História Soul Secrets - Capítulo 1


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Categorias Melanie Martinez
Personagens Melanie Martinez, Personagens Originais
Tags Ariana Grande, Imagine, Melanie Martinez, Zayn Malik
Visualizações 9
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi, essa é a minha primeira fanfic de imagine e pra ser sincera eu não sei o que esperar dela. O enredo veio de repente e eu juntei duas coisas que eu gosto muito (suspense e sobrenatural), eu vi isso e disse " talvez seja uma boa fazer uma fanfic sobre" e cá estou. Decidi colocar a Melanie porque ela é uma das minhas cantoras favoritas atualmente e eu achei que o personagem encaixou nela. Então, espero que gostem, boa leitura!

( A capa talvez seja temporária, eu que fiz e não gostei muito do resultado então eu posso muda a qualquer hora)

Capítulo 1 - Capítulo 1


As árvores eram a única visão que a jovem Collins poderia presenciar nesse momento, olhar para a janela do carro estava a deixando tonta e entediada, mais do que estava antes, a garota suspirou pesadamente e logo depois inalou o ar gélido de Rosemont. As pernas da mais nova se moviam freneticamente, implorando para serem esticadas, ficar por horas nesse veículo não estava sendo divertido. Mary, a mãe da jovem, percebera a inquietação da filha, olhou pelo reflexo do retrovisor e pode concluir que sua teoria estava certa.

— S/n, iremos parar em um posto próximo daqui, quer sair para se movimentar um pouco? —A mais velha perguntou já sabendo qual seria a resposta da filha, a mesma balançou a cabeça irrequieta, estava ansiosa para descer desse cavalo de metal ambulante. Após alguns minutos chegaram ao posto de gasolina, ambas desceram do carro, S/n percebeu a mãe se afastar para conversar um pouco com o frentista e permitiu-se fechar os olhos e desfrutar da brisa gelada que atingiu seu rosto.

— Desculpa perguntar mais vocês estão indo para o lado sul? — O homem barbudo, e extremamente assustador, que estava sentado em uma das cadeiras de plástico da lanchonete do posto perguntou a S/n, que só murmurou um simples ‘’sim’’, logo sua mãe apareceu atrás dela um pouco desconfiada do homem que dirigiu a palavra a sua filha.

— Tomem cuidado —O homem falou dando as costas para as mulheres e virando seu copo, que continha alguma bebida desconhecida para elas, a curiosidade da garota falou mais alto e ela atreveu-se a perguntar.

— Cuidado com o que? — S/n perguntou diretamente ao senhor barbudo, ele sorriu de canto e se virou novamente para as moças, aqueceu a garganta como se fosse contar uma história. E de fato ia. Dois frentistas se aproximaram, como crianças querendo ouvir um conto para dormi, a Sra. Collins protestou, mas a filha queria saber o porquê de tanto alvoroço para ouvir o senhor falar.

— E lá vamos nos para a velha história, de novo, não se cansa de assustar os turistas com essa lenda, Jack? — O frentista, que abastecia o carro delas perguntou, terminando o serviço e se juntando ao amontoado de pessoas ao redor do velho homem.

— Não é uma história, é verdade, meu dever é alerta a todos sobre os acontecimentos dessa cidade —O homem alisou sua barba, se ajeitou em uma posição mais confortável e pôs-se a falar— A muito tempo, em Rosemont, morava uma menina, mas não uma menina normal, ela era diferente —O mesmo fez uma clássica pausa dramática — ela possuía poderes, seus olhos ficavam negros como a noite toda vez que os usava, por isso a confundiram com algo sobrenatural, os alunos da escola que a mesma estudava se uniram para acabar com, aquilo que eles julgavam ser, uma aberração e atormentaram-na por muito tempo — O olhar vibrado de S/n motivou o homem a continuar a história — a julgaram sem a conhecerem, até que um dia ela sumiu, misteriosamente, sem rastros, talvez os seus colegas de classe a tenham matado, o que se sabe é que ninguém nunca mais a viu, seus pais e irmãos se mudaram de cidade e nunca mais citaram o nome dela, alguns dizem que ela vaga pela sua antiga casa à espera de vingança por aqueles que tornaram sua vida um inferno.

— Já ouvi historias melhores — O frentista atrás de S/n gritou alto, fazendo todos rirem, a garota apenas concordou com o rapaz.

— Sabe me dizer que casa é essa? —Ela pergunta para o senhor a sua frente.

— A casa branca, ao fim da floresta, no lado sul—  Ele analisou a expressão da garota mudar e direcionar o olhar para sua mãe que a olhava da mesma forma, assustada, ele sorriu ao concluir que sua teoria estava certa.

— Garota, tome cuidado, ela adora jovens indefesas — O barbudo riu sem humor — ainda mais as que são curiosas — concluiu, voltando para frente e pedindo outra bebida ao garçom. Os homens voltaram ao seu trabalho, a mãe da menina a puxou para o carro, e seguiram o caminho.

— Filha, você não deve acreditar em histórias bobas contadas por um velho bêbado, além do mais é só uma história — Mary falou ao notar que a filha estava muito calada, a garota apenas observou a mãe sem nada falar, voltou a olhar para a janela.

— A descrição da casa bate com a nossa — Ela fala não mantendo contato visual com sua progenitora, a mulher apenas suspira, contra fatos não há argumentos. Elas saíram da Filadélfia em busca de uma vida nova, a última coisa que queriam era uma casa mal-assombrada, Rosemont tinha tudo para ser a cidade perfeita, até agora. S/n ficou desnorteada em seus pensamentos e não percebera quando a porta do carro fora aberta por sua mãe, que esperou pacientemente a garota sair do seu mundinho pessoal, a mesma passou pela porta e a fechou em seguida. Rumou até o porta-malas e tirou de lá uma mochila, uma caixa e duas malas, elas pegaram apenas o necessário, logo fariam compras e teriam novos moveis, mas por hora iriam continuar com os que vieram junto com a casa.

—  Mãe, como será que ela deve ser? — S/n pergunta entregando uma mala a sua mãe e colocando a mochila nas costas.

— A casa é bonita filha — Sua fala fora interrompida pela garota que tratou de corrigi-la.

— Não a casa, mãe, a garota que sumiu — A grama, mal cortada e seca, do jardim fora percebida pela mais nova, assim como a tinta branca que já descaçava e deixava a madeira da casa a mostra, é, isso aqui precisa de uma reforma. Olhou em volta e pode observar que, a casa era rodeada por uma floresta de pinheiros, alguns flocos de neve caiam, o inverno estava próximo, mas ainda não havia chegado por completo.

— Pare de pensar em besteiras, filha — Sra. Collins reclamou a filha, não queria que ela estivesse desconfortável em seu novo lar, mas pelo contrário, S/n estava curiosa, muito curiosa. Até demais.

— Estou me sentindo em Stranger Things —  A garota comenta, arrancando uma risada da mãe, pela primeira vez naquele dia ela sorriu.

— A vida não é uma serie, S/n, essas coisas não existem na vida real — Mary afirmou com convicção.

—  Quem garante? — S/n rebateu divertida, ambas as mulheres riram, e se direcionaram para a entrada da casa.

 

                                                       

 

 


Notas Finais


Pra quem ficou curioso Rosemont realmente existe, é uma cidadezinha localizada no nordeste dos EUA, decidi fazer se passar nela por causa de uma das minhas series preferidas.

Vejo vocês no próximo capítulo!


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