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História Sou o Kakuzu!!! No mínimo inesperado. - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Duas parceiras e dois projetos ousados


Fanfic / Fanfiction Sou o Kakuzu!!! No mínimo inesperado. - Capítulo 6 - Duas parceiras e dois projetos ousados

Kakuzu e Hana estavam comendo no balcão do Ichiraku, ele não iria perder tempo cozinhando, enquanto comia ele também escrevia. Enquanto escrevia e comia ele também conversava com Teuchi

- Pense nisso homem.

- Não sei senhor Kakuzu, um restaurante não seria demais?

- Ayame explique a seu pai sobre aceitar as oportunidades da vida.

Ayame se assustou um pouco quando Kakuzu se dirigiu a ela, algum ninja havia soltado boatos sobre o imortal e agora qualquer um sabia quem ele era. Ela estava assustada, mas se o primeiro hokage deu uma chance ao homem, quem era ela para julgar?

- E-Ele está certo pai.

- Vou pensar nisso senhor Kakuzu, sem querer ser intrometido, o que tanto escreve?

- Um livro - respondeu enquanto limpava a boca suja de Hana com um guardanapo.

- Um livro? Devo me preocupar? - disse uma nova voz vindo da porta da barraca. Kakuzu se virou e precisou fazer um esforço para não sorrir.

"O eremita esquisitão, o grande taradão, o sábio dos sapos do monte Myoboku"

- Não se preocupe Jiraya, escrevo em um gênero diferente do seu.

- Posso ver?

Kakuzu entregou o que escrevia ao homem. Jiraya planejava apenas dar uma olhada, mas se viu preso na narrativa e não conseguiu parar. Ele se sentou ao lado do imortal e continuou lendo. O homem coração continuou comendo seu ramen. Enquanto comia teve a atenção chamada pelo casal que entrou.

- Sensei por que não esperou?

"O raio de Konoha e a pimenta vermelha, que bonitinho, eu gosto deles, até o dez de outubro eu penso se salvo um"

- Boa tarde a todos. Sensei? Sensei?

Jiraya ignorou seu aluno solenemente. Ele continuou lendo a história de Kakuzu, ele finalmente parou e gritou:

- Minato leia isso!!!! Você tem que ler

Jiraya entregou o livro a um Hokage ainda muito confuso.

- F-Frankenstein?

O hokage sentou e começou a ler com Jiraya do lado nos cangote. Kushina estava em pé e terrivelmente irritada, antes que gritasse com o namorado, Kakuzu perguntou:

- Uzumaki?

Kushina olhou desconfiada para o nukenin.

- Como?

Ele apontou para o cabelo dela

- Esse vermelho me deixou com a dúvida, só um Uzumaki tem cabelos tão vermelhos.

Kushina olhou ainda desconfiada, mas um pouco curiosa.

- Conheceu muitos Uzumakis?

- Minha mulher era uma.

Kushina ficou atônita com aquela informação jogada do nada, mas sorriu, isso significava que ainda havia Uzumakis vivos por ai

- Há Uzumakis na aldeia da chuva?

"Se há Uzumakis lá? Hum, pelo que vi havia duas famílias, uma da minha mulher e a outra deve ser da Jinchuuriki que aparece no shipuden, há engraçado, foi eu Hidan que matamos ela"

- Se ainda há não sei dizer, mas quando vivi lá havia duas famílias.

Kushina pareceu ficar triste com a resposta. Ele complementou

- Enquanto viajava pela aldeia da grama encontrei uma família Uzumaki, me desculpe mas isso é tudo que sei.

"Ela ficou triste, eu também ficaria. Nem sei se há Uzumakis na aldeia da grama, bom Karin é de lá então posso apenas supor que há Uzumakis lá"

Kushina olhou pro imortal e sorriu.

- Não se preocupe.

- Kakuzu isso é incrível - Minato disse.

"Como conseguem ler tudo tão rápido? Sim eu não terminei, mas ainda assim, deve ser porque ninjas são treinados pra absorver informações"

- E o que ele vai fazer? Vai fazer a noiva dele? E a família do Dr? O que vai acontecer?

- Terá que esperar eu terminar.

Minato suspirou e devolveu o livro para o renegado. O casal e o tarado se despediram e saíram do local. Kakuzu sentiu um puxão na manga e viu que Hana já tinha terminado. Kakuzu pagou o almoço e saiu com a garota.

"As duas semanas passaram rápido, em algum momento Shikaene deve aparecer para mim, deixei a ideia de pedir una missão pro hokage, eu tinha esquecido que não sou um ninja, posso sair quando quiser, não há ninguém que eu deva dar satisfação, apenas vou avisar a garota"

- Hana, eu vou viajar e ficar algumas semanas fora.

- Posso ir.

- Não.

A garota inflou as bochechas e franziu o cenho

- Por que não?

Kakuzu riu um pouco antes de falar:

- Porque você é baixinha.

Hana ficou irritada com a afirmação do imortal e tentou bater nele que só fez correr.

- Volte aqui Kakuzu!!!

Eles correram até o clã Inuzuka. Tsume já esperava na porta do distrito.

- Espero que ela não tenha dado problemas.

- Problema nenhum.

- Mãe a gente vai viajar.

Kakuzu olhou pra garota abismado.

- Eu disse que você não vai.

- Vou!!!

- Não vai

- Vou!!!

- Preciso que você fique aqui pra proteger minha casa.

Os olhos da garota brilharam.

- Uma missão?

- Isso, alguém pode querer meus tesouros posso contar com você para defende-los?

- SIM!!!!

Ela saiu correndo para dentro do clã, deixando Tsume e Kakuzu sozinhos.

- Então você vai viajar?

- Sim, pretendo rever um lugar.

- Kakuzu, eu queria agradecer por ter ajudado Hana, ela tem estado bem alegre ultimamente.

"Tsume parece triste, Hana falou que os pais brigaram. Parece também que o pai não acha seguro deixar ela perto de mim. Se continuar assim eles vão separar em breve"

- Não há o que agradecer Tsume, ela é igual a você, um pessoa maravilhosa.

A mulher encarou o nukenin, ela corou um pouco e gaguejou na hora de de despedir.

"Cara ela tá tão na minha, agora é partir para casa encontrar Shikaene"

O homem coração pegou o rumo de sua casa enquanto fazia ainda mais planos.

"Talvez eu interfira na criação da akatsuki, mas é melhor não. Penso se eu deveria procurar Hidan depois que ele for imortal, sua imortalidade o torna o parceiro perfeito, permite usar jutsus destrutivos sem se preocupar em mata-lo"

Ele chegou a casa e do lado de fora percebeu duas presenças na casa. Entrou e encontrou quem já esperava junta de outra pessoa.

"Sério? É o Choji mulher basicamente, ou é coisa da minha cabeça? Membros de clã são terrivelmente parecidos, e o que houve com o uniforme anbu?"

Shikaene usava o uniforme jounin e a outra usava a armadura padrão do clã Akimichi. A Nara apresentou a nova ninja

- Está é Chochi, ela foi designada para nós ajudar.

Kakuzu analisou a mulher dos pés a cabeça, ele não tinha nada a dizer sobre ela.

- Me encontrem na estrada em meia hora.

- Senhor - chamou Shikaene - Pode nós explicar a missão?

Kakuzu deu um sorriso sinistro antes de falar

- Vamos para minha casa, vou cumprir um velho sonho, desde criança pensava em ser livre pelo céu.

As duas mulheres encararam o homem sem entender, Chochi permaneceu sem entender, mas um lampejo de compreensão passou pelos olhos de Shikaene

- O o s-s-s-senhor não tá falando d-de de d-de

- Sim Shikaene, pra que tanto medo? É grande, mas não é três.

- Você está certo, não é três, é sete!!!

"Esse homem é louco, pensei que íamos matar alguém, roubar um forte, mas isso é loucura, preciso alertar mestre Danzou" pensou Shikaene.

- Estamos liberadas senhor Kakuzu?

- Sim, lembre-se meia hora.

As duas sumiram em um sushin. Kakuzu não tinha nada para levar, então não arrumou nada, apenas pegou uma maleta. Ele saiu e se dirigiu ao centro de Konoha. Chegou a uma oficina mecânica e entrou. Seguiu direto ao segundo andar e bateu na porta de um escritório, entrou quando ouviu o convite. Havia um senhor velho lá dentro, ele analisava alguns diagramas quando Kakuzu entrou. O nukenin se sentou em frente ao homem.

- Pensou em minha proposta?

- Senhor Kakuzu, quando me falou suas idéias achei que o senhor fosse louco, mas passei as últimas duas semanas lendo e relendo os diagramas que me deu.

- E?

- Acho que também estou louco

Kakuzu sorriu, havia um brilho em seu olhar. O velho senhor continuou

- Mas vai ser caro bastante caro, a parte inferior será a mais fácil, e mesmo assim será difícil. Quase todas as peças são próprias e precisam ser feitas sob encomenda.

Kakuzu suspirou, sabia que ia ser caro e complicado, mas ia valer a pena. O senhor permaneceu falando

- A parte superior será a mais difícil, o esqueleto não será complicado, porém a instalação das câmaras e células, eu nem sei por onde começar. As câmaras terão que ser feitas em outro lugar, e o carregamento também.

"Eu acho que no país do vento alguma fábrica deve ter essa capacidade"

- E o senhor me disse que é um plano secreto, eu sei um bom local em uma vila afastada de Konoha com dois armazéns, um para a construção e o outra para ser uma estação. Ainda nem comentei sobre o número necessário de trabalhadores.

O senhor velho fez umas contas rápidas e entregou a Kakuzu. O velho ficou preocupado, afinal aquele era o projeto mais impressionante que havia visto em toda sua vida.

"É complicado e salgado. Terei que roubar alguns lugares, se os livros fizerem sucesso vai ajudar. Bom, eu sei que vai valer a pena"

- Pegue essa maleta, servirá para pagar os armazéns, encomende as peças e em breve entrego o dinheiro, já entre em contato com os empregados.

Kakuzu levantou e foi até a porta.

- Senhor Kakuzu.

O imortal se virou para o velho senhor e esperou

- Qual é o nome desse projeto.

- Em homenagem a um velho barão, o nome será Zepelim.

Kakuzu saiu da oficina e foi de encontro as duas ninjas na estrada.

"Pelo que vi nas memórias de Kakuzu, há um grande engenheiro no país do ferro que me deve um favor, quando sair da aldeia da cachoeira irei passar la."

Kakuzu chegou a uma estrada escondida, lá esperavam Shikaene e Chochi, essa última perguntou

- O que faremos agora?

- Seguiremos para Norte Noroeste em direção a Takigakure.

Shikaene não conseguiu ficar calada

- Sem querer ofender, mas esse plano é insano.

Chochi que ainda não havia entendido o objetivo perguntou

- O que vamos fazer de tão louco?

Kakuzu riu um pouco antes de falar a Chochi.

- Nós Chochi, iremos capturar uma besta com cauda, sete delas nesse caso.

"E agora a ação de verdade vai começar"



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