História South Park is gay? - Seanson Bunny! - Capítulo 9


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Categorias South Park
Personagens Butters Stotch, Craig Tucker, Kenny McCormick, Phillip "Pip" Pirrup, Tweek Tweak
Tags Bunny, Butters, Cute, Drama, Friends, Kenny, Lemon, Love, Romance, Sad, Snow, Southpark, Tragedia, Viagem, Yaoi
Visualizações 39
Palavras 2.874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeee gente linda
olha a quem voltou? isso mesmo a doida do Bunny ahsuahsua
enfim gente eu já expliquei todo rolo da Comic então essa semana essa vai ser a minha ultima att da fic, e semana que vem eu ainda não sei como vão ser as coisas
então fiquem com esse capitulo que ta bem longo e tenham uma boa leitura!!!
Beijinhos Sz

Capítulo 9 - O começo de uma tempestade


 

Quando cheguei em casa consegui entrar de fininho e meus pais nem notaram nada, respirei fundo e agradeci internamente por isso.

Eu fui direto para o meu quarto, deixei meu material de canto e tomei um banho para poder relaxar antes do jantar, pois por mais que eu quisesse comer no quarto para poder esperar o Kenny com atenção eu não podia, então tive que ir jantar com os meus pais como sempre.

Então eu tomei meu banho, coloquei uma roupa confortável e desci para o jantar, me sentei a mesa e comecei a comer com os meus pais como de costume.

 

-Como foi a aula querido? – Minha mãe perguntou.

 

-Muito boa, tenho que fazer um trabalho, minha dupla é o Tweek e está tudo dando muito certo, acho que vamos ganhar a melhor nota – disse dando um sorriso.

 

-É mesmo Butters? Bom eu fico muito feliz, continue assim meu filho

 

Eu nem tive uma reação rápida o bastante. Era muito raro o meu pai simplesmente me elogiar, eu apenas sorri e balancei a cabeça num ato positivo.

 

-Obrigado pai! Pode deixar!

 

Por mais que não nos déssemos bem, eles ainda eram meus pais, era inevitável não me sentir feliz quando eles me elogiavam ou reconheciam algum feito meu.

Assim que o jantar terminou, eu ajudei a minha mãe tirar a mesa e peguei algumas coisas da cozinha sem que ela percebesse e levei para o meu quarto, nada de mais, só uns bolinhos, caixinhas de suco de uva, e salgadinhos.

Assim que voltei para meu quarto sorri, arrumando ele brevemente e colocando as coisas que tinha pegado em cima da mesa e trancando a porta. Eu estava violando umas dez regras dos meus pais no mínimo com isso, mas não deixava de me sentir feliz, ficava imaginando o que poderíamos conversar e se passaríamos muito tempo falando, estava transbordando de felicidade e ansiedade.

Caminhei então até a minha janela e me encostei na mesma, a abrindo e deixando a fria brisa entrar enquanto eu olhava a neve ir caindo e caindo...

Foi muito bom nos primeiros vinte minutos sabe? Era tranquilo e calmo, era como ver a neve dançando, em uma dança harmônica e calma.

Porem depois de uns quarenta minutos não era tudo tão harmônico e calmo, a neve caia com um pouco mais de força e o vento tinha aumentado um pouco, e eu sentia um aperto no peito, mas tentava não dar atenção, pois não era tão tarde assim...

Depois de uma hora a tempestade já estava começando, assim como um embrulho na minha barriga. A neve não parecia mais dançar, e sim cair de forma violenta e sem um real sentido, o vento estava forte demais e eu me sentia com muito frio...

Uma hora e meia havia se passado, não conseguia mais ver a rua, e tudo que meus olhos meio marejados eram capazes de alcançar era a neve que cobria absolutamente tudo. Respirei fundo e pensei em esperar mais, afinal não era tão tarde assim certo?

Duas hora e meia depois a neve já estava entrando pelo meu quarto, eu assim como a neve que caia lá fora me sentia agitado e confuso, então com muito pesar eu fechei a janela devagar, engolindo seco e olhando para baixo com um pesar em meu peito.

 

Enquanto me afastava da janela e caminhava até a minha cama não sabia ao certo o que sentir. Estava preocupado, pois alguma coisa poderia ter acontecido, e ao mesmo tempo estava triste e chateado. E se ele estava esse tempo todo apenas me zoando? E se aconteceu alguma coisa e ele esta mal? E se agora ele está rindo de mim junto com os caras? E se ele estiver em perigo?

Tanta coisa passava pela minha cabeça, que eu apenas me segurava em cima da cama para não acabar saindo pela tempestade de neve procurando por ele, ou acabar me entregando de vez, apagar as luzes e chorar até que apagasse.

Eu me encolhi em cima da cama e me enrolei com o meu cobertor, enquanto tentava me aquecer e não acabar surtando de uma vez, mas não podia evitar de a toda hora olhar o meu celular e ver as horas.

Já era onze e cinquenta e quatro.

Tinha desistido já, para mim era claro que ele não viria mais, e quando meu celular mostrou ser meia noite eu me levantei e caminhei até o interruptor para apagar as luzes, quando de repente escutei barulhos na janela e ergui o olhar olhando em sua direção no mesmo instante, sentindo uma euforia tomar conta de mim.

Ele veio, sim ele veio!

Era tudo que minha cabeça era capaz de pensar.

Eu então corri até a janela, a abrindo e sendo atingido pelo forte vento da tempestade do lado de fora, Kenny estava de cabeça baixa e não falava nada, eu apenas podia supor que ele estava morrendo de frio, então dei espaço para que ele entrasse.

 

-Deus! A tempestade está impossível, vamos entre, não quero que fique doente!

 

Eu disse enquanto dava espaço, ele se manteve em silencio e pulou para dentro do meu quarto, e eu fechei a janela o mais rápido possível, para evitar que mais neve entrasse no quarto.

 

-Desculpa a janela fechada, ficou tarde e eu achei que não viria mais e tals... – eu disse meio sem graça, ele se manteve em silencio – arg... enfim, tem bolinhos e salgadinho você quer? Eu posso colocar um filme ou uma serie pra vermos enquanto conversamos e...

 

Eu olhei melhor na direção dele. Kenny estava em absoluto silencio, e estava olhando para baixo, cobrindo o rosto ao máximo, ele não disse nada nem fez nada, apenas entrou no quarto e ficou quieto de cabeça baixa.

 

-Kenny? Está tudo bem??? – Eu perguntei enquanto me aproximava devagar, abaixando o rosto e vendo o dele de relance – Kenny??? O seu rosto!

 

De relance eu pode ver, ele estava com o lábio cortado e parecia estar com a bochecha inchada, ele engoliu seco assim que eu falei e caminhou para se manter longe, se sentando em minha cama e abaixando mais o rosto. As pernas dele não paravam e ele estava agitado.

 

-Não é nada Butters, só vamos ver os filmes ou sei lá – ele engoliu seco de novo – relaxa...

 

Ele tentou dar uma risada, mas a tentativa foi falha. Eu praticamente corri para me sentar ao lado dele, olhando de novo e conseguindo ver um olho roxo, eu travei e engoli seco.

 

-Nada? Qual é! Quem fez isso? O que aconteceu? – Eu perguntei me aproximando, ele tentou se levantar de novo na hora.

 

-Eu já disse que não foi nada! – Ele tentou se levantar e eu por impulso acabei segurando em seu braço, ele parou e respirou fundo.

 

-Certo então olhe para mim...

 

Silencio. Ele não me disse nada e se manteve parado, evitando contato e olhando fixamente para o chão.

 

-Kenny... – Eu dei um suspiro e apertei levemente seu braço – Por favor só.... Olha pra mim....

 

E aos poucos ele foi erguendo o olhar e olhando em minha direção, era um desastre. A bochecha inchada e vermelha, o lábio cortado e rachado por conta do frio, o olho roxo, e ainda tinha sangue no canto de sua boca, alguém tido socado a cara dele e não tinha sido só uma vez.

 

-Kenny o que você...

 

Eu tentei falar, mas então ele desviou o olhar de novo e fechou os olhos, apertando as mãos e tentando se segurar. Não durou muito, logo a primeira lagrima tinha escorrido de seus olhos, e depois várias outras, quando vi ele estava chorando sem parar, eu via que ele não queria chorar assim, ele continuava desviando o olhar enquanto as lagrimas caiam. Eu fiz o obvio naquela situação, me aproximei mais e o abracei fechando os meus olhos e o apertando o máximo que eu podia em meus braços, tentando demonstrar de algum jeito que ele não estava sozinho e que estava tudo bem, em poucos segundos ele correspondeu ao abraço, me abraçando como se eu fosse a única coisa no mundo, e enquanto estávamos tão perto um do outro eu podia sentir o quão acelerado eram os seus batimentos, e o quão frio ele estava, eu podia sentir tudo, e sentir tanto só fazia com que eu quisesse continuar ali o abraçando até que tudo isso sumisse.

 

-Você está bem agora, nada vai acontecer...

 

Acabei falando baixo enquanto levava uma das minhas mãos para seu capuz e o tirava, envolvendo meus dedos em seus cabelos dourados e tentava o acalmar.

 

-Eu sou um fraco... um covarde... eu me odeio tanto... – Ele falava enquanto continuava a chorar e apertava os olhos, como se tentasse de todas as formas dormir e apagar tudo que tinha acontecido - ... Eu sou tão fraco.... Droga...

 

-Ei... não diga isso de si mesmo...

 

Eu disse baixo, sentindo ele encaixar a cabeça na curava do meu pescoço. Eu estava praticamente de joelhos na cama enquanto ele estava sentado. Aos poucos eu podia sentir a respiração dele ir se acalmando e o choro ir diminuindo, eu dei um suspiro e olhei para baixo, na direção de seus cabelos.

 

-Consegue me contar o que aconteceu agora? Ou ainda não se sente pronto?

 

Silencio novamente.

Eu olhei em sua direção, e ele ergueu o rosto para poder olhar para mim, balançando a cabeça devagar e em um sinal positivo.

Nós nos ajeitamos na cama, ele tirou os sapatos e se sentou melhor, encostando-se na parede  e eu me sentei ao seu lado.

 

-O meu pai...

 

Ele falou e parou de novo, fechando os olhos e puxando o ar, eu peguei em sua mão e pude sentir a mesma tremer, ele olhou em minha direção e eu olhei de volta, apertando sua mão com força e balançando a cabeça positivamente enquanto o olhava.

Eu queria que ele soubesse que eu ainda estava ali.

 

-Eu cheguei em casa e comecei a me arrumar para vir para cá, minha mãe estava vendo TV junto com a minha irmã e meu irmão estava no quarto... – Ele respirou fundo de novo e olhou para baixo – .... Meu pai chegou bêbado quando eu estava saindo, ele fez um escândalo e eu nem sei o motivo, minha mãe chegou perto e ele bateu nela, e quando ia bater na minha irmã também eu entrei no meio e revidei...

 

Ele apertou a minha mão com força de volta e engoliu seco, ele ainda estava tremendo, e ainda tinha vontade de chorar, mas dava pra ver que ele se segurava o máximo para não o fazer.

 

-Ele me bateu, como se eu fosse uma criança, eu achei que dessa vez podia proteger elas, que podia revidar e ele pararia de machucar elas, de me machucar, de machucar todo mundo! – as lagrimas voltaram e ele fechou os olhos – Eu ainda sou um fraco! Não sou capaz de proteger elas nem ninguém! Eu sou o mesmo covarde ridículo e fraco de sempre, eu nunca serei capaz de as proteger!

 

Ele voltou a chorar eu o abracei de lado, mas com mais cuidado, afinal não sabia se ele tinha mais machucados pelo corpo.

 

-Kenny você só tem 17 anos... a culpa disso tudo não é sua, você fez de tudo pela sua mãe e sua irmã...

 

-O meu tudo não foi o suficiente... – ele respirou fundo e balançou a cabeça - ... Aquele desgraçado... ele as machuca e eu não sou capaz de proteger elas, eu deveria ser! Elas só têm a mim e ao meu irmão e ele não pode fazer nada! E o que eu faço? Levo uma surra e fujo como um covarde! Eu não presto pra nada!

 

Eu me ajoelhei novamente na cama, olhando na direção dele e pegando seu rosto com as mãos com cuidado, o erguendo e o olhando, ele ainda se mantinha chorando de olhos fechados.

 

-Kenny me escuta, você não é um covarde, você teve coragem de enfrentar ele, você protegeu elas porque quando ele foi pra cima delas você entrou na frente e aguentou tudo isso sozinho, você as protegeu, elas sabem que estão seguras com você, digo olha pra você, aguentou tudo isso – eu respirei fundo e pensei por um momento – você é como um super herói, um de verdade... você é incrível e forte e você as protege.

 

Ele abriu os olhos devagar e olhou na minha direção. Nos encaramos em silencio por um tempo, eu podia sentir que ele estava ficando mais calmo e isso me aliviava.

 

-O que eu faço? – Ele perguntou baixo, já sem forças. – Como faço pra proteger elas?

 

Eu não sabia como responder ao certo. Era obvio que a polícia dessa cidade não ajudava, se ajudasse Kenny não estaria nessa e ele não podia continuar aguentando tudo isso sozinho. Essa era uma terrível pergunta sem solução.

 

-Eu não sei, mas juro que vamos bolar um plano juntos e elas ficaram a salvo... – eu pensei por um momento – Bom hoje elas- ele me cortou

 

-Enquanto eu apanhava minha mãe pegou meus irmãos e caiu fora, eu não sei pra onde exatamente, mas ela está longe dele...por enquanto...

 

-Viu só! Você os salvou! Você é um super-herói, como quando brincávamos lembra?

 

Ele balançou a cabeça positivamente e deu um sorriso leve, eu dei um suspiro e um sorriso aliviado, soltando seu rosto e me inclinando, lhe dando um outro abraço, que o mesmo correspondeu rapidamente e ficando nessa por um momento.

 

-Agora tudo que você precisa é dar um jeito nesses machucados, comer alguma coisa e se proteger da tempestade lá fora aqui, okay? – Eu disse enquanto ainda o abraçava.

 

-Certo, okay... – Ele respondeu baixo novamente, dava pra notar o cansaço.

 

Nos mantivemos nesse abraço até eu o soltar devagar para poder fazer os curativos em seu rosto e seja lá mais onde ele precise. Eu caminhei de fininho até o banheiro, peguei a caixinha de primeiros socorros e a levei para o quarto, voltei, tranquei a porta e comecei com os curativos.

 

-Mais algum lugar além do rosto?

 

-Ele socou minhas costelas também, mas não quebrou, só está doendo um pouco.

 

Eu só conseguia pensar o quanto o pai do Kenny era um desgraçado que merecia tudo de ruim que o mundo tinha para oferecer.

 

-Ahh certo eu vou apenas limpar e passar pomado no seu rosto okay? – Eu disse já me sentando ao seu lado novamente – talvez arda um pouco...

 

-Tudo bem Butters, eu confio em você. – Ele disse simples, fechando os olhos e me deixando fazer os curativos.

 

Eu os fiz sem problemas e terminei até que bem rápido, e logo que terminei eu dei remédios pra dor para que ele tomasse e não ficasse sentindo tanta dor assim. Por sorte ele não tinha quebrado nada, nem sei como as coisas estariam agora se ele tivesse quebrado costelas ou o nariz.

 

-Pronto... melhor comer alguma coisa e descansar agora – eu disse colocando a caixa de primeiros socorros de lado – Tem bolinhos, e salgadinho...

 

Eu dei um sorriso leve, e ele olhou na minha direção sorrindo também, se levantou e pegou um bolinho, começando a comer.

Nem chegamos a conversar depois disso, ambos estávamos cansados e esgotados, então não demorou muito para deitarmos e irmos dormir, na esperança de poder resolver as coisas melhor a luz do dia.

 

-Boa noite Butters.

 

Ele falou baixo, ambos estávamos deitados um ao lado do outro olhando o teto.

 

-Boa noite Kenny.

 

Eu respondi, dando um suspiro e fechando os olhos, sentindo a mão do Kenny escorregar e pegar na minha, eu dei um sorriso leve e apertei a mão dele de volta.

 

-Obrigada por tudo.

 

Ele agradeceu, enquanto eu pegava no sono podia sentir que não tinha somente uma tempestade fora do meu quarto, mas outras aqui dentro.

A tempestade que era a conturbada vida do Kenny

E a tempestade dentro de mim.

Talvez dentro do quarto eu não estivesse tão protegido afinal, porem sabia que ao menos não estava no meio disso tudo sozinho. Ambos estávamos abrigados em meu quarto fugindo da terrível tempestade do lado de fora, enquanto enfrentávamos as nossas próprias aqui dentro, que pareciam ser até mais perigosas e piores. Enquanto pegava no sono eu era capaz de ouvir o vendo forte batendo contra minha janela, e podia imaginar como estava do lado de fora, como sempre fica quando temos nevascas assim. Tudo, absolutamente tudo coberto por neve, o chão escorregado que nos impedia de andar direito, as ruas interditadas. Eu conhecia tudo isso, eu conhecia o caos e os perigos de uma tempestade de neve, mas não conhecia os perigos e o caos de todas essas tempestades dentro de mim e dentro do meu quarto.

Eu já não sou capaz de dizer se me sentia seguro ou abrigado, na verdade era um sentimento misterioso e único, como quando se patina pela primeira vez em um lago com gelo fino. Era arriscado, mas era indescritivelmente único.

Me virei de lado e abri levemente meus olhos sonolentos, encarando brevemente a minha janela coberta de neve, e sendo abraçado pelo Kenny logo em seguida, dando um sorriso leve e fechando os olhos novamente.

A neve do lado de fora caia, e como caia, enquanto aqui dentro... era dado o início de um outro tipo de tempestade. 


Notas Finais


Gente.... é isso...
Então o que acharam? podemos chorar juntos? :')
Bom tudo que posso dizer é, preparem o coração de vcs pq como o capitulo mesmo disse esse é o começo de uma tempestade!
Mil beijos e vejo vocês nos coments!


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