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História Soul Rebel - Reviravolta - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi oi, resolvi postar esses dois só para vocês sentirem um pouco a pressão hahahaha brincadeira, boa leitura amores.

Capítulo 2 - Panic


Fanfic / Fanfiction Soul Rebel - Reviravolta - Capítulo 2 - Panic


Ursula era agradável e muito simpática me fez rir várias vezes durante o caminho me fazendo esquecer o real motivo da minha tristeza, o carro era super confortável, não entendendo muito de marca nem dessas coisas, mas pelo que vi parecia caro e novo e de luxo. A casa então nem se fala era um sonho parecia o convento de tão grande dava pra se perder ali dentro, mas a única coisa estranha era vários homens se movimentando pela casa eram muitos homens que cercavam a casa.

– Quem são eles? – apontei para um dos homens parado próximo a nós enquanto ela parava o carro.

– Seguranças do Josh

– Josh? – esse nome não era estranho.

– Meu filho. – ela sorriu

– Você tem quantos filhos? – perguntei curiosa.

– Só o Josh mesmo, ele é meu bebezão de vinte aninhos.

– E porque precisa de tanto seguranças? – estávamos tirando as malas do carro e eu importunando, mas sou curiosa.

– O trabalho exige proteção. – ela disse sem dar mais assuntos.

– Ei você! – ela chamou um dos homens que se aproximou. – Leve as malas dela pro quarto que eu pedi para prepararem. – o homem pegou minhas malas e mais que depressa fez o que Ursula mandou.

– Quer conhecer a casa ou prefere tomar um banho primeiro?

– Vamos ver a casa depois tomo banho

Entramos e fomos para a sala, aquela sala dava uns quatro quarto meu do convento e mais a sala da madre, era realmente gigante uma puta mansão aquela casa, juro que demoramos uma meia hora para conhecer a casa toda até cansei. Chegamos em um lugar da casa e Ursula disse para sermos rápidas naquela parte para que Josh, o filho dela, não nos visse ali, era um escritório e do lado uma sala com uma cadeira e tudo era espelhado.

– Aqui é o escritório– ela apontou pra uma sala. – Mas é só do uso do Josh porque o de uso da casa é lá dentro. – dei um sorriso e ela continuou. – Essa sala você nunca vai precisar. – ela riu e fechou a porta. – Então não preciso nem dizer para que serve e aqui — Ela trombou em um garoto lindo, se eu pudesse descrever o tanto que ele mexeu com a minha cabeça quando os nossos olhos se cruzaram, foi em apenas um olhar que fiquei daquele jeito aqueles olhos misteriosos me chamavam a atenção, eu senti as coisas mais loucas que eu já tinha sentido na vida.
Desejo, fogo, excitação e vontade, tudo em um único olhar. Mas reparando bem ele era igual o filho da puta que tentou me agarrar à força na boate ontem à noite, o boné estava na frente fazendo sombra e com a aba baixa então confundia um pouco, mas era muito igual.

– Filho? – Ursula disse um pouco assustada, pois ele tinha surgido do nada.

– Mãe, pode olhar por onde anda? – ele disse mudando o foco do olhar notando que Ursula estava ali, ele era estupido e tratou a mãe muito mal.

– Pensei que você não estaria em casa.

– É houve um imprevisto. – ele rodou o boné pra trás me dando a visão completa do seu rosto e deixando brotar uma cara de ódio em sua face ao me reconhecer, filho da puta, era ele mesmo que tentou me agarrar ontem à noite fiquei olhando ele com ódio, desgraçado!

– PORQUE ESSA VADIA TA AQUI NA MINHA CASA? – ele gritou furioso fazendo Ursula se assustar e gaguejar um pouco, pois não estava entendendo nada, parecia que ela tinha medo dele.

– É… É a Filha… Daquela minha amiga a Priscila… Se lembra de que falei dela? Qual o problema com ela Josh? – ela fez meu estomago revirar fiquei com medo dele contar onde eu estava e o que aconteceu ontem a noite. Se ele falasse eu iria me foder.

– O problema? Olha o que essa vagabunda fez no meu olho. – ele disse ríspido aproximando o olho perto da mãe mostrando que estava todo vermelho e irritado por causa da vodca que eu joguei nele, mas pera ai vagabunda? Desde quando ele tinha essa intimidade pra falar comigo assim?

– OU! – gritei ofendida. – Você nem me conhece fala direito comigo! – levantei e apontei o dedo na cara dele.

– Abaixa o dedo se não você vai perder ele. – ele disse como um rosnado.

–GENTE! – Ursula gritou e entrou meio incrédula. – Parem com isso! Josh meu filho, esta é a Any, acho que você está confundindo ela com outra pessoa.

– NÃO MÃE! – ele gritou. – Eu sei muito bem quem é essa Vadia, e eu não a quero aqui! – ele sai nervoso chutando tudo que tinha pela frente, perdi o controle literalmente senti meu rosto pegando fogo minha vontade era de voar no pescoço daquele merda.

– Desculpa Any, mas é que o Jo…

– Não Úrsula, eu que não fico aqui mais nem um minuto! – sai dali correndo não sabia onde era a saída. Rodei um tempo naquele jardim gigante, mas tudo bem eu achava, eu não iria deixar um filho da puta como ele me humilhar e nem falar comigo daquele jeito eu não tinha pedido nada pra ele, eu me virava sozinha, mas ali no mesmo lugar que ele eu não ficava.

Saí daquela casa correndo soltando fogo e muito puta. Cansei depois de um bom tempo correndo, já tinha andado uns quatro quarteirões e quando cheguei ao quinto começou a cair um temporal, fiquei extremamente encharcada e com muito mais ódio. Josh Beauchamp, quem ele pensa que é? Coitado! O que ele acha? Que eu sou que nem aquelas puta que saem com ele? Que só faltam arrancar a pouca roupa que tem pra conseguir a atenção dele? Eu não sou assim não meu bem, já não gostava muito dele antes de conhecê-lo e agora que eu conheço eu tenho raiva e muito ódio dele.

Nem sabia para onde estava indo, as ruas daquele lugar eram extremamente desertas e com aqueles casarões ficava cada vez mais sinistro e medonho de andar ali.

Tinha que dar um jeito de voltar para o convento, mas eu não sabia nem onde estava e nem como chegar lá.

– Ei menina! – um carro surgiu do meu lado no meio daquele temporal e o cara que estava no volante estava afim de falar comigo, mas naquela chuva? só pode ser louco. Apertei os passos tentando ignora-lo, mas não podia deixar de notar os olhares maliciosos que ele me lançava, só o que me faltava ser atacado por aquele velho babão no meio da chuva.

Andava de pressa quase correndo e ele continuava me seguindo. Olhei para trás e quando o vi descer do carro e começar a andar na minha direção não pensei duas vezes e comecei a correr e ele começou a correr também. Dobrei a esquina com toda a velocidade que tinha, mas ele conseguia ser mais rápido que eu, e já estava se aproximando, fiquei em desespero mesmo sabendo que deveria manter a calma em horas como essa.

Ele me alcanço e me agarrou, puxando pelos cabelos que ficarão embolados nas mãos dele me levando para bem junto do corpo dele, tentava me imobilizar, mas a tentativas eram inúteis eu me debatia enquanto ele tentava, ele me virou com força tentando me beijar, mas eu fui mais rápida e dei uma joelhada com toda a minha força no saco dele fazendo com que ele me soltasse e se curvasse de dor, tive tempo e tentei correr, mas ele se recuperou rápido e voltou tentando me atacar. Podia notar a fúria dele no olhar, ele me derrubou no chão me fazendo bater as costas com força e tirando um canivete me amedrontando.

– Vem aqui gatinha quero experimentar algo novo – ele falou com uma voz nojenta e encostou o canivete no meu pescoço tentando me intimidar. Em um lance o empurrei com força o fazendo dar uma leve desequilibrada, pra me estuprar ele iria ter que me matar por que viva eu não deixaria.

– Ta assustada? Calma meu bem vou cuidar de você com muito carinho. – nojento você não vai tocar em mim. dei um soco no rosto dele com toda a minha força.

– Vagabunda – ele me retribuiu um tapa forte na cara fazendo um estalo alto, senti o sangue escorre para o meu queixo o anel dele tinha cortado o canto da minha boca.

– Solta! Me solta! – não estava dando muito certo eu me debater e tentar me soltar dele então comecei a gritar. – Socorro, socorro, socorro. – gritava desesperada e sentia minha garganta secar de tanto que berrava.

– Olha a chuva que está caindo! Acha que alguém vai te ouvir? – ele disse rindo malignamente. – Descanse essa voz para gemermos junto meu bem!

– Seu podre, lixo! Me solta. – ele sentou em cima das minhas pernas as prendendo em baixo dele, mas mesmo assim eu ainda encontrava oportunidades para socar ele no peito com força. Quando ele rasgou minha blusa foi a primeira vez que senti medo naquela situação, ele tentou tirar meu sutiã, mas eu me debatia o atrapalhando, lutaria até o fim, mas me estuprar ele não iria.

– Para quieta sua puta – ele bateu com a parte de trás do canivete na minha cabeça e cortou meu supercílio. Ele desistiu de abrir meu sutiã e partiu para tirar o meu short quando dois tiros para o alto nos surpreenderam.

– Solta ela filho da puta – Josh estava parado com uma pistola cromada na mão apontando na nossa direção.

– Ela é minha namorada, não se intromete moleque. – ele disse com a maior cara de pau, tentava me soltar, mas ele ainda me prendia com força.

Josh disparou mais um tiro só que dessa vez perto da gente, fechei meus olhos com força. – Não brinca comigo não Zé ruela. – ele gritou, o cara percebeu que ele não estava de brincadeira e afrouxou um pouco as pernas, quando tive uma oportunidade eu corri indo para trás do Josh

– Tem medo de morrer? – Josh deu um sorriso maldoso e foi pra perto do cara.

– Morrer? Por causa dessa Vadia? Minha vida vale muito mais que isso cara!

– Você tem medo de morrer? – Josh refez a pergunta só que dessa vez irritado mudando seu tom de voz de irônico para agressivo.

– Qual é cara vai me matar por causa dela? – ele dizia com voz de piedade, mas pela cara do Josh ele não estava nem ai.

– Me tirou do sério. – ele deu uma rasteira o fazendo cair de quatro no chão depois ele puxou o cabelo dele até que ele ficasse de joelho e com a cabeça em pé. – Reza! – o cara já estava em prantos e implorando para não perder a vida e o que Josh mandava ele obedecia então ele começou a sussurrar.

– Eu quero ouvir você rezando alto Porra! – Josh bateu a arma na cabeça dele o fazendo chorar mais.

– Any entra no carro! – ele gritou ordenando apontando o carro com a arma e eu corri na direção do automóvel sem hesitar.

Entrei no carro que estava um pouco perto de onde estávamos e depois de um tempo escutando os gemidos daquele cara sendo surrado pelo Josh ouvi dois tiros e depois o silêncio tomou conta só ouvia as batidas do meu coração que eram altas e aceleradas.

Josh abriu a porta do carro me fazendo pular de susto, arregalei os olhos. Eu não estava bem. Ele me ignorou entrando no carro e pegou sua blusa de frio no banco de trás – Veste isso. – ele me entregou, notei que estava sem camiseta e senti minhas bochechas corarem. O telefone dele tocou e ele ficou falando não sei com quem.
Eu estava realmente passando mal.

De repente eu fui ficando tonta, não conseguia respirar. – Josh – sussurrei o fazendo dar uma pausa na ligação e prestar a atenção em mim, me sentia fora da realidade, comecei a ficar com pavor daquele estado eu não sabia onde iria parar e o que estava acontecendo – Josh me ajuda. – tentava puxar o ar, mas não conseguia, era uma sensação horrível, minhas pernas tremiam, eu não conseguia engolir, meu coração batia forte e eu ficava cada vez mais tonta e ia perdendo os sentidos.

– Any? Any você está passando mal? – ele perguntou mudando sua voz para preocupado.

– Josh – sussurrei antes de perde os sentidos e desmaiar.

P.O.V Josh

O meu orgulho gritava pedindo para que eu deixasse aquela vadia ali e que ela fosse estuprada por aquele necessitado, mas se eu fizesse aquilo minha mãe não me perdoaria nunca. Dei dois tiros pro alto acabando com a festa do tiozinho que parecia não foder uma mina há uns cinco anos.

– Solta ela filho da puta! – falei

– Ela é minha namorada, não se intromete cara. – tiozinho safado fiquei com vontade de rir, mas me mantive sério não poderia perder o controle da situação, dei mais um tiro agora bem perto deles, ele só faltou chegar com os olhos na testa de tão arregalado que ficou.

– Não brinca comigo não Zé ruela. – sentia cheiro de medo tanto dele quanto dela, e estava me divertindo por dentro, ela levantou correndo e ficou atrás de mim se protegendo ué a cadê a boazona?

– Tem medo de morrer?

– Morrer? Por causa dessa Vadia? Minha vida vale muito mais que isso cara! – ele ainda estava arrogante e topetudo, mas isso ja iria passar.

– Você tem medo de morrer? – eu estava começando a perder a linha com ele.

– Qual é cara vai me matar por causa dela? - o tiozinho já estava todo mijado nem tinha feito nada direito.

– Me tirou do sério. – e realmente ele tinha me tirado do sério dei uma rasteira nele o fazendo cair e depois o coloquei de joelho, o cara começou a chorar feito um bebê e eu me divertia por dentro.

– Reza! – falei bem próximo do ouvido dele enquanto ele chorava, queria me divertir mais então decidi aterrorizar mais, ele iria morrer mesmo o que custava eu me divertir um pouquinho. – Eu quero ouvir você rezando alto, Porra! – dei uma coronhada não tão forte o fazendo chorar mais.

Tinha cansado da brincadeirinha e já estava na hora da boneca ir pro carro. – Any entra no carro! – ela nem retrucou nem nada me deu as costas e foi pro carro. Surrei o cara feito condenado ele implorou pra não morrer, mas e dai? A menina também implorou para que ele não a estuprasse e se eu não tivesse aparecido era isso que ele faria. Depois de ter batido muito nele e deixado a cara dele desfigurada dei dois tiro certeiro na cabeça dele sem dó e nem piedade, fui para o carro, tinha que ligar pro Noah avisar que não precisava mais procurar aquela vadiazinha louca porque eu já tinha achado, e pedir que ele mandasse alguém para limpar aquela sujeira toda.
Eu estava ensopado aquela chuva do inferno não ajudava muito, abri a porta do carro e Any se assustou entrei ocupando o meu lugar no carro enquanto ela continuava parada me olhando toda molhada e com a testa e o canto da boca sangrando, ela estava com todo o peito de fora e que peitos hein, juro que me perderia ali fácil, peguei uma blusa no banco de trás e dei pra ela vestir, estava falando com o Noah quando ela me interrompeu.

– Josh – ela sussurrou, dei uma pausa no que estava falando com Lamar e a encarei. – Josh me ajuda. – ela estava pálida feito papel, os lábios dela não tinham cor nenhuma.

– Any? – perguntei assustado. – Any você está passando mal? – ela não respondeu apenas foi fechando os olhos lentamente e caiu para o lado tombando em cima de mim.
– Any? – a chacoalhei, e não obtive resposta. – Any? – ela estava desmaiada, então a ajeitei no banco e dirigi em alta velocidade até chegar em casa. Não esperei ninguém me ajudar quando parei em casa saltei do carro a peguei nos braço e entrei gritando por minha mãe.

– MÃE! MÃE! CHAMA UM MÉDICO.

– Que foi Josh? – ela veio da cozinha de encontro comigo. – Ah Meu Deus! – ela gritou quando viu Any em meus braços sangrando. – O que aconteceu com ela?

– Não sei ela desmaiou do nada.

– Põe ela aqui! – minha mãe apontou para o sofá, e eu fiz o que ela mandou, ela conferiu os batimentos e estavam fracos.

– Pega cobertor para aquecer o corpo dela enquanto eu ligo pro médico.

Subi correndo peguei duas mantas e desci, minha mãe tirou a roupa dela e limpou o machucado e a enrolou com as mantas, mas ela ainda não tinha acordado.
O médico morava a uma quadra da gente e ele chegou lá em minutos.
Lamar um dos meus homens entrou na sala acompanhado pelo médico que agilizou o serviço quando viu que Any estava desacordada. – Fizeram bem em aquecer o corpo dela – o médico começou a examinar ela

– O que ela tem? É grave? – minha mãe estava muito preocupada.

– Ela está em estado de choque, em pânico. – droga olha o que aquele filho da puta fez com a menina, uma hora dessas ele deve ta dando oi pro capeta – A razão mais comum para isso costuma ser um impacto emocional muito forte, e o desmaio é uma reação natural do organismo para situações como essa.

Me vi na obrigação de contar o que aconteceu para minha mãe e o médico.

– Mas é perigoso doutor?

– Sim e não! Como já disse foi desta maneira que o corpo dela reagiu a uma emoção muito grande, ela vai acordar, mas se demorar muito vai ter que levar ela para o hospital. – fiquei parado ali de braços cruzados, não podia mais fazer nada só esperar ela acordar.
Minha mãe estava muito preocupada então fiquei com ela depois de colocar Any na cama.

– Josh – minha mãe me tirou dos meus pensamentos.

– Hum?

– Vai trocar essa roupa molhada, toma um banho quente.

– Mas você vai ficar sozinha?

– Se eu precisar eu te chamo. – balancei a cabeça concordando e saí do quarto indo na direção do meu


Notas Finais


É isso, um beijo pra vocês ❤


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