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História Souls always together, destined - Romance - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Olá! Como vão?
Cada um pode reagir do jeito que quiser neste capítulo, mas no fundo do profundo desejo do meu coração é que vocês gostes dele.
Obrigada e Boa leitura 💌📚

Capítulo 11 - Cap10- Aparição na hora certa


Fanfic / Fanfiction Souls always together, destined - Romance - Capítulo 11 - Cap10- Aparição na hora certa

Passaram-se três dias após o ocorrido na festa ( Cap 8/9 ). Nestes quatro dias tudo correu bem. A festa foi na terça, após a aula então restara apenas três dias para chegar o final de semana. Na Quarta-feira tudo ocorreu normalmente tranquilo, a Elen e eu convivemos normalmente o Ben na mesma, eles perguntaram sobre o que aconteceu depois da festa e eu disse, não toda a verdade, que Thomas apenas havia me dado a carona, como amigos e ela reagiram normal. Ainda na quarta-feira eu vi Thomas, sim ele me observou discretamente e eu não posso dizer não que fiz o mesmo porque eu fiz, apesar de eu não querer é inevitável; nós não trocamos palavras só olhares que eu tenho quase certeza de que tenham um significado. Na quinta-feira: Elen e eu continuamos com nossa amizade normal conversando sobre assuntos aleatórios, Ben e Thomas juntamente com nós conversaram também; eu e Thomas conversamos com nossos amigos juntos e a troca de olhares de nós dois ainda permanecia. 

Eu não sei explicar minhas emoções. Antes de conhecer está nova vida e Thomas eu era a menina que ninguém observava no sentido de ter outros interesses que não sejam diplomáticos. Eu sou uma adolescente normal eu acho, eu só nunca senti algo por alguém antes e com o Thomas é completamente inevitável eu não olhar ele e corar e saber também que meus olhos brilham. Como disse é inevitável essa troca de olhares. Eu acho que eu sinto algo por ele e eu não consigo acreditar que sim. Meu coração acelera toda vez que o vejo e eu coro, não adianta eu não pensar em querer esquecer o garoto eu inevitavelmente vou lembrar dele e lembrando dele eu sinto que tem sim alguma coisa em nós. Eu não acredito. Eu nunca achei que fosse admitir a mim mesma algo deste tipo mas eu acho que eu estou gostando dele. Meu Deus Emma! E se ele não gostar de mim e essa voz que diz for só a minha mente ingênua falando coisas que acontecem na ficção. Será que só acontecem na ficção mesmo? Eu não sei e como eu queria que chegasse alguém e dissese para mim ficar tranquila. E se o que eu sentir não for recíproco? Será que ele olha do menso jeito que olha para mim para as outras? EU NÃO SEI! Eu quero saber. Mas vou deixar o destino me mostrar, vou deixar o vento levar e me guiar na direção certa. Vou me deixar levar. 

Enfim, na sexta-feira. Tudo ocorreu igual quinta-feira, francamente foi até meio sem graça mas ainda bem que eu tinha a biblioteca. Os estudos estavam bons durante o decorrer da semana. Minha tia estava trabalhando muito e não teve muito tempo para mim. Eu sei que eu não disse nada das minha emoções a ninguém, mas eu não quero dizer eu sinto que quero guarda-las para mim.  

Sábado de manhã, 8:00hrs

Acordei com o som dos pássarinhos cantando e com os raios brilhantes e acolhedores de sol que ultrapassavam a minha janela. Me espreguiçei, não estava tão cansada, e levantei. Antes de estender a cama eu abir a janela para sentir o sopro do ar em meu rosto. Estava tão bom, o tempo estava agradável mas friozinho. Parei de ponderar e fui estender minha cama e fazer minha higiene. Fui a sala para tomar o meu café e me deparei com minha tia já com a mesa pronta. 

Ciri- Bom dia flor do dia! Ainda de pijama como eu. Bom, tome seu café da manhã e vamos conversar.

Emma- Bom dia - eu disse alongando as palavras oralmente - Ovos mechidos e café com leite, eu gosto muito de comer isso. 

Ciri- Que bom que acertei. 

Emma- Tomando chá de Detox tia? 

Ela nunca foi assim, realmente ela está diferente. Acho que tem mágica em alguns por aí. 

Ciri- Anh, E-Eu estou me sentindo com rugas, sabe?  Devo me cuidar, tenho trinta e oito anos mas não quero ter rugas mais a frente.

Emma- Aham, eu entendi. Qual é o nome dele?

Ciri- Emma! Não existe ele

Ela deu um sorriso disfarçado que ela dava quando mentia. Eu ri e ela não consegui segurar a risada envergonhada. É eu conheço minha tia muito bem.

Ciri- Klaus, ele é o secretário dos advogados da empresa que trabalho. Não diga nada. 

Emma- Klaus, como o Santa Klaus… - eu pesquisei para ela e ri e ela revirou os olhos mas com um sorriso no rosto. 

Tomamos nosso café e mudamos de assunto. 

Emma- Tem planos para hoje? 

Ciri- Eu juro, o pior é que eu tenho mesmo! 

Emma- Planos para sábado! Desde quando? Ah sim desde o Santa Klaus… 

Ciri- Emma Green Clark - ela arregalou os olhos e riu -

Emma- Tudo bem, não digo mais nada mas aproveite. E eu também tenho mas é comigo mesma

Ciri- Tudo bem, tudo bem. É que me chamram para um reunião no trabalho e o que eu acho que seja é que ela fassam uma viagem com alguns da equipe, sabe? 

Emma- Ok. Já vou avisando para não se preocupar comigo porque eu sei me virar.

Ciri- Eu sei disso, adulta.

Nós rimos e assistimos ao jornal e vimos um pouco de televisão. Já eram 10:00 e logo ela foi se arrumar para o trabalho e eu fui ao meu quarto fazer algumas coisas de minha lista de afazeres de sábado. Minha programação de hoje era sair de casa e almoçar na rua lendo meu livro e organizando meu planer. E depois ir na biblioteca devolver meu livro e dar uma volta nos parques ao redor de casa e voltar ao conforto de meu apartamento.

 Fui me arrumar e o meu traje de hoje era : Um suéter rosa bebê bem macio, uma calça jeans um tênis all star branco com estrelinhas na cor rose e um casaco de frio na cor bege, ele era comprido e bem quentinho. Peguei minha mochila e meus pertences e sai de casa. 

Havia pensado em ir no restaurante As quatro estações que ficava bem perto do centro e da minha casa, ele era bem como o seu nome diz e não tinha muito movimento por ser pequenino, mas sua comida era ótima e tinha o desing bem apropriado para quem quer ficar em um canto sozinho. Ao chegar no restaurante eu sentei em uma mesa aí lado de fora, ela se localizava em sima de um dec que tinha uma visita agradável do centro e do parque da cidade. Eu comi e felizmente não pensei em nada a não ser na comida que estava excepcionalmente deliciosa. Comi com calma e quando percebi já era quase uma hora da tarde. Eu deveria entregar o livro na biblioteca mas se eu caminhar de vagar eu devo chegar lá antes das duas. E sim o horário era importante para mim não por eu ser pontual mas porque eu deveria fazer a janta já que talvez minha tia fosse viajar. Eu levantei e fui pagar o almoço, eu estava calma e devaneando. 

Ao caminho para a biblioteca de Londres eu fique pensando em livros e livros até que do nada me vem Thomas na cabeça. Eu pensei nele, nos seus olhos e provavelmente eu estava com um sorriso bobo neste momento. Eu fiquei um bom tempo devaneando sobre tantas coisas aleatórias até avistar a biblioteca de longe. Eu estava a frente de algumas loginhas e a biblioteca estava na mesma rua a umas quase dez loginhas a trás. Tinha um beco em cada lado das loginhas que era aonde ficava os lixos eu acho.

 Eu estava super ansiosa para chegar a biblioteca mas de repente eu sinto alguém encostar em meu braço. Eu me assusto e viro para trás rapidamente. 

Era Matty. Eu me esquivei de sua mão e olhei para ele 

Matty- Emma, Olá.

Eu só acenti com a cabeça e não falei nada e realmente não deu tempo pois ele me puxou pelo braço para um dos becos de uma das lojinhas. Não deu tempo de me esquivar dele e nem de gritar por ele foi rápido muito rápido e ágil em me segurar pelo braço com tanta força. O medo tomou conta de mim. 

Matty- Não grite eu não quero lhe fazer mal só quero conversar.

Emma- Se for só conversar não precisa me precionar na parede e nem me puxar como fez.

Matty- Tudo bem, então.

Eu havia pensado em correr quando ele parasse de me precionar na parede mas ele ficou ao meu lado encostado na parede de frente para minha lateral só que bloqueando a saida para a rua e eu não podia correr. A não ser que eu corra pelo outro lado que dá acesso a outros becos mas tenho medo que ele me segure e se embrabeça.  Vou tentar distrai-lo com palavras para ver se eu consigo fugir. Analisei o local e eu pensei nisso em uma fração de segundos. Tinha garrafas de vidro a saída oposta, eu poderia usar para me defender caso ele ficasse agressivo. 

Emma- Ok. O que você quer né dizer, Matty?

Matty- É que eu acho você interessante, sabe? A aluna nova… E você o que acha de mim? 

Emma- Alguém com quem nunca quero ter contato.

Meu Deus, esse é o problema de ser uma pessoa direita você fala o que vem na cabeça. Que droga, Emma.

Matty- Pode repetir, Emma?!?!

Engoli seco e me tomei de coragem para correr. E corri, corri rápido mas ele acabou fazendo-me tropessar  e cair em cimas das garrafas, cortei minha mão e um pouco do meu joelho mas não exitei em correr. Eu estava chorando e em desespero.  Atrás das lojas tinha um corredor em céu aberto que ligava os becos entre sim mas não era visível pois tinha a mesma coisa na rua de trás então eu só corri reto até achar um beco com uma saída estratégica. Enquanto eu corria com todas as minha forças e ouvia os gritos de Matty atrás de mim eu avistei alguém que eu agradeci aos céus por estar ali naquele momento, era Thomas. Ele me olhou com afeto e preocupação e eu logo cheguei a sua frente. Eu o abracei profundamente mas rápido e pedi ajuda. Ele retribuiu o abraço caloroso e secou minhas lágrimas desesperadas com suas mãos fortes mas delicadas. Me senti segura e amada mesmo não sabendo se ele sentia isso por mim.

Narração por Thomas: 

Eu estava parado naquele beco para esperar Emma passar para chegar ao seu encontro para devolver a sua prisilha. Esse dia é o que eu tinha planejado para encontrá-la mas algo de inesperado occoreu. Eu vi a movimentação perto de mim e andei mais afundo no beco ao corredor de véu aberto para ver o que era e vi Emma correndo ela estava bem a gente daquele idiota, Matty. Ela me abraçou e eu retribui, foi um abraço bom muito bom, mas a situação era péssima. Ela estava desesperadamente chorando e eu passei delicadamente minha mãos em seu gentil rosto secando suas lágrimas e então a coloquei em um lugar seguro atrás de mim e pedi para que ela não saísse e ela só acentiu com a cabeça. Meu coração quebrou ao vê-la teste e com medo daquele jeito, mas eu precisava defende-la e então corri em direção ao Matty que por acaso deve ter se tocado de que o "bicho iria pegar". Corri até ele e o alcancei e fez o mesmo que na outra fez

Thomas- Desgraçado! Nunca mais tu vai chegar perto dela. É uma ordem e não um pedido. 

Ele nem teve tempo de falar. Eu vi um pouco de medo nós olhos daquele idiota e dei três socos nele o fazendo correr com vontade. Me dirigi a Emma que estava sentada ao chão com a cara enfiada dia joelhos. Me ajoelhei e toquei seu ombro

Emma- O-Obrigada.

Ela começou a chorar e eu a abracei com carinho e amor, não sei se ela sentia o mesmo mas ela afundou sua cara no meu peito me abraçando e chorando. Creio que ela se sentiu bem durante este momento de ternura. Estávamos nós dois ali, só nos dois. O momento não era o melhor mas a companhia de agora era. 

Emma- Eu quero sair daqui, podemos?

Thomas- Quer ir para a sua casa? Eu te levo lá

Eu não quero deixá-la sozinha mas tive de perguntar. Não teve tempo dela responder pois o seu telefone tocou. Era sua tia.

Narração por Emma:

Minha tia estava me ligando e eu atendi mas sinalizei para Thomas não falar nada.

Na ligação: 

Ciri- Querida, tudo bem?

Emma- Sim, tudo bem.

Ciri- Eu vou viajar agora e não queria que você ficasse em casa sozinha, você tem alguma amiga para dormim na casa?

-Eu olhei para Thomas como em se em sua pessoa eu pudesse encontrar respostas para tudo. Ele falou em mímica que era para mim dizer que eu tinha uma amiga aonde dormir. -

Emma- Tudo certo tia, eu tenho aonde dormir. Te amo e boa viagem.

Ciri- Se cuida, Emma. Eu te amo. Tchau

Desligei o celular e Thomas puxou minha mão, a que estava sangrando.

Thomas- Você não disse que estava machucada. Temos que cuidar destes cortes, Clark. Podemos ir para a minha casa você pode ficar lá no quarto de ospedes. O que acha? 

Eu ia ficar na casa dele, eu não acredito. Eu ia dormir não sei por quanto tempo na casa do menino que eu sentia algo, que rolava alguma coisa. Era minha única opção a não ser Elen, mas ela não poderia saber disse eu não quero contar a ela ainda. 

Emma- Seus pais não vão acahe estran…

Thomas- Não, eles estão viajando por uma semana está tudo bem.

Emma- Ok, podemos ir? 

Ele concordou e caminhamos até o carro. No fim não devolvi o livro e eu passei por um dia orrivel, tirando Thomas. Eu estava com muito medo, eu estava muito assustada. E ainda ia dormir na casa de Thomas. Algo bom talvez, só que esse caminho só aconteceu por causa de algo ruim. O que acontecerá logo depois? Pelo menos estou com Thomas, até então meu porto seguro. Acho que ele sente o mesmo, não é orgulho meu pensar assim, eu só sinto isso quando ele olha para mim.

 Thomas, o garoto de olhos azuis de algodão doce que mecheu com minha pessoa pode estar sentindo o mesmo por mim. É surreal a vida. O que as horas e os minutos, segundos revelarão sobre o meu futuro. O vento a favor soprou mais uma vez perante minha vida. 


Notas Finais


E aí? O que acharam??
Tem mais amanhã (provavelmente)
💌


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