História Sozinha - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Inojin Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Kizashi Haruno, Kushina Uzumaki, Mebuki Haruno, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Rin Nohara, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Sasusaku, Sozinha, Terror
Visualizações 61
Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo não revisado.



Boa madrugada ❤️

Capítulo 2 - A chegada


Costa Rica – Dias atrás.


Sentia os cabelos balançarem, sentia a velocidade de cento e dez por hora no carro onde estava, ouvia Lana Del Rey cantando ao fundo, mas o sono ganhava cada vez mais força e nem estava ligando mais para a dor que sentia na bunda e em suas pernas dormentes.

Estavam na estrada há um mês, por pura curiosidade de jovens – junto a sua – de viajarem de carro e irem acampar como num filme adolescente americano.

Sentia o sono pesar seus olhos, e quando achou que iria realmente dormir, o telefone de Itachi soou a melodia irritante da música que mais detestava, e que Itachi colocou como toque só para provocá-la.

- Sasuke sabe que você atende o contato dele com Halo? – Provocou bocejando, pois achava aquela música tão irritante que teve o poder de sugar seu sono.

- Bom dia dorminhoca. Sim e sei que você ama essa música. Fala tolinho. – Riu de nervoso, pensando na quantidade de vezes que era obrigada a ouvir aquela música por causa de Ino, que por algum motivo adorava aquela música e a colocava para tocar todo santo dia no celular quando iam juntas para a faculdade.

Itachi orientava Sasuke, que seguia o carro do irmão, mas que o havia perdido de vista devido à um engarrafamento que pegou logo após um sinal abrir e um carro que vinha na contra mão do outro lado da pista, bater de frente com um caminhão.

Sakura sabia que Sasuke estava irritado. O conhecia tempo suficiente para saber que ele estava torturando o pobre volante até os nós dos dedos ficarem brancos. E se tinha uma coisa que irritava Sasuke Uchiha, essa coisa se chamava trânsito e engarrafamento.

Soltou uma pequena risada, se lembrando que o Uchiha uma vez dissera que prefere comer um bolo de doce de leite – não conseguia entender como um ser humano poderia não gostar de doces – do que dirigir. E ele só estava dirigindo porque Naruto ainda usava a desculpa do tornozelo torcido, mesmo já estando totalmente recuperado. Era só preguiçoso mesmo.

Aliás, preguiçoso e safado. Toda as oportunidades que tinha de sair de fininho para agarrar Hinata, ele o fazia. E não duvidava dele ter dito que o tornozelo ainda doía, só para ficar no banco de trás se agarrando com a sua amiga que por mais safada que possivelmente pudesse ser, não conseguia imaginar Hinata em certas situações com Naruto.

Urg, não.

- Idiota. – Ouviu Itachi reclamar, mas ainda mantendo o sorriso no rosto. – Ele acha que me engana.

- O que? – Perguntou distraída.

- Nada, esquece. – Itachi desligou a chamada, agora olhando o GPS. – Tenho boas notícias. Acho que nem preciso dizer qual é, né? – Correu os olhos pela paisagem ao redor deles e bingo, finalmente, depois de quatro longas semanas, chegaram em seu destino.

Sakura não tinha palavras para descrever o alívio que sentia em poder pensar que sairia dali para aliviar a dor em sua bunda.

Ia poder esticar as pernas e deixar o sangue fluir novamente pelas veias o qual já pensava em terem fechado, depois de tanto tempo sentada.

Campos, fazendas e montanhas com vasta vegetação com gados logo apareceram, e sorriu ao se lembrar da paisagem bonita que não via há anos. Ah, era uma pena seu irmão não pudesse estar ali com ela vendo aquilo tudo.

Tirou algumas fotos com o celular e mandou para ele, botando resposta imediata, com um texto lhe chamando de “maldita sortuda do caralho” seguido de um emoji com raiva.

Sakura mandou um emoji mandando beijos e voltou a desligar a tela, pegando sua Nikkon, pediu para Itachi ir um pouco mais devagar para poder capturar aquela imensidão verde que se mexia como ondas quando o vento batia na grama alta.

O dedo indicador apertou o obturador e a foto foi tirada, colocando um sorriso em seu rosto ao ver na pequena tela de LCD que a mesma havia ficado ótima.

Uma pequena e charmosa casa que um dia foi pintada de azul – a única que tinha naquele lugar – que mesmo com as paredes descascadas em alguns pontos, ela conseguia transmitir o ar de tranquilidade e um pouco de surrealismo em pensar que pessoas possam viver isoladas no meio do nada.

O cavalo comendo grama ao lado da casa, o gado – composto por vacas, bois e cavalos –, só reacendiam a plenitude daquele lugar.

De vez em quando, falava em tom de brincadeira que um dia iria jogar tudo para o alto e iria morar daquele jeito, numa casa longe de tudo e de todos, onde nem a melhor polícia do mundo sonharia em encontrá-la. Mas ela não tinha coragem o suficiente para isso. Não por causa dos pais ou amigos, mas porque ficaria longe de uma pessoa.

Pessoa essa que ficaria sabendo nesta viagem que já o amava a anos. Simplesmente não aguentava mais guardar o segredo dentro de si, já estava a deixando louca.

Jogando esses pensamentos de lado, sentiu o carro andar devagar. Tirou os fones de ouvido e olhou em volta por trás das lentes de seus óculos escuros e viu que tinham chegado numa pequena casa, a primeira numa pequena estradinha de terra e vizinha de outras dez, as únicas naquele pequeno vilarejo.

Itachi saiu do carro, já sacando o celular e digitando o número de um contato que conheceu quando estava na Itália fazendo intercâmbio. Sakura esticou o rosto para ver de quem pertencia o número e sorriu.

- Não precisa esconder que você e Sasori estão namorando. – Disse, pegando a câmera novamente e tirando uma foto do local.

- Não estamos, mas bem que eu queria. – Riram e conforme Itachi começou a entrar no vilarejo, andou atrás dele.

Observava o local, que era tomado por mato alto, milharais e espantalhos.

Já tinha visto aquele tipo de paisagem antes, quando foi visitar a fazenda de seu avô – o velho Owl para os íntimos –, e se lembrou também que não havia sido nada legal ter se perdido no milharal quando o seu avô havia dito que havia uma lenda de que o espantalho ganhava vida e iam atrás de pessoas que entravam no milharal e as matavam, pois eles foram feitos para proteger a plantação.

Riu, pegou a câmera e tirou uma foto do espantalho sorridente e com olhos de botões, bem parecido com o que tinha na fazenda de seu avô e iria mostrar essa foto para ele.

Passou a caminhar novamente, ansiosa em começar logo a trilha que iria durar horas e montar logo o acampamento.

Estava exausta e poderia jurar que era capaz de dormir em qualquer lugar.

Uma brisa gelada bateu em seu corpo, deixando-a estranhamente arrepiada, o que era estranho, já que o sol reluzia sem nuvens no céu e o calor só faltava matá-la.

Olhou para trás, não observando nada demais. A mesma paisagem de antes, mas com uma pequena diferença.

Um arrepio novamente lhe subiu a espinha, quando olhou novamente para o espantalho, e poderia jurar que ele havia virado o pescoço de pano para encará-la também.


Notas Finais


Eita 🤯


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