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História Soulz - Livro um: Aos Pés Da Escuridão - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu estou postando esta história como um projeto, dito isso, aceito qualquer tipo de críticas que queira deixar. Aproveite a história

Capítulo 1 - Capítulo 0 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Soulz - Livro um: Aos Pés Da Escuridão - Capítulo 1 - Capítulo 0 - Prólogo

O sol ja se pusera naquela hora da noite, entretanto um brilho incandescente iluminava aquela vila, a qual era coberta por aquele cobertor laranja e quente. O som do estalar das chamas e do desespero do povo que ali vivia era ignorado pela imensidão daquela floresta. Ninguém iria vir socorre-los daquela desgraça, e então eles fugiram, sendo sempre puxados devolta para as chamas, sofrendo enquanto sua pele derretia e sua carne queimava, crianças e mulheres tiverama misericórdia de morrer mais rapidamente, enterrados nos escombros do que um dia foram seus lares, mas havia esperança no coração daquela mãe corajosa que corria com seu amado filho nos braços na tentativa de chagar a floresta e fugir, mas infelizmente aquela coisa a viu, e não deixou que fugisse, puxando tal. Essa mãe teve o tempo de jogar sua amada criança numa moita, gritando e chorando agora ciente que nunca mais varia seu bebê outra vez, que por si chorou, chorou pela noite toda enquanto aquilo parecia o ignorar e o fogo parecia sumira criança entretanto não cassou suas lagrimas e em algumas horas um grupo de viajantes por ali passava, ouvindo um choro e se deparando com uma vila reduzida a cinzas bem a sua frente, eles foram atraídos pelo som de choro, logo encontrando a criança  não levando muito tempo pra ligar os pontos e chegar a conclusão que tal era a única sobrevivente daquilo que um dia fora uma vila.






Dezoito anos se passaram desde este incidente trágico






Me explica o por quê de eu não poder deixar a cidade? Eu ja tenho dezoito anos! - Dizia um jovem negro de cabelos negros e com as pontas mais alaranjadas, que discutia com seu pai o qual estava numa forja, trabalhando em uma espada numa casa na cidade de Marcratz, umas das cidades mais pacíficas e seguras de se viver no reino - Você sabe bem Alistair, la fora é perigoso demais até mesmo pra aventureiros treinados, sair seria suicídio - A calma na voz dele enquanto martelava a lâmina incandescente da espada era incrível, como se ja tivesse tido essa conversa várias vezes - E nois dois sabemos que você veio aqui porquê sua mãe negou sem dó alguma - Ele dava uma risada, e o tal Alistar apenas cruzava os braços, sabia bem que ele estava certo mas mesmo assim não iria admitir derrota - Se você me treinasse pra eu consegui lutar eu poderia sair, não é!? - o garoto praticamente gritava quando a ideia aparecia em sua mente, que saiu sem nem pensar duas vezes. - Oi? Te treinar? Garoto você mal sabe lutar! Quem dira brandir uma espada - O homem pegava a lamina em chamas e a botava na agua, olhando pro filho. - Sim! Eu posso aprender! - E pra surpresa do garoto o pai parava pra pensar, retirando a lâmina da aguaz quepor sinal estava em um otimo estado, pronta pra ser afiada - Muito bem, se quer tanto assim Treinar eu vou te treinar, okay? Mas não pense que vou pegar leve - Ele fazia questão de dar ênfase no "Treinar" apenas pra deixar claro que não seria nada mais além de treino - Valeu pai! Vou avisar a mãe antes de ir! - Dizia o garoto numa grande empolgação, saido da parte da forja da casa, indo falar com sua mãe, uma mulher bem energética e animada que limpava a mesa com um pano velho - Huh? Ja discutii com seu pai? Foi bem rapido dessa vez - ela falava com certo deboche e um leve tom brincalhão - Hahaha muito engraçado, ele aceitou me treinar sabia? - Alistair disse, exibindo um sorriso vitorioso para a mãe, que o olhou com uma clara expressão de "É mesmo?" Enquanto cruzava os braços -Mesmo? Quanto ouro você ofereceu pra ele? - Ela pergunta, e logo Alistair iria retrucar mas logo seu pai entrava no cômodo, o interrompendo -Ele não mentiu Aliza, realmente vou treinar ele - Ele dizia, pondo a mão sobre o ombro de Alistair - Eh? É sério!? Santo Deus isso é difícil de se acreditar - Ainda que dissesse isso ela sorria, claramente com orgulho de ver seu amado filho crescer - Sendo assim, não tenha dó dele, Julius - Dizia Aliza, voltando aos seus afazeres de limpeza enquanto Julius iria até sua Forja, chamando o filho pra que fosse com ele - Venha, ainda devo ter algumas espadas de madeira pra usarmos - Alistair o seguia, se indagando do por quê seu pai ter espadas de madeira guardadas, mas logo deixando isso de lado quando eles chegavam lá na forja, Logo Julius vasculhava pelos armarios e cantos, pegando uma espada feita de carvalho e a jogando pro filho, brandindo uma segunda feita do mesmo material - Hum...Vão servir, eu acho - Ele olha pro filho, segurando a espada de madeira a ele entregue, balançando de um lado para o outro para ver seu peso e se conseguia lidar com tal - Mas...onde vamos treinar? - Dito isso, Julius sorria, novamente chamando o filho mas dessa vez para os fundos da casa, onde teria um bonecos de pano e palha o qualJulius testava o corte de suas espadas - Bem aqui, está pronto? - Dizia ele, se posicionando a frente do filho, pronto pra investir ou defender um golpe - Sim! Lá vou eu! - Alistair erguia a espada, avançando num óbvio ataque vertical de cima para baixo, o qual foi facilmente percebido pelo seu pai, e em resposta ele abaixava a espada, se abaixando quando o filho chegou perto, acertando sua barriga com o o cabo da espada de madeira, que fez o garoto recuar e cair de bunda no chão, derrubando a espada e pondo a mão no local do golpe - O-Ow! Isso doeu... - Ele falava, juntamente com um grunhido de dor. - Se ficar reclamando com a dor, nunca vai conseguir me vencer...vai desistir? - Julius apoiava a espada de madeira no ombro, vendo seu filho se pôr de pée juntar a espada de madeira, preparando um golpe mais uma vez. - Eu não vou desistir! - E então ele avançava.








O sangue derramado daqueles que um dia amei...isso jamais acontecerá outra vez e por isso eu lhe amaldiçoo aqui e agora, sua praga inutil!






Notas Finais


Fim, Kabo por agora

Espero que tenha aproveitado a leitura, se é que alguém leu isso, Kakakal


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