História Spirit of a Wild Boy - Capítulo 2


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Categorias Monsta X
Personagens Joo Heon, Min Hyuk
Tags 2won, Au!abo, Changki, Changkyun Alfa, Hyungwon Ômega, Jooheon Alfa, Joohyuk, Kihyun Ômega, Minhyuk Ômega, Shownu Beta, Wonho Alfa
Visualizações 168
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - O Alfa irritado e o Ômega chorão


Fanfic / Fanfiction Spirit of a Wild Boy - Capítulo 2 - O Alfa irritado e o Ômega chorão

A vida de Minhyuk não estava sendo fácil considerando agora que ele era um ômega marcado, mas que não nutria sentimentos pelo lobo que o marcou. Coisa que de fato prejudicava não só a ele como a Jooheon também já que o mesmo havia feito isso num momento de subconsciência.

Mas isso não os impedia de tentar criar algum laço, e foi o que indiretamente fizeram já que inconscientemente seus lobos marcados se chamavam ou atraiam-se constantemente.

E mesmo que eles não quisessem sentir aquele ligeiro incomodo que sentiam ao estarem longe um do outro, sentiam, e eles não se buscavam por vontade própria, e sim os seus lobos tratavam de o fazer.

Jooheon andava mais irritado do que nunca. Todos ao seu redor podiam sentir isso pelos fortes feromônios e a feição nada amigável do alfa. Seu lobo estava deveras incomodado com o afastamento daquele que ele havia marcado como seu. Minhyuk não estava muito diferente, como constantemente envolvia-se em brigas com gangues de sua escola e de outras iguais a sua, esse fato não diminui por ele agora já ser um ômega declarado.

Então sempre que podiam, o perseguiam atrás de briga, seja ela revanche ou apenas uma briga sem motivos mais profundos.

Bom, aquilo assustava Minhyuk de um jeito que o deixava extremamente acuado. Sempre que sentia aqueles olhares e ouvia aquelas palavras ameaçadoras e de baixo calão saindo das bocas dos alfas rivais ele entendia tudo ao contrário pois seu cérebro de ômega indefeso o fazia entender que na realidade aqueles caras buscavam seu corpo e não uma briga de macho.

Realmente a vida não estava fácil para eles, um andava irritado demais e outro sensível demais. Ninguém aguentava mais aquilo e num ato impensado Kihyun juntou os dois, ainda que aquilo fosse contra suas palavras sobre mantê-los afastados.

Sem Jooheon saber, Kihyun pagou a uns caras de uma gangue qualquer e fez com que eles trombassem com Jooheom em um beco. Ao mesmo tempo em que um de seus homens passou um ‘alerta’ para que a mãe de Minhyuk mandasse que o mesmo fosse comprar alguma coisa para ela em uma conveniência ali próxima, fazendo com que Minhyuk tivesse que passar naquele mesmo beco como um atalho para fazer a tal compra.

E lá estava Jooheon a bater em alguns fracotes que foram o irritar no pior momento, mesmo com Jooheon os batendo até deixá-los inconscientes, ainda assim ele não se sentia satisfeito e a todo momento vinha em sua mente imagens das várias vezes em que saiu na mão com Minhyuk e o mesmo sempre o satisfazia nesses momentos.

- Merda! – Esbravejava ao espantar os dois últimos membros daquela gangue – porque não consigo me sentir satisfeito, porra? – Disse pondo-se a caminhar na direção oposta a qual ia quando encontrou aqueles caras.

Jooheon seguiu quatro passos a frente até ser parado por uma mão que puxava-o o braço impedindo de andar.  Antes de se virar e deixar um soco na cara do ser que impedia seu caminho Jooheon parou e ficou surpreso, mas disfarçou a cara rapidamente antes de se pronunciar ao outro.

- Jooheon? – Perguntou Minhyuk tímido.

- O que você está fazendo aqui? – Questionou Jooheon de volta.

- E-estava indo comprar um negócio para minha mãe, mas ai eu vi você e quis falar com você – dizia cada vez mais tímido.

Jooheon sem aguentar mais aquela timidez toda simplesmente arrastou Minhyuk até uma das várias escadas de incêndio que havia naquele beco grudadas nas paredes dos pequenos prédios e o sentou ali.

- Jooheon – chamou baixo – será que eu posso te tocar? – Perguntou Minhyuk sem jeito.

E sem nada dizer em resposta Jooheon levou a mão até a nuca de Minhyuk e o puxou para um beijo calmo que fora logo retribuído pelo ômega. O mesmo levou as mãos tremulas até os ombros de Jooheon e repousaram ali. Já Jooheon desceu suas mãos até a cintura de Minhyuk pressionando-a fortemente fazendo-o gemer interrompendo o beijo em resposta. E nessa deixa Jooheon depositou um beijo molhado em seu pescoço exposto passando agora a caminhar com Minhyuk de costas até prensa-lo contra o muro do prédio.

Apesar do carinho que sentiam naquele momento, Jooheon ainda se sentia incomodado, mas ele não sabia ao certo com o que, apenas sentia-se e pronto. Minhyuk por outro lado se sentia levemente feliz e muito aliviado de estar nos braços e aos beijos com quem o havia marcado. Já que ele ficou muito carente depois do incidente do rio.

E a contragosto Jooheon afastou-se de Minhyuk indo embora sem sequer dizer-lhe uma só palavra, o ômega ficou sem entender e por mais que chamasse o outro, este apenas o ignorava e continuava seguindo pelo beco até desaparecer das vistas de Minhyuk.

Minhyuk ficou triste, se sentia usado e abandonado e aquilo o fez chorar baixinho encolhido na escada por longos minutos até que o mesmo resolve-se juntar suas últimas forças e ir para casa.

Em casa ele chorou mais, agora trancado em seu quarto, na manhã seguinte Minhyuk ainda tentava digerir o que havia acontecido naquela noite no beco e quando mais pensava mais seu cérebro doía, aquilo não estava o ajudando, muito pelo contrário, aquilo só piorava.

Sem animo nenhum ele foi para escola e lá se juntou aos seus amigos que o protegeram e cuidaram de si o tempo todo, apesar de não estarem a par de toda a situação de fato eles tinham algum conhecimento sobre o ocorrido e mesmo eles não sendo ômegas tentavam ajudar Minhyuk da maneira que podiam.

Aquele carinho e atenção toda apaziguava o coração agitado e confuso de Minhyuk e ele era muito grato, pois até sua mãe vendo a situação dele acabou se mostrando mais carinhosa e já não brigavam tanto como antes.

Na escola de elite todos andavam de cabeça baixa sempre que passavam por Jooheon, seu olhar e aura assassina assustava a todo mundo e ninguém atrevia-se a encara-lo, apenas seus amigos que sabiam do acontecido o faziam. Mas eles desistiram de tentar enfiar na cabeça dele que se ele continuasse afastado de seu ômega mais irritado ele ficaria e só aquele assunto já era pólvora mais que o suficiente para explodir a bomba relógio chamada Jooheon.

Hyungwon era o que mais insistia para que o alfa parasse de agir feito um idiota e fosse logo atrás de seu ômega e o amasse. Já que só isso faria aquela feição azeda de Jooheon passar, segundo ele.

- Jooheon até quando você pretende assustar os outros alunos dessa escola? – Perguntou Hyungwon, irritado.

- Até o dia em que eu quiser – respondeu rude – até quando você vai ficar me chateando com esse assunto do Minhyuk? – Resolveu perguntar também, e estava incomodado.

- Até você deixar de agir feito o babaca que é, e ir logo amar seu ômega pra ver se abaixa esse estresse! – Gritou já sem um pingo de paciência com o melhor amigo.

Irritado com a atitude de desprezo a seus conselhos, Hyungwon se pôs a andar para longe da mesa de refeitório onde almoçavam, Changkyun nada dizia, apenas respeitava a escolha do amigo apesar de concordar plenamente com Hyungwon. 

O assunto de Minhyuk já incomodava-o mais que o suficiente e quando viu que aquilo estava interferindo demais em seu relacionamento com os seus amigos, familiares e no seu cotidiano Jooheon decidiu-se por resolver aquele problema.

Não pretendia tomar Minhyuk pra si de uma vez, mas tentaria ser mais próximo do ômega e quando fosse a hora tomaria uma atitude mais cabível. E assim o faria apesar de não saber como. Quando as aulas acabaram Jooheon decidiu ir no Mr. Tteok comer algum lanche qualquer e pensar em formas passivas de se aproximar de Minhyuk sem deixar que seus instintos o dominem.

Na fila do caixa enquanto analisava qual brinde iria pedir junto do lanche acabou ouvindo uma conversa telefônica que nada o agradou.

‘- Então conseguiram pegar aquele desgraçado? – Perguntava sorrindo frio – Eu estou no Mr. Tteok, mas daqui a pouco estou indo ‘praí – Respondeu alegremente – vocês estão no lugarzinho de sempre? – Perguntou – beleza, hoje vamos fazer Minhyuk pagar por todo o dano que nos fez! – Sorriu maldosamente

A conversa só não se estendeu mais porque naquele exato momento Jooheon já o arrastava brutamente para fora do estabelecimento o agredindo fortemente, transbordando toda a raiva que sentia ao ouvir tais palavras.

- Onde está o meu ômega? – gritava ao outro que tremia diante da presença monstruosa de alfa dele.



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