História Special Force Akuma - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Anjos, Destruição, Deuses, Gore, Heróis, Lutas, Morte, Shinigami, Super Poderes
Visualizações 30
Palavras 1.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


1 - Todas as imagens postas nessa história são pegas no google imagens, creditos aos devidos autores originais.
2 - Não sei como está a escrita, mas tenho leves dúvidas se há erros já que li o capítulo 2 vezes, e com o sono que estou não duvido nada.
3 - A fic se passará em 3 momentos, 2017 (Início até a conclusão do primeiro arco - "Peste Branca") , e 2018 ( Início do segundo arco até o terceiro que ainda estou planejando mentalmente ), e em alguns momentos no passado.
4 - Os títulos dos capítulos serão divididos em 2 ou três partes: A(número do capítulo) - Título do capítulo - e parte do capítulo.

Capítulo 1 - A1 - Um caso... anormal.


Fanfic / Fanfiction Special Force Akuma - Capítulo 1 - A1 - Um caso... anormal.

A canção que os passáros cantavam acordava aos poucos um jovem de 23 anos de seu profundo sono, suas pálpebras estavam um pouco pesadas e ele se sentia muito confortável debaixo do cobertor. Mas, antes mesmo de pensar em dormir novamente o despertador tocou, fazendo-o praguejar por todas as coisas existentes no universo.

O nome dele era Belphegor C. Silva, um humano “aprimorado”.

Ele trajava um casaco negro de capuz vermelho, uma camiseta branca por baixo e calças negras, a sua pele era pálida e os seus cabelos um pouco longos cubriam uma parte da testa e eram da cor vermelho escuro, os seus olhos eram verdes claro, possuia uma tatuagem de um corvo na mão direita de cor negra. Ele caminhou até o armário e abriu a primeira gaveta, tirando uma muda de roupa que consistia de uma calça, um sobretudo que chegava até as juntas do joelho,  um colete, e camiseta de mangas curtas. A calça era vermelha, o sobretudo negro com a parte de dentro vermelha, o colete era branco e a camiseta branca. Belphegor abriu a segunda gaveta e de lá tirou um cachecol preto com alguns detalhes laranja em excelente estado, junto de 2 aquecedores de braço. Ele caminhou até a porta e abriu, saindo do recinto e indo em direção ao banheiro, abrindo o registro e tirando suas roupas.

 

A água fria percorria o corpo dele, acordando-o aos poucos do sono que ainda tinha lhe restado, depois de alguns minutos ele desligou o chuveiro e pegou uma toalha lilás que ficava encima do boxe, se secando com a mesma. Saiu e pegou as roupas que tinha tirado da gaveta, se vestindo rapidamente. Ele saiu do banheiro e andou até as escadas do segundo andar, descendo e entrando na sala da mansão, onde continha 2 sofás cinzas, o sofá grande ficava na horizontal e um pequeno ficava na vertical, ao lado do grande. Uma TV de 40 polegadas ficava encima de um rack negro e havia uma mesinha de marmóre na frente do sofá grande.

 

Belphegor caminhou até a cozinha que ficava “atrás” da sala e foi até a frente do fogão de 6 bocas que tinha ali, se desviando do balcão que separava a cozinha da sala, acendendo 2 bocas do fogão e colocando 2 frigideiras, uma com ovos (quebrados) e uma com alguns pedaços de bacon.

 

— Bom dia, quantas horas são? — perguntou uma voz feminina carinhosa e arrastada atrás do jovem, ele se virou e visualizou uma mulher de cabelo azuis, que chegava um pouco abaixo das costas. Ela trajava uma camiseta cinza e  um short negro, o jovem sorriu ao ver a moça e voltou a sua atenção na frigideira. Assim como ele, ela também possuia uma tatuagem de um corvo vermelho, só que dessa vez no braço esquerdo. O nome dela Clear Aki Fran, companheira e dupla de Belphegor.

 

— Bom dia, Clear, e são 05;30 da manhã. — respondeu, virando os ovos e deixando fritar.— Acordou agora?

 

— Á uns 20 minutos, o meu celular tocou e eu acordei. Recebi uma mensagem do prefeito e hoje têm reunião. E obrigado, Belphegor. — agradeceu a azulada sorrindo.

 

— Por nada, enfim ele te avisou quando seria? — Indagou, recebendo uma afirmação por meneio de cabeça da azulada.

 

— 9 da manhã. — Clear respondeu, se sentando num dos bancos que existia na bancada,

 

— Missão? — perguntou em questão do rank da missão, recebendo outra confirmação da garota.

 

— Rank 7. — Belphegor assoviou surpreso com a resposta da amiga, se a missão era daquele rank significava que os machucados seriam um pouco sérios, alguns minutos se passaram e o café da manhã já estava pronto, o jovem ruivo pegou 2 pratos e literalmente, num piscar de olhos, os ovos e o bacon estavam postos e servidos nos objetos de vidro. A dupla começou a se servir e pra jogar o tempo fora resolveram conversar, sobre as missões solo que fizeram recentemente.

 

Dado 8:20 da manhã, a dupla resolveu sair da mansão em que residiam, ao chegarem na porta da moradia Belphegor calcou botas de cano longo verdes escuras e colocou um bracelete completamente da cor negra no pulso direito, e também um colar Ying Yang. Já Fran usava uma mini saia, um suéter xadrez feminino azul marinho e lilás, uma jaqueta camuflada, tênis branco, e uma tiara negra. No pulso esquerdo dela havia um bracelete branco com diversos simbolos de bonecos de palito negros aparecendo e desaparecendo em fumaça.

 

Ambos sairam da moradia e começaram a caminhar por entre as ruas de Red City, conversando sobre coisas banais, até que ao chegarem num cruzamento ambos pararam, estranhando o tumulto no trânsito que acontecia ali perto, mas já que a polícia estava cuidando do assunto resolveram deixar para lá. A 3 quilômetros do cruzamento,  1 pessoa usando manto, botas e máscara da peste negra, tudo de cor branca, vigiava os 2 Jovens com interesse. Analisando-os de forma cuidadosa. 

 

30 minutos depois, os amigos chegaram na prefeitura, que continha um hall de entrada, um segundo andar com 2 corredores nas laterais, uma recepcionista detrás dum balcão de madeira e um movimento bastante consideravél para o lugar. Belphegor se aproximou da recepcionista de cabelos marrons e falou algumas coisas, de relance Fran viu a recepcionista colocar ambos os braços no balcão e depositar o queixo sobre as mãos que estavam com as palmas levantadas, contraindo um pouco o busto grande que ela continha. “Que exibida, com certeza deve usar um sutiã menor que os que deveria usar.” Pensou a garota, com raiva., Belphegor fez um movimento vertical com os dedos e se afastou da recepcionista, ficando lado a lado com a amiga.

 

— Vamos, o prefeito está nos esperando. — sugeriu Belphegor, andando tranquilamente e subindo as escadas pro segundo andar, sendo seguido pela garota.

 

— Eu não acredito que você não percebeu. — Comentou Fran baixinho, Belphegor deu de ombros e continuou a andar, virando a próxima direita.

 

— O quê? Que a recepcionista estava se jogando encima de mim?  Eu percebi. — Respondeu Belphegor, enchendo a colega de perguntas.

 

— E porquê não avançou o sinal? —  perguntou a garota, Fran estava feliz pelos “instintos” do colega em relação a esse assunto.

 

— Por quê eu já gosto de uma garota, sem contar que essa coisa de galinha já não é pra mim nem hoje, nem amanhã, e nem em 100 anos. — respondeu,  ao escutar as primeiras palavras Fran sentiu uma pequena pontada no coração. Ambos ficaram frente a frente com uma porta de madeira e Bel girou a maçaneta, entrando dentro do comôdo em seguida. O lugar tinha uma mesa de madeira com 3 cadeiras, 2 as 6 horas e uma as 12. A 3 cadeira continha um homem de 34 anos usando roupas formais, ele tinha olhos azuis e seu cabelo era negro.

 

— Prefeito Myrah. — Cumprimentou Bel com um sorriso no rosto, o prefeito sorriu ao ver os dois, Myrah fez sinal para que ambos se sentassem e Fran e Bel fizeram isso imediatamente.

 

— Qual seria a missão? — perguntou Fran, Myrah ficou sério e olhou pra Bel, a espinha do ruivo gelou no exato momento.

 

— Há alguns meses atrás, recebemos relatos de desaparecidos 10 vezes maior que a taxa normal, explicando pra você, Bel, seria de 134 por mês. Meus homens obtiveram pistas recentemente que indicavam que todas as vitimas passearam numa area de 4km perto de um manicômio abandonado.- — Respondeu Myrah, ele bateu o dedo indicador 2 vezes na mesa e uma espécie de gravação em primeira pessoa começou a rodar no objeto. Belphegor e Aki olharam a gravação atentos.

 

“Um grupo de 10 homens armados com metralhadoras policiais estavam andando por um corredor mal iluminado, a única luz que tinha ali vinha de uma lâmpada que piscava bastante, como se estivesse prestes a queimar.

 

— Como está a situação? — perguntou uma voz que vinha dos comunicador, era a voz do prefeito, o soldado tocou no comunicador e depois de alguns segundos de clima tenso respondeu.

 

— Não achamos nenhum desaparecido, senhor. —  No final da resposta, um estrondo fora escutado, os soldados viraram drasticamente e visualizaram uma silhueta feminina agachada no corredor, chorando.

 

— Senhora, você tá bem? —  perguntou um dos soldados mais próximos a silhueta. Ele tocou no ombro da silhueta e a mesma se virou bruscamente, revelando o rosto demôniaco que possuia. Ela possuia um negro obscuro nos lugares dos olhos, o rosto era um cinza misturado com preto e ela possuia longos cabelos que chegavam na cintura, usava uma mera camisola rasgada em alguns cantos e possuia garras afiadas, o apelido da criatura era “Screamer”.

 

 O soldado caiu no chão com a aparência e o susto que aquilo lhe dera, a Screamer deu um grito ensurdecedor e os companheiros começaram a atirar mas as balas atravessavam o corpo da criatura, que se aproximou do caido e o matou enfiando as garras na região ocular, cortando a parte de cima da cabeça dele ao meio.

 

Uma criatura de 1,90 metros que possuia uma lâmina maior que o corpo veio da parede. Ele tinha o rosto branco com apenas 1 olho azul na testa, trajava uma calça jeans rasgada no joelho, uma capa que continha um botão fechado na região do peito, usava uma blusa branca e não possuia o braço esquerdo. Ele se aproximou de outro soldado que não o tinha percebido e desferiu um corte horizontal em sua cintura, cortando-o ao meio. Os policiais recuaram aos poucos e estavam prestes a fugir quando a criatura de vestes brancas jogou a espada, cortando 2 soldados do mesmo método.

 

Os sobreviventes começaram a correr e o que estava mais a frente foi jogado para uma parede por uma criatura que se assemelhava a uma besta de 4, e dilacerada pela mesma, os soldados entraram num corredor e dessa vez um soldado que estava ao lado do que gravava explodiu de dentro pra fora, uma verdadeira carnificina estava acontecendo naquele manicômio. Os soldados viraram alguns corredores ainda correndo e encontraram 2 menininhas, gêmeas de cabelos negros, o corredor em que eles estavam era bastante iluminado.

 

Os soldados tinham certeza que conseguiram despistar as criaturas de antes, então eles se aproximaram das meninas e um dos soldados começou a falar no comunicador.

 

— Senhor, encontramos 2 desaparecidas, as gêmeas Mary e Kary. —  Disse o soldado gravando, as crianças tinham olhos azuis e transmitiam uma pureza inacreditável, mesmo estando naquele inferno.

 

— Escoltem elas e recuem imediatamente! Escutaram? Recuem imediatamente! — ordernou Myrah quase berrando, o soldado soltou um “Entendido” e  os restantes olharam para as garotas.

 

— Olá, será que vocês poderiam nos acompanhar? — pediu o soldado da gravação, de repente os olhos delas se tornaram negros e assustaram os soldados.

 

— E você poderia nos acompanhar para o inferno? — perguntou Mary, mãos cinzas começaram a sair do chão e pegou um dos soldados, que gritava de desespero, os colegas dele atiravam nas mãos mas os projetéis atravessavam, aquelas mãos eram intangiveis.

 

O soldado foi levantado e cada mão pegou uma parte do corpo dele (braços, pernas, etc), o soldado gritou de dor cada vez mais e as mãos rasgaram o soldado em diversas partes, deixando seus colegas pasmos. As crianças se aproximaram e a visão da gravação acaba, apenas deixando os gritos de horror e agonia rodarem ao fundo.”

 

Belphegor e Fran estavam assustados com a gravação, como aquilo era possivel? O ruivo tinha atingido uma coloração totalmente branca de medo, Fran apenas estava com os olhos arregalados e surpresa com o que tinha visto.

 

— Ei, não me diga que... — Começou Belphegor, ele tinha arrepios apenas de pensar se a sua intuição estava certa.

 

— A missão de vocês é investigar o ocorrido, e descobrir o que aconteceu com os desaparecidos e a equipe. — terminou Myrah, Bel engoliu em seco e começou a tremer. Se tinha uma coisa que ele tinha certeza, era que a combinação de manicômio e aparições era uma das piores combinações já existentes...



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