História Spotters: Um Mundo Mágico - Capítulo 4


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais
Tags Amor Doce, Magia, Magica, Mistico, Personagens Originais
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Palavras 2.884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, mais um capítulo hoje que eu to podendo kkkk.

E também eu já escrevi o próximo e fiquei muito animada para postar.

Então espero que se divertiam com mais um.

Capítulo 4 - Welcome - Part Final.


Fanfic / Fanfiction Spotters: Um Mundo Mágico - Capítulo 4 - Welcome - Part Final.

Tivemos aula de história mística, Megan explicou que o "M" na frente de cada matéria é por conta disso. Na semana temos 4 horários de história divididos em dois dias, segunda e terça, terça é aula de história normal.

Essa aula de história o Faraize, discutiu sobre criaturas desse mundo, e tipo, tem uma raça chamada Vergundos que é um povo de fogo, poucas pessoas que não pertence à essa raça podem ir pra o lugar onde essas criaturas habitam, e dificilmente um Vergundo vem para cá. A falta de um calor de alto grau faz com que eles uma hora se apaguem.

Mas ele também discutiu sobre outras criaturas e indicou um livro que explica com mais detalhes cada ser. E com certeza eu vou pegar que eu sou bem curiosa. Eu não sei se eu defino ou não isso como curiosidade, mas se eu acho algo interessante eu vou lá e começo a estudar sobre isso. Sendo que eu aprendi línguas de sinais só por achar interessante, sendo que eu não conheço ninguém mudo ou surdo.

Estava terminando as minhas anotações e pontos importantes que o professor falou, ele podia ter passado um texto explicativo, mas eu gosto muito de anotar o que os professores falam. Não somente anotar o conteúdo, eu anoto tudo o que eu acho interessante. No período que eu fiquei longe da Megan eu escrevi um caderno inteiro sobre ela, todas as manias, todos os jeitos dela, com fotos também, a maneira como ela sorri, fala. E eu faço isso pra qualquer pessoa, eu sinto essa necessidade compulsiva de escrever.

Assim que eu terminei minhas anotações a loira colou na minha carteira. A loira é o Nathaniel, só pra esclarecer.

- Se você tiver qualquer dificuldade com a matéria pode pedir ajuda pra mim, eu ajudo os novatos com a matéria normalmente.

- Bem simpático da sua parte, Nathaniel. Mas... - Falso, a palavra me veio a mente assim que eu analisei o rosto dele. Ri. Levantei já com todas as minhas coisas guardas - Se você não quer fazer algo, diga Nath. Você não quer me ajudar só tá fazendo isso é porquê é sua obrigação, não é algo que você queira.

A loira me encarou confuso inicialmente, mas a posse amigável - que era falsa - logo se desfez. Talvez eu não tenha notado isso antes porquê ele estava perto da Megan, e Nathaniel estava genuinamente feliz perto dela.

- Faz parte do seu dom isso? - dei de ombros, eu sempre fui boa pra identificar os sentimentos das pessoas.

- Não precisa ficar com essa posse amigável perto de mim, mas você tá tenso como se estivesse com medo de algo.

Encarei os olhos castanhos dele, o mesmo não desviou o olhar. Pra falar a verdade era quase como se tivesse me desafiando. Foda-se.

- Tanto faz - disse já cansada - Não se faça de bom samaritano só pra continuar representante do grêmio, porque tá bem óbvio que você não é. Mas eu vou querer as aulas sim, sou abusada - pisquei pra ele.

Ele esta incomodo, é um fato. Mas de alguma forma ele riu, talvez aliviado?, não sei, mas sorriu de verdade pra mim e não aquele sorriso social padrão.

Megan está em um canto da sala conversando com Rosa e Alexy, os mesmo pareciam me esperar para ir comer. Sorri, tô com fome.

- O Nath ofereceu ajuda com as novas matérias? - Megan falou - Pode ser complicado no início, mas depois de um tempo você se acostuma.

- Nem vem senhora. Perfeitinha, eu demorei muito tempo pra me acostumar com as matérias místicas, simplesmente é um saco - Alexy disse - Mas a Peggy tá espalhando por aí que tu é um mini gênio Med, verdade?.

Franzi o cenho.

Como?, quando?, onde e por quê ela sabe das minhas notas? Os três riram de mim.

- Peggy sabe de tudo, a equipe dela do jornal é muito boa e a maioria consegue ler sua mente e você nunca iria descobrir, a não ser que saia no jornal, é claro - Rosalya começou - Peggy é um cupido, do tipo que tem assas, arco e flecha, e sendo um cupido ela faz as pessoas se apaixonarem por ela e contar seus segredos.

- Então ela deve ter um harém - de todas as coisas essa foi a mais importante que eu notei. Os três riram de novo, tô me sentindo muito engraçada, vou continuar assim.

- Não, o efeito passa despois de um tempo - minha irmã disse - Se a pessoa não é a qual você deve se apaixonar, então o efeito passa. Mas até isso ela já arrancou muita coisa de você - ela suspirou frustrada.

- Uma das pessoas que caiu nisso foi você? - eu disse descrente, Alexy e Rosa sorriam maliciosamente.

- Foi muito engraçado, a Peggy a fez se apaixonar por ela e a Megan ficou toda melosa, toda tipo "você é o amor da minha vida e qualquer coisa que tu disser eu faço" e deu maior B.O, que a diretora ficou putassa com a Peggy por isso, é que normalmente ninguém deixa tão na cara, mas parece que deu algo de errado na vez da Megan - Alexy disse, enquanto isso a minha irmã estava com as bochechas avermelhadas. Tadinha, mas eu ri.

- Então provavelmente alguém do grupinho dela contou pra ela que eu sou um mini gênio? - todos assentiram - Mas eu não sou, só pra deixar claro, eu só gosto de estudar.

- Aí meu deus! Queria ser como você - Rosa falou - Eu tenho tanta preguiça pra estudar, mas de alguma forma eu me viro.

Chegamos a cantina. O lugar é imenso, é um local todo aberto cheio de mesas na cor amarela, algumas mesas são com cadeiras enquanto outras são com bancos. O chão é na cor branca e azul, e seguindo a temática da escola todo lugar tem umas artes bem conceituais, que eu não sei de quem é. É legalzinho aqui, nada mal. Entramos na fila da cantina.

- As meninas separaram lugar pra gente - Megan disse apontando pra Kim, a ruiva que abraçou Megan e tem uma garota nova, de cabelos roxos. Tenho quase certeza de ter visto ela na ferroviária.

Os três ainda falavam animadamente, e é compreensível, tipo, sexto dia de aula? Não sei.

Uma coisa diferente também daqui de Greylou - esse mundo se chama assim - é que o tempo é diferente, aqui tem mais meses que a Terra. Ou seja, quero me jogar da ponte. Mas a gente tem mais férias também. Enquanto o povo da Terra está em agosto aqui nós estamos em fevereiro, o mês que começa as aulas aqui. E aparentemente tem seis estações que eu pretendo saber mais sobre isso.

Na cantina você tem três opções, ou você compra no Yonluza, Febes ou você pega a comida da cantina. Que eu não fazia a mínima ideia do que era, uma carne rosa será que é boa? Uma saladinha azul parece sucesso pra mim. Encarei Megan confusa, a garota só me puxou pro Yonluza e pediu dois números 38, o que isso quer dizer? Uma eu ainda mais confusa.

A mesma entregou Ca$h, que é a nota daqui. Me entregou uma bandeja e logo me puxou pelo braço.

- Aqui tem 4 caixas eletrônicos pra você trocar dinheiro por Ca$h. Mas se você estiver pensando em comprar roupas aqui, é bem difícil, tem pouquíssimas lojas para meio-humanos, no máximo você pode comprar uma roupa de uma espécie parecida com a nossa.

- Por exemplo? - Megan citou roupas que sabe que eu amo uma blusa nova, não resisto.

- Tem os demônios que são mais súcubos do que demônios, eles tem uma forma humana mas precisam de sexo pra mantê-la, então normalmente as roupas cabem em humanos. Elfos também são ótimas opções de roupas, por mais que a moda deles seja estranha. Eles gostam daquelas roupas com detalhes de ouro - meus olhos brilharam, tem elfos aqui - Olá, meninas!

- E aí? - eu sou bem educada e cumprimento todo mundo.

Uma pessoa que eu não notei de longe ou chegou agora é o tesão chamado Melody, gente ela é muito gata, puta que pariu. Tenho que parar de pensar nisso vai que ela sabe ler mentes.

Megan sentou ao meu lado esquerdo enquanto eu estava sentada ao lado da ruiva.

- Sou Iris, prazer - gata demais.

Sério eu não sei lidar com a beleza dessas pessoas. Confesso que eu sempre achei pessoas ruivas sexy, sei lá, só acho muito atraente uma. Ela me olhou com aqueles lindos olhos verdes brilhando, confesso que fiquei perdida.

- Aaaaaa... Prazer, desculpa - rimos - Tudo bem?.

- Sim, então vocês são gêmeas. Megan nunca citou você.

- FOI O QUE EU DISSE! - caminhando na nossa direção vinha Rosa com uma montanha de comida, sem zoeria o prato que ela pegou é imenso, dava para umas 5 pessoas de boa.

- Não vamos voltar com esse assunto, né? Tá chato. Ok pessoal, essa é a Med minha irmã gêmea não citada, me desculpem - ri, acho que a gente pegou a mania de não se falar pros outros, pois antigamente Megan fazia algumas provas minhas, ou eu fazia alguma dela, ou ela apresentava algum trabalho pra mim e vice versa. E ninguém descobria já que estudávamos em escolas diferentes.

- Você não se importa de ela nunca ter falado de você? - Alexy começou.

- Neh, tanto faz. Eu nunca falei dela de qualquer maneira. Mas tipo, tem uma foto minha no insta dela, e eu tô marcada - o rosto da Megan se iluminou como se tivesse esquecido da existência da foto.

Mas real, eu tenho muita foto zoada da Megan e ela muita foto minha. Mas a gente não tem fotos juntas, real, a gente esquece.

Rosa no mesmo momento que eu falei pegou o celular.

- Seria mais fácil se a bonita aqui não tivesse mais de mil fotos.

- Não tenho culpa de gostar de tirar fotos.

- Tem muita foto zoada - Kim disse, já que estava ao lado da Rosa. As duas ficaram olhando o celular - Mas essa foto você tá bem gata.

- E quando Megan não está bonita? - Iris se meteu. Logo virou um festival de elogio para a Megan.

Só sei que no final estava todo mundo olhando o celular da Rosa e procurando a foto. Ficou na mesa uma Megan de cara amarrada comendo, a garota de cabelo roxo e eu em um canto.

- Qual o seu nome? - tô perguntando por educação, que eu vou esquecer amanhã.

- Vaiolette - a voz dela é quase como um sussurro, não sei se é porque ela está doente ou se é assim mesmo. Mas é bonita.

- Que irônico.

A garota de cabelos roxos riu baixo, bem baixinho mesmo. Mas enquanto ela riu, eu pude ver os lindos, lindíssimos olhos cinza claro, meu deus. Amo um olho de cor diferente assim, quem liga pra olho azul quando se pode ter esse cinza elefante. Pior comparação.

- Que foto sexy, Med - Alexy provou. Encarei meio brisada e logo entendi que ele está no meu perfil.

- Eu sei que sou muito sexy, da licença, eu respiro sexy - o azulado riu.

Me virei para a minha comida que eu não tinha tocado até então. Pude perceber umas batatas fritas, mas laranjas. De acordo que Med me resumiu, os alimentos aqui são poucos e para isso, tem um povo que pode copiar tudo o que toca, e fazer dúzias de algo como uma copiadora. Mas assim como uma copiadora acaba a tinta e saí de uma cor diferente. Algumas batatas são pretas, outras brancas e no caso dessa, laranja. O hambúrguer de cor rosa choque e o pão de preto são bonitos a vista e gostosos no sabor.

***

As aulas passaram ainda mais rápido. Megan acabou se sentando com um de seus amiguinhos e eu fui me sentar com Kentin. A aula agora é Química e eu estou aérea.

Kentin está feliz ao meu lado, confesso que estava sentindo muita falta dele. O mesmo é novato assim como eu, o treinamento militar acabou no início do ano na Terra, mas a gente não conseguiu se encontrar. Então era só nas ligações, que ele não queria que o visse, só pessoalmente. Quis dar um soco nele, mas respeito.

Agora eu tô encarando ele igual uma idiota e viajando na maionese. Qual será o dom do Kentin? Não consigo pensar em algo que se encaixe nele.

- Ken, qual o seu dom? - meu cérebro começou a doer de tanto pensar.

- Você vai descobrir no treinamento hoje - revirei os olhos - E é Kentin - revirei mais

ainda os olhos.

- Tá, Senhor. Ken-tin.

Por mais que ele tenha mudado bastante, continua o Kentin de sempre. Normalmente eu não o chamo de Ken, mas quando isso acontece é sem pensar, talvez por que eu ache muito fofo o chamar de Ken e queira chamar ele mais assim?.

A aula de Química é com aquela professora que deu as chaves pra Megan. Delanay, acho. A mesma passou um teste para definir qual vai ser nossa dupla complementar, o que eu achei bem desnecessário.

A questão 5, pergunta "qual dessas qualidades mais define você?" fiquei com uma puta vontade de colocar "D) porra nenhuma, só quero dormir " coloquei "C" que é responsabilidade. Me considero uma pessoa responsável, mas eu não tenho um dos maiores bom humor ou sou delicada. Ou eu deveria colocar que eu tenho uma personalidade forte, acho que define bem, invés de que eu sou debochada pra caralho.

Terminei o teste e deixei ele virado, peguei minha agenda e coloquei na primeira folha todos os meus horários. Provavelmente eu vou tirar uma cópia e deixar anexada a minha escrivaninha.

Alguns alunos iam terminando o teste e começando a conversar entre si. Até que alguém me cutucou.

- Prazer, sou Peggy - a garota de cabelos curtos me cumprimentou profissionalmente.

- Eu sei, você me fez uma pergunta quando eu me apresentei. Você é um cupido, né? - ela assentiu, cautelosa, acho que ela não queria que eu soubesse. Irônico, não?.

- Sou chefe do jornal da escola. É um prazer imenso receber mais uma libra na escola.

Libra é o nome que eu e Megan recebemos, quando chegou a carta para Spotters era preciso fazer uma bateria de exames, os exames deveriam revelar qual é o nosso dom, porém não foi assim, e a AMD (Associação Mundial dos Dons) escolheu temporiamente nós chamar de Libra. Pois eu e a Megan somos um equilíbrio, ela é o lado "bom" e eu o "mau".

- Não é grande coisa, tipo, portais e blábláblá - Peggy sorriu. Hoje eu tô fazendo várias pessoas rirem, impressionante vindo de mim.

- É grande coisa sim, você e Megan estão classificadas como "incomum".

- E... - eu realmente não estava entendendo onde essa garota queria chegar.

- Tem seu lado bom e ruim, a burocracia desse lugar basicamente obriga vocês a fazerem exames anualmente. E também saber pouquíssimo sobre seu poder deve ser quase enlouquecedor - dei de ombros.

- São coisas da vida, mas não acho que meu poder seja tão incomum assim, provavelmente deve ter um dom semelhante ao meu, não?

A jornalista a minha frente é esperta, mas não o suficiente pra eu não notar que ela tá gravando tudo.

- Sim. E também existem poções para portais e afins.

Antes que eu pudesse abrir a boca Delanay chamou a atenção da sala, me virei, voltando a encarar Kentin.

- O que foi? - ele me perguntou confuso.

- Você tá ainda mais fofo que antes, meu amor! - apertei suas bochechas.

Minha relação com o Kentin não podia ser melhor, eu fico chamando ele de apelidinhos fofos sempre, quase como se fossemos namorados extremamente grudentos, pelo menos, na minha parte é super grudenta.

Após meu comentário, ele revirou os olhos e me encarou feio, antes de voltar a sorrir. Segurou minha mão, ainda em seu rosto, ele acariciava as costas da minha mão.

- Tem que parar de me chamar de fofo - neguei.

- Por que? Você é meu amor, claro que vai ser fofo.

Kentin sorriu doce para mim.

- Não tem nada de errado eu te chamar de fofo, Kentin. Isso não afeta a sua masculinidade.

Depois da escola militar eu notei que Kentin tenta o tempo todo ser um belo exemplo de hétero topster, que não sente nada, que é o “machão”. O típico padrão de homem chato que eu não suporto. Não quero que ele fique assim, tão recluso sobre seus sentimentos e quem ele é.

- Você é o amorzinho da minha vida - Disse. Me aproximei e beijei sua bochecha.

- Claro que eu sei, você sempre destaca isso.

- Convencido - dei um soco em seu ombro. O garoto fingiu sentir dor, e isso me fez bater mais ainda.

 O sinal tocou, sinalizando o final da última aula. A maioria dos alunos fez uma careta, até porque agora seria o tal do "treinamento"


Notas Finais


Eu já defini qual vai ser o dom/poder de cada um. Mas alguém tem sugestão para a Melody? Eu pensei em colocar para ela ler mentes e tal, mas achei muito previsível, ou talvez seja engraçado, imagino ela lendo a mente da Med e vendo o que ela pensa sobre ela.

Mas alguma sugestão?.

Beijos da User ❤❤


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