História Spank Me, Daddy - Capítulo 24


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Categorias Danielle Campbell, Harry Styles, Phoebe Tonkin, Zayn Malik
Personagens Danielle Campbell, Harry Styles, Personagens Originais, Phoebe Tonkin, Zayn Malik
Tags Babygirl, Daddy, Harrystyles, Zarry, Zaynmalik
Visualizações 236
Palavras 1.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Zayn, deixa eu explicar.


Zayn Malik

Depois de dias vivendo um verdadeiro inferno, passando fome, dormindo mal e a ansiedade atacando a cada segundo, eu finalmente estou livre e vou poder ver minha baby girl. O Harry e a Sarah não vinheram nem uma vez me visitar, porque ele achava que era um ambiente muito pesado para ela e eu concordei, mas estava com tanta saudade, queria poder abraçá-la, beijá-la e principalmente, fodê-la e sei que ela também sente a minha falta, imagino o quanto ela sofreu com a minha ausência, somos extremamente apegados um ao outro.

Liam veio me buscar na prisão, porque além dele ser meu amigo, ele era meu advogado e agora estávamos indo para casa. Eu precisava de um bom banho e de algumas horas fodendo a minha namorada para recuperar todo o tempo perdido.

— Harry me contou que a Sarah recuperou a memória. O tratamento com a psicóloga e os remédios deram certo. - Liam fala enquanto dirige e eu assinto sorrindo. 

— Não consigo pensar em mais nada que não seja ver a minha baby girl. Preciso vê-la imediatamente. — jogo a cabeça para trás frustado por causa do trânsito que não colabora.

Chegamos ao apartamento e uma das minhas empregadas avisa que o Harry ainda não a trouxe e eu fico extremamente chateado. Liam pede para eu me acalmar e esperar mais um pouco. Depois que ele sai, eu desço até o estacionamento, pego meu carro e vou para o prédio dele, como o porteiro me conhece, permite minha entrada e eu subo até a cobertura. Nós tínhamos o hábito de deixar a porta destrancada e eu entrei sem bater. Ouvi uns gemidos altos vindo da sala e já imaginei o Harry fodendo alguma novinha e foi por isso que ele não levou minha baby girl para o meu apartamento, mas quando me aproximo, vejo os dois no sofá, a Sarah cavalgando em cima do membro do Harry de olhos fechados e como ele estava de costas também não me viu. E eu achando que ela estava mal, sentindo minha falta, mas não, a vadia estava fodendo com o meu melhor amigo. Igualzinha a irmã Katie, aparentemente não era só o físico, o gosto para homens e o sobrenome que as duas tinham em comum, elas eram duas cobras traiçoeiras.

— Eu não queria atrapalhar, mas vim buscar a Sarah. - os dois se assustam e se afastam imediatamente um do outro.

— Zayn, deixa eu explicar. — Harry fala vestindo sua roupa, enquanto a Sarah estava atrás dele vestindo sua calcinha. 

— Não precisa explicar nada, Styles. —respondo frio, tentando esconder a vontade de chorar e perguntar o motivo deles terem feito aquilo comigo.

Uma coisa é eu e ela querermos experimentar coisas novas juntos, outra coisa bem diferente é ela querer foder com o Harry escondido, enquanto eu estava comendo o pão que o diabo amassou naquela cadeia por um crime que não cometi.

— Daddy... — Sarah tenta falar.

— Me chame de Zayn, por favor. — olho para o Harry que está aparentemente arrependido. — Eu preciso levá-la, porque a assistente social irá fazer uma visita essa semana, mas depois disso pode pegá-la, fodê-la e jogar no lixo assim como você faz com todas as outras adolescentes que você ilude.

— Zayn, caralho, deixa eu explicar. — ele fica na minha frente e eu não consigo segurar a raiva e dou um soco nele, fazendo com que ele caia no chão.

— Você é um filho da puta! Nunca mais dirija a palavra a mim. — Sarah vai na sua direção tentando o ajudar e ele a afasta.

— Vamos, garota! Não tenho todo tempo do mundo para ficar te esperando. - grito.

— Eu não vou com você nesse estado. - ela me olha com medo. 

—  Cala a boca, sua vadia. — dou um tapa nela. - Você vai comigo sim e ponto final. 

— Para, caralho! — Harry me afasta quando eu ia dar outro tapa. — Fui eu que obriguei ela a transar comigo, a coitada não tem culpa. — ele estava tentando assumir toda aquela traição sozinho. 

— Ela estava gemendo alto com os olhos fechados. Nunca vi uma mulher sendo estuprada e curtir isso. — rio ironicamente.

— Você precisa se acalmar. Desconta seu ódio em mim, mas não desconta nela. — ele fica entre eu e a vagabunda mirim.

— Olha, infelizmente, eu preciso da presença dela na minha casa durante essa visita, para que vejam que está tudo bem entre a gente e assim, provar minha inocência no desaparecimento da Katie, depois disso, a devolvo para você. Assim como eu não quero mais sua amizade, eu não quero mais namorar com ela. — falo fingindo indiferença, mas toda aquela situação estava me matando por dentro.

— Como se você nunca tivesse feito merda por causa da tua doença. — ele vem na minha direção e me empurra. — Eu relevei todas as vezes que você agiu por impulso e não se preocupou com meus sentimentos. Eu queria a Sarah, você não se importou em usá-la para sua vingança contra a Katie. Eu estava começando a gostar da Camilla, você não se importou em foder com ela. Eu perdoei tudo que você fez de errado, aí eu transo com a Sarah e você faz essa cena. 

— Você me usou para se vingar da Katie? — Sarah pergunta triste.

— Bebê, eu te amo, mas essa não é hora de pagar de vítima, porque estamos mortos de errado. — Harry fala e a Sarah o olha com raiva. — Nós três já fizemos muita merda um com o outro e querer pagar de santo agora é, no mínimo, hipocrisia. 

— Eu preciso de um tempo sozinho para pensar. — saio daquele lugar e vou para minha casa. 

Queria matar os dois, mas ao mesmo tempo sabia que não iria conseguir viver sem eles, afinal ele é o meu melhor amigo e ela é a mulher da minha vida. Já cometi tantos erros com os dois e eles sempre me perdoaram, agora era a minha vez de me esforçar e tentar esquecer esse deslize. Será que vou conseguir esquecer aquela cena dos dois transando? 


Notas Finais


Amanhã posto o próximo.

Muito obrigada pelas leituras, viu? ❤


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