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História SPIDER-MAN: The Iron Legacy - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Um Stark desconhecido e uma simbiose


Parker apesar de admirado e chocado acabou por sentir que deveria saber as informações na totalidade.

Peter: Não é por nada mas porque raios tu és tão parecido com o sr. Stark?

Pepper se afastou assustada com a visão que estava a ter no momento pois era real, Tony realmente tinha um irmão desconhecido.

Arno: Porque eu sou o irmão mais velho dele, pirralho. O meu nome é Arno Stark.

Arno: Tudo o que ele teve deveria ter sido meu! O Howard e a Maria abandonaram-me por causa de uma mísera doença e deram-lhe tudo…

Peter: Estás com raiva, Arno. Não é o melhor momento para isso.

O Stark sorriu de modo a gozar com o jovem herói.

Pepper decidiu dar uma aproximação pois não se sentia bem sem agir.

Pepper: Arno, eu sou viúva do teu irmão e tens de saber que ele sofreu muito para chegar até onde chegou.

Arno: Tu ficas calada! Tu também deverias ter sido minha, tudo do Anthony deveria ter sido meu!

Arno pela raiva e vingança avançou para tentar beijar Pepper que se encontrava imóvel e então Peter disparou uma teia em cheio na boca do Stark maligno.

Peter: Parou aí, essa ação era moralmente incorreta.

Arno: Pirralho, eu vou te matar. FRI avança!

Breves segundos se passaram e nada se passou, Arno estava visivelmente irritado.

FRIDAY: Sr. Stark, estou incapacitado de assassinar qualquer pessoa que seja do mesmo gabarito do sr. Parker.

Peter estava visivelmente confuso, Pepper estava orgulhosa.

FRIDAY: O sr. Parker está apontado pelo sr. Stark como seu sucessor e dessa forma os meus protocolos me impedem de assassinar o jovem ou qualquer um próximo a ele.

Enquanto a IA se pronunciava, Peter prendeu Arno em teias e acabava de ligar para a NYPD.

Peter: Parece que os teus planos foram pela armadura a baixo, Arno.

O Stark olhou para o aracnídeo com puro nojo mas não causando medo ao herói, algo que foi notado por Pepper e lhe fez abrir um sorriso.

Pepper: Peter, podes ir. E obrigado.

Peter: Sempre que precisares, eu vos devo isso.

Trocaram um abraço bastante sentido e Peter logo saiu pela janela de regresso a Midtown, pedido uma boleia a Happy.

Após um tempo, Peter estava de regresso a Midtown e a tempo para a sua última aula: Química.

Ele respirou antes de entrar na sala, e de seguida abriu a porta.

Peter: Desculpe pelo meu atraso, professor.

Prof. Química: Este foi o teu último aviso, Parker. Senta-te à beira da sra. Watson.

Peter ficou arrepiado, ele não tinha reparado que MJ estava na sua última aula mas acabou por se recompor e se sentou ao lado da ruiva.

Eles estavam mal um com o outro. Por um lado, Peter encontrava formas para ignorar a melhor amiga, pelo outro, MJ queria tentar se aproximar ainda mais de Peter para tentar recuperar o tempo perdido.

Em algum momento na aula, Peter perdeu o medo.

Peter: Precisamos de ter uma conversa séria. Depois das aulas queres ir de volta até ao Queens?

MJ sorriu para Peter, e diretamente para os seus olhos castanhos.

MJ: Pelos velhos tempos eu faria qualquer coisa, Tiger.

MJ: Eu e a tia Anna podíamos ir jantar convosco.

Peter ficou vermelho de tão corado, então apenas assentiu. MJ beijou-lhe a bochecha e virou-se novamente para a frente.

Peter olhou para baixo e viu o seu telemóvel vibrar. Era uma mensagem de Harry.

Harry: Oh Tiger.

Peter gargalhou para si mesmo, Harry sabia dessa alcunha que MJ lhe deu desde o início. Ele também não iria deixar o amigo no vácuo, a aula de Química para Peter nunca foi a mais interessante no final de contas.

Peter: Cala-te, Osborn. A culpa é inteiramente tua se bem me lembro.

Após lhe responder desligou o seu telemóvel e pôs atenção total à aula e, ocasionalmente, a MJ.

Passado um tempo a aula chegou ao fim e quando arrumavam as coisas, MJ deixou cair uns livros e ambos se baixaram para os pegar. Foi desconfortável para ambos.

Rapidamente saíram ambos de Midtown sem sequer dizer nada aos outros. Mary Jane estava nervosa e isso não era normal, ela era alguém muito confiante de si mesma e raramente temia alguma coisa. Mas agora tratava-se de Peter, e Peter não era qualquer coisa para a ruiva de olhos esverdeados.

MJ: pe-Pete…

Peter parou a passada e a olhou diretamente olhos nos olhos, ele ia lhe dizer e isso era inevitável. Iria se arrepender? Provavelmente mas nada interessava mais.

Peter: e-Eu.

MJ: Lembraste da nossa última conversa antes de eu viajar?

Peter lembrava-se, ela tinha sido a primeira a saber sobre o Spider-Man. Não Ned, nem Tony… tinha sido a bela modelo jovem – Mary Jane Watson.

Peter: Como eu podia esquecer, MJ?

Agora Peter estava a segurar as mãos da sua melhor amiga e ela estava a adorar essa decisão por parte dele e por isso aproximou os seus rostos.

MJ: Peter Benjamin Parker.

Peter: Mary Jane Watson.

Ambos riram mas com as mãos entrelaçadas e assim que Peter reparou se sentiu mais vermelho do que os seus uniformes.

MJ: O Spider-Man pode ser o herói do Queens. Mas Pete… tu és o meu e sempre foste desde o primeiro momento.

Peter começou a ficar com a garganta seca mas ele tinha que lhe dizer antes que perdesse toda a coragem que já tinha ganho.

Peter: Mary. Eu sou apaixonado por ti desde o segundo em que entraste pela primeira vez em minha casa, naquele dia em que as nossas tias nos tentaram reunir.

MJ: Estava na hora, Pete. Então e agora estás há espera de que?

MJ: Beija-me, Tiger. Já esperamos tempo demais…

No momento em que Peter ouviu o pedido de MJ ele nem sequer hesitou ele começou o beijo com a sua paixão de infância e realmente foi tudo e mais um pouco que ele tinha imaginado.

Peter: Ainda estamos bem longe do Queens, ruiva.

MJ odiava quando Peter a chamava assim e por essa mesma razão revirou brevemente o seu olhar mas voltou a se focar em Peter.

MJ: O teu colega das teias poderia nos dar uma boleia?

Com o piscar de olho que ela fez não deu sequer para Peter Parker pensar em resistir, ele ativou a sua armadura de nanotecnologia e pegou em MJ com o destino marcado no Queens.

Rapidamente chegaram a casa dos Parker e MJ ficou chocada com o que se tinha acabado de passar…

MJ: Porque nunca disseste, Pete?

MJ: Espera. Era isso. Tu ias me contar no dia em que me fui embora…

Peter baixou a cabeça em modo de rendição, MJ deixou cair uma lágrima enquanto tia May os via ao longe a partir da janela do seu quarto.

Mary Jane acabou por se sentir culpada pois desde daquele dia ela pensava que extraordinário Peter Parker nunca a tinha visto como nada além da melhor amiga de infância… nunca como interesse amoroso.

MJ: Desde o dia em que nos conhecemos eu só quis que me convidasses para sair, Parker.

Peter: Passaste metade do tempo com o Flash, ruiva. O que eu poderia fazer para competir com o fantástico e admirável jogador: Flash Thompson?

MJ se encolheu, ela não queria discutir com Peter não quando eles finalmente admitiram os sentimentos um pelo outro.

Peter: Seja como for, vocês ainda podem ir jantar lá a casa.

Peter virou as costas mas isso o partia ao meio.

MJ: Então sempre foi sobre o Flash e nunca sobre NÓS?

MJ: A May sabe?

Peter só queria voltar a atenção para a amiga e voltar a beijá-la, mas ainda não. Era arriscado.

Peter: Sim, Mary. Ela sabe.

Peter acabara de abrir a porta da casa e quando quase tinha fechado ouviu algo. MJ o olhava com dor.

MJ: Eu ainda te amo, Peter. Com o Flash não foi nada mais do que uma curtição porque o meu coração sempre foi teu.

Parker já se sentia arrependido e vendo que a ruiva estava lhe a dar as costas ele tentou ir atrás dela… o spider-sense se ativou de uma maneira irregular e então ele sabia: era um simbionte.

O instinto foi imediato, ele tinha que proteger MJ e então se atirou sobre ela.

Peter: m-MJJJJJ!!!



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