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História Souvenir - Capítulo 1


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Notas do Autor


super duvidoso mas não gosto de jogar textinhos fora ):

Capítulo 1 - At a 100 degrees


Era só mais um dia cansativo e tudo em que Chanyeol podia pensar era em descontar todos os problemas no meio daquele sexo selvagem que ele costumava fazer com Yani, sua parceira no crime e na vida, desde que se conhece por gente. A italiana era a única filha verdadeira do homem que o acolheu em sua casa e que o tornou em quem ele era hoje em dia: mesmo que seu sucesso não fosse visto com bons olhos pela sociedade (ou pela polícia, principalmente).

Ele afrouxou o aperto da gravata em torno de seu pescoço enquanto andava em direção ao quarto de Yani, com a cabeça longe dali. Nem sequer cogitou em bater na porta antes de entrar, encontrando-a relaxada sobre a cama, como se o esperasse. Os cabelos ruivos desciam como cascatas por sobre os ombros e quase se perdiam dentro do roupão claro de seda que usava. Enquanto ele se aproximava pra segurar o rosto dela e beijar sua boca com certa sede, ouvia o chuveiro do quarto pingar à distância.  

Se apoiou na cama com uma das pernas entre as dela, a inclinando para trás enquanto segurava em seu pescoço pra acabar com todo o seu ar no meio daquele beijo indecoroso que só ele sabia dar. Quando se separaram, os lábios inchados dela estavam curvados em um sorriso, olhando pro rosto dele e divagando sobre o quão sortuda era por ter aquele homem por perto.  

"Eu realmente tava pensando em um banho…" Ele murmurou, com segundas intenções, descendo a mão do pescoço dela pra se infiltrar por dentro do roupão, encher o espaço entre os dedos com um dos seios fartos, o mamilo enrijecendo contra sua palma. 

Ela mordiscou o lábio e o afastou devagar, sorrindo. "Não sei de onde tirou essa ideia..."  

Ele estava confuso quando ela se levantou e caminhou até a porta do banheiro, pra abrir e dar espaço a uma figura completamente desconhecida. Um rapaz de cabelos brancos e nariz arrebitado, um corpo parecendo tão delicado quanto masculino por debaixo da seda.  

"O que é isso?" Ele chegou a estar nervoso quando perguntou, dando um passo pra trás.  

"Não seja insensível, Park Chanyeol! Ele tem um nome." Ela deu uma bronca, apoiando Baekhyun pelas costas e empurrando ele devagar até a cama, enquanto o garoto de programa dava passos cautelosos a frente. Chanyeol, um dos chefes daquele máfia italiana que gostavam de chamar de família, era capaz de amedrontar qualquer um que tivesse o mínimo de zelo pela própria vida. "Esse é Baekhyun e ele tá aqui só pra gente." Ela não titubeou ao continuar: "E se você não quiser, ele vai estar aqui só pra mim."

Chanyeol precisou de um tempo ali, parado e embasbacado, encarando as duas figuras belas do outro lado do quarto, querendo entender e se acostumar com aquela ideia.  

Eles não deram a ele o tempo que precisava. Yani não estava disposta a isso. Ela pediu pra que Baekhyun se deitasse e ele o fez, mesmo que meio calado, como se parecesse inseguro mesmo fazendo muito daquilo e mesmo sendo absolutamente lindo.  

Yani não era boba, viu como os olhos de Chanyeol acompanharam tudo que faziam, como estiveram atentos à seda deslizando sutilmente por entre as pernas de Baekhyun, expondo aquelas coxas que a mulher ao mesmo tempo que tinha inveja tinha vontade de beijar.  

Ela mesma desfez do nó de seu roupão e em poucos segundos estava nua, sem qualquer problema em estar completamente exposta pros dois homens. Chanyeol não se mexeu, esfregou a língua entre os lábios quando ela subiu na cama e engatinhou até estar em cima de Baekhyun. Ele pareceu hipnotizado pelos olhos dela quando, tão sensual, pousou as mãos delicadas sobre seu rosto e juntou sua boca na dele. Ela apertou as coxas em torno dos quadris dele, quase que completamente descobertos com o movimento do tecido que o cobria.  

Chanyeol era liberal, o relacionamento deles era aberto e não era segredo algum que os dois se divertiam muito mesmo quando não estavam juntos, mas nunca chegaram a testemunhar os casinhos um do outro. Chanyeol nunca sequer pensou que gostaria de ver a mulher que amava com outro homem, mas ali se encontrava hipnotizado. Não sabia nem que só assistir era algo que o deixasse animado, mas não podia ignorar a ereção se formando debaixo das calças só por ver aqueles dois se beijando.  

Baekhyun arqueou as coisas e gemeu doce quando ela se esfregou nele, descendo a boca pro pescoço e levando o olhar até Chanyeol, que sorriu em sua direção e, sentindo muito calor, arrancou a camisa que vestia enquanto ela deixava uma marca na pele clara do garoto.  

Só então Chanyeol chegou perto, sem hesitar. Não precisou interferir entre os dois, até porque gostava do que estava vendo, mas Yani o conhecia o suficiente pra deixar Baekhyun pra trás no meio de um suspirar e se levantar pra deixar Chanyeol agarrar ela e esfregar a ereção debaixo de sua barriga nua.  

Ele segurou seu queixo com mais força que o comum enquanto a beijava, sem conseguir resistir à vontade de descer a outra mão pelo seu corpo até deixar um tapa na bunda dela. Ela gemeu entre o beijo, deixando ele ainda mais excitado quando, há poucos segundos de se separar em busca de ar, sentiu uma mão pequena subir pelo seu abdômen e, como reflexo, deixou a boca de Yani pra trás e agarrou o pulso pálido de Baekhyun. Ele choramingou e Chanyeol olhou pra ele, na defensiva. Só não esperava gostar tanto do que via: daquele garoto de curvas delineadas, com as pernas e a ereção escapando por entre o roupão, o rosto contorcido numa dor inofensiva e a boca entreaberta. Ele não entendeu de cara o que queria ou por que o pau contorceu dentro da cueca, com os dedos pressionando com força o contorno da cintura de Yani, que soltou uma risada gostosa e satisfeita.  

Ela se aproximou pra deixar um beijo debaixo da orelha de Chanyeol e sussurrar, como um pedido e também uma ordem:  "Beija ele, Yeol."  

Ele não pôde fazer diferente de soltar ela, soltar o pulso dele e, devagar, se inclinar sobre a cama, sobre o corpo de Baekhyun. Ele o olhava nos olhos, parecendo tão submisso e rendido. Num quarto com aqueles dois, acostumados a mandar em tudo, ele não podia estar diferente. Chanyeol quis rir com isso, e com a reação exagerada que ele teve quando agarrou sua cintura. 

Chanyeol não estava acostumado em tocar corpos masculinos, nunca sequer tentou fazer algo a mais que os pequenos jogos que a maioria dos garotos fazem juntos quando estão se descobrindo. Não parecia certo tocá-lo como tocava Yani, mas também não parecia certo beijá-lo sem ao mesmo tempo dedilhar seu corpo inteiro.  

Aprendeu o que ele gostava no mesmo momento em que juntou sua boca à dele, esfregando os dedos em sua cintura e subindo pelo abdômen, até alcançar os mamilos. Foi então que abriu a boca pra juntar sua língua com a dele e, nesse intervalo, Baekhyun gemeu, parecendo extremamente sensível.  

Desceu o corpo até encontrar o dele, esfregando seus quadris e suas ereções juntas, enquanto agarrava suas coxas com vontade. Baekhyun estendeu as mãos e fixou os dedos e as unhas em seus ombros, trazendo uma ardência prazerosa que fez Chanyeol sorrir durante o fim daquele beijo.  

Baekhyun parecia extremamente desesperado quando o agarrou ainda mais pelos ombros e enfiou a cabeça em seu pescoço, beijando e cheirando a pele como um viciado. Chanyeol se sentiu mais atraente, mais magnético que o normal. Simulou uma e logo duas estocadas fortes contra ele e enfiou o braço debaixo de seu corpo quando ele arqueou as costas.  

Yani sorria quando Chanyeol, fazendo o mesmo, levou seu olhar até o dela, que agora estava sentada numa poltrona no canto do quarto, com uma das mãos cheia com seus seios e a outra explorando seu clitóris. Ele lambeu os lábios e, com ainda mais tesão, só mexeu a boca na direção dela:  "Ele tá gostando disso..." Se divertiu mais que achou que iria com toda a sensibilidade e o desespero que Baekhyun parecia ter debaixo de seu corpo.  

Yani riu e jogou a cabeça pro lado, acusando sem receio de soar alta no meio a um gemido:  "Você tá gostando disso, carino!"  


Notas Finais


bora ver essa outra perversão duvidosa que eu postei hoje?

https://www.spiritfanfiction.com/historia/le-genie-du-mal-19771242


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