História Soy Luna - Sigue Tu Corazón (HIATUS) - Capítulo 10


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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Tags Gastina, Jico, Lumón, Lutteo, Passado, Pelfi, Romance, Simbar, Sol Benson, Sou Luna, Soy Luna, Yamiro
Visualizações 238
Palavras 1.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Confusiones y Declarando Amor, Sobre Ruedas


Por Narrador

Sol e Luna ficaram frente a frente, ambas chocadas com o que viam, porém, Sol da de ombros fingindo não estar dando a mínima. 

—Quem é você? - Luna pergunta, confusa.

—Não te interessa! - Exclama a moça.

—Cá entre nós, se não interessasse ela não estaria perguntando. - Diz Matteo seguido de uma piscadela.

—Quando eu pedir sua opinião você palpita. 

As duas jovens eram realmente idênticas, exceto pelo modo de se vestir e pelo penteado. Elas eram basicamente como o sol e a lua. Sol usava seu cabelo escorrido e suas vestes pretas, diferente de Luna que usava o cabelo ondulado e roupas coloridas. 

Sol já enfurecida e sem paciência se retira sem mais nem menos, deixando confusos e plantados o casal. 

—Deveríamos segui-la? - Pergunta a jovem. 

—Pelo modo como ela se veste e fala creio que sim. - Ele responde arrancando da namorada um pequeno sorriso. 

Os dois juntam suas mãos mais uma vez e seguem a garota que ia em direção ao Roller.


Por Simón

Ainda com os lábios selados aos de Ámbar, sinto uma forte corrente elétrica percorrer pelo meu corpo todo, e sinto uma necessidade imensa de ficar ali beijando ela por toda tarde, mas por conta da falta de ar nos separamos. 

Ámbar olha para mim com um sorriso malicioso. A encaro confuso e desejando seu beijo mais uma vez. Daniela ainda estava presente nos olhando perplexa e com raiva do que acabara de ver. 

—Você acabou de ganhar uma inimiga para a vida toda! - Daniela diz encarando Ámbar. 

—Não queira ser minha inimiga, querida. - Ela responde e se retira, deixando a morena com cara de boba e com ódio nos olhos. 

Daniela sai batendo forte os pés me deixando a sós, então a loira começa a habitar em minha mente. Seu beijo era tão viciante e incrivelmente bom, eu estava realmente muito caído por ela. O que sinto por aquela garota não chega a ser metade do sentia por Luna.

Vejo Luna chegar na lanchonete do Roller e me assusto ao ver suas vestes, porém tento ir falar com ela. Descartei toda a tristeza que habitava em meu coração. Sentia uma imensa falta da minha melhor amiga. 

—Luna, preciso falar com você... - Tento dizer, mas não consigo ao ver seu olhar sombio.

—Eu não sou a Luna, e não tenho nada para falar com você! - Ela diz em um tom frio, de um jeito que nunca havia falado comigo na vida. 

Sinto um forte aperto no peito. Parecia estranho, mas essa não era a minha Luna. 


Por Luna

Quando vimos que a garota sombria ia em direção ao Jam & Roller, Matteo e eu apertamos o passo com medo do que ela poderia causar. Ao chegarmos avistamos ela encarando Simón, e ele por sua vez mantia uma expressão triste. Vou até ela, e sem querer empurro o garçom que carregava dois copos de suco. Arregalo os olhos ao perceber que a bebida havia caído na menina. 

—Olha o que você fez, garota! - Ela grita, furiosa - Por acaso você é cega e não consegue ver por onde anda?! 

—Sinto... - Tento me desculpar, mas sou interrompida por ela que jogava um molho em minha cabeça. 

—Sente muito? - Me pergunta ela com tom de deboche. - Eu não sinto absolutamente nada. 

—Vo... vocês... São iguais - Gagueja Simón.

—Descobriu sozinho ou precisou da ajuda de alguém? - Ela pergunta ironicamente. - Quer saber? Estou saindo desse lugar. 

Ela sai me deixando com o que parecia ser molho de mostarda na cabeça, e Simón feito uma estátua, o que era um tanto cômico. 
Matteo vai até o balcão pegar algo para me limpar, me deixando sozinha com Simón, e me dando a oportunidade de falar o quanto sentia sua falta. 

—Preciso falar com você. - Falamos ao mesmo tempo, e em seguida rimos juntos.

—Pode falar primeiro. - Ele diz.

—Simón, eu te adoro, de verdade. Não quero perder sua amizade. - Digo - Eu nunca quis te magoar, nunca nem passou por minha cabeça. 

Sinto o calor de seu abraço me invadir seguido de um alívio em meu coração. Eu sentia tanto falta daquilo. 
—Perdão, Luna, eu sei que o Matteo não é a pessoa que eu mais gosto, mas se está feliz com ele estou feliz por você. - Ele diz me abraçando forte e carinhosamente. 

Sorrio mergulhando meu rosto em seu ombro. A amizade dele sempre me trouxe coisas boas, eu nem gostava de imaginar como seria se ele e eu não estivéssemos juntos, até porque seria bem estranho para nós, e para os olhos alheios. Somos como a junção da guitarra e o violão, complementos que juntos formam uma bela melodia. 


Por Gastón

Sentando em um sofá do Roller penso em uma forma de fazer uma surpresa para finalmente ter a garota que amo ao meu lado. 
Desde que descobri que as garotas que mais gostava no mundo eram as mesmas, meu coração vem saltado com mais frequência e felicidade, e eu necessitava com urgência ter a garota dos enormes óculos ao meu lado.

—Yo no sé lo qué me pasa cuando estoy con vos... - Cantarolo e sinto uma luz acender em minha mente. 

Sorrio sozinho. Aquela música dizia exatamente o que sentia quando sentia que Nina esta por perto, eu sempre fico nervoso, e quando ela abre aquele lindo sorriso fico hipnotizado. 

—Gastón Perida, você é um gênio. - Falo para mim mesmo. 

Vou até o balcão onde se encontava Pedro.

—Pedrinho. - Falo como quem não quer nada. - Preciso da sua ajuda. 

—Que tipo de ajuda? - Ele pergunta com um olhar desconfiado. 

—Preciso que você segure o Roller até mais tarde.

—Como que até mais tarde? A Tamara não permitiria.

—Ela não precisa saber, você é quem fica encarregado de fechar o Roller, certo? - Ele assente - Então, você pode me ajudar.

—Tudo bem. - O convenço. - Mas ela não pode saber.

—Você sabe cozinhar? - Pergunto.

—Sei, por quê? - Sorrio para ele que apenas suspira alto já entendendo e aceitando o que pediria em seguida. 

Bom, já tinha o local e a comida garantida, agora só precisava segurar Nina para que pudesse fazer a surpresa. Vejo ela sentada lendo um livro. Sorrio. Como é linda a garota. Vou até ela e me sento a sua frente. 

—O...oi, Gastón. - Ela diz ajeitando os óculos e voltando seu olhar para o meu. 

—Oi, Nina, como vai? - Pergunto admirado com a jovem que estava a minha frente.

—Bem. - Ela sorri tímida. - E você?

—Ótimo. - Sorrio.

A noite já estava perto de cair, então ficamos conversando por vinte minutos, então inventei que ia ao banheiro e depois a acompanharia até sua casa. 
Com o Roller já vazio despisto de Nina e sinalizo para Pedro dizendo que era um ótimo momento para começar com o plano. Vou para trás do palco, pego o microfone e arrumo a caixa de som. Começo a cantar. 

Yo no sé lo que me pasa 
cuando estoy con vos
Me hipnotiza tu sonrisa 
Me desarma tu mirada
Y de mi no queda nada 
Me derrito como un hielo al sol.

Cuando vamos a algún lado
Nunca elijo yo
Porque lo único que quiero
Es ir contigo

Vivo dando vueltas
A tu alrededor
Como un perro abandonado
Que en la calle te siguió

Pero yo no soy tu prisionero
Y no tengo alma de robot
Es que hay algo en tu carita
Que me gusta
Que me gusta
Y se llevó mi corazón

Yo no soy tu prisionero
Y no tengo alma de robot
Es que hay algo en tu carita
Que me gusta
Que me gusta
Y se llevó...
Se llevó mi corazón oh.

Sinto um forte alívio invadir meu coração ao ver o enorme e lindo sorriso estampado em seu rosto.

Me aproximo dela e resolvo me declarar ali mesmo. 

—Nina, meu coração bate forte por você, e eu sinto que a amo como nunca amei uma garota antes. - Me aproximo mais acariciando seu rosto. - Me trouxe uma felicidade imensa quando soube que você e Felicity são a mesma pessoa. Me deixe ser o garoto que ficará ao seu lado pelo resto da vida, Nina? Eu prometo que vou te amar por todos os dias. 

Ela apenas balança a cabeça positivamente e sorri emocionada. Estendo minha mão e ela entrelaça com a sua se levantando. Uso minha outra mão para acariciar seu rosto e vejo seus olhos se fecharem lentamente, faço o mesmo com os meus e então inicio um calmo e apaixonado beijo me fazendo sentir o garoto mais feliz do mundo simplesmente por estar beijando minha amada. Não me importava quem fosse o tal de Xavi, nem nada disso. O que importava era que Nina me amava e eu a amava também. 
Ao que o beijo termina permanecemos ali abraçados. Sorrio. Não queria que aquela noite chegasse ao fim nunca.

Por Narrador

Luna e Matteo estavam no quarto da mesma, namorando um pouco. Mas, a morena não estava com muito animo para tal coisa naquele momento, pois seus pensamentos estava na menina idêntica a ela que vira mais cedo. Era incrível como se pareciam. Somente na aparência, pois na personalidade eram muito diferente uma da outra. Luna se perguntava de onde ela tinha saído, e se elas seriam sosias ou algo do tipo. Então, lembrou-se de um sonho estranho que tivera no dia que voltou da competição.

Sonho On

Uma menina, que aparentava ter uns quatro anos, estava no balanço. Ela sorria e ria, completamente feliz. Até que uma mulher de cabelos castanhos, muito parecida com ela se agachou para que as duas ficassem na mesma altura. Ao ver quem era, a doce meninha estendeu seus braços, e a jovem mulher a pegou no colo.

— Mamãe! - Ela exclamou, feliz.

— Ah, minha filha. Você é meu bem mais precioso, nada nesse mundo  é mais importante para mim do que a sua segurança. - A mulher falou, e pegou uma medalhinha dourada em forma de lua, colocando-a na mãozinha da pequena, que abriu um sorriso terno, encantada com o que estava vendo.

— Esta é apenas uma parte da medalhinha, filha. A outra ficará com sua irmã. Se vocês algum dia se separarem pelas circunstâncias da vida as duas partes da medalha sempre vão uni-las.

— Te amo, mamãe. - A garotinha deu um beijo estalado na bochecha de sua mãe.

— Eu também, filha, eu também!

Sonho Off

Era isso. A medalhinha do Sol, Luna não sabia como, mas tinha que dar um jeito de rever a tal garota e ver se ela tinha essa medalhinha. Pensar que ela poderia ser sua irmã fazia o coração da morena saltar.

— O que foi, Menina Delivery? - Matteo perguntou, abraçando-a por detrás ao perceber que ela estava aérea.

— Matteo, aquela menina que encontramos hoje pode ser minha irmã! - Ela exclamou, e o italiano arregalou os olhos, confuso.

Rey estava em seu quarto preparando-se para dormir quando recebe uma ligação. Bufa, mas vai atender o celular.

Ele escuta o que a pessoa do outro lado da linha tem a dizer e fica tenso.

Aquela que dizia ser Sol Benson e que estava morando ali na mansão era uma farsante!  

Na praça central da cidade, dois jovens italianos conversavam sobre seus planos maléficos para separarem um certo casal.

- Eu não vim aqui pra ficar parada, quero meu Matteo. - Fran esbraveja, já irritada.

- Calmati, ragazza. Tudo a seu tempo. Logo você terá seu Matteo de volta e eu terei a Luninha. - Sorri Benicio, maléfico.

 



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