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História Sozinho - Capítulo 3


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Notas do Autor


HEY HEY HEY BEIBISSS

ATT MAIS CEDO HEIN RS

Esse capítulo se passa quando o Kuro e o Mahiru se conheceram. 3 séculos de se separarem.

Tenham uma boa leitura ♡

Capítulo 3 - Capitulo 3


Suspirou mais uma vez naquela manhã. O sol estava no ponto perfeito e não estava muito quente. Típico de uma manhã de primavera. 

Arregaçou as mangas, pegando a enxada e começando a trabalhar na terra. Sorriu levemente quando a terra preta e fofa foi cobrindo seus pés descalços. Aos poucos as batatas que havia plantado fazia um tempo se revelaram aos montes, ligadas por muitas raízes finas.

Foi puxando todas, agarrando pelas raízes e as jogando na cesta que deixou do seu lado.

Ainda levou mais meia hora para desenterrar todas as batatas que tinham nascido, terminando completamente suado pelo tempo já estar esquentando e pelo esforço físico.

Suspirou carregando a cesta até a porta de casa, a deixando ali e pegando outra para recomeçar o trabalho, agora colhendo o trigo. Serviria para fazer pão e mal esperava vê-los assando.

Mais uma hora e meia se foi, com o tempo dando lugar ao sol de meio dia.

Pegou algumas batatas da cesta, as carregando até um pequeno córrego cristalino que tinha ali perto. Lavou as batatas, logo depois lavando as próprias mãos até que toda a terra saísse de suas unhas.

As levou de volta, adentrando em sua casa pela porta traseira.

Entrou direto na cozinha pequena, deixando as batatas no balcão de pedra, antes de acender o forno à lenha. Pegou a carne de galinha que já estava perfeitamente limpa e fatiada, temperada com especiarias e a pôs junto com das batatas para assar.

Suspirou cansado. Amanhã sairia bem cedo para vender as coisas que colheu no centro da cidadezinha que havia a alguns poucos quilômetros dali.

Ele morava no pé de montanha. Sua casinha era simples, porém aconchegante. O solo era fértil e as chuvas ajudavam a ter uma boa colheita todo ano. Havia um córrego na parte de trás de sua casa, o qual usava para cozinhar e lavar suas roupas. Um pouco mais dentro da floresta, havia uma cachoeira, que se originava dos rios que se encontravam ao longo da montanha e ao redor de sua casa haviam árvores de maçã, as quais também floresceram e já pôde colhê-las. Estavam em sua própria cesta.

Saiu de casa novamente, se deitando na sombra de uma macieira. Sorriu quando um vento gostoso atingiu seu corpo, o relaxando.

– Olha, eu gostaria de saber o que você tanto olha em mim. - falou ao vento, sorrindo. Não. Ele não estava falando sozinho. 

– Tão problemático… - uma voz rouca lhe respondeu após um tempo de silêncio, arrepiando o anjo que ficou surpreso.

– É um pouco incômodo, sabe. Você está sempre aqui me observando, mas nunca diz nada. Isso me deixa curioso. - se endireitou, encostando agora as costas no tronco grosso da árvore.

– É a primeira vez que eu vejo um anjo em terra. Não vai lutar comigo? Achei que os anjos nos odiassem. Que problemático... - de repente uma figura masculina se materializou, sentado no galho da macieira. Ele o olhava de forma preguiçosa, o olhar cansado lhe fazia ficar curioso.

– O que? - o acastanhado riu levemente, pondo uma mão sobre os lábios, tentando disfarçar o leve rubor que lhe tomou a face. Ele era um homem bonito. Os cabelos pretos e os chifres grandes e lisos saindo da testa lhe davam uma imagem sedutora. Ele gostou do olhar preguiçoso. - Não. Eu não vou fazer algo assim. Seria bobo, você não acha? Nem há motivos para isso. Aliás, que tipo de demônio você é? - o olhou sorrindo, esquecendo que ainda tinha um rubor em seu rosto bronzeado.

– Problemático… achei que fosse óbvio… pelas minhas roupas, sabe… - murmurou, coçando a bochecha esquerda um pouco nervoso quando o anjo lhe pareceu apetitoso.

– Oh, desculpe. - mordeu os lábios quando se deu conta do tipo de vestimenta que ele vestia. Tão indecente. Sensual demais. - Eu sempre achei que, sabe… vocês íncubus andavam quase nus, ou nus. - descontraiu, subindo os ombros e sorrindo levemente.

– Eu também sempre achei que anjos andavam nus.. - teleportou, sentando agora à frente do acastanhado.

– Nós andamos nus sim. - mordeu levemente os lábios, querendo rir pela conversa boba.

– Que problemático… - suspirou, deixando que o canto de seus lábios subisse de forma quase imperceptível. Porém Mahiru viu.

– Seu sorriso é bonito. - sem papas na língua, ele falou, desgostando quando o demônio parou de sorrir no mesmo instante. Isso fez com que um bico tomasse conta de seus próprios lábios. - Poxa, não precisa parar de sorrir, isso foi um elogio~ - resmungou manhoso, já se levantando. Bateu suavemente a poeira da calça e falou novamente. - Eu estou assando o meu almoço, você quer me acompanhar, é… ? - deixou no ar, esperando que o outro lhe dissesse seu nome. 

– Sleepy Ash.. - murmurou, ainda no mesmo lugar.

– Certo, Ash, você quer almoçar comigo? - lhe estendeu a mão, esperando que ele a segurasse.

– Ah… acho que não tem problema comer um pouquinho… - murmurou mais para si mesmo, mas soube que o anjo ouviu quando o escutou rir.

– Meu nome é Mahiru. - se apresentou também, vendo o outro assentir lentamente.

O mais alto segurou a mão um pouco calejada e se levantou, também limpando a calça.

O seguiu até a casinha, adentrando com certa curiosidade. Mahiru seguiu para a cozinha, retirando a carne com batatas do forno com um estalar de dedos. A deixou no balcão de pedra, indo um pouco para trás, puxando o tapete e abrindo uma escotilha que por pouco se mesclava com o solo.

– Aqui embaixo tem um túnel, eu gosto de me lavar lá. Você quer vir também? - perguntou inocentemente. Já que o almoço já estava no ponto, não precisava se preocupar com muita coisa e poderia relaxar na bacia natural que havia no fim daquele túnel.

– Ah… certo, eu acho que preciso de um banho também. - coçou a nuca um pouco sem jeito, se convencendo de que aquilo não era um convite para fazer sexo e sim um banho normal.

Mahiru sorriu descendo pelas escadas que ele mesmo fez. No início aquilo era apenas um buraco que levava até um lugar privado e bonito, então Mahiru fez de seus truques e o transformou num lugar iluminado por tochas e com alguns desenhos coloridos nas paredes de rocha.

Com uns minutos de caminhada, por causa das voltas que aquela caverna natural dava, eles chegaram ao lugar desejado.

Ash olhou em volta, gostando da luminosidade que o fundo da bacia mediana oferecia ao teto. Brilhando e refletindo as ondinhas da água. No fundo da bacia havia uma passagem na parede que dava até a cachoeira, e era de onde vinha a água.

Viu uma roupa cair no chão e por inércia olhou para a causa disso.

Sua boca abriu em um O perfeito ao ver o anjo se desnudando em sua frente, como se nem ligasse que estivesse ali. Era tão natural quanto desprovido de segundas intenções. 

Aliás as únicas segundas intenções que Mahiru tinha ali era se livrar do suor em seu corpo. Estava grudento e fedendo.

Ouviu-se um suspiro de alívio quando as asas saíram de uma vez e ele se afundou na água fria, estremecendo em um primeiro contato.

– Vai ficar aí, Ash? - Mahiru perguntou, já começando a se esfregar com um pano que estava ali na beirada. 

O demônio por fim reagiu, deixando os pensamentos pecaminosos de lado. Estava ao lado de um anjo, pensamentos daquele tipo nem sequer se acercavam do acastanhado. 

Também tirou sua roupa, adentrando a bacia natural e sentando perto da beirada. Ela não era funda, o nível da água batia em seus ombros e era cristalina. As pedrinhas arredondadas e achatadas no solo deixavam o trabalho de sentar bem confortável.

Suspirou confortável, fechando os olhos por esse instante. Era bom ouvir o anjo cantarolar baixinho. Sabia o quanto ele se movia apenas pelas ondinhas que a água fazia, indo direto contra seu peito.

– Quer que eu lave as suas costas? - o anjo perguntou. Sabia que outro estava apenas relaxado e não dormindo.

– Hm, tudo bem… - respondeu em um murmúrio. Logo se virou, apoiando os braços na borda e deitando o queixo neles.

O acastanhado logo estava atrás do demônio, começando sua tarefa suavemente.

Suas asas tratavam de se mexer embaixo d'água, criando ondas que eram gostosas de se sentirem e lhe deixavam relaxado. Podia ir no ritmo delas o dia todo.

– Certo, acabei. Tome aqui e se esfregue bem. - entregou o pano para Ash, que fez careta ao pensar em todo o trabalho que teria para se lavar.

Mahiru o olhou bem, não deixando passar o gemido preguiçoso baixíssimo que escapou dos lábios vermelhos do demônio.

Mordeu os lábios querendo rir quando Ash passou a se lavar com uma cara de desgosto.

Levantou as três asas do lado esquerdo, as colocando propositalmente na frente de seu rosto com a desculpa de que já era hora de penteá-las. Riu de maneira silenciosa, degustando dos gemidos nada satisfatórios que Ash deixava escapar. Era um preguiçoso.

Fez uma a uma, jogando as penas que se soltavam na beirada da bacia. Quando terminou, notou que agora o demônio dormia de verdade, roncando baixinho, babando em cima do braço esquerdo. O pano que antes ele havia segurado agora boiava livremente por toda a bacia.

Soltou uma baixa risada, se levantando e andando até o de cabelos pretos.

– Ash, acorda. Se não formos logo a comida vai esfriar. - o agitou enquanto falava, vendo as feições calmas agora se contorcerem.

– Eu… morri e estou no céu…? - murmurou, o sono ainda dominando e o fazendo ver tudo borrado. A imagem do anjo nu em sua frente lhe deixou bobo.

– Não morreu, mas esse anjo aqui fez o melhor almoço do mundo e não quer que ele esfrie. Vem cá. - segurou as mãos moles que mal devolviam o contato, o levantando e o abraçando quando ele ia caindo para frente.

Segurou firme em sua cintura, batendo as asas e flutuando até subirem na borda.

Com um estalo ele os secou e os vestiu novamente, entrelaçando os dedos com Ash e o guiando lentamente pelo caminho de volta.

Ash o seguiu sonolento, querendo abraçá-lo mais uma vez. Ele era quente e seu corpo era pequeno e magro. Tão gostoso de abraçar.

Subiram as escadinhas e entraram na cozinha.

Mahiru pegou dois pratos, dividindo a refeição igualmente em cada um.

– Está bom para você ou quer mais? - perguntou para Ash, que se encostava na parede, esfregando os olhos.

– Qualquer coisa está bom. Comida humana não me satisfaz. - resmungou em resposta, fazendo Mahiru arquear um sobrancelha.

– Não te deixa satisfeito? - se virou completamente de frente para o outro, curioso com esse fato.

– É problemático mas… não, não me satisfaz. Pode ser gostosa mas o meu tipo de fome é diferente. - bocejou, se espreguiçando sem ligar muito. 

– Entendo, então não é nada simples para você, não é? - ele riu baixinho, começando a andar para a sala.

– Nah… - o seguiu, sentando-se em uma das almofadas que rodeavam uma mesa pequena.

Mahiru entregou o prato para o demônio, que agradeceu baixinho. Comeram em silêncio, com Ash degustando da maciez da carne e o quão bem ela estava temperada, mesmo não o satisfazendo verdadeiramente. Mahiru era um cozinheiro maravilhoso. 

▪▪

Suspirou satisfeito com a maciez daquele colchão. Era tão quentinho quanto o próprio anjo.

Não custou muito para estar cochilando novamente. Aquele almoço desceu redondo e toda a pouca energia que havia em seu corpo foi enviada diretamente para fazer aquela digestão.

Mahiru havia saído para algum lugar que não se importou em perguntar e ele foi muito cara de pau ao simplesmente se deitar na cama alheia. Mas ele realmente não acha que o outro vá se importar.

Ouviu uma risadinha, o que o fez abrir um dos olhos e olhar para Mahiru.

– É confortável? - perguntou sorrindo e com os braços cruzados. Ele estava parado na divisão que a cortina vermelha fazia da sala ao quarto. Foi muito fácil prever o destino do demônio, desde ele estava quase dormindo sobre o prato enquanto comia.

Sorriu ainda mais quando foi respondido com um acenar preguiçoso e um pequeno sorriso. - Esse colchão foi feito com as penas que caíram das minhas asas. 

– Que saco… - murmurou cansado, virando o rosto para a parede.

Por isso é tão quente e fofinho…

Sentiu o colchão abaixar e soube que era o acastanhado que havia se sentado na beirada.

– Tudo bem se eu me deitar com você? Eu também quero dormir um pouquinho. - falou e sorriu quando o demônio lhe deu espaço para que também deitasse. A cama não era muito pequena, era de tamanho suficiente para os dois, porém Ash estava deitado exatamente no meio dela.

Estalou os dedos, fazendo com que as portas se fechassem e deixasse apenas as janelas abertas para correr um ventinho e não deixar a casa tão abafada.

Depois que se deitou não lhe custou muito para dormir. Trabalhou bastante pela manhã e agora merecia um bom descanso. 

Ash acordou umas horas depois, sentindo-se quente e com fome -que já vinha se estendendo à meses-. Precisava comer adequadamente, porém o povoado que tinha a uns poucos quilômetros dali não tinha ninguém apetitoso o bastante para lhe satisfazer. Era um saco.

Demorou uns minutos para que realmente abrisse os olhos, abaixando a cabeça e encontrando aquele anjo dormindo em seu peito. A respiração compassada lhe fazia cócegas e apenas naquele momento se deu conta de que era ele que abraçava o anjo.

Suspirou, franzindo as sobrancelhas um pouco chateado. Não devia ficar pensando muito nessas coisas. Ele era um íncubus. Se estava com fome e o anjo lhe parecia gostoso, apenas deveria fazê-lo e se satisfazer. Porém algo lhe impedia, ele não sabia o que era, apenas que não deveria agir assim com Mahiru.

O anjo se mexeu, roçando ainda mais seu rosto no peito de Ash, sorrindo inconscientemente. 

– Você é bem macio, Ash. Eu gosto disso… - murmurou baixinho, se deixando levar pelo calor do corpo alheio. Ele sentiu quando Ash o abraçou, ainda dormindo, porém não se importou e apenas se aconchegou. Ele não lhe fez nenhum mal, então apenas relaxou. 

O íncubus engoliu em seco. Realmente aquele anjo não tinha nenhuma ideia do que era se mostrar interessado em alguém. Ele não duvida que mais de duas pessoas já mal pensaram suas palavras. O problema era que aquilo não tinha outro sentido além da verdade. Era puro de mais. Ele estava ficando ansioso por provar.

– Mahiru… - murmurou, um lado rogando para que o anjo não o escutasse.

– O que? - perguntou, piscando os olhos lentamente, tentando focar na imagem borrada em sua frente.

– Eu já estou com fome há meses então-- - foi interrompido.

– Hum? Eu posso fazer um lanche para você, se quiser. - ofereceu, começando a se levantar. Foi impedido por Ash que lhe agarrou a cintura com um pouco mais de força e afundou o rosto em seus cabelos.

– Não é desse tipo de fome que eu estou falando, Mahiru. - falou baixo, num tom rouco que fez o anjo entender sobre o que ele se referia.

– Ah, bem… tem um povoado a uns quilômetros daqui, se você quiser ir então-- - parou de falar quando ouviu e sentiu um bufo sair do demônio.

– Eu já fui lá e não gostei. Aquelas pessoas são nojentas e não tomam banho. Elas fedem. - aquilo foi o suficiente para Mahiru rir. Ele tinha razão. A igreja dizia que era pecado se desnudar para tomar um banho e que deviam fazê-lo com roupas. Então eles deduziram que se não podiam fazer da maneira certa, a fariam apenas um vez no ano. Isso era realmente nojento. E todos fediam.

– Se é assim então… eu duvido que eu possa fazer alguma coisa. Eu não sei fazer essas coisas que você está acostumado. - respondeu, fechando os olhos por um momento. Queria ajudá-lo mas não tinha a menor ideia de como fazer isso.

– Que problemático

… não… precisamos fazer sexo. Um beijo é necessário.  - respondeu à pulso. Rezava ao diabo na esperança de que um beijo de um anjo iria o satisfazer mais que uma rodada de sexo com qualquer humano. Tinha diferença entre as espécies, ele não era bobo. Mais poder mágico deveria render mais prazer. - Você concorda com isso?

– Eu concordo mas… eu continuo sem saber beijar. - o respondeu um pouco envergonhado. As bochechas coradas e os olhos brilhantes lhe davam um ar de inocência que era mais que verdadeiro.

Ash sorriu brevemente suavizando sua expressão antes de respondê-lo.

– Eu não duvido disso. - segurou-lhe o queixo suavemente, fitando por um momento o rosto um pouco apreensivo. - Está com medo? - roçou ambos os narizes levemente, soltando o queixo por um momento, acariciando a bochecha rosada.

– Não estou com medo, só estou nervoso. - respondeu baixinho, fechando os olhos quando sentiu a carícia em seus lábios. O polegar escorregando por seu lábio inferior, lentamente.

– Vai ficar tudo bem. Peça para parar quando não se sentir confortável, ok? - poderia ser um demônio, mas também seguia os princípios de sua própria bíblia. Alguns mais sensatos que a bíblia que humanos escreveram em nome de Deus.

Encostou ambos os lábios suavemente, degustando do saltinho que o corpo do outro deu.

Passou a movimentar os lábios, sugando levemente os do anjo, passando a acariciar novamente a bochecha quente.

Mahiru soltou um som baixo, degustando do contato suave. Aos poucos foi retribuindo, imitando de maneira boba os movimentos do outro.

Quando o contato se aprofundou um pouco mais, ele já não soube o que fazer. Se separou de maneira lenta, pondo a mão esquerda sobre os próprios lábios, olhando para o demônio de maneira penosa e envergonhada.

– D-desculpe. Eu disse que não sei fazer… - murmurou apenado, quase escondendo o rosto no peito alheio.

– Tudo bem. Não tem problema. Podemos fazer de novo? - beijou suavemente a testa do acastanhado, retirando os cabelos castanhos do rosto. Como pensava; aquele pequeno beijo estava funcionando mais do que o previsto. Podia se alimentar do prazer do anjo e ele sequer ficaria cansado com tanta energia saindo de seu corpo.

Mahiru assentiu a sua pergunta, retirando a mão dos lábios e os juntando com os de Ash mais uma vez.

O resto da tarde se seguiu de beijos quase intermináveis, deixando ambos com os lábios vermelhos e formigando, assim como os corpos quentes e suados. Os corações batendo a mil ansiavam por muito mais que simples beijos.


Notas Finais


Obrigado por lerem ♡♡♡

no wattpad eu coloquei uma tirinha kuromahi bunitinhakkkk vão ver lá ♡

https://my.w.tt/mpGzvdXk24


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