comigo lá na praçinha? Tá um dia tão bonito! Aproveitamos e tomamos sorvete. -.sugeriu. Mas a mulher continuava focada na revista; como se fosse mais importante que seu sorvete. - então?

- Então o que?

- O sorvete.

- Vou nada, Jennifer.

- Por que?

- Porque não!

- aish.


Saiu da cozinha e voltou pro quarto. Precisava pensar em alguma coisa.

Poderia, sim, ir sem sua mãe, mas não queria ir sozinha.


E se chamasse suas amigas?

Claro!


Pegou seu celular que estava jogado de qualquer jeito em cima da cama e discou o número de uma de suas amigas.


Chamando...


" - Jessy? - falou assim que a amiga atendeu o telefone. - tá ocupada?

" - Oi Unnie! tô assistindo, por que? 

" - queria ir na praçinha tomar sorvete, mas mãe não quer ir comigo e eu não quero ir sozinha.

" - E?

" - Você vai comigo, não vai?

" - Xii, sei não.

" - Por favor, Jessy! A Jenny quer muito sorvete! - falou do jeito que sabia que sua dongsaeng não iria resistir.

Sim, apesar de toda a manha,  Jenny era mais velha.


" - Aish, e porque não chama a Clara? Ela não deve estar fazendo nada.

" - Você também não está fazendo nada!

" - Tô sim! Vendo minha série!

" - Você não é produtora pra ter alguma série. - ouviu a amiga bufar do outro lado da linha. - está decidido. Nos encontramos daqui uma hora na praçinha. 

" - Mas eu não...


" - Vai sim, por que eu quero. Agora tchau. E se eu chegar voce não estiver lá,  nunca mais fale comigo.


E desligou o telefone.


 Ligou pra sua outra amiga, Clara, que também era mais nova, e depois foi se ajeitar.


......


- MÃE, TÔ SAINDO! - gritou já do portão de casa.

- CUIDADO!

- TÁ, TCHAU! - e saiu.


Demorou uns 10 minutos até chegar a praça, já que foi a pé.

E quando chegou perto de suas amigas pode ver o tédio estanpado na cara delas.


- Alá, manda a pessoa chegar cedo e se atrasa. - reclamou Clara.

- Calada. Agora vamos, quero meu sorvete.

- O sorvete não é seu, é do sorveteiro. - falou Jessy.

- Vai ser meu quando eu comprar! - retrucou de volta.


E foram descutindo até chegar na sorveteria.


-  Ainda não acredito que você me fez perder minha série porque queria sorvete. - Jessy resmungou e Clara seguiu seu exemplo como uma boa Maria segue as outras que é. 

- E eu meu joguinho, que por um acaso, estava passando da última fase!

 

- Não tô nem aí. Meu sorvete é mais importante. - entrou na sorveteria indo direto pro balcão de sorvetes.

- até parece. - Clara chegou resmungando ao seu lado.


Mas os resmungos de suas amigas já não importavam mais.



Finalmente teria seu sorvete.



Os olhinhos brilhando em ver os vários sabores que tinha ali.


- O que vão querer? - um cara, aparentemente um adolescente obrigado pela mãe a estar ali, apareceu. 

- Pão. - resmungou a menor ali, - vulgo Jenny - irritada, por terem  estragado seu momento mágico com uma pergunta tão besta.

- Não sei se percebeu, mas aqui é uma sorveteria e não padaria. 

Se aquele homem queria ser irônico, estava ido bem, mas não o suficiente pra deixar a menor sem resposta.

- Sério? Nem notei! - sorriu sarcástica. - pode-se dizer que isso é óbvio.

- Você que começou.

- Você que fez uma pergunta idiota!

- tá, tá. Já entendemos. - a mais alta - Jessy - suspirou em desgosto. 

- Enfim, vão querer sorvete de que?

- Chocolate, por favor.


E assim passaram o resto da tarde na sorveteria.

Até fizeram amizade com o carinha do sorvete.


Mas o mais importante ali era o brilho infantil no olhar que a menor tinha.



Tudo porque estava com um pote de sorvete.





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