História Spilled Blood - Capítulo 10


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Castelos, Drama, Ficção Adolescente, Lesbicas, Lgbt, Magia, Original, Romance, Sobrenatural
Visualizações 11
Palavras 6.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei! Eu revisei o cap 3 e vi que digitei o anos que a Sara tinha, estava 560, mas na verdade é 118. Desculpa mesmo pelo errinho pessoal.

Boa Leitura, e desculpem os erros. Bjs

Capítulo 10 - Capitulo 10


Fanfic / Fanfiction Spilled Blood - Capítulo 10 - Capitulo 10

Pov Sara.

       Já se passou uma semana dês que sai de Londres e essa semana foi como anda com o diabo, e o nome dele era Georgina, porque para a gente consegui trazer a magia dela de volta ela precisa estar sem sangue humano, ela precisa esta sem beber sangue ate o seu corpo esta para morrer, só que vai demorar mais porque ela consumiu sangue dês que sai do lugar que a gente salvo ela, isso demora pelo menos uma semana. E a gente esta usando verbena e deixando ela trancada.

      Verbena é uma erva lilás, comprida ela não afeta os mortais, mas para gente e uma arma que quando a gente toca ela queima e quando a gente bebe parece que ela esta queimando tudo por dentro, mas passa mais queima muito, e ela também pode nos fazer desmaiar quem for vampiro e fraco ela de derruba, mas se for para me derrubar vai precisar de três dardos, por quê? Porque desde um acontecimento, eu vou tomando de pouco em pouco para ficar imune de verbena, e eu já consigo aguenta mais do que o normal, sim ela ainda queima e arde como o inferno, mas eu ainda to tomando aos poucos. E da Kate não sabendo de nada ainda porque ninguém é parente dela para fazer um feitiço de localização com o sangue para disser onde ela pode esta.

      Só uma pessoa próxima pode achar ela, e a gente já tenta comigo, mas não deu certo. Genevieve me falou que tem que ser outro tipo de ligação, que só a Georgina tem com a Kate.

      Não sei se a Celeste esta bem, mas acho que sim, bom ela não esta envolvida com nada sobrenatural bom eu espero. Não sei se a Georgina esta pronta para fazer as coisas.

— Genevieve, ela esta pronta para fazer as coisas? — Pergunto para sua irmã.

— Sim ela esta! Mas perecíamos esperar mais dois dias para ela esta quase sem sangue humano no organismo dela. Porque ai a gente vai ter que mata ela do mesmo jeito que ela morreu, enterrada viva para ativar a sua magia.

— Pera! Como assim enterrada viva? — Perguntei surpresa, como assim enterrada vida, ela não conto isso para gente, bom ela escondeu que tinha uma irmã e que já tinha ido para o outro lado e volto.

— Sara, tem muita coisa que você não sabe sobre a Georgina e só ela pode conta sobre isso para vocês. — Fala se referindo sobre a Kate e eu. Não sei se posso confiar nela, ela era uma das minhas melhores amigas pessoa que eu tinha onde ir correr para conta o que eu fiz não que eu não fazia com a Kate, era diferente com ela, mas parece que eu não passava de pessoa qualquer para ela. E quando ela foi embora eu fiquei com raiva pelo o que ela fez e pelo que ela fez a Kate passar.

Pov Kate.

      E eu continuo amarrada, mas não estão me machucando mais. O Jackson me contou que a Morgana é uma feiticeira que esta dormida por mais de mil anos e que ela precisa acorda para ajudar o chefe dele consegui o que ele quer só fazer isso quando estiver com o livro de feitiço dela, e clamar as palavras certas, e que possivelmente eu sei onde esta, mas não quero disser, mano se eu nem sei quem é Morgana como eu vou saber onde esta o livro dela? Acho que ele é meio burro ou se faz porque não é possível, quando eu respondi que não sabia quem era, ele me bateu, eu sentia o meu corpo mudar, ele estava se curando mais rápido do que o normal me sinto mais pesada parece que eu ganhei mais massa e músculo, to sentindo pouco frio, sei que é minha parte lobo aparecendo, e tentando me manter viva, sei que to perto de ativar a maldição.

— Eai? Pronta para falar ou que apanhar mais.

— Não sei, acho que apanha mais, sendo que eu já respondi que não sei onde esta.

      Quando respondi o Jackson fico com raiva e veio me dar um soco, só que os socos dele não chegam perto do da Sara eu quase não sinto os socos deles. Sara cadê você? Espero que não tenha mata a Georgina nesse meio tempo.

— Cara pensa comigo, se eu não sei nem que é a Morgana como eu vou saber onde esta o livro! — Ele me analisa para ver se eu falo a verdade, e quando viu que eu estava falando a verdade, eu vi a raiva e confusa passar pelos seus olhos e como resposta que ele deu para raiva foi descontando em mim. Sara por favor, chega logo.

Pov Celeste.

       Eu não consegui ir para a biblioteca essa semana, o que me deu ódio não saber por que aquele lugar me acalma, ele é aconchegante e calma, e como eu amo ler isso ajuda muito e a historia da família real é tão boa ela me prendeu de um jeito que eu nem sei, parece que sou eu vivendo lá, ta eu amo os vestidos das épocas, castelo essa coisa, historia de amor, mas por mim o rei e a rainha podem morrer já, mano ele apertando o braço da filha dele.

      A escola esta uma porre, Luck não me deixa em paz, a Roberta e suas cadelas também não. Luck não desiste de tenta volta comigo, sempre fazendo preção psicológico, falando o que minha mãe vai achar quando ele conta que não estamos juntos, e que eu não o quero, ele ate chego a falar que eu tinha transado com alguém para minha mãe, mas eu sei que ele não falou nada, porque se tivesse minha mãe já teria me atazanando pelo celular falando todas as qualidades deles, que são lindo e rico para ela, mas ela esquece que eu não o amo e nunca amei e nunca vou amar.

— Celeste, por favor, vamos conversa. — Ele me chama assim que eu entro no refeitório, chamando atenção de algumas pessoas.

— Já falei que não tenho nada a conversa com você Luck, então me deixa comer em paz. — Falei tentando passar, mas ele me bloqueio, dei as costa para ele para sai e os amigos deles apareceu. — James, Brad me deixa passar. — Falei com raiva e um pouco mais alto que o normal, chamando mais atenção, ótimo tudo que eu queria.

— Por favor, Celeste volta comigo. — Luck implore já não sei quantas vezes ele já fez isso, eu não posso matar ele porque é crime e eu vou presa se fazer isso porque eu estou com tanta raiva que posso fazer isso.

— Por favor, digo eu! Você quer conversa, sobre o que? Nos? Porque para mim nunca existiu. E não vem me falar que me ama que não sabe viver sem mim, porque se fosse isso você nunca teria me traído me tradado mal, de como não aceitava as minhas coisa de como era controlador, e possessivo e o James e o Brad estão de prova o como você me tratava mal, porque a gente cresceu junto, e incrível que eles tivessem a mesma criação que você e eles não são um babaca como vocês. — Respirei fundo e continue quando vi que ele ia falar algo. — E não você nunca foi um bom namorada, nem na cama você me satisfaz mais, é Luck eu fingia quando a gente transava, e eu to pouco me fodendo se você é popular nunca dei valor para isso, e você sabe e tem mais uma coisa, eu nunca te amei e nunca vou te amar. Então, por favor, para de me encher. Ah Roberta, pode aproveita ele, bom isso vocês já faziam isso antes então aproveitam.

      Quando eu virei para ela e falei ela pareceu surpresa, mas depois sorriu achando que tinha ganhado a briga. Entro na fila para pegar o meu lanche vejo que todo mundo esta me olhando, quando olho para eles, eles volta a fazer o que estava fazendo antes. Pego o meu lanche e vou para uma mesa, sento e começo a comer ainda sinto olhares em mim, mas tento não ligar. Acabo o meu lanche e nem espero o sinal bate já vou indo para sala e espero o professor chegar, ainda bem que tenho só mais duas aula e acabou.

     Essa duas aulas passam rápido ainda bem, pego as minhas coisa e vou direto para biblioteca como eu já tinha colocado a mala no carro com tudo dentro, era só ir direto para lá. Chego deixo o carro na entrada e sigo ate a casa entra na casa e já vou colocando a lanterna e as velas na mesa e algumas na mesa de centro que tem lá. Vou ate a estante depois de acender tudo e deixa tudo arruma pego o livro da família real o que eu estava lendo no dia que eu vim e o livro esta com a pagina marcada de onde eu parei.

       Na aquela noite se estendeu muito para as duas crianças, uma sozinha e outra com a mãe, a princesa estava assustada e com dor não conseguia dormir por conta da dor nos seus olhinhos que estava mudando de cor e sua cabeça doe muito fazendo ela ate chorar de dor por um tempo, ela suava por conta da dor que nem viu quando desmaio de dor e cansaço. Já a outra criança estava aos cuidados da mãe e seu pai estava de guarda no castelo por conta do baile, a mãe da criança estava fazendo de tudo para a filha parar de senti dor, ela sentia dor nos dentinhos, ela sentia dor no estomago, ela suava por conta da dor e por da febre, sua mãe não sabia mais o que fazer então ocorreu para ervas medicinal para fazer a sua filha dormi. Ela foi ate o seu jardim e pego a ervas, foi na sua cozinha vendo a filha brilhar com conta do suor vendo seus cabelos castanhos grudarem na sua testa, ela fez o chã com a erva e levo para sua filha. Sua filha ao ver o que sua mãe trazia fez uma careta porque ela já sabia o que veria a seguir, sua mãe fez ela levanta para tomar.

       Sua filha tomou e se sentiu sonolenta, sua mãe foi deitando ela aos poucos e quando ela estava ajeitando a sua filha para dormi ela já estava dormindo resoava baixinho, sua febre foi abaixando e a sua mãe suspiro aliviada por sua filha não esta mais sentindo dor.

      E o mais incrível disso é que as duas crianças dormiram ao mesmo tempo, suas respiração leve, suas dores sumiram, suas febres abaixaram, seus coraçãozinho estavam leves e calmos, como se nem uma das duas estavam sentindo dor.

      No ano de 1833 a criança filha do casal de camponês, foi treinar com o seu pai, já que um dia ela vai substituir ela no castelo, mas pode ser em outra função. Filha mais velha do rei seguia com os princípios que ele e a rainha colocavam para ela aprender, nunca pensar com o coração, sempre esta disposto a salvar o reino, e o mais importante nunca deixa um ser sobrenatural entrar nessa vila, se isso acontecer ela teria que matar ele, ela só tinha onze anos quando escutava essas leis que os pais dela falavam. Uma coisa que ela fazia escondida do rei e da rainha era aprender a usar uma espada, quem a treinava era o Senhor Leon guarda do castelo ele poderia ser morto se o rei descobriu-se porque o rei proibia as suas filhas de ter relação com os camponeses só quando era obrigada, então ao dar meia noite ela se encontrava com o Senhor Leon para aprender já faz dois anos que vem aprendendo, Senhor Leon fico surpreso de como ela aprendia rápidos os movimentos, como ela estudava o oponente, de como usava a sua inteligência ao seu favor.

— Vamos princesa! — Senhor Leon diz encorajando a princesa. — Presta atenção, analisa o seu oponente, aprende qual é a sua tática como é o seu oponente.

      Senhor Leon ensinava a princesa enquanto estava de frente para ela com sua espada vincada na grana do campo de treinamento, em quanto ela estava de pé concentrado em suas palavras e prestando atenção em seus movimentos.

— Nunca abaixa a guarda, sempre esteja atenta para tudo em sua volta, preste atenção aos sons, vozes, e os paços, e uma coisa muito importante, sempre use a sua inteligência não deixa ela escondida porque se não é você que morre. — Ele diz se agachando e tocando a sua testa em sina de usar a inteligência ao seu favor.

— Qual é a regra numero um? — Ele pergunta quando se levanta indo ate sua espada.

— Defesa! — Princesa fala pegando a sua espada, era do tamanho médio, proporcional ao seu tamanho de criança, o seu cabo era preto com alguns desenhos de flocos de neve em ouro, o pomo que fica embaixo do cabo ela em forma de floco de neve tipo um estrela, e a guarda-mão e o que fica em cima do cabo ele tem era preto e com o seu nome grava nele, mas só quando a dona da espada pega ele, ele aparecia com as letras em ouro, mas quando ela não o pega o que aparecia os flocos de neves, e a lamina de metal polido e afiado.

     Essa espada conte magia, mas ela sabe disso, mas não sabe como essa espada foi parar no quarto dela há dois anos a trás. Parece que foi destino. Como se fosse um sangue derramado após um machucado ou um corte vem rápido que nem sabemos de onde esta vindo, destino às vezes vem esbarrando em tudo derrubando sangue, lagrimas, felicidade, tristeza tudo.

— Segunda regra? — Ele pergunta fica em posição de ataca, a vendo imitar ele. Seu corpo de lado com a sua mão esquerda segurando a espada e levando até estar com a guarda levantada, e sua mão direita esta atenta para qualquer movimento do seu lado.

— Ataque! — Princesa fala se defendendo do ataque dele que veio do seu lado esquerdo.

— Terceira? — Pergunta voltando para sua posição.

— Desviar! — Ela fala desviando da espada dele, indo para trás e logo volta a sua posição, e desfiando da sua espada de novo só que agora indo para o lado direito e depois para o esquerdo.

— Ultima?

— Inteligência! Aaai! — Fala a princesa dando um paço falso e caindo no chão. O Senhor Leon, larga a espada e corre a te a princesa, ele levanta ela e coloca em pé vendo se ela esta bem sem nem um arranhão. Quando ele vai falar algo, ele sente algo encosta-se ao seu estomago e quando olha para baixo vê a lamina da espada da princesa encostada, e quando levanta e olha para a princesa, ela esta com uma das sobrancelhas e com um sorriso de canto.

— Isso ai princesa! — Ele diz orgulhoso e rindo, porque ela conseguiu pegar ele de surpresa usando a sua inteligência. — Sempre usa essa sua inteligência. Não importa com o que sempre usa. Vamos de novo!

        E eles passaram à madrugada treinando, quando o sol esta para nascer, eles parar com o treino, a princesa foi ate o seu quarto guardo a espada em um do fundo falso que tem embaixo da sua cama. E o Senhor Leon foi para a sua casa que fica nos fundo do castelo, quando entro deu de cara com a sua mulher fazendo café e sua filha dormindo no quarto que da para frente da cozinha com a porta aberta para a sua mulher ficar de olho se algo acontecesse.

—Meu bem, você ainda vai ser morto se continuar fazendo isso. — Sua mulher diz indo o ate. Ajuda a tirar a sua armadura e a sua espada colocando em cima da mesinha que tem ao lado da porta junto com a sua armadura.

— Eu não posso vida, você sabe do porque eu faço isso. — Ele diz dando um beijo na testa da sua mulher Aurora, linda, olhos azuis claro seus cabelos castanhos, sua pele morena e sua corpo lindo mesmo com os passar dos anos ela ainda continua linda. — Você sabe o que ela passa, ela tem que saber a se defender. E não é só ela que eu to treinando, tem a nossa filha também, mas a princesa, não sei como ela conseguiu, mas ela esta no nível da nossa filha, e ela só tem dois anos que estamos treinando. — Leon diz sussurrando para sua mulher assim que escuto passos se aproximando da sua casa.

      Ele olha para sua mulher e em seguida olha para cozinha indicando que ela tem ir para lá, ela vai e ele pega a sua espada e se esconde atrás da porta, ele olha para sua mulher e pedi silencio. Escuta os passos se aproximando, quando escuta.

— Sr Leon, o Rei solicita a sua presencia no castelo. — Ele reconhece era o braço direito do Rei Dácio. Leon solta um suspiro de alivio, ao saber quem é.

      Ele sai de trás da porta, e abre a porta, dando de cara com o Dácio, alto, ombros largos, porte físico de um guarda, sua pele morena e sues olhos verdes seus cabelos pretos.

— Ele diz do que se trata? — Leon pergunta ao seu amigo, e ele nega com a cabeça. — Ok! Diz ao Rei que eu estou a caminho.

     Dácio assentiu, e virou de costa e seguiu ate o castelo. Leon virou para sua amada e viu como ela estava assustada e com medo de que algo acontecesse com ele.

— Eu vou ficar bem, não deve ser nada, mas eu tenho que ir meu amor. — Leon foi ate a sua mulher e deu um beijo da sua testa e ela o seguro pela cintura querendo impedi de dele ir. — Eu amo você, sempre e eterno amarei você. — Ele diz ando um beijo na sua amada.

— Eu amo você, sempre e eterno amarei você. — Ela diz ando um beijo testa do seu amado e soltando a sua cintura,

       Leon foi ate o quarto da sua filha e observou ela dormindo calma com um sorriso que diz que deve estar sonhando com algo. Abaixa-se e beija a sua teste e sussurra as mesmas palavras. Eu amo vocês, sempre e eterno amarei você. E sai em direção a porta da sua casa e sem olhar para trás, porque sabia que se olha ia querer ficar. Sai de casa e segue ate o Castelo, passando pelas casas vizinhas vendo tudo acapangado e algumas acesas, passa pela área de treinamento, depois pelo campo de flores que tem aqui, que as flores são as que esta no brasão da família e o campo são lindos, tem um balances para as princesas alguns bancos espalhados, ele segue pelos caminhos de pedras que tem lá e entra pela porta dos fundos do Castelo.

      Ele pega o corredor que da para a cozinha e vê que já tem gente cozinhado o café da manha para as princesas e para o rei e rainha, ele cumprimenta as pessoa de lá e passa a sala de jantar, onde eles comem e depois seguir ate dar para a escada que leva ate o salão onde fica o trono, ele sobe as escadas e da no salão principal que é à entrada do castelo, seu teto alto, pilastras de marfim escura com detalhes em ouro, com desenhos de armas e guardas e rei, o chão azulejado em preto e um cinza escuro, e no teto os candelabros grandes e feito de ouro, e com poltronas em todas as janela, então ele seguiu mais um pouco e sobre outra escada e da de cara com uma grande escadas com mais duas ligadas à escada principal, e essas escadas estão ligas ao segundo andar que da para os quarto do rei e rainha e para os das princesas, o das princesas ficam do lado esquerdo e o do rei e rainha eram na direita. Ele seguiu ate a porta de entrada para sala do trono, ao atravessar para o outro lado quando esta de cara com a sala do trono ele bate na porta e escuta o rei, o mandando entrar. ( Foto do capitulo) 

— Majestade mandou me chamar. — Leon diz fazendo reverencia ao Rei. E quando levanta olha para o Rei e sua Rainha, e suas filhas as mais novas de nove e sete perto na mãe em um trono pequena e sua filha mais velha de onze anos em seu trono ao lado do seu pai, com o rosto fechado nem um sorriso, sempre com um olhar intimidador, e confiante, e sempre com a cabeça erguida com um olhar superior, já as suas irmãs estão sorrindo e conversando entre si. Consegui ver a diferencia. Entre a criação delas.

— Sim. Sr Leon. — Diz o Rei com firmeza e confiança. — Quero que você treine os novos guardas que vão entrar, já que você é de minha confiança e o melhor guarda que eu tenho. Isso inclui as mulheres que querem entra para guarda. Eu dou essa responsabilidade a você Sr Leon. — Rei diz ao levar a taça de vinho ate a sua boca.

— Você tem a minha palavra. — Leon diz firme. — Majestade posso fazer um pergunta ao senhor? — Leon pergunta com medo do Rei não gostar. O Rei fazer que sim com a cabeça esperando a sua pergunta. — Minha filha pode treina com os novatos? Porque já faz um tempo que eu to treinando ela para me substituir se eu morrer Majestade. — Quando ele fala da filha ele ganha atenção do Rei e da Rainha, e da filha mais velhas dele que fico curiosa ao saber que ele tem uma filha.

— Você tem uma filha? — O Rei pergunta sem saber. — Quando anos ela tem?

— Tem doze Senhor. — Responde Leon sem saber se isso era bom ou não.

— Claro que pode Sr Leon. — Leon suprira aliviado. — Quero que esse treinamento comece hoje Sr Leon.

— Pode deixar Majestade.

     Leon da reverencia sai da sala do trono, mas antes vê a princesa mais velha com um olhar de curiosa para ele, mas depois fecha a cara e fica com a postura de antes. Leon segue o mesmo caminho que o troce ate a sala do trono, e entre na sua casa, quando ele entre ele sente alguém abraçar ele pela cintura então se da conta que é a sua filha e beija a sua cabeça antes de pegar ela no colo e abraça-a. Na porta da cozinha esta a sua mulher que suspira de alivio ao ver que ele esta vivo ainda.

— Tenho uma surpresa para você pequena. — Ele fala e isso chama atenção da sua filha que tira o seu rostinho do pescoço do pai.

— O que é Papai? — Pergunta ela confusa e curiosa, com as suas sobrancelhas franzidas e um biquinho nos lábios, e consisti em estar pensando.

— Você agora vai por ir treina com os novos guarda dos castelos porque o seu papai aqui foi escalado para fazer isso. Então eu perguntei para o Rei se ele deixa você participa dos treinos.

— Isso é sérios papai! — Ela pergunta eufórica.

— Eu mentiria sobre isso? — Ele fala rindo do grito que ela deu e se agito no colo do seu pai para por ela no chão e ele coloco. Ela correu ate a sua mãe para conta a novidade e sua mãe mesmo já soube-se porque escuto fez cara de surpresa e comemoro com a filha.

      Leon olhou feliz para filha vendo o quanto ela esta feliz e isso só deixa ele orgulhoso ao ver o sorriso grande que tem no rosto da sua filha. Ele estava com medo do que isso poderia causa com a filha, ele não importa se acontece algo com ele, ele só não quer que nada aconteça com sua filha.

— Pequena vai pegar a suas coisas que a gente vai treina depois que eu comer algo.

— Ta bom, Papai!

      Ele vê a sua filha indo para o quarto, e então segue ate a cozinha e vê a sua mulher pegando as coisas para colocar na mesa para o Leon comer.

— Não precisa fazer isso vida, eu posso fazer, vai descansar você ainda vai ter que arrumar as coisas das princesas. — Leon fala indo ate a Aurora tirando os pratos e o café das mãos dela. — Anda. Vai descansar um pouco na sala, ou pode ajudar a nossa filha.

        Aurora tenta falar algo, mas desiste e vai ajudar a sua filha, que esta tentando pegar a sua espada que esta em cima do seu armário. Sua mãe ao ver isso não deixa de solta um risada, e vai ate a sua filha pegando ela e tirando ela de cima do banquinho para tentar pegar a escada, ela coloca a sua filha na cama e se estica para pegar a sua espada, que é proporcional ao seu tamanho, o seu cabo era azul escuro com sol desenhando em prata, a prata pegava todos as parte do desenho do sol, mas como o circulo do sol é vazado e dentro do circulo fica a cor azul escuro, seu pomo que fica em baixo do cabo era em formato de circulo furado, e a guarda-mão e o que fica em cima do cabo era da cor azul escura com os mesmo desenhos do sol igual no seu cabo e no centro dele tem a suas iniciais que ela mesma fez. Essa espada foi um presente do seu pai, que ralo muito para consegui, porque um guarda não ganha muito assim e nem uma criada como era a sua mulher, mas eles conseguiam sobreviver, não eram muito, mas também não era pouco.

     Seu pai que já tinha acabado de comer levou o que uso, e depois deixo os utensílios secando na pia, ele foi ate a sua o quarto da sua filha e viu ela se arrumando, ela não tem uma armadura própria, então o seu pai mando fazer um uma pequena que cobria o seu peito e tronco, uma luva que ia ate os seus cotovelos, e por baixo disso ela usava um blusa regata e uma blusa de manda comprida e em cimas dos seus cotovelos ela usava uma proteção que amarrava na parte de dentro dos seus braços e nas pernas uma bota que ia ate a metade das suas coxas e por baixo disso ela usava uma calça de algodão marrom. A sua mãe tento prender os seus cabelos, mas ela não deixou falou que tem deixa-los solto porque vão ver que ela é um mulher e que ela pode sim saber lutar e usar uma espada, sua mãe sorriu com a resposta, e falou que ela já pode encontrar o seu pai.

     Sua filha já esta preste a sai correndo quando olha para porta e vê seu pai parado sorrindo.

— Vamos papai. — Pergunta colocando a sua espada no cinto que ficava na sua cintura.

       Leon vai ate a sua mulher e se despede falando que vai volta logo. Ele sai de casa com a sua filha ao seu alcance, com a postara reta e a cara de seria com olhar intimidador que o seu pai a encimo ter ao enfrente batalha e treinamento, porque isso faz ela se concentrar mais, nos treinamento. Chegaram ao campo de treinamento que fica atrás do campo de flores, ao chegar lá vê que já estes todos os novatos e alguns adultos de outros reinos com os seus filhos, Leon chega e fica de frente para eles que forma um fila.

— Me chamo Leon Rose, e eu estou aqui para treina vocês. Então já vou dizendo, não quero reclamação, gozação com o seu oponente, ele esta aqui para aprender igual você, e sim vai ter uma menina treinando com vocês, não quero reclamação sobre isso se estão reclamando é porque tem medo que ela pode derrotar vocês, e amanha chega outra menina então deixa de ser babaca e vamos ao treino.

— Sr Leon, não acho que uma menina consegue me derrotar. —Diz Héctor Evelyn um menino de dez anos que já é um candidato ao ter a mão da princesa mais velha em casamento quando tiverem dezoito anos ou mais. Ele é do reino do norte junto com a sua família eles sempre vem passar um tempo aqui para tentar tem alguma afinidade com a princesa.

— Porque você acha isso Sr Evelyn? — Leon diz calmo como se aquilo não te irrita-se, já a sua filha não gosto muito bem do Hector e não ver a hora de prover para ele que ele esta errado.

— Essa é fácil Sr, meninas e mulheres são fracas, não saber fazer nada alem de servi o rei e ao homem. — Quando ele falou isso, muito ficaram surpresos e negaram com a cabeça, mas o seu pai Tobias Evelyn sorriu e concordo com a cabeça.

— Se acha isso verdade porque não duela com a minha filha. — Leon diz apontando para sua filha que olha para o pai com um sorriso de lado e com olhar intimidador.

— Essa vai ser fácil, vamos pega a sua espada menina. — Héctor diz indo ao meio do campo.

A filha do Leon olha para ele, e vai ate o meio do campo ficando de frente para o Héctor e Leon indo atrás para disser as regras do duelo.

— Regra dos duelos se desarma o seu oponente você ganha se o oponente cai ou você derrubar conta o ponto e você ganhar. Prontos podem começa!

      Leon diz e se afasta deles. Hector da um sorrisinho antes de avançar diretamente contra a filha de Leon. Oh ele era rápido, mas não inteligente. As espadas se colidiam em pleno ar a Filha do Leon amparava o golpe sem nenhum problema. Hector continuava na ofensiva atacando com força e raiva, filha do Leon continuava se defendendo perfeitamente, recuando alguns passos sempre mantendo a boa base nas pernas. Ela esquivava em momento certo, se abaixava e pulava, jogava o corpo para trás evitando corte horríveis e fazia colidir lamina contra lamina como se soubesse exatamente onde o Hector ia atacar e isso só deixava ele mais irritado.

       Hector da um sorriso de convencido, por ter conseguido fazer um pequeno corte no braço da filha do Leon, logo abaixo do ombro. Ela não esboçou nem um suspiro de dor ou careta, ela se afastou pegando distancia, olho o corte e depois olhou para o Hector que estava sorrindo como se tivesse ganhado o duelo, e abriu um sorriso diabólico olhando diretamente nos olhos do Hector e neles trametiam, raiva e medo, mas a raiva prevalecia.

     Então ela avança, mais rápido do que o Hector. Era a sua vez dele recuar. O cabelo dela se movia em sintonia com os seus movimentos, o corpo parecia dançar enquanto ela atacava veementemente o Hector. Golpes rápidos e precisos, sem intervalos ou que davam chance de contra-atacar. Em um embate de espadas, Filha de Leon fez um movimento giratório com a sua própria lamina ao redor da espada do Hector. Em segundo ela voa para trás, ela tinha desarmado ele. Hector recuou coisa que não deveria ter feito se tivesse usado a inteligência, pois isso deu espaço para a Filha de Leon aplicar um chute em seu estomago, o derrubando não chão vencendo o duelo.

— Ela fez ponto duplo! — Um dos novatos disse o seu nome era Eugenio, era um dos meninos que morava ao lado da casa do Leon às vezes ele brincando com a filha dele, não podia reclamar ele é um bom menino.

— Isso foi sorte de principiante. — Tobias Evelyn fala não se conformando que seu filho tinha perdido.

— Desculpa Sr Evelyn. Eu treino dês dos meus dez anos. — Filha do Leon fala ao se afasta do Hector depois de ter ajudado ele a levantar, e fincou a sua espada na grama e se apoiou dela.

— Não é sorte de principiante, se fosse porque o seu filho não ganho. — Leon fala indo ate o Hector para ver se ele esta bem, e ele viu que só esta sem ar. — Hector, respira devagar, que o ar vai entrar com mais calma, ai não machuca você. Tobia acho que você não precisa ficar aqui sendo que você tem coisa a tratar com o Rei. — Leon fala se levantando do chão onde estava agachado em frente ao Hector.

— Pai, pode ir vou ficar bem. — Hector diz e o Tobia se dar por convencido e sai do campo, não antes de lança um olhar de ódio para filha do Leon que nem se abalou e sorriu debochada para ele.

— Vamos com o treino, Hector vai ficar calado?

      Hector balança a cabeça concordando com que o Leon disse e vai ate o seu lugar na fila. Então Leon deu a ordem de fazer dupla para treinar defesa e ataque. Claro Hector foi ate a filha do Leon para treinar. Querendo se mostrar que pode vence ela de novo.

       Não muito longe do campo tinha uma menina escondia entre as arvores de treino para ver como era lá e era a princesa mais velha. O Rei estava louco atrás dela, porque ele tinha que apresentar ao Sr Evelyn, e mostrar como ela pode ser uma boa aliança para ele, se ela se casa-se com o filho dele. Ela fugir para não ser apresentada ao Sr Evelyn. Ela não quer se casar com alguém que não a ame, nem que o ame. Princesa estava atrás de um arvores que se dava para uma dupla treinando. Era um menino e uma menina, a menina estava de costa então ala só tinha olhares para costa dela. Seus cabelos castanhos se moviam sem sintonia com os seus movimentos de defesa, ela conseguia ver que a menina era um pouco mais alto do que ela, mas era magra e dava para ver que ela se esforçava mesmo não precisando, porque parecia que ela sabia onde e quando ele ia atacar. O menino que estava de frente para ela. Ela não conseguia achar nada que goste nele, ele era um menino normal de família rica igual ela, ele era loiro, magro, de olhos azuis, e a pele clara. Ela esta vibrada na menina de costa seus passos ela leves, se esquivava no tempo certo, e atacava no tempo certo, tudo nessa menina fascinava a princesa mais velha.

— Ah, você esta ai! — O Rei fala ao pegar pelo braço, assustando a princesa que grito mais ninguém ouviu, ah não ser a menina de costa que viro, quando escuto o som do grito da princesa. Ela ficou procurando o som quando acho viu uma cena que deixou ela com raiva, ela apertava com forca o cabo da sua espada, pronta para atacar a pessoa. A cena era a Princesa tento o seu braço erguido com forca pelo seu pai que o apertava sem se importa. A princesa tinha o seus olhos verdes arregalados e tentava sai do aperto do seu pai, que o apartava mais forte ainda quando ela tentava sair. A menina já estava para correr ate lá quando sente um chuto na sua costa a jogando no chão e a risada do Hector.

— Nem precisa levantar, o chão é o seu lugar, serva! — Hector fala pisando nas suas costas onde fica o seus pulmões deixando ela sem ar, mas ela esta com raiva coisa que o Hector não percebeu para onde estava olhando.

      Então a menina, se ergueu sem problema e deu um giro e aplico um soco no rosto do Hector que cai no chão algum metro de distancia.

— Nem precisa levantar, o chão é o seu lugar, servo! — A menina diz com deboche e isso deixa o Hector com raiva, que levanta do chão rápido e empurra a menina, que vai para trás com impacto, que devolve com mais forca fazendo o Hector ir ao chão de novo.

     A menina vira de costa, e sai andando, não antes de olhar para o local que estava a menina e o homem. Ela escuta passo mais rápido, era o Hector correndo, ela o pega pelo braço e joga o corpo dele por cima do seu, o fazendo cai de costa e ficando sem ar. Antes que ele pode levantar ela, meio deitada e forca o seu antebraço no pescoço dele o fazendo ficar sem ar e desesperado tentando tirar o braço dela.

— Hector foi falar só uma vez. Não vai querer mexer comigo, ai de você tentar arma algo para mim fora do treino. — Ela não percebeu, que não era ela falando e sem a raiva que sentia a cena que viu e das brincadeiras infantil do Hector.

      Leon ao ver a cena. Correu ate a menina e o Hector. Tirou a menina de cima dele e ajudando ele a levantar.

— O QUE ACONTECEU AQUI! POSSO SABER ISSO É UM TREIMANEMTO E NÃO UM RINGUE DE LUTA! — Leon grita com eles. Para saber o que passou, e como ele não viu.

    Os dois começaram a falar junto discutindo, xingando um ao outro, Leon não estava entendendo nada.

— BASTA! UM DE CADA VEZ. — Gritou de novo. — Hector pode falar.

— Essa louca chegou e me deu um soco, e depois me empurro no chão, e ai me enforcou. — Hector diz com, com medo e tentando reverte a situação.

— Isso é mentira! — Menina diz com raiva, fechando a mãos em punhos e quase avançando no Hector.

— Ela esta me acusando de menti Sr Leon. — Leon repira fundo e olha para menina dando a deixa para ela falar.

— Eu escutei um grito vindo de trás das arvores, e me virei para ver se tinha algo ou alguém. Então eu vi um cena de um menina sendo agarrada pelo braço por um homem e quando eu ai fazer algo o Hector me deu um chute pela as costa e mando eu nem levantar porque o meu lugar era no chão e me chamo de serva. E eu revidou com um soco, e ele me empurro e eu devolvi ai eu virei de costa para ir ate as garrafa quando senti que ele ia me ata por trás então eu ataquei ele.

— Você esta mentindo, porque não tinha grito nem um. — Hector diz, mas esse foi o seu erro ele acabo de confessa que mentiu. Ele arregalou os olhos se dando conta do que vez e a menina fechou a cara e ficando com o olhar intimidador.

— Como era a menina? — Leon pergunta.

— Era de pele clara como a neve, seus cabelos pretos e usava um vestido vermelho como e uma coroa pequena na cabeça. — Leon arregalou os olhos e levantou rápido.

— Quero dez volta no campo para aprenderem a se comportar. — Diz ignorando os chamando da menina querendo saber quem era a menina. Leon foi ate o outro lado do campo, para ficar de olhos neles agora.

     Os dois nem se olharam, a menina foi na frente, porque não quer ter mais confusão. Ela estava estranha, sentia coisa estranha como escutar as coisas ao longe, sentir cheiro, e se curar rápido, o corte que o Hector tinha feito no seu braço já tinha sumido agora era o rasgo na camisa de manga comprida. Ela não percebeu isso, nem o Hector, nem ninguém, a não ser o seu pai, ele sabia do que ela é ele sabe do que ela é capas.

      Mano! A minha cabeça vai explodir se eu continuar lendo. Essa historia continua meio confusa, sim tem duas parte da historia, e eu quero descobri isso, essa historia me prende de um jeito que não sei, me faz entrar e me senti parte dela. Eu levando e vou ver a janela, e vejo que já escureceu. Melhor eu ficar aqui mesmo, tem um sofá e um cama, prefiro o sofá, vai que a cama era usada por alguém que morreu, vai saber né, prefiro a cama mesmo.

       Deito no sofá, depois de ter deixado só as lanternas ligada e apaguem as velas, deixando as lanternas em cima da mesa perto do sofá. E deita me cobrindo com a manta que tem no encosto do sofá, e me ajeitando ate achar uma posição para dormi. A historia continua na minha cabeça,fazendo minha cabeça ferver em pensamento. Eu fecho os olhos, e nem vejo quando eu dormir.    


Notas Finais


Até a próxima! Bjs


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...