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História Soulmate dos Sonhos - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Os sonhos podem: ser afastados


SOULMATE DOS SONHOS
Cap. 7: Os sonhos podem: ser afastados
LE_WY


Antes de seus dezoito anos, Chittaphon teve dois casos romanticos curtos. Sua vida amorosa nunca foi um tópico de sucesso. Apesar de sua beleza notável, o tailandês sempre foi alguém muito introvertido a ponto de não conseguir interagir com alguém por mais de uma semana sem ter medo de estragar tudo.


Quando ganhou a marca de soulmate em seu ombro, o tailandês animou-se com o fato de ter finalmente alguém que poderia ser especial para si. Teria sua outra metade que o completaria finalmente para um final ou começo feliz. Mas o que ele ganhou na verdade foram sonhos com um Príncipe/Cover Fajuto do Seu Chefe e uma marca escurecendo em formato de um elipse.


Para Renjun, o ruivo precisava correr atrás de um amor e não ficar esperando ele aparecer em um cavalo branco para o levar em um encontro. Ten sempre foi belo, e conseguir alguém interessado nele é muito fácil. O difícil mesmo é conseguir que a pessoa fique para aguentar a maré de azar do menor, além de que o tailandês é uma caixinha de surpresas que não consegue se entregar de primeira a alguma situação.


O Lee sempre fugiu de todas as situações complicadas de sua vida. Quando via tudo começar a dar errado (romanticamente falando) o tailandês saía de cena, e era assim que todo o clichê de seus relacionamentos acabava. Era como se todos os seus casos fossem feitos com base na estória da Cinderela, à meia noite toda magia se findava. E era desse modo que a amizade de Lee Chittaphon com Wong Yukhei acabaria. Um afastamento completo por sua parte.




[...]




Ao abrir os olhos, Chittaphon não acreditava que sentiria tanta dor de cabeça. Mas era inevitável, havia passado a noite chorando e não conseguia chegar à uma resposta para sua atual decepção. É claro que o tailandês estava triste, isso era notório em seu rosto vermelho e inchado. Desistir de uma amizade não era fácil, principalmente quando ela mexe com o seu coração de uma maneira diferente. 


Ele havia chegado tarde em casa. Seus pés doíam, pois ele voltou andando para sua residência. O tailandês não fazia idéia de como havia chegado vivo, sem ser assaltado ou atropelado. O ruivo estava tão anestesiado,que apenas deitou na cama em posição fetal e se pôs a chorar.


O Lee estava ignorando o celular repleto de mensagens e ligações de Yukhei e Taeyong. Possivelmente perguntando sobre seu paradeiro e como estava. Chittaphon suspirava exausto, o que menos ele desejava agora era responder, ou no caso mentir, sobre seu estado. 


Ten sabia que não era para ele estar assim. Mas os últimos acontecimentos o fizeram refletir que ele sempre seria alguém abaixo de Wong Yukhei, e nem era no sentido da altura, mas sim socialmente. Infelizmente, o tailandês se sentia inferior ao Wong e sua família. Nem sua amizade nunca seria suficiente sem status para esbanjar ou um nome de classe para estar à altura do moreno.


A pior parte nisso tudo foi os sentimentos do atual ruivo que foram esmagados e dilacerados. Sua paixão unilateral estava ferida e agora escondida de todos.  Ele não podia mais lidar com o futuro de Wong Yukhei e o que sua família planejou a vida toda para ele. Por isso, agora Lee Chittaphon era apenas o secretário. E nada mais que isso. 


Wong Taemin tinha razão, tudo aquilo e todas as ameaças eram apenas provas da realidade. E o tailandês acordaria para elas. "Isso não é um sonho e Wong Yukhei não é pro seu bico. Coloque-se no seu lugar, Lee Chittaphon. Ele não é nada pra' você além de chefe"




[...]




-Você já está de pé? - Chittaphon pergunta ao entrar na cozinha às cinco e cinquenta da manhã daquele sábado.


-Sim, eu não dormi preocupado com meu irmão chorando no quarto ao lado do meu. - Renjun responde ao deixar uma xícara de café preto na mesa. - Acho que tem um gatinho triste nesta casa… - o mais novo fala sorrindo pequeno e se aproxima do tailandês que abaixa a cabeça segurando as lágrimas - Quer me contar o que houve?


-Já se sentiu um nada pra' alguém que é tão incrível e superior que não consegue se ver caminhando ao lado dela pois percebe que nunca vai ser o suficiente para nenhum plano dessa pessoa?


-Não! -o menor fala e o mais velho o encara com as lágrimas acumuladas nos cantinhos dos olhos pequenos.- Eu não sou insuficiente. Eu sou tudo que qualquer um precisa. O que basta é ela me aceitar como eu sou, independente de como seja os planos dela. Você é mais que suficiente, e o Yukhei te acha incrível, e quer você nos planos dele, mas eu acho que quem não vê isso é você…


-Eu não disse que era o Yukhei…-o mais velho suspirou


-Não precisava né? Ta estampado na sua cara que você ta' intimidado pelo status dele, e agora quer pular fora como a Cinderela que sai correndo antes do beijo pois bateu meia noite no relógio.



-Eu nunca vou ser aceito pela família dele, Renjun. Nem amigo e nada. - Ten dizia ao sentar a mesa.


-Você não tem que ser aceito pela família, é pelo Yukhei.


-Eu não acho que ele aceitaria… - o tailandês suspira deixando uma lágrima cair, e logo seca com a manga do moletom - Mas isso não importa, eu não vou atrapalhar mais os planos perfeitos que ele segue, continuarei como empregado dele. E apenas isso.. -sorri triste -…Vou tentar dormir de novo. Se o Taeyong aparecer ou ligar, diz que eu quero ficar sozinho. - se levanta e vai para o seu quarto.



Renjun suspira e bebe um pouco de café. - Ah Chittaphon, se você olhasse direito iria perceber que Wong Yukhei mudaria até de país só para estar do seu lado… - ri baixinho - Só você que não percebe que não tem plano que mude o destino de duas almas…




[...]




Na manhã da segunda feira, Lee Chittaphon demonstrava um rosto completamente desanimado, entretanto estava seguro de todas as suas decisões em relação a seu local de trabalho. 


Naquele dia, o Wong estaria ali apenas no turno vespertino. Uma reunião de emergência em outra empresa adiou aquilo que Chittaphon não desejava que viesse a acontecer tão cedo. Um encontro entre eles. O máximo que o tailandês pudesse, evitaria o mais alto.



Porém, tinha um ser que ele não poderia fugir mais. Taeyong. O Lee parecia um pinscher rosa batendo o pé na recepção de braços cruzados e uma expressão raivosa. 


-Explica. Só me diz por que razão você fugiu daquela festa e me deixou sozinho sem nenhuma notícia. Me ignorou e fingiu que morreu só pra não falar comigo? - Taeyong falava batendo a mão na mesa do tailandês, esse que por sua vez apenas o olhava com desdém. - Responde, Ten Lee Chittaphon!!!


-Você não tava sozinho… -o Lee diz voltando sua atenção para o computador da empresa- Estava muito feliz com o tal Jaehyun.


-Essa parte não vem ao caso, você me ignorou. E eu queria saber de você. O Yukhei vai casar, você não tinha me contado que era festa de noivado! -o rosado dizia gesticulando com os braços e de maneira rápida sem pausas.


-Eu não sabia que era uma festa de noivado… - o Lee fala baixinho


-Você…


-Eu não sabia que Wong Yukhei era noivo.. - Ten afirma a sentença e Taeyong se assusta com o tom de indiferença do Lee.


-Chittaphon, eu.. Você está bem com isso?


-Sim, eu estou.


-Não minta pra' mim..


-Eu estou bem, Lee Taeyong. -o Tailandês diz sério - Agora me deixe trabalhar..




[...]




Fazia duas semanas que Chittaphon fugia de Yukhei. E quando se diz a palavra "fugir" é no sentido de correr pra não manter nenhum diálogo, ignorar mensagens, ligações e mandar Lee Taeyong entregar os relatórios diários para o Wong. Claro que o tailandês não vai conseguir manter isso por muitos dias. Alguma hora, eles terão que ter algum tipo de contato, afinal o Lee ainda é o secretário de Wong Yukhei. No entanto, Ten Lee tem a mentalidade de uma criança birrenta na pré adolescência, e por isso ele apenas vai se pôr encarar o moreno quando for inevitável e assim ele precisar usar de sua maturidade para ficar de cara com a causa da sua fragilidade mental.



O Lee pensava em dez maneiras novas de fugir do Wong enquanto colocava café numa xícara. Estava preocupado pois suas artimanhas para fugir de qualquer interrogatório do moreno ficava cada vez mais complicado pois parecia que ele vivia o caçando quando não estava ocupado.


Quando o Lee decidiu que apenas seria funcionário do Wong. Ele iria seguir em frente sendo indiferente, mas ele não conseguia nem pensar na possibilidade de manter um diálogo de trabalho que já lhe dava uma imensa vontade de chorar e se demitir.


O Lee suspirou ao terminar seu break do dia, servindo sua caneca com chá para enfim voltar para o serviço. Mas ao virar na direção da recepção, Wong Yukhei entrou na sala. 



-Vamos conversar, Chittaphon! - o Wong disse cruzando os braços. O mais alto parecia irritado, talvez cansado de todo esse jogo de gato e rato. Ten assustou-se por um momento mas logo se pôs firme.


-Me perdoe, Sr. Wong. Mas não temos nada para dialogar, se me permite voltarei para o meu trabalho.  - disse andando na direção da porta, mas foi parado pelas mãos do maior em seus ombros. O Lee estremeceu de leve mas se recompôs e encarou o mais alto.


-Pare com essa formalidade, somos amigos. Por favor, o que está acontecendo? - Yukhei dizia baixinho olhando para as orbes escuras do menor.


-Não somos amigos, Sr.Wong, eu sou seu secretário. E apenas isso, por favor respeite meu local de trabalho e meu espaço pessoal. - o Lee retirou as mãos do maior de si e se afastou. - Se não for muito incomodo, eu gostaria de passar.


Era notável que Chittaphon não queria tratar o Wong daquela maneira, porém dada as circunstancias, esse seria o modo menos prejudicial para o seu pequeno coração.


-Chittaphon, por que está agindo assim? Está com raiva de mim? Eu disse algo que o magoou? Me responda, faz duas semanas que não responde minhas mensagens, está fugindo de mim. - o maior diz passando as grandes mãos pelos fios escuros de seus cabelos- O que eu fiz? Me desculpe… Está chateado por que não falei sobre o noivado? Eu não..



-O Senhor não me deve nenhuma explicação sobre sua vida pessoal, eu sou apenas seu funcionário e eu não tenho nenhum atributo que venha a somar nos planos perfeitos de sua vida. - o Lee diz de maneira séria - Eu não dou a mínima se o senhor vai ou não casar com alguém mesquinho e de classe como sua família. Um oportunista como eu, jamais chegarei aos seus gloriosos pés… 



-Eu não penso isso de você! - o Wong diz fechando a expressão - Você é meu amigo, sempre tive uma imensa admiração por você! Mas parece que não tem reciprocidade nessa amizade.


-Eu sempre fui verdadeiro quanto ao que penso de você, Yukhei! Quando decidi ser seu amigo, eu sabia de nossas notáveis diferenças, eu ignorei isso pois gostei de você. Mas isso não é suficiente, eu sou um cara de classe baixa, não sou filho de um CEO ou muito menos tenho um nome de privilégio. Nunca seria aceito. Eu não sirvo para o seu mundo. Seus planos, eu não faço parte dessa vida de luxo e dinheiro. Eu sou Lee Chittaphon, um cara simples que compra roupas na promoção, e não ternos de cinco mil dólares para uma festa. - o Lee fala deixando algumas lágrimas acumuladas rolarem por seu rosto - Eu não sei lidar com isso, Yukhei. É muito complexo, estou dividido entre atrapalhar sua vida perfeita e ser seu amigo ou simplesmente ignorar você e toda essa merda de planos que você tem, afundando nossa amizade com todos os sentimentos que eu tenho por você. Eu não posso ser seu amigo, Wong Yukhei. 



-É claro que pode, Lee Chittaphon! - o Wong diz deixando algumas lágrimas cairem - Eu não me importo de onde você vem, o que você tem no bolso, se é ou não rico, eu só quero você ao meu lado..


-Você tem o Jungwoo agora…



-Ele não é você! - Yukhei diz de maneira séria



-Isso não importa,você tem um noivo. Cuide dele, e esqueça de mim. Nada do que houve entre nós merece ser levado a sério.


-Ah okay, você quer que eu simplesmente pare de falar só por que você não tem um mar de  dinheiro? Isso importa tanto pra' você? Aparência? Eu não me importo com isso, eu gosto de você, não do que você tem no bolso.


-É exatamente isso!


-Não posso fazer isso… Você não pode simplesmente jogar tudo para o alto por coisas que você simplesmente tirou da cabeça - o mais alto falava o encarando.


-Eu não tirei da cabeça, são realidades divergentes...


 - Eu achava que… que você sentia algo por mim, eu achei que...


-Pensou errado, Sr. Wong. - o Lee falou limpando o rosto - Não aconteceu nada, e nunca vai acontecer absolutamente nada entre nós. Por favor tenha respeito por nossa relação profissional. Esse será o único laço que teremos após essa conversa…





[...] 




Chittaphon se encontrava aéreo.



Dois meses após o Lee ter afastado Yukhei. Tudo em sua vida desandou. Se antes já era uma maré de azar, agora parecia um tsunami de problemas. Um deles era o seu desempenho na empresa, claro que estar longe e ter cortado laços com o Wong acabou por prejudicar a harmonia de trabalho. 


Eles não se falavam, apenas recados importantes eram deixados em bilhetes adesivos para que não precisassem estar de frente um para o outro. Isso era frustrante, pois ambos desejavam estar próximos. 


O Lee sentia uma saudade absurda do mais alto, de seu sorriso, o som da gargalhada, as piadas sem graça, os flertes gratuitos, dos momentos que tiveram juntos. Todos os dias o tailandês revia as lembranças gravadas em fotos em seu telefone. Momentos onde sorriam e mostravam uma amizade intensa, mas que agora teve um fim. Obviamente que Chittaphon se arrependeu, no entanto foi uma escolha. De acordo com as notícias que recebeu, a  Família Wong está um sucesso e os planos deles estão nos conformes. E Yukhei segue firme, sem o Lee. 


Chittaphon concordava um pouco com Renjun quando ouvia ele dizer que o motivo de ele chorar tanto por uma amizade era que no fundo os sentimentos que eles tinham não era de amizade e sim de paixão. Claramente que o Lee não acreditava que o Wong pudesse ter algum sentimento por ele sendo que o moreno é noivo de Kim Jungwoo. Entretanto, ele já admitia para si mesmo que talvez, só talvez, ele fosse um pouquinho assim quase muito apaixonado por Wong Yukhei. 


Mas apesar de aceitar os proprios sentimentos, o tailandês jamais daria o braço a torcer. As palavras do pai de Yukhei estavam sempre rondando seus pensamentos quando ele cogitava mandar uma mensagem para o mais alto e pedir desculpas por tudo. Então ele desistia e a vida seguia. 



[...]



Lee Taeyong sentia a situação ficar a cada dia mais insuportável. Ele não conseguia convencer o tailandês que essa decisão era uma porcaria e que estava afetando todo mundo. Chittaphon parecia não enxergar nada além da sua própria casinha desabando. Mas o rosado conseguia ver tudo, os dois lados, e acredite, Wong Yukhei não estava bem com isso. Ambos se amavam, só disfarçavam com capas de amizade, de inseguranças, de mundos diferentes, classe social… nada disso importava.


-Um beijo por seus pensamentos… - Jaehyun fala baixinho para o rosado que deixou um sorriso leve nos lábios se formar em seu rosto. E se virou para abraçar o corpo do maior.


-Não era nada, meu amor… - sorri pequeno e deixa um beijo suave no rosto do outro.


-Okay. - ri baixinho e devolve o carinho - Não se preocupe tanto com Chittaphon, ele é um adulto e sabe o que faz…


-Seria tudo mais fácil se ele não criasse paranóia na cabeça…


-Tudo acontece com um propósito, se eles não estão juntos tem alguma razão. Algo ainda precisa ser colocado nos trilhos, fatos expostos na mesa. - o mais alto fala sorrindo mas logo sente o celular no bolso vibrar anunciando uma ligação. Ele retira o celular do bolso e atende a chamada - Alô? Oh, boa tarde, sim ele está comigo. Vou passar para ele. -o mais novo oferece o celular para o rosado que o olhar desconfiado mas atende a quem o chamava.



-Olá… - o Lee diz calmo - Sim, sou eu. Ah sim conheço você sim. - o rosado diz enquanto morde os dedos denunciando que estava nervoso com a simples ligação. - O endereço dele? Posso sim, já que é tão urgente…




[...]



Era a folga de Lee Chittaphon, e especialmente hoje. Ele estava com sua famosa TPM masculina. Havia comprado variados tipos de doces e salgados para comer enquanto assistia um filme romantico e chora pensando na possibilidade de um dia talvez conseguir ser feliz como a mocinha desastrada e fofa. Típica protagonista de um clichê.


Aquele fim de tarde estava sendo perfeito para o Lee. Renjun havia saído, não tinha trabalho para se preocupar, e seu cérebro parecia ter decidido funcionar dando uma chance pro coração do tailandês se acalmar pelo tanto de choro que ele fez o Lee produzir. Claro que tudo isso aconteceu por culpa de Wong Yukhei. Aquele que não sai dos pensamentos do arrependido mas cabeça dura, Lee Chittaphon.


No meio do segundo filme, Chittaphon já havia comido uma panela de brigadeiro. E um pacote de batatinhas e chorado litros emocionado com a declaração dos casais apaixonados. No terceiro filme, ele já estava mais calmo e o final parecia que seria incrível. Mas ele não conseguiu assistir. Pois alguém apareceu em sua residencia tocando a campainha. Após arrumar um pouco os fios ruivos e limpar as mãos. Finalmente ele resolveu atender. Mas ao que o fêz, o Lee deu um passo pra' trás sentindo-se confuso ao ver tal pessoa em sua porta.


-Kim Jungwoo?



-Precisamos conversar, Lee Chittaphon!




Notas Finais


Estamos na reta final da fanfic. :)


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