História Spring Seed(HIATUS: Temporário) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Deuses, Jikook, Mitologias, Namjin, Olimpo, Pegasus, Taeyoonseok
Visualizações 28
Palavras 2.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá.. vocês ainda estão aí?
Eu voltei.. Mas não voltei totalmente ok?
Está pequeno, mas tentei trazer.
A história já está terminada mas eu escrevi tudo em rascunhos e uso esses rascunhos para escrever.
•Sem plágio história de minha autoria •
• desculpe a demora vou voltar a postar quando der.•
• Medo do Spirit excluir meu bebê, se isso acontecer já sabem eu morro de decepção•
•boa leitura •

Capítulo 10 - IX. Uma Esperança.


Fanfic / Fanfiction Spring Seed(HIATUS: Temporário) - Capítulo 10 - IX. Uma Esperança.

Capítulo IXI

Uma Esperança

Jeon Jung Kook Toronto, Canadá


Quando se ama uma pessoa, você escolhe viver ao lado dela, com todos os seus defeitos e qualidades, você aprende a conviver com cada detalhe daquela pessoa e vive com ela cada momento como se fosse o último. Quando você perde essa pessoa, você dá o devido valor aos momentos que viveu com ela, quando perdi minha mãe, culpei-me por meses, culpei os médicos, culpei até mesmo JiMin por sumir de minha vida e não vir me dar apoio em meu momento de luto.

Agora, me sentia culpado por eu ter o culpado, ele não teve escolha, estava em perigo, não tinha escolha a não ser fugir, afinal não sabia porquê ou o quê o perseguia, apenas seu pai sabia.

Todo meu peito doía, tudo parecia sufocar-me a cada instante, todos os olhos julgadores pareciam apontados para mim e por quê? Porquê eu não pude proteger aquele que mais me amou, não pude proteger a quem eu mais amei nessa vida depois que minha mãe partiu.

Meu corpo tremia só de lembrar o terror que vivemos, tremia só de pensar que eu deveria estar no lugar dele, era minha função protegê-lo e eu não o fiz. Eu era um monstro sem coração.

— Se você continuar amuado neste lugar, se lamentando pelo que deixou de fazer, nós não vamos conseguir resgatar o JiMin. — Olhei para TaeHyung, aquele que atendia como meu melhor amigo. TaeHyung era o alegre do grupo junto a HoSeok, mas sua expressão era séria, ele sentou ao meu lado no tronco em que estava sentado fazendo seu casaco derrubar neve.

Em resumo pequeno e objetivo, JiMin poderia — e com certeza estava — morto agora, ele foi ferido em uma de nossas batalhas e uma nevasca estranha o levou. Estávamos seguindo a dias a trilha mágica que a nevasca deixou. Mas nada, nem mesmo um sinal tivemos de JiMin, estávamos acampados de noite depois de mais um longo dia de caminhada a procura de meu amado.

Suspiro abaixando minha cabeça e falo:

— Você ainda acha que ele está vivo? Depois de tudo aquilo?

— Seu pessimismo é incrivelmente estúpido, estamos falando de Park JiMin, acha mesmo que ele realmente está morto? Tão facilmente assim?

Olho para frente, para a trilha mágica que seguíamos, se aquela trilha existe, então, meu Park também ainda existe, aquele pessimismo não ia trazê-lo de volta.

Levantei-me determinado, a noite já havia acabado e já estava amanhecendo, peguei minha mochila e junto aos outros continuamos nossa trilha.

Seja o que for, eu vou encontrá-lo..



Park JiMin Toronto, Canadá.

Aperto com força a blusa que uso ainda tendo meu corpo preso aquela cela de gelo, frio e que queimava minhas mãos toda vez que eu tentava abrir tal cela.

Olhei novamente para a bela mulher a minha frente que fazia uma poção, apesar de ser bela, a deusa terrestre era uma bruxa comparada às outras, desde que cheguei aqui, ela tem se encontrado furiosa, não comigo e sim com nossa mãe, Deméter..

Ela estava brava por, Perséfone ter sido a primeira a me treinar, então atacou-nos e me sequestrou querendo ser minha mestre em estudos, desde que fomos atacado até chegar no castelo de Despina a deusa das nevascas e do gelo, eu deixei um rastro brilhante para Jung Kook através de um animal que veio comigo, tal animal? Black que por obra do destino eu arrastei quando a nevasca me levou.

Sabia muito pouco sobre a deusa, não tinha pesquisado e também não tinha motivos para tal, fora renegada como deusa quando  desejou tomar o lugar de Perséfone sendo que não havia herdado o poder que a outra herdou.

A cela foi aberta e finalmente desde que chegara naquele lugar pude sair, tive uma bela refeição, deliciosa por sinal.

Comi em silêncio, temendo por alguma reação vinda de Despina, Black mal saiu do meu lado e comeu das carnes que não comi.

Horas se passaram após comer, estava com ela no pátio, sua voz soava calma comigo enquanto me ensinava como era importante o poder que ela possuía, eu ouvi com atenção, pois até então eu não sabia como controlar nevascas e eu gostaria de um dia poder dominar tal poder.


[•••]


Três, incontáveis semanas, se passaram durante minha estadia no castelo de Despina, cuidando de Black eu aprendi coisas imagináveis, coisas que nem mesmo eu julguei serem possíveis e confesso, que mesmo com todos os meus medos eu consegui levar minha vida adiante.

Respiro fundo ouvindo os cascos do cavalo branco baterem contra o chão ao mesmo momento em que o acaricio, ouço gritos, quando me viro a visão de TaeHyung faz meus olhos se encherem d'água, durante as semanas, o medo e a saudade foram minhas companheiras natas além de Black, o fiel escudeiro de YoonGi me protegeu essas semanas de tudo e todos.

Meu corpo foi de encontro ao chão enquanto as lágrimas desciam como uma cachoeira, não pude controlar os soluços nem mesmo minha alegria naquele momento.

O primeiro corpo a colidir comigo foi o de TaeHyung, seguido pelo de YoonGi até chegar a quem mais eu queria ver: Jeon Jung Kook.

Seus cabelos pareciam ainda mais sedosos, seu cheiro ainda mais forte, sua pele ainda mais macia, sua imagem ainda mais marcante do que qualquer outra vez que eu tenha o visto. Aquele era meu Jung Kook, meu domador de raios.


Já á noite, ainda encostado a Jung Kook conto aos meus amigos o que aconteceu e porque eles encontraram-me no meio do caminho para o castelo, ao terminar minha história, SeokJin me diz:

— Ela simplesmente deixou você ir e ainda lhe deu um cavalo? — Ele me olha estranho. Um suspiro sai de meus lábios e coço minha nuca.

— Não foi bem algo como me deixar sair, ela me disse que não poderia me prender lá com ela, então não iria ficar brava se eu fosse embora.  É minha jornada e eu não posso atrasá-la.

— Ainda é estranho de se acreditar vindo de alguém que lhe sequestrou. — HoSeok diz e não nego, eu concordo com ele, mas aquela era a verdade.

— O bom é que o Park e meu cachorro estão de volta são e salvos para continuar conosco.

O som do violão de Jin começa a soar e fecho meus olhos sentindo o vento calmo do inverno bater contra mim, sinto os dedos de Jung Kook entrar contra meus fios capilares e solto um suspiro.

Meus olhos miram os negros dele e acabo por me perder naquela imensidão, lembro-me bem de quando o conheci pela primeira vez, aqueles olhos, foram aqueles olhos tão únicos e cheios de sentimentos que me encantaram no garotinho que Jung Kook chegou a ser.

E era por aqueles olhos que eu desejava ver novamente aquele garotinho em minha vida.


[•••]


Sorrisos esbanjaram as faces de meus amigos assim que saímos de dentro daquele templo subterrâneo, olho para a moeda em minhas mãos lembrando bem das palavras de Cloto, sussurradas em meu ouvido: A humildade é o dom mais importante de todos os dons já possuídos, mas a sabedoria é o dom que se conquista ainda mais caminhos”; as palavras: sabedoria e humildade martelando em minha mente como lembretes de algo que eu não deveria nunca esquecer.

Ouço meu nome ser chamado e sorriu para eles indo até os mesmos.

Era a hora de voltar para o acampamento e revisar nossas provisões antes de partir novamente. Já estávamos em solo americano a algum tempo indo para Long Island, a pé mesmo, era considerado mais seguro apesar de ser muito mais lento:

— Ah, quando eu chegar lá a primeira coisa que vou fazer é tomar um longo banho. — SeokJin disse se esticando. Já estávamos a algumas horas andando na mata já perto da entrada do acampamento. — Eu devo estar um terror, olha esse cabelo duro oleoso.

Rimos alto vendo o Kim resmungar. Assim que chegamos na entrada, uma aura de tensão chegou até nós e nos preparamos para algum pior que veria acontecer. Entramos vendo que uma névoa cobria todo o acampamento mas continuava tudo normal, os outros treinado como sempre. Assim que chegamos a Casa Grande foi que vimos, um lado da casa estava destruído.

— Eles foram atacados. — Entramos rapidamente.

TaeHyung correu quando viu seu pai já o abraçando, para sorte dele, ele possuía aquele privilégio de poder conviver com seu pai.


Ouvi com atenção, o que aconteceu ao acampamento duas semanas depois que partirmos, a casa grande era o local que ainda continuava em construção por ter sido bastante danificada.

Um mês se passou desde nossa partida, para mim, apenas alguns dias haviam passado. Olhei para minhas mãos trêmulas, partimos com a espere a de achar a resposta para os ataques aos filhos de Apolo mas voltamos de mãos vazias.

Voltamos com um conhecimento que não era o certo, voltamos mais maduros, mas aquilo que fomos buscar não trouxemos conosco. Todos estavam bem, poucos se machucaram, mas não imaginavam que uma hidra fosse invadir um local tão seguro para ir atrás de semideuses, em específico, um HoSeok.

 Segundo Quíron, a Hidra entrou no chalé de Apolo e revirou as coisas de HoSeok, só atacou outras pessoas quando foi atacada.

Era de tudo muito estranho. Levanto-me, indo até meu quarto na casa grande, por ser na ala oeste não havia sido muito destruído.

Me sento na cama colocando minha mochila na cama abrindo a mesma, tiro minhas coisas levando as roupas sujas para o cesto, pego meus cadernos e coloco em mesa assim como coloco as amostras de plantas que coletei assim como outras coisas.

Decido ir banhar, durante o banho, várias coisas vêm a minha mente enquanto limpo todas as impurezas físicas e mentais de meu corpo.

Uma pergunta martela em minha mente: Afinal o que estamos fazendo de errado?

Saí do banho, com uma toalha em volta da cintura e a outra utilizando para secar meus cabelos, joguei-a em algum canto e me pus a me vestir, ao terminar que notei um longo e sonoro miado vir do quarto, olhei para minha cama encontrando deitado na mesma, um lindo gato, não saberia dizer qual era sua raça, porém seu pelo era negro como a noite e seus olhos verdes como um campo de arroz em crescimento. Ele era lindo.

O que me chamou a atenção foi sua coleira, sentei-me na cama puxando o gato — um tanto pesado — para meus braços olhando sua coleira vermelha que destacava em seu corpo negro. Havia nela um pingente dourado de maçã, sorri fazendo carinho no bichano:

— Onde está seu dono hu? Se perdeu e resolveu tirar uma sonequinha na minha cama? Ela é confortável né?

Ouvi um miado longo vir do gato, olhei atrás da coleira procurando o nome de seu dono mas apenas achei o nome de Prism nela. Dei de ombros o deixando em minha cama pegando meu celular que a muito tempo nunca mais nem tinha ouvido falar.

Coloquei-o para carregar e o liguei, deixando as notificações virem, ouvi batidas em minha porta e ditei:

— Entra! — A cabeça de Jung Kook entrou primeiro avaliando o quarto, logo em seguida ele entrou.

— Imaginei que estaria aqui. — Sorrimos um para o outro.

Nos últimos dias tivemos poucos momentos juntos, foram ótimos, vou ressaltar mais muito poucos. Jung Kook entrou, vendo o gato me olhou confuso, ele sentou-se na cama ao meu lado puxando o animal para seus braços o fazendo carinho, olhou-me e então um me questionou:

— De onde ele veio? — De,i-lhe de ombros.

— Eu não sei, apenas estava no meu quarto quando saí do banho. — Encostei-me ao Jung vendo-o acariciar o pequeno animal. Comecei a fazer o mesmo devagar.

— Ele gosta de você. — Olhei-o. — Fechou os olhos quando você o tocou.

Seu rosto se aproximou e nos beijamos. Eu sabia muita coisa sobre a infância de Jung Kook, mas não sabia nada sobre o adolescente que foi, o adulto que era agora, que profissão queria seguir, mas eu gostaria de conhecer cada pedacinho dele novamente.

Nos separamos sorrindo um para o outro, esses dias fizemos um jogo legal, conheci mais dele, como sua cor preferida, que era preto, sua banda preferida, seu cantor preferido — me surpreendeu ele gostar tanto do Justin Bieber — em troca de informações sobre cada um demos selinhos um no outro. Foi algo bem clichê, mas eu gosto pessoalmente mais desse tipo de relacionamento.

Pego meu celular novamente me surpreendendo com a quantidade de mensagens, o mesmo estava até travado — também não era para tanto, estava a um mês sem falar com ninguém — mas o que me surpreendeu foi uma mensagem em particular, de todas as outras.

Vinda de um número desconhecido e internacional, relutei antes de clicar na mensagem mas ainda sim cliquei:

JiMin, você está bem? Me desculpe não lhe mandar mensagem mais, eu estou bem, eu te amo, Prism chegou bem a você? Huh? Deve ter chegado, ele é um garoto esperto, não precisa responder a mensagem, vou entrar em contato assim que puder novamente.. Eu te amo… Meu filho

Não me aguentei, as lágrimas já desciam como uma cachoeira em meu rosto, olhei para o grande gato negro o puxando para perto soluçando, Jung Kook encarou-me confuso com toda a situação:

— Ele.. Meu pai está vivo Kookie.. Vivo! — Jung Kook me abraçou depositando um beijo em minha cabeça.

Então… No final não foi em vão.. Ainda havia uma esperança..


Notas Finais


E foi isso espero que tenham gostado.
Ares era o deus grego das guerras, da guerra selvagem com sede de sangue, conhecido também em Roma como Marte, filho de Zeus e Hera, de quem herdou o mal gênio da mãe e a força do pai. Pertence a geração dos grandes doze deuses do Olimpo. Ares era guerreiro, gostava muito de guerras, batalhas e brigas, era muito violento, sanguinário, pelo contrário de muitos e Atenas, ele só encontrava sua paz em suas lutas e batalhas.

Foi isso obrigado por esperarem. :3 Beijão!


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