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História Soukoku Au: Melody Heart - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo I: Notas Músicais


Fanfic / Fanfiction Soukoku Au: Melody Heart - Capítulo 1 - Capítulo I: Notas Músicais

No horizonte, o céu começava a mudar sua paleta de cores para um amarelo-claro junto do mar de nuvens que passava a ser iluminado por um nascer de sol.

Os feixes de luz invadiam a persiana levemente aberta de um apartamento, fazendo o homem deitado em sua cama fechar seus olhos um tanto incomodado com a claridade.

Naquele local, a cama se encontrava totalmente revirada, cigarros por todo o chão, tigelas de macarrão instantâneo por todo o apartamento, sacolas de lixo, garrafas de uísque, roupas sujas por todos os moveis e diversos remédios esparramados pelo cômodo. Era assim que aquele lugar se apresentava, podendo facilmente ser chamado de 'lixão' por qualquer um que o visse naquele estado.

Não apenas o local como também o dono dele se encontrava em um estado deplorável. O homem possuía cabelos escuros levemente grandes, já batendo em seus ombros com diversas pontas duplas evidenciando que não eram cortados há um bom tempo. Vestia uma blusa branca, ou quase isso, afinal estava se tornando amarela aos poucos, tingida inclusive de manchas vermelhas que pioravam a situação. Estava totalmente despido de calças e usava apenas sua peça íntima. Tinha em si várias ataduras enroladas por todo o corpo, deixando-o completamente enfaixado.

O indivíduo em questão se tratava de Osamu Dazai, qualquer um que soubesse quem ele era diria que é uma pessoa talentosa, alguém de respeito e certamente admirável. Seria decepcionante pensar que o tal sujeito estava naquele estado deplorável deitado sobre aquela cama que provavelmente tem um cheiro horrível de suor.

O homem de cabelos escuros se senta na cama em um movimento rápido e logo o arrependimento bate em si ao sentir a dor aguda em sua cabeça, o fazendo colocar uma de suas mãos na testa sentindo o suor descer pelo rosto.

Sentia tudo balançar, estava completamente tonto e sua visão embaçada. Apesar disso, olhava para aquele quarto totalmente bagunçado e cheio de coisas pelo chão, estava tudo muito escuro e não tinha a mínima vontade de clareá-lo ou de arrumá-lo para ao menos deixá-lo apresentável. Afinal, não tinha ninguém que queria o ver agora.

Passava sua mão livre em cima do criado mudo sem olhar, enquanto mantinha seus olhos fechados e sua outra mão em sua testa. Finalmente alcançava sua tão amada caixa de remédios, que logo foi levada à boca caindo vários de uma única vez, sendo engolidos sem nenhuma demora.

Todos praticamente deslizaram garganta a baixo, o que mostrava certa habilidade do homem em engoli-los sem nenhum líquido para acompanhar.

Mesmo não precisando, ainda sim pegava uma garrafa de uísque para facilitar a passagem dos remédios que haviam ficado presos em sua garganta a descer de uma única vez. Não dava a mínima se teria problemas em misturar tantos medicamentos ao álcool, tudo o que mais queria era livrar-se da dor e com certeza não se referia a que estava sentindo em sua cabeça nesse exato momento.

Deitara-se novamente na cama, fechando os olhos e esperando que aqueles remédios o matassem de uma vez. Tudo começava a ficar escuro, sua cabeça logo parava de doer e sentia-se flutuando, sua hora chegaria logo, tinha certeza disso. A respiração estava cada vez mais calma e os membros de seu corpo suavizando.

Entretanto, foi interrompido pelo som de um celular tocando, o fazendo levantar-se rapidamente e tossindo algumas vezes. Sentia sua respiração acelerada, suas veias quase saltando de seu corpo e seus membros duros. Porém, logo após algumas tossidas começava a vomitar todos os remédios junto da bebida que havia tomado alguns minutos atrás.

Colocou o telefone em seu ouvido atendendo a chamada, enquanto ainda tossia às vezes e tentava acalmar sua respiração aos poucos.

- Dazai-san? - Uma voz suave e preocupada saía do outro lado da linha escutando a respiração acelerada do moreno. - Está tudo bem?

- Atsushi-kun? Ah sim... Estou bem. - Falava com a voz levemente rouca e cansada, qualquer um perceberia que essa afirmação era uma mentira, inclusive o garoto que havia o ligado.

- Ah bem... - Falava o garoto levemente desconfortável com a resposta. - É que a senhorita Yosano nos chamou para ir a um bar esta noite, achamos que gostaria de ir...

Do outro lado da chamada o garoto de cabelos prateados estava sentado em uma cadeira e brincava com uma mecha de seus cabelos o entrelaçando em seus dedos.

Estava em uma mesa de refeitório de sua faculdade, já havia terminado seu lanche e decidiu ligar ao seu amigo enquanto ainda tinha um tempo sobrando.

- Isso seria um encontro? - O moreno quebrava o silêncio em um tom brincalhão, mesmo que não possuísse nenhuma expressão de felicidade em seu rosto.

- Ah? Não, não! - Atsushi respondia rapidamente sentindo suas bochechas ficarem cada vez mais vermelhas e o celular que antes segurava com uma única mão passava a ser agarrado pelas duas enquanto negava com a cabeça de forma exagerada. - Dazai-san, deverias parar com essas brincadeiras, sabes que já tenho alguém em meu coração... - Falava sorrindo um pouco mirando seus olhos em outro adolescente que estava sentado sozinho em uma mesa não tão longe de si, tinha cabelos negros com as pontas levemente esbranquiçadas, pele pálida, olhos tão escuros quanto a noite e roupas negras. - Além disso... Não achas que deverias achar alguém para ti?

Ouviu um suspiro entediado do outro lado da chamada, conseguia até imaginar o moreno revirando seus olhos antes de os fechar um tanto decepcionado.

- Não, não acho. - Dazai falava enquanto levantava se alongando, sentia todos seus membros doerem e odiava isso. - Mas respondendo a primeira pergunta, sim eu gostaria de ir com vocês ao bar, mas... Ele também vai?

- Ele quem? - Atsushi franziu as sobrancelhas enquanto mirava seu olhar para um relógio em uma parede qualquer.

- O bonitão aí que você tanto gosta, oras. - Deu uma leve risada nasal no final da frase tendo em mente um Atsushi totalmente vermelho.

- Não! Claro que não! - E como o amigo havia pensado, Atsushi estava corado da cabeça aos pés. - Nunca pedirias algo assim para ele...

- Se quiser eu peço por ti e aí_

- NÃO! - Falou praticamente gritando, atraindo alguns olhares para si como consequência. - Céus, preciso desligar. - Suspirava olhando novamente para o relógio percebendo que deveria voltar para sua sala. - Até de noite Dazai-san.

- Tchau tchau. - Dizia em um tom levemente infantil vendo a chamada se encerrar.

Já estava parado em frente à porta do banheiro e esticou a mão para acender a luz, pensava consigo mesmo se deveria arrumar seu apartamento para o caso de trazer alguém para ele.

No fim, apenas soltou um suspiro cansado e entrou na banheira, sentia a água quente em sua pele e isso era relaxante, principalmente quando seu corpo doía tanto.

Ainda estava de roupa, não se importou em tirá-las. Estava exausto demais para se preocupar com elas, era isso o que pensava.

- Exausto, né? - Fechava os olhos sentindo uma gota d'água escorrer por um de deus fios até cair junto do restante na banheira. - Do que... Estou exausto?

O banheiro era igualmente desorganizado como o outro cômodo. Cacos de vidro espalhados por toda a pia, um espelho quebrado com pequenas manchas vermelhas secas, uma sacola no canto onde estão mais cacos de vidros que provavelmente ficavam espalhados pelo chão antes de terem sido colocados ali. Haviam muitas cartelas de remédios dos mais variados tipos, o lixo estava completo de mais delas, porém vazias.

Se alguém entrasse ali e abrisse algum dos armários acima da pia veria diversas seringas e tipos de drogas diferentes, desde a heroína até o êxtase. Provavelmente pensariam que ele é um viciado, o que não está tão longe da realidade.

- Um bar... - Começava a abrir seus olhos, fitando o teto que tinha teias de aranha enormes em seus cantos. - Acho que preciso mesmo de companhia...

Se sentia sozinho, afinal passava todos os seus dias naquele apartamento sem precisar sair para trabalhar já que podia fazer isso em casa. Saía apenas para comprar mais remédios ou bebidas, não via seus amigos pessoalmente há tempos. Às vezes ainda ia na casa de algumas mulheres para ter uma noite de prazer, mas voltava de madrugada para casa torcendo para que alguém o matasse ali mesmo.

Admitia para si mesmo que realmente precisava se afastar um pouco daquele quarto que já cheirava a podre, não só pela quantidade de lixo, mas também alimentos enlatados que provavelmente haviam vencido ou comidas estragadas que perdeu a vontade de comer e deixou que apodrecessem.

Finalmente se levantava para sair daquela banheira, pisando no chão e andando até seu quarto. Estava encharcado, suas poucas roupas pingavam e as ataduras em seu corpo começavam a ficar mais grudadas em si tendo um leve tom avermelhado, evidenciando que alguma ferida havia sido aberta.

Quando percebeu já estava quase anoitecendo, vestiu uma camiseta, calças pretas e ajeitou sua jaqueta igualmente escura no corpo. Apesar de ter várias roupas caras e bonitas em seu guarda-roupa nunca as usava, mas agora teria que aparecer em público, então deveria estar apresentável.

Fechou a porta do apartamento o trancando enquanto olhava para o celular vendo algumas mensagens de Atsushi, o céu começava a ficar alaranjado e o sol a se por. Aquela luz solar vindo direto ao rosto do homem o incomodou de início por estar muito tempo trancado naquele apartamento sem ter contato com o exterior, mas logo se acostumou.

Mexeu um pouco em seus cabelos que agora estavam cortados, já que mais cedo havia passado em um cabeleireiro. Ainda estavam volumosos, mas não longos como antes.

Dazai logo andou em direção à garagem, entrou em seu carro e deu a partida enquanto via a mensagem de Atsushi lhe mandando a localização.

Cerca de 15 minutos foram necessários para chegar até o local, escutava algumas conversas ainda dentro do carro. Porém, apenas queria entrar logo e aproveitar a companhia de seus amigos.

Ao abrir a porta do local sentiu um cheiro de cigarro e bebida forte, típico de bar. Seus olhos avaliaram todo o local à procura das pessoas das quais estava acompanhado, mas nada.

Se sentou em uma das cadeiras frente ao balcão pedindo um copo de uísque, em um rádio pequeno tocavam algumas músicas de época, mesmo que não fizesse seu estilo estava gostando de escutar algo.

Logo o copo da bebida pedida foi colocado em sua frente, sendo pego enquanto se virava para novamente observar o local e tentar encontrar seus amigos ali.

Depois de alguns minutos viu Yosano dançando com Atsushi, ela usava um vestido curto preto, colado em seu corpo e um casaco branco caindo nos ombros. Já o jovem uma blusa e calça preta enquanto possuía um enorme casaco bege em seu corpo.

Olhando de longe, Atsushi visivelmente parecia um completo adolescente com aquelas roupas. Dazai não poderia parar de achar fofo a maneira como ele se vestia e agia, principalmente ao o ver dançando com uma mulher claramente mais madura e que muitos homens ficariam de joelhos por alguém como ela.

- Veio sozinho? - Perguntou um homem ao seu lado o fazendo desviar seus olhos para ver quem era.

Estava pronto para levantar se não fosse por aquele homem que era bem atraente aos olhos de Dazai. Cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo lateral, olhos azuis, usava calça preta justa, camisa de botão branca aberta e colete negro aberto.

- Na verdade não. - Respondeu fitando aqueles olhos azuis que pareciam o hipnotizar. - Por quê? Interessado? - Escutou um leve riso nasal do outro ao dizer isso. - O que foi? Não se interessa por homens?

- Muito pelo contrário, me interesso apenas por homens. - Dizia com uma certa tristeza na voz. - Não vejo muitos rostinhos belos assim por aqui...

- Talvez eu tenha vindo sozinho. - Disse de forma brincalhona virando-se novamente ao balcão enquanto pedia um novo copo.

- E então... Posso saber seu nome? - O ruivo dizia bebendo um gole de vinho da própria taça.

- Osamu... Osamu Dazai. - Levou o próprio copo em direção à boca tomando um tanto considerável da bebida. - E o seu é...?

- Chuuya Nakahara. - Disse virando-se para observar melhor Dazai. O ruivo cruzou as pernas de forma autoritária passando certo sentimento de respeito ao outro e apoiou o cotovelo no balcão, deixando o rosto colado em seu punho.

O moreno novamente direcionou seus olhos àqueles azuis que agora o analisava dos pés à cabeça. Pensava consigo mesmo que o sobrenome Nakahara não lhe era estranho e provavelmente já havia escutado em algum lugar.

- Dazai-san. - Atsushi dizia quebrando o silêncio e tirando homem daquele transe com sua voz doce de sempre. - Não havia visto você chegando...

- Achei que tinha vindo sozinho. - Falou com um sorriso irônico no rosto.

- A-ah... Eu interrompi algo? - O albino colocou uma de suas mãos atrás de sua cabeça sorrindo um pouco sem graça com as bochechas levemente avermelhadas.

- Não, não. De qualquer forma, já estou de saída. - O ruivo disse se levantando e indo em direção à porta enquanto direcionava um olhar malicioso na direção de Dazai.

Assim que viram o ruivo fechar a porta do bar, Dazai se colocou a caminhar indo na mesma direção que o outro, batendo a mão algumas vezes na calça mesmo que não estivesse suja.

Atsushi observou Dazai saindo do bar atrás do outro, o que o fez voltar para onde Yosano estava para cuidar de uma possível bêbada.

Dada o sentiu seus cabelos escuros e volumosos balançarem com o vento frio da noite, olhou ao redor à procura daquele ruivo que lhe chamou tanta a atenção.

Seus olhos se encontraram mais uma vez aquela noite e ele poderia facilmente dizer que nunca se cansaria de olhá-los, porém havia recém conhecido o homem e provavelmente não seria apropriado dizer algo do tipo naquele momento.

- E então? Quer que seja no meu apartamento ou no seu? - Chuuya perguntou ao sentir ser pressionado contra a parede com as mãos do outro em sua cintura.

Dazai não se preocupou em responder, apenas selou seus lábios nos do outro quebrando aquela distância entre eles. O ruivo colocava uma de suas mãos na nuca do parceiro o trazendo para mais perto, já que a diferença de altura era clara ali.

O moreno achava que seria o dominante naquela situação, mas com apenas um beijo provou estar totalmente errado quanto ao que havia imaginado do outro, se sentia totalmente submisso mesmo que claramente seria o ativo caso aqueles beijos passassem disso.

Depois de quase um minuto separaram-se ofegantes do beijo, ambos queriam mais daquilo, porém foram totalmente interrompidos pelo toque do celular do ruivo.

- Alô? - Falava quase que automático ao pôr o aparelho em seu ouvido, ainda estava ofegante e tentava normalizar a respiração.

- Ah, meu amor como você está? - Uma voz feminina saía do outro lado da chamada, parecia cansada, mas ainda assim era extremamente doce. - Me perdoe por estar te ligando tão tarde... É que eu me sinto tão sozinha, queria sua companhia aqui.

- Não sei se posso ir aí agora. - Enquanto falava com a mulher sentia Dazai beijar cada canto do seu pescoço, ele provavelmente não estava escutando a pessoa do outro lado da linha já que o aparelho não estava no viva-voz.

- Ah tudo bem... Será que poderia vir me visitar outra hora? Não te vejo faz tanto tempo... Sinto sua falta. - Tinha um tom de voz bem magoado e claramente triste, o que fez Chuuya engolir em seco.

Após desligar afastou um pouco Dazai respirando fundo. Não podia negar visitar aquela mulher, era alguém realmente importante para si e deixaria de lado sua noite de prazer por ela.

- Tenho que ir. - Dizia arrumando suas roupas um pouco bagunçadas pelo moreno.

- Que pena... - Se aproximou novamente daqueles lábios avermelhados do ruivo, os beijando mais uma vez. – Então, também já irei embora.

- Veio de carro? Se quiser te dou uma carona. - Realmente queria pelo menos o número daquele homem que havia chamado tanto sua atenção.

- Não, está tudo bem. Minha parada é perto daqui e eu tenho carro. - Finalizou finalmente aquela conversa.

Assim como dito andou em direção ao seu veículo, apesar de quem ter anunciado primeiro que precisava ir era Chuuya quem se foi primeiro foi dazai.

O ruivo passou as mãos por seu cabelo um tanto decepcionado por saber que provavelmente não teria mais contato com aquele homem, ainda parou um pouco para pensar antes de subir em sua moto e ir em direção à um posto qualquer de gasolina. O tanque estava quase vazio e o seu destino era um pouco longe daquele lugar, então precisava abastecer antes de ir.

Enquanto voltava para a estrada, não podia parar de reparar o quão bonito era aquele céu estrelado, estava livre de nuvens, então podia ver claramente algumas constelações.

O vento gélido em sua pele estava trazendo boas sensações, o clima estava bom e seria um dia perfeito se pudesse ter tido sua noite de prazer. Todavia, também seria incrível ficar ao lado daquela mulher que tanto amava.

Porém, logo aquela sensação boa passou, sentia apenas um enorme sentimento ruim e amargo em seu corpo, era como se algo muito ruim estivesse prestes a acontecer, mas não sabia o que.

Seus olhos rodavam por toda a ponte que acabava de subir, conseguia enxergar a água correndo por debaixo dela, o que pra qualquer um seria lindo principalmente ao ver os diversos prédios ao longe trazendo uma vista ainda mais belo de se olhar. Entretanto, para Chuuya por algum motivo parecia aterrorizante e o sentimento ruim aumentava cada vez mais.

Freou a moto de uma vez ao ver Dazai tão próximo da beirada, seu coração batia rapidamente e não sabia como reagir. Entretanto, por algum motivo todos os seus sentindo estavam gritando para ajudá-lo, mesmo que não conseguisse se mover um único centímetro.

Os sons de carros e outros veículos passando naquele lugar, que antes poderiam serem chamados de irritante pelo ruivo, simplesmente pararam e pareceu tudo ficar em silêncio ao ver aquele homem se jogar de um lugar tão alto.

Apesar de ter água logo abaixo era alto demais para que pudesse sobreviver, as chances de bater em alguma pedra e morrer podiam facilmente ser altíssimas comparadas com as de sobreviver, Chuuya sabia disso, mas nesse momento sua mente estava em branco e se encontrava totalmente paralisado.

Não fazia tanto tempo que havia conhecido aquele homem, mas ainda assim não conseguia deixar de se importar com a vida de outro ser humano que há alguns minutos atrás transparecia felicidade. O que era engraçado, afinal todos parecem bem, mas é apenas uma ilusão, porque você não conhece realmente a pessoa para ter ciência do estado emocional dela.


Notas Finais


Esse é o primeiro capítulo de uma fic de aproximadamente 7 capítulos, e bem... eu realmente estava muito desanimado para escreve-la, os arquivos dessa fanfic está no meu celular a mais de 3 meses, então o primeiro capítulo foi mais para um teste, caso não dê certo deixarei de lado.

provavelmente todos ou a maioria dos capítulos serão todos corrigidos pela @gianneS2
ela é um amor que anda me ajudando muito quando a questão é gramatica, então agradeçam a ela por eu estar melhorando tanto c:

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