História Spells and Hunts - Capítulo 23


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Categorias Supernatural
Personagens Amara, Castiel, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Bruxa, Castiel, Crowley, Dean, Fanfic, Magia, Rowena, Sam
Visualizações 73
Palavras 1.579
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi você que lê a fic, comente o que está achando dela, por favorzinho <3
Don't be shy!

Boa leitura! Espero que gostem.

Capítulo 23 - Namorada nova?


Fanfic / Fanfiction Spells and Hunts - Capítulo 23 - Namorada nova?

No capítulo anterior...

— Amber… — Sam a chamou e apontou para a mão do rapaz. Amber olhou e notou que havia uma mordida ali e algumas veias pretas começando a subir pelo braço. Ela levou a mão à boca. Entendeu o desespero do homem.

— Venha, vamos dar um jeito nisso. Está sentindo algo ruim? — ela colocou a mão no ombro dele.

— No momento não, só quero que salvem minha filha, por favor. — disse ainda chorando.

Amber se levantou e ajudou-o a se levantar. Juntos, foram de encontro a Dean e Madeline, que corriam pelo corredor, a moça já de braço costurado por Dean.

— O que houve? Ouvimos tiros. — Dean ofegava.

— Está tudo bem com a gente, mas achamos esse homem. — Sam apontou o rapaz.

— Eu sou James. Essa é Louisa. — ele mostrou a bebê.

— Ele foi mordido, Dean. O que faremos?

— Ora, atiramos nele, pegamos o bebê e levamos para algum lar de doação.

— Não! Não! — o homem começou a desesperar.

— Calma, não vamos fazer nada! — Amber segurou o ombro do rapaz de novo e olhou furiosa para Dean. — Idiota!

— Podemos chamar Castiel para curar o homem. — sugeriu Sam.

— Castiel só apareceu para nos jogar uma bomba e sumiu. Além do mais, deixou você longe da sua namoradinha. — Sam ia discutir, mas o irmão tinha razão. — Precisamos matá-lo, logo ele virará um zumbi e matará mais pessoas!

— Olha, Dean, eu entendo. Salvaremos a bebê, certo? Mas e os outros?

— Os que querem nos matar? — perguntou irritado.

— Os doentes, morrendo!

— É, que não pararão até nos infectar.

— Então deixamos a cura para lá? — Madeline e Amber estavam com o homem num sofá e brincando com a bebê, fingindo não escutar a briga dos irmãos.

— Cura? Qual cura?

— Sempre há uma cura! Só precisa querer achar. — Amber sorriu com a frase de Sam, gostava de pessoas que mantiam a esperança.

— Como achará se estiver morto? —  Sam não respondeu. — E lá vamos nós de novo.

— Salvar pessoas significa todas as pessoas, Dean. — Sam disse com calma. — Não apenas aquele bebê, não apenas um ao outro. Soltei nesse mundo, uma força que pode destruí-lo. Para salvar você!

— Eu me opus a isso.

— E eu faria de novo. Sem pensar duas vezes. E é disso que estou falando. Não é sua culpa. É nossa! — Sam foi se aproximando do irmão. — Precisamos mudar.

Dean mudou a expressão de raiva e, de cabeça baixa disse:

— No que está pensando?

Sam fechou os olhos, aliviado pelo irmão ter cedido e respondeu:

— Coloque Madeline e a bebê no carro, leve-as para um lugar seguro.

— Sem dar um tiro? O que faremos com as coisas atrás de nós?

— Não estarão atrás de você.

Dean entendeu o plano do irmão, ele serviria de isca.

— Nem pensar!

— Você disse, Dean. A culpa é nossa.

— Tá, a culpa é nossa, e daí? Precisamos sair daqui.

— Tudo bem, Dean, faça como quiser, mas precisar me deixar fazer o que faço.

Minutos de discussão depois, Madeline pegou o bebê de James, que entregou-o chorando, e seguiu com Dean. Amber e Sam se prepararam para chamar a atenção dos demais zumbis pelo caminho.

Chegando perto da escada, Sam gritou:

— Hey.

Alguns zumbis apareceram e olharam para cima, vendo Sam e Amber – que deu um tchauzinho. Começaram a subir a escada rapidamente.

— Vamos! — Sam puxou Amber e os dois começaram a correr, mas não muito rápido, para que os zumbis os seguissem sem se perder. Assim que eles subiram as escadas e correram atrás de Sam e Amber, Dean e Madeline saíram do corredor escuro e seguiram para a saída do hospital.

Sam e Amber já não tinham para onde correr, até que ela viu uma porta de ferro no lado esquerdo e então correram para lá. Estava escuro, Sam tirou uma lanterna do bolso e aponto para a porta, para que conseguisse ver a fechadura. Sem demora, ele virou a trava de segurança e trancou-a. Os dois começaram a respirar fundo, estavam quase sem ar devido à corrida.

Os zumbis começaram a bater na porta, tentando abrí-la. Amber e Sam se afastaram e ao virar, deram de cara com uma zumbi, que pulou pra cima de Sam, derrubando-o no chão. Amber foi pegar a arma, mas a zumbi se mexia tanto que bateu na mão de Amber, derrubando a arma para longe.

— Vagabunda! — disse Amber e pulou em cima da zumbi, tirando a mesma de cima de Sam. As duas tentavam lutar, até que Sam se levantou, achou a arma e atirou na cabeça da mulher infectada. Espirrando sangue em todo mundo.

— Essa foi por pouco! — exclamou ele.

A porta começou a se romper e os zumbis entraram com tudo, encurralando-os.

Um deles começou a enforcar Sam e outro fazia o mesmo com Amber. Até que os zumbis foram todos empurrados para as paredes, caindo desacordados no chão. Um figura apareceu na porta com as mãos para frente, os dois caçadores mal conseguiam ver o que era, devido à falta de ar, mas Sam pegou sua lanterna e mirou no rosto da figura.

— Brid…get! — tentou dizer.

Amber olhou e viu que era mesmo a bruxa.

— Estão bem? — perguntou ela. Em seguida ajudou Amber a se levantar e as duas ajudaram Sam. Assim que os três ficaram em pé, Amber abraçou Bridget com toda força.

— Eu preciso… res… pirar… Am… ber! — disse a bruxa, sem ar. Amber a soltou e foi a vez de Sam. Ele a abraçou e deu um beijo em sua boca.

— Hey, gente! — reclamou Amber. — Credo! — e se retirou do local.

Bridget já sentia saudade daquele beijo, daquele abraço, daquele cheiro. Estava a ponto de chorar de emoção. Sam mal conseguia acreditar que Bridget estava ali, diante de seus braços e colada à sua boca. Terminaram o beijo e recuperaram o fôlego.

— Senti saudade. Achei que ia te perder pra sempre! — Sam dizia, tentando segurar o choro.

— Eu também! —  ela sorriu. — Mas, onde está seu irmão? Ele está bem?

— Ele foi levar a mulher e a filha para um lugar seguro. — disse Amber, com certo nojo na voz.

— Mulher e filha?

— É birra de Amber. — Sam começou a explicar o que havia acontecido e precisavam sair dali com rapidez, antes que mais aparecessem.

Bridget tirou-os dali, deixando-os em frente ao hospital, com seus novos poderes, surpreendendo Sam.

— Então voltou mais poderosa? — perguntou Amber.

— Acho que não, talvez mais fortalecida, porém eu já fazia esse tipo de coisa, só não tive oportunidades para usar. Tirando quando encontrei vocês no motel em Nebraska.

— Legal.

— O que o Castiel fez pra você? — Sam não aguentava de curiosidade.

— Bom, ele me deu a vida de volta, como podem ver. E eu voltei muito mais animada, mais cheia de vitalidade, entendem? É como se eu tivesse sido revitalizada do zero. Me sinto muito bem. E ele me contou que proibiu você de me ver — olhou para Sam —, sinto muito por ele não ter deixado, mas eu estava no céu, dormindo.

— Céu? — Amber e Sam perguntaram juntos.

— Sim, isso causou alguns problemas, mas ele já está resolvendo. Enfim, ele me contou sobre a Escuridão e me explicou porque me devolveu a vida. Preciso ajudar vocês, certo?

Sam assentiu.

— Pois então, vamos atrás de Dean, precisamos ficar juntos.

Antes que dissessem mais alguma coisa, estavam no banco de trás do Impala, porém ele estava vazio, olharam em volta para descobrirem onde estavam e notaram Dean e Madeline conversando em frente a uma instituição.

Os dois sorriam e Dean parecia se despedir, até que Madeline o segurou pelo braço e o beijou. Amber arregalou os olhos e parou de respirar por uns segundos até se dar conta que estava ficando sufocada. Bridget soltou um suspiro de susto, também arregalando os olhos e Sam ficou chocado, porém preocupado com Amber.

Dean se separou de Madeline e veio em direção ao Impala, destravando-o e sentando no banco do motorista, pronto para dar partida no carro. Olhou para trás para dar ré e deu de cara com Sam, Bridget e Amber, que olhava pela janela, evitando qualquer contato visual com ele.

— Santo deus! O que fazem aqui? — disse colocando a mão no peito, pelo susto. — Bridget?

— Oi, Dean! Namorada nova?

Ele quase engasgou e olhou para Amber, que continuava fingindo não estar ouvindo.

— Ahn… que bom que está bem. Não tive tempo de te agradecer pelo que fez por mim. — desconversou.

— Faria de novo. — ela sorriu.

— O que é aqui, Dean? — perguntou Sam, tentando quebrar o clima pesado. Bridget ainda não tinha controle sobre o que deveria falar.

— É um… um instituto. Madeline vai cuidar das crianças e evitar que alguém seja contaminado com essa coisa.

— Ela é bonita. — comentou Bridget. Amber a olhou brava. — Mas você é muito mais, Amber.

Dean observou pelo retrovisor, suava frio, não sabia o quanto Amber tinha visto, não sabia o que dizer para ela. Tentou ignorar isso.

— Alguém pode vir aqui na frente comigo? Não sou táxi, uber e muito menos chouffer.

Sam e Bridget olharam para Amber e ela, sem graça, fez que não com a cabeça.

— Qual é, vai logo, não precisa dar bola pra ele. — sussurou Bridget a ela. — Eu quero ficar mais um tempinho abraçada com o Sammy.

— Eu odeio vocês! — Amber saiu do banco de trás bufando, abriu a porta, deu a volta no carro e entrou na parte do passageiro. Ignorou Dean e ficou olhando pela janela.

— Tá tudo bem, Amber? — Dean perguntou.

— Oi? Tudo e você? — respondeu irônicamente.

— Bem. — ele disse meio sem jeito. Deu partida e seguiram viagem.


Notas Finais


Comentem, babes <3

Até mais!


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