História Soul Hunt (Vkook-Abo) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Alfa, Bts, Jkomega, Lobos, Ômega, Tae!alfa, Taekook, Vkook, Yaoi
Visualizações 217
Palavras 2.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola! seja bem vindo(a) 💚
Essa é minha primeira tentativa de fanfic abo, fiz ela baseada em uma interpretação pessoal do universo omegaverse.
Desde já agradeço a vcs que entraram aqui, se gostarem da história deixem suas opiniões se não gostarem também 💚
-Espero que gostem
-Descupem os erros

💚 Boa leitura💚

Capítulo 1 - Sombras na Floresta


Fanfic / Fanfiction Soul Hunt (Vkook-Abo) - Capítulo 1 - Sombras na Floresta

☽ ☾

-Floresta de Daegu
             ~Jungkook 

A luz trêmula da lanterna iluminava precariamente o chão úmido da floresta, fazendo visível a respiração ofegante se condensando no ar gélido. Sem muito êxito em identificar os obstáculos que apreciam no caminho, tudo se resumia a uma grande escuridão da qual se destacavam os troncos das árvores que rasgavam o céu escuro.

O cansaço pela caminhada atingia seus músculos dificultando a locomoção já reduzida pelo frio. A tremedeira tornava instável a luz da lamparina que tremelicava em suas mãos, Quanto tempo já havia decorrido desde de que se iniciará a caçada? Talvez uma ou duas horas, infelizmente não fora capaz de contabilizar o tempo passado, o que era péssimo afinal estava perdido e incapaz de avaliar ao certo as chances de encontrar o local marcado na floresta.

Porém uma coisa era garantida, quanto maior o tempo menor as chances de um ômega sobreviver no local, portanto quanto mais rápido encontrar a clareira maior as chances de viver.

E certamente Jungkook não queira morrer, pelo menos não facilmente.

Motivado pela resolução iniciou uma caminhada mais acelerada, guardando o ódio, que era a única coisa quente dentro de si. O frio era tamanho que parecia congelar todo o local num cenário estático e assustador, como uma sugestão silenciosa de que o correto era não estar ali perturbando com sua agitação.

O silêncio esmagador da floresta causava um zumbido desagradável, e amplificava o menor dos ruídos que ressoasse e consequentemente aumentando o pânico diante do perigo aparente. O mesmo se aplicava as sombras, no escuro sua mente permitia visualizar coisas que podiam não existir na tentativa de identificar as sombras que se formavam e se mexiam na escuridão.

A situação era desagradável e era uma péssima hora para me descontrolar e começar a refletir, porém minha cabeça iniciou por conta própria um loop de pensamentos depressivos. Pra ser honesto nem eu mesmo acredito em uma resolução agradável. Das possibilidades que assombravam meus pensamentos a pior delas era a de ser atacado por algum animal selvagem, afinal o que um ômega poderia fazer para se defender sozinho?

A pergunta retórica expressava por conta própria o motivo da caçada. Um ômega mesmo com todo preparo físico não seria capaz de sobreviver em pleno inverno numa floresta a noite, ainda mais um não familiarizado com o ambiente como eu. Dessa forma, exposto a todos os tipos de perigos e com a estupida missão de encontrar uma droga de local sem muita informação, apenas um milagre asseguraria minha vida. Não que eu fosse rezar pra alguém tipo de divindade pedindo por proteção.

Eu iria torcer para que algum alfa me encontrasse.

Tudo isso mediante a agitação causada pelo meu estado de perigo ao estar perdido na floresta, e consequentemente liberando feromônios que denunciavam meu medo.

Feromônios possuem como uma das funções alertar e atuar como um indicativo da situação em que o ômega se encontrar assim despertando os institutos mais primitivos de proteção dos alfas. E isso possui um efeito ainda mais devastador de acordo com o grau de ligação que se estabelece com o alfa que entra em contato fazendo com que ele queira tronar o ômega seu protegido.

Possivelmente a tarefa de encontrar a clareira no centro da floresta era apenas o motivo para nos dispersar no interior na floresta escura. Meus sentidos de orientação sempre foram horríveis, e agora para complicar havia perdido a noção do quanto havia adentrado na floresta e mesmo tentando andar o mais possível em linha reta a partir do ponto de partida, não havia garantia de um possível retorno. Encontrar referências para se localizar com uma iluminação precária é uma tarefa impossível e talvez procurar um abrigo seja uma decisão inteligente, já que o combustível que alimentava a chama não duraria para sempre.

Porém em meio às árvores de grande porte não havia local que parecesse bom o suficiente para repousar, o meus pulmões já ardiam e os membros e extremidades corporais pareciam dormentes pelo frio. Um farfalhar da vegetação enviou um efeito de alerta pelo meu corpo fazendo com que eu apresasse ainda mais o passo, para em seguida correr, sem averiguar a causa do barulho. Porém os sons seguiam e aumentavam cada vez mais indicando aproximação e fazendo parecer inútil a corrida na qual empregava o restante do fôlego existente. A sensação de pânico crescente diante da ausência de escapatórias pela floresta, que se estendia como um grande fundo escuro e devastador, deu lugar a uma fagulha de esperança que se acendeu fazendo com que canalizasse toda a adrenalina circulando sangue em prol de chegar o mais rápido possível no que parecia uma trilha antiga e ausente de vegetação.

Num golpe de sorte seguir pela trilha aumentaria as chances de escapar daquela  perseguição. Em um lampejo de consciência a possibilidade do meu perseguidor ser um alfa despertou em meu pensamentos. Seria um tanto estupido se realmente fosse isso ao invés de algum animal selvagem do local, porém uma pessoa talvez tentasse algum contato direito ao invés de correr enlouquecidamente atrás de um ômega assustado. De todo modo não iria parar agora para averiguar. 

Em questão de segundos a trilha levou a uma área mais baixa da floresta, decidi seguir em direção a parte mais baixa, porém descer correndo se mostrou uma péssima decisão.  Para o meu azar as raízes longas das árvores se emaranhavam em determinados pontos do solo, tornado difícil a corrida ao ponto de resultar num grande tombo.

Com a queda a lamparina rolou para longe e a chama esmaeceu instantaneamente, ampliando a escuridão. O som que me seguia se fazia presente entre as árvores novamente, os meus olhos recém acostumados com escuridão identificaram dois brilhos ameaçadores que eram provenientes de um grande lobo selvagem.

O pavor se apossou do meu corpo a medida que o animal avançava soltando rosnados raivosos. Talvez como resultado do medo, mas a forma com que ele se aproxima lentamente parecia debochar do meu estado, brincando enquanto observava meu desespero. Uma paralisia causada pelo medo evadiu meu nervos me fazendo permanecer parado esperando um possível ataque.

Os rosnados aumentavam gradativamente como se me incentivassem a tomar a luta inutilmente. Em resposta tento de forma desesperada me levantar porém uma dor lancinante atingiu meu tornozelo evidenciando uma torção causada pela queda e arrancando um gemido. Como resposta à tentativa inútil de fuga o lobo, enfia recua alguns passos para avançar com uma velocidade surreal em minha direção. 

Eu vou morrer.

Definitivamente, se antes essa era a minha preocupação agora era uma certeza,  bem dolorida por sinal. Me senti fraco, o desespero e o medo dentro de mim foram liberados num grito angustiado enquanto meu corpo trêmulo se comprimiu sobre si mesmo, em busca de proteção. Talvez não doesse morrer, a força com que meus olhos foram comprimidos liberaram as poucas lágrimas que eu nem havia notado a existência. Nenhum som chegou aos meus ouvidos, o momento antes da morte não havia nenhum som.

Em meio a essas reações um novo som atingiu meus ouvidos, era semelhante a algo se chocando rapidamente com o chão. Um odor podia ser sentido e parecia se tornar mais intenso a cada segundo me lançando num torpor que nublou minha mente, me fazendo esquecer totalmente da minha situação atual.

Ainda de olhos fechados mais sons foram ouvidos, um ganido feroz inundou o local fazendo um arrepio percorrer minha espinha. Uma presença podia ser sentida próxima de mim, confuso abri os olhos me deparando com um imenso lobo castanho avermelhado parado entre as árvores. Assim com a pequena agitação, seus olhos foram desviados para mim iniciando um olhar intenso carregado de um magnetismo que causava mais arrepios estranhos pela minha espinha. Senti o ar se esvair dos meus pulmões num novo susto assim que outro rosnado ainda mais mais auto foi liberado pelo lobo selvagem de antes fazendo com que a atenção fosse desviada novamente para ele.

O animal parecia ainda mais raivoso e o medo retornou com tudo, afinal agora não havia apenas um lobo, mas sim dois, minha vida havia sido prolongada por apenas mais algum tempo. Num novo ímpeto o lobo se lançou em alta velocidade em minha direção me fazendo liberar mais um grito assustado, porém com a mesma rapidez seu corpo foi interceptado por um vulto castanho e lançado contra as árvores. 

Outra sequência de rosnado foi liberado pelo lobo castanho que iniciou uma caminhada lenta e com passos suaves ao meu redor como se estivesse marcando a área. Ainda sem conseguir discernir ao certo o que estava se passando, um novo conflito se iniciou e o espaço foi preenchido por ganidos dolorosos e rosnados, enquanto eu covardemente fechava os olhos amedrontado, até que não restasse nenhum som além  do da minha respiração ofegante.

Tudo havia acabado, e eu não estava seguro apenas havia por sorte do acaso, sobrevivido até então. O sopro quente de uma respiração atingiu meu rosto. Eu sabia que era o lobo castanho assim que, num lampejo de coragem, abri meu olhos e fitei seu focinho manchado de sangue. O cheiro do sangue era forte, porém não mais que o aroma corporal proveniente do lobo. Ainda assustado tentei me afastar rapidamente me arrastando para traz até bater com as costas em um tronco, os movimentos bruscos arrancaram um gemido dolorido dos meus lábios, me fazendo levar as mãos rapidamente ao tornozelo. 

Simultaneamente a minha reação, um ganido de dor liberado pelo lobo atingiu meu ouvido, e logo iniciou um carícia suave com seu focinho pelo meu tornozelo, ele parecia sentir minha dor.

Ainda sem confiar no lobo que me salvará me comprimi o máximo que pude contra as árvores, enquanto isso seus olhos de um vermelho intenso iniciaram um novo contato com os meus me tirando o ar  novamente. Ainda meio paralisado senti meu corpo se arrepiar com o contato do lobo em meu pescoço cheirado o local.                                                                                                               

Nesse instante pude ver o lobo se afastar e liberar um uivo para em seguida o som de ossos se partindo característico da transformação da forma lupina para humana tomassem o local. A pelagem castanha avermelhada foi substituída por pele de tom amorenado, e no lugar do lobo agora se encontrava um homem nu.

Porém antes que eu pudesse ver alguma coisa, a distância que nos separa se tornou inexistente. Meu corpo foi erguido com brutalidade e empurrado contra o tronco da árvore. Suas mãos agarram as minhas com força me imobilizando, a proximidade com o seu corpo me impedia de realizar qualquer movimento.

Eu estava encurralado, pela segunda vez na mesma noite.

O movimento brusco afetou o tornozelo que latejou dolorosamente. Nesse instante uma tensão se estabeleceu, eu estava confuso, afinal o que diabos o alfa estava fazendo. O medo voltou a se estabelecer em minha mente fazendo com que meus olhos ardessem com as lágrimas que se formavam, me senti patético e fraco. Porém um sentimento de inconformidade invadiu meu peito, num ímpeto de coragem encarei os olhos do alfa. Um contato visual forte se estabeleceu, o alfa me encarava sem pudor, me senti lançando em um jogo de caça onde eu era a presa hipnotizada pelo predador. Inconscientemente segurei minha respiração após minha mente começa a nublar pela intensidade do seu cheiro de almíscar e mel que invadiu todo o local em uma onda violenta.

Um rosnado baixo liberado pelo alfa despertou parcialmente minha mente do torpor, nesse instante pude notar que em seus olhos as pupilas dilatadas tornavam as Íris acastanhadas uma linha fina. Numa indicação de que seus instintos mais primitivos ainda dominavam suas ações e de que até então havia sido movido unicamente impulsionado por eles na ausência total de sua consciência.

Como uma confirmação da dedução anterior, o alfa desviou seu olhar ao inclinar a cabeça em direção ao meu pescoço. Pego pela surpresa, senti suas mãos liberarem as minhas para, em seguida, repousarem em minha cintura impulsionando meu corpo para frente e consequentemente para mais perto de si. A respiração que estava presa até então, foi liberada num suspiro ao sentir seus lábios em contato com a pele do meu pescoço. Um rosnado agudo foi liberado pelo alfa, enquanto suas presas deslizavam como uma ameaça na região próxima à minha glândula de cheiro.

Um tremor percorreu meu corpo, ainda tomado pelo choque e inerte pelo aroma almiscarado, senti as lágrimas que haviam se formado deslizarem pelos meu rosto numa linha triste e silenciosa. Eu precisava encontrar um alternativa que resgatasse sua consciência novamente, e e então eu fiz a única coisa que minha confusão me permitiu fazer. Minhas mãos se dirigiram para sua nuca se infiltrando pelos cabelos de tonalidade platinada num princípio do que se tornou um meio abraço, e com um fio de voz que restava pela situação desgastante, eu verbalizei um ~P-por favor, não faça isso~ enquanto deixava meu cheiro se intensificar na esperança de que ele fosse capaz de transmitir de forma eficiente meu pedido.

Dentre as possibilidades do que poderia acontecer a pior delas é a de que o cheiro afetasse ainda mais os instintos alterados do alfa resultando numa perda ainda maior do pouco controle que eu acreditava ainda existir. No entanto um auto ganido de dor foi ouvido enquanto senti seu corpo retesar e o cheiro diminuir com sua respiração voltando ao normal.

Meu corpo pendeu para frente ao ser solto de forma brusca. Mesmo no escuro meus olhos foram capazes de discernir o contorno  das suas costas, observei atentamente suas mãos serem erguidas para ajeitar as mechas platinas para trás enquanto soltava um suspiro nervoso. Consciente da sua nudez sinto o rubor preencher a minha face enquanto desvio os olhos rapidamente. 

~Hey, por favor me espere aqui~ uma voz aveludada e grave ecoou pela floresta silenciosa me fazendo ter um sobressalto e direcionar meu olhar novamente para ele.

Ainda com o rosto em chamas observei o alfa se distanciar entre as árvores, e sem entender o motivo permaneci no mesmo lugar. Eu estava sozinho novamente, talvez fugir fosse uma boa alternativa, contrariando o pedido do alfa. Não havia motivos suficientes para ficar esperando por um completo estranho, além do mais nada me assegurava de que algo ruim não fosse acontecer.

A escuridão noturna me impedia de identificar uma rota de fuga do local e eu ainda estava perdido. Como uma lembrança dolorosa uma brisa noturna atingiu meu corpo que tremeu em resposta à temperatura. Certamente não havia muitas chances de fuga, afinal um ômega machucado, exausto não teria muito êxito em uma floresta escura e fria. 

Deixei meu corpo deslizar pelo tronco da árvore utilizando a mesma como apoio, encolhi meus joelhos contra o corpo para amenizar a sensação de frio enquanto esperava pacientemente. 

~Levante-se~ sua voz se fez presente novamente, o alfa havia retornado após recuperar suas roupas retiradas pela transformação lupina. Sem demora me levantei um pouco desajeitado pelo machucado. E sem me sentir seguro resolvi questiona-lo, eu não tinha nada a perder. 

~O que você vai fazer comigo?~ disse encarando firmemente em seus olhos agora normais.

Uma risada soprada e sarcástica pode ser ouvida, ele tornou a se aproximar de mim em passos lentos.

~Talvez tentar te tirar daqui?~ ele respondeu com uma pergunta e num tom irônico.

Seu ar um tanto debochado estava me irritando, porém de nada adiantaria revidar na mesma medida, então ainda mantendo a calma disse a verdade que assolava meus pensamentos 

~Eu não confio em você~ ao contrário do esperado seu ar debochado se desfez numa expressão que não pude descifrar.

~Honestamente eu não queria estar aqui, e pelo seu estado você também não~ o alfa disse após respirar fundo continuando logo em seguida ~Se meu objetivo não fosse unicamente você eu não teria me dado o trabalho de vir até aqui, então facilite as coisas para nós dois, sim?

Ele estava certo e eu só estava ali graças a sua ajuda, além do mais as condições não eram as melhores pra mim e eu estava impaciente para sair logo daquela floresta.

Deduzindo minha decisão pela ausência de respostas da minha parte o alfa acenou com a cabeça começando a andar na direção contrária. Notando que eu iria ficar para trás tentei seguir o mais rápido possível, porém não estava sendo fácil fazer isso com o tornozelo inutilizado.

~É melhor se manter próximo~ o alfa disse olhando por sobre o ombro. 

~Acredite, eu estaria se pudesse~ verbalizei um tanto irritado, enquanto mancava em sua direção.

Com um suspiro cansado ele voltou o caminho percorrido novamente, parando em minha frente e de costas para mim.

~Vamos suba~ disse num tom paciente em quanto posicionava suas braços e percebendo minha insistência em aceitar a oferta insistiu ~assim será mais fácil.

Eu não queira ser um estorvo e o cansaço em meus músculos realmente era grande, porém andando nessa condições eu seria um estorvo muito maior do que um pouco de peso nas costas.

Ainda um pouco desconfortável me apoie em seus ombro me levantando, rapidamente seus braços se cruzaram por baixo do meu quadril conferindo a sustentação necessária. Senti meu rosto esquentar novamente pela situação em que me encontrava, rapidamente o alfa começou a andar entre as árvores. E pela primeira vez naquela noite a sensação de alívio preencheu minha mente, um suspiro cansado saiu dos meus lábios. Tudo estava bem graças a ele. O cansaço era grande e podia sentir meus músculos doloridos, o frio não era mais tão intenso devido ao calor corporal do alfa que me aquecia de forma eficiente. Entre pensamentos e no silêncio habitual da floresta me senti sonolento, o aroma do alfa era forte e pela primeira vez reparei no quanto era agradável. Com seu cheiro dominando meu olfato fui sentindo meu olhos pesarem até ser arrastado definitivamente pela sonolência.


Notas Finais


Devo continuar?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...