História Soulmate - Capítulo 39


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Categorias Francisco "Isco" Suárez, Marco Asensio
Personagens Francisco Román Alarcón Suárez, Marco Asensio
Visualizações 243
Palavras 1.422
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Temos os nomes escolhidos e a notícia que Marco e Helena também vão fazer parte do time, não tem como ser melhor. E a inspiração dos nomes veio do Brasil, o que será que o último capítulo promete?

Capítulo 39 - Luna e Lorenzo...


Fanfic / Fanfiction Soulmate - Capítulo 39 - Luna e Lorenzo...


- Seja bem vindo ao meu Brasil. – eu disse quando entramos no táxi.

- Uau, que clima gostoso! – ele disse tirando os óculos escuros.


Estávamos fazendo a nossa viagem de lua de mel e eu escolhi o destino para que ele conhecesse o Brasil, o clima, as pessoas, as praias esperando que ele gostasse tanto do Rio como eu gosto. Ele olhava pela janela do táxi admirando a paisagem, as crianças, as pessoas e tudo o que há de diferente entre a Espanha e o Brasil; e eu adorava as diferenças.
Minha barriguinha tinha dado um salto nesse último mês e nós já planejávamos qual o nome que escolheríamos para os pequenos que eu carregava aqui dentro, a sensação de ver duas coisinhas dentro de mim pela tv do consultório me fazia sentir a mulher mais abençoada do universo. Meus pais nos esperavam em casa e prometeram uma surpresa que eu não sabia qual mas já estava curiosa pra saber.
Faz um mês que eu e Isco nos casamos mas as lembranças daquele dia ainda estão frescas na minha memória, vamos ficar por uma semana aqui porque logo começa a temporada do Real e ele precisa voltar. Assim que chegamos eu toquei a campainha e ouvi um grito animado logo em seguida, imaginei que fosse a minha mãe já sabendo que éramos nós.


- Filhaaaaaaaaaaaaaa! - ela me enrolou num abraço.


- Que saudade! - ela disse quando abraçou Isco.


- Faz menos de um mês que nos vimos, Mariah. Olha o drama! - brinquei e ela gargalhou.


- Aí está minha garotinha! - meu pai veio ao meu encontro me abraçando.


- E como estão os nossos netinhos? - minha mãe perguntou quando adentramos a casa.


- Eles estão ótimos, crescendo saudáveis. - eu disse e Isco alisou minha barriga.


- Acho que eles nascem no meu aniversário. - ele disse.


- Seria um baita presente. - meu pai disse ajudando com as malas.


- De todos os anos. - ele sorriu me dando um selinho.


Nós almoçamos juntos e como ainda estávamos entrando no período da tarde decidimos ir a praia, o lugar que Isco estava ansioso para conhecer e que só nos lembrava mais ainda do nosso casamento. Fomos para Ipanema e assim que chegamos ele estava maravilhado com a paisagem e tirava mil e uma fotos, não contente com as fotos da paisagem ele também tirava fotos minhas. Meus pais ficaram de encontrar a gente um pouco depois porque tinham umas coisas para fazer, tirei o meu short jeans e a camisa de Isco que eu usava e ele se ofereceu pra passar protetor nas minhas costas.


- Vem dar um mergulho comigo. - ele chamou.


- Daqui a pouco, quero pegar uma cor primeiro. - eu disse e ele assentiu me dando um selinho antes de ir para a água.


Eu estava sentada observando Isco caminhar até a água, ele acenava e sorria pra mim e eu fazia o mesmo até alguém tampar meu campo de visão me obrigando a olhar pra cima. E aí eu reconheci o dono daquela sombra e revirei os olhos por baixo dos óculos escuros.


- Lucca. - eu disse.


- Oi Mel, eu tava olhando de longe mas não tinha certeza se era você porque que eu me lembre você mora na Espanha né? - ele disse sentando ao meu lado.


- Estou de férias. - respondi.


- Voltou ao Brasil, o que houve? Isco terminou com você? - perguntou, cínico.


- Não, mas é incrível como você tem a cara de pau de vir até aqui pra me dizer isso. - eu disse e ele riu.


- Eu só estou brincando Melina. - ele disse e eu levantei da cadeira.


- Uau, você está...- ele disse reparando a minha barriga.


- Grávida. - sorri sarcástica.


- É do Isco? - perguntou.


- Óbvio, meu marido e pai dos meus bebês. - respondi.


- São dois? - perguntou chocado.


- Sim, um menino e uma menina. E estão muito bem Lucca, obrigado. - eu disse afim de finalizar o papo.


- Espera Mel, parabéns por isso. Eu só não achei que o relacionamento de vocês fosse pra frente e queria tentar uma nova chance. - ele disse tentando se justificar.


- Porque achou que teria uma nova chance se não quis nem a primeira? - perguntei.


- Eu poderia te fazer feliz Melina, poderíamos estar casados e com uma família...- ele disse com um sorriso derrotado.
- Não, não poderia. - eu disse.


- Porque não? - perguntou.


- Porque esses sempre foram os meus planos com o Isco, desde que éramos crianças. - eu disse finalizando a conversa.


Tirei os óculos quando ele se afastou sem nada dizer e fui em direção ao mar onde Isco brincava com uma criança desconhecida, assim que ele me viu deu um largo sorriso e me estendeu a mão.


- Vi de longe que era o Lucca. - ele disse.


- E qual foi o milagre que te fez ficar ao invés de ir pra quebrar a cara dele? - perguntei rindo.


- Eu sei como a minha mulher sabe resolver situações, percebi a cara dele com algo que você disse. - ele disse e eu sorri abraçando seu pescoço


- Dei conta do recado. - me gabei e ele riu me beijando.


Passamos o resto do dia com os meus pais na praia e a noite saimos pra jantar num restaurante e ele adorou a comida brasileira, meu pai e Isco vieram o caminho inteiro falando sobre futebol enquanto eu e minha mãe falávamos sobre coisas dos bebês e quando chegamos em casa fomos direto pro quarto. Estávamos exaustos da viagem, da praia, da saída agora a noite e tudo o que precisávamos era descansar.


- Amor, é a Helena! - gritei pra ele quando o computador começou a tocar.


- Será que temos novidades? - perguntou atendendo, colocou o computador na cama para que Helena pudesse nos ver.


- Oi meus amores - ela sorriu largamente ao nos ver.


- Oi Lena! - dissemos juntos.


- Oi pessoal! - o topete de Marco surgiu na frente da câmera.


- Como está tudo ai? - ela perguntou.


- Muito bem, fomos a praia e depois num restaurante incrível. O Brasil é foda! - Isco disse mostrando que aprendeu uma palavra nova com o meu pai. E eu tive que rir disso.


- Vocês voltam daqui a uma semana, certo? - Asensio perguntou.


- Isso. - eu disse.


- Que bom, precisamos da ajuda de vocês com uma coisinha. - Helena disse e eu assenti.


- Do que se trata? - Isco perguntou.


- Nada demais, só um nome pro nosso bebê mesmo...- Asensio disse dando de ombros.


- Compraram um cachorro? - perguntei.


- Não, eu não posso dar a luz a um cachorro. - ela começou a rir e nós arregalamos os olhos.


- Você tá grávida? - Isco quase gritou.


- Sim. - foi Asensio que respondeu nos fazendo sorrir largamente.


- Ahhhhhhhhhh! Mais uma pro time! - eu disse animada.


- Dois meses ainda, mas...eu já tô muito feliz. - ela disse e Asensio beijou o topo da sua cabeça.


Depois do longo papo maravilhoso com eles nós começamos a falar sobre o nome para os nossos bebês, havíamos anotado alguns mas nada estava decidido por completo. Com a cabeça deitada no travesseiro e o olhar perdido no teto nós cogitavamos alguns para ver se soava bem ou se combinava com os sobrenomes. Quando de repente Isco deu um sorriso e olhou pra mim.


- O que foi? - perguntei.


- Lorenzo. - ele disse.


- O que? - perguntei rindo.


- Lorenzo Alarcón Carvalho. - ele disse e eu sorri.


- Lorenzo. - concordei, o nome era tão bonito apesar de comum. E havia ficado mais lindo ainda na colocação.


- E para a nossa menininha? - perguntei.


- Agora é com você. - ele riu.


Ótimo, sou super criativa né?!


- Luna. - eu disse alguns minutos depois, foi como se o nome tivesse se desenhado no teto diante os meus olhos.


- Luna Alarcón Carvalho. - ele disse sorrindo largamente.


E de repente eu senti chutes na lateral da minha barriga e pela minha expressão Isco entendeu, colocou a mão sob ela sentindo o mesmo que eu e aquilo nos causou sorrisos inexplicáveis.


- Acho que eles gostaram dos nomes. - ele disse rindo.


- Assim como nós. - eu disse e ele me selou os lábios.



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