História SPEED (Jeon Jungkook) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Ação, Armas, Bangtan Boys (BTS), Carros, Jungkook, Perigo, Velozes, Yoongi
Visualizações 8
Palavras 1.995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem 😘

Capítulo 5 - Prince of Arábia


Fanfic / Fanfiction SPEED (Jeon Jungkook) - Capítulo 5 - Prince of Arábia

— Como assim foi a Kendall quem roubou o projeto? - Pergunto comigo mesma me levantando e andando de um lado pro outro.

— A senhorita tem um arquivo especialmente para você, deseja acesa-lo? - Aquela voz diz novamente fazendo minha cabeça levantar e me jogar no sofá.

— Sim. - E com isso a televisão a minha frente, que se encontrava desligada, ligou sozinha. 

A tela mostrava uma sala com diversos objetos estranhos e tecnológicos, até que, aquele cabelo grisalho invade a tela dando um de seus sorrisos que aquecia meu coração.

— Olá pequenina! Como está? Se você está assistindo esse vídeo é porque já sabe sobre o projeto KM, ou só metade dele. - O velinho ri e meus olhos se enchem de água. — Bom, você sempre me pedia as coisas e o que você não me pede chorando que eu não faça sorrindo, não é?! - Deu uma gargalhada gostosa, me fazendo acompanhá-lo, tamanha era minha saudade. — Mas então, eu fiz o projeto do jeito que você sempre sonhou, ampliei ele para que ficasse até mais 'daora' como você dizia. Fiquei tão focado nele que não estava prestando atenção, sua falecida irmã, era ambiciosa ate demais, saber o tamanho significado daquela corrida, sabendo que ela estava me vigiando, apesar disso, eu ainda não tinha menor noção de como ela poderia chegar aquele nível, que no momento oportuno me roubou esse projeto, colocando em seu carro e usando no mesmo dia em que morreu. - Ele suspira, já era de esperar que minha irmã fizesse algo do tipo, ela sempre o detestou alegando que ele só considerava eu como neta, apesar dela ser bem gananciosa, sempre foi minha irmã e tem muito espaço em meu coração. 

O velinho continuou a falar —Projeto Km fora uma tecnologia primeiramente desenvolvida para ser usada de forma militar, em carros de espiões de alta patente, uma forma deles conseguirem destruir os governos de dentro para fora, seu nome original era Moon Cancer, já que fora feito para causar a dor ou abalos semelhantes as que essas pequenas criaturas de aparência inofensiva causam, ou inspirado na doença, não sei, não falo Russo com fluência - Deixou escapar uma pequena risada, logo ficando sério novamente para prosseguir. — Mas então, seus dipositivos se baseiam no uso de campos eletromagnéticos e internet, além de pequenos microrobos dentro de seus compartimentos, assim causando os incríveis acontecimentos e as falhas em sistemas, por exemplo, se quer que o carro voe, ele podera emitir uma freqüência sufiente para ter um pequeno vôo, ou ate mesmo usar os micro robôs para a construção e deterioração de partes mecânicas, ele pode fazer tudo, como um grande estrago. 

Meus olhos se arregalaram a cada mínima explicação do grisalho. Era estranho sentir medo agora? A tecnologia que tanto almejei e sonhei como apenas minha, parece algo que pode destruir e ferir tantos ao redor. 

— Ele funciona apenas com sua voz, somente. Para mudar isso você precisa de mim, ou seja, é somente seu. Projeto KM faz tudo que você desejar quando está sobre seu controle, seja para fazer abrir uma simples tranca ou o cofre mais bem trancado do mundo. Sua tecnologia é avançada e perigosa em mãos erradas, pequena. - Ele me olhava de forma tão intensa, parecia que estava ali, e não em apenas uma chamada de vídeo. —Por isso, tem que estar com você, apenas você tem controle sobre ele. Nunca deixe que ninguém o encontre, caso contrário, muito sangue será derramado. - Após isso o vídeo finaliza, deixando uma Kyle desamparada e com os olhos cheios de lágrimas e varias duvidas sobre a cabeça. 

[...]

Sabia que era tarde, ainda mais sendo um domingo de frio como esse, as pessoas vão se deitar mais cedo. Mas, eu precisava fazer isso.

Acelerava meu carro até chegar no grande bairro comandado por Jeon, o portão principal fora aberto para minha presença, não era a primeira vez. 

Corri em direção a sua casa, sai do carro às pressas e não tardei em abrir a porta da casa sem ao menos bater ou anunciar minha chegada. 

Parei com tudo no lugar. 

— Appa, quem é a moça bonita na porta? 

Jungkook tinha uma filha?

A garotinha pequena de bochechas gordinhas e cabelos lisos e negros, como o pai, estava na mesinha de centro brincando com algumas bonecas e Jungkook estava sentado ao seu lado brincando também, sorria que seus olhos diminuíam, como nunca vi antes, ele estava verdadeiramente feliz.

— O que faz aqui? - Sua face fechou em minha direção se levantando e vindo até mim. 

— Preciso falar algo importante com o J-hope e... 

— Saia da minha casa agora! - Tinha certeza que ele queria berrar comigo, só não fez pela garotinha de olhos castanhos claros que nos observava atenta.

— Jungkook é questão de vida ou morte! - Respirei fundo após falar tudo correndo antes que ele me cortasse novamente. 

— Eu to pouco me fudendo para seus assuntos particulares, Kyle. Agora saia. - Ditou calmo, me olhava com fúria, talvez eu tenha interrompido um momento bem importante para si. 

— Todos corremos risco de ...

— SAIA! - Berrou apontando para a porta. 

Suspirei cabisbaixa me deixando ser vencida, abaixei a cabeça e me virei passando por aquela porta. 

— Appa! Não grite assim com uma garota, é muito feio sabia? - A garotinha agora estava ao seu lado o repreendendo pelos seus atos. 

Tão nova e tão sensata. 

 

— Não se preocupe querida, estou acostumada. - Sorri fraco para a garota que abriu um enorme sorriso em minha direção, até mesmo a semelhança de ambos no sorriso era idêntica, lembrava um coelhinho.

— Noona, brinca de boneca comigo? - A garotinha me olha de forma tão pidona e um biquinho adorável nos lábios que seria muito malvado da minha parte recusar, só que...

— Ela já esta indo embora querida, deixa para outro dia. E afinal, eu estava brincando com você, já não está bom? - Jeon olha para sua filha com a testa franzida, a mesma da um sorriso meio sem jeito, adorável.

— Sim Appa, só que... eu queria uma menina para brincar comigo. - Ditou cabisbaixa e foi nesse minuto que o coração de Jeon parece ter amolecido, já que suspirou profundamente assentindo com a cabeça e logo fechando a porta de sua casa.

— Irei preparar um lanche. - Disse e saiu de minha vista por um corredor da casa. 

— Como se chama meu amor? - Perguntei quando a mesma me puxou para sentar no chão ao seu lado onde em cima da mesinha, tinha varias bonecas.

— Jeon Jinhyo, e você Noona? - Me olhou curiosa.

— Kyle. - A respondi colocando um fio de cabelo seu atrás de sua orelha, ela tinha as bochechas mais fofas que já vi. — Bom... parece que a Barbie está bem ocupada passeando com seu carro bem estiloso rosa. - Ri observando a boneca, que usava um mini óculos estiloso, com uma mão apoiada no volante e o outro apoiado na porta do veículo. 

— Ela está indo encontrar sua amiga no shopping. - Comentou sorrindo enquanto fazia o pequeno carinho se mover com rapidez até a ponta da mesa de vidro. 

— Ual! Que máximo. - Exclamei alegre. — Essa daqui é a amiga dela? - Peguei uma boneca de madeixas marrom claro e vestido roxo, juntamente com uma pequena bolsa de acessório. 

— Essa mesmo Noona. Elas irão fazer compras juntas. - Falou empolgada enquanto pegava a boneca gentilmente de minha mão e colocava no banco do passageiro, ao lado da Barbie. 

— Aqui seu lanche meu amor. - A voz grossa de Jeon invade minha audição, meus pelos se arrepiaram só de ouvir seu timbre, assustador. 

— Eu quero um sorvete appa. - Fez uma carinha de choro empurrando levemente o prato que continha um lanche saboroso e feito com muito carinho pelo pai. 

— Filha, você precisa comer algo que a alimente de verdade, não ficar se enchendo de porcarias. - Falou empurrando o prato novamente em sua direção. 

— Meus doces me alimentam e muito. - Falou emburrada, cruzou seus bracinhos se negando a comer. Jungkook parecia perdido, apesar da cara fechada de dar medo em qualquer um e ser tão mandão e frio, sua filha parece domá-lo de forma surreal, ele fica totalmente desarmado.

— E se... você comer esse lanche muito saboroso e logo depois comemos um delicioso sorvete enquanto assistimos um filme bem legal, hum? 

Meu intuito não era atrapalhar Jeon com sua filha, porém, senti que o mesmo estava perdido em como fazê-la obedecê-lo. 

O sorriso da pequena se alargou no mesmo minuto, não tardando em assentir positivo em minha direção e atacar o lanche, juntamente acompanhado de um pequeno suco de uva que estava bem ao lado. 

Jungkook me olhou como se não acreditasse que eu havia conseguido fazê-la comer o lanche de modo tão fácil e barato, pelo jeito a pequena Jeon o deixa de cabelos em pé quando se trata de comer. 

— CHEGAMOS! - Anunciou J-hope em alto e bom som com seus braços abertos, sendo atropelado por Namjoon e Seok que estavam sem um pingo de bom humor do amigo. 

— J-hope! estava mesmo a sua espera. - Falei quase no desespero fazendo o garoto arregalar os olhos. 

O Jung é tão adorável. 

— Eu juro que não fiz nada, não me bate. - Colocou as mãos em frente ao rosto e não aguentei, gargalhei alto com sua ação.

— Não é nada disso, babo. - Sorri e o mesmo suavizou seu olhar de pânico. — Preciso perguntar algo importante. - Disse seria agora. 

— Que seria? - Arqueou a sobrancelha em minha direção, com isso senti os olhares alheios queimando em minha direção, um em particular vinha nas minhas costas.

— Quando aquele dispositivo foi parar em seu carro, você estava onde exatamente? - Gesticulava com a mão enquanto falava, tamanha era minha ansiedade para a resposta. 

— Bom... eu fui para Londres fazer uma entrega de um ... presente? - Tentava tomar cuidado com as palavras e sabia que seu olhar estava em Jeon, que o encarava sério, temendo que o garoto falasse mais do que deveria.

— Drogas? - Deixei escapar. 

— Que isso? - Jinhyo perguntou com sua boca levemente suja de molho que compunha no lanche. 

— É um remédio querida, nada demais. - Jeon a respondeu que pareceu acreditar, enquanto eu apenas fui repreendida com um olhar pelo moreno. 

— Isso aí, remédio. - Sorriu sem graça. — Eu não conheço lá muito bem, foi eu e Yoongi. O homem que deveríamos entregar marcou em um lugar bem sinistro, se eu não soubesse usar uma arma teria feito xixi nas calças. - Riu levemente. — Pelo que conseguimos entender era um lugar usado para corridas, lá apostavam de tudo, até pessoas, algo assim. - Tentava se lembrar das informações obtidas no meio do percurso. — Depois de um grave acidente por lá o lugar foi desativado, só isso que sei. 

Meus olhos se arregalaram com cada informação que era dirigida para meu cérebro. 

— Meu Deus! - Minha respiração estava desregulada, eu deveria já estar preparada para a verdade, de que tudo que meu avô dissera era realmente comprovado, aquilo foi como jogar um balde de água fria em meu rosto.  

Eu deveria ter colocado mais credibilidade em suas palavras, mas, por um segundo acreditei que minha irmã não pudesse ter feito isso. 

Ou melhor, que talvez eu tenha contribuído para sua morte naquele dia. 

— Você está bem? O que está acontecendo Kyle? - Namjoon perguntava preocupado em minha direção, não era para menos, parece que eu havia congelado no lugar. 

— T-odos nós corremos perigo. - Falei ainda observando a parede enquanto minha mente trabalhava a milhão. 

E foi nesse momento em que a porta da casa foi derrubada com um força extrema e antes de pensarmos em algo, uma bomba de fumaça fora jogada ali. 

Atiradores bem treinados adentraram o lugar, e logo após aquela roupa banhada totalmente de ouro e aqueles guardas enormes invadem minha vista, um pouco turva. 

Mohammed bin Salman, príncipe da Arábia, estava bem ali, em carne e osso, completamente furioso.



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