História Sr. Bane - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Adultério, Alec, Bane, Clary, Dor, Drama, Jace, Magnus, Malec, Os Instrumentos Mortais, Sexo, Simon
Visualizações 150
Palavras 2.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só quero agradecer a todos que curtiram, comentaram e estão acompanhando. É realmente muito importante para mim a opinião de vocês. Beijos! Até lá embaixo.

Capítulo 2 - Ato 1


12 de Agosto.

_ Alexander, eu só poderei te ajudar se você me contar toda a verdade.

_ Verdade. _ Alec repetiu para si mesmo _ Essa não é a melhor pergunta para um suspeito de homicídio, Senhor Bane.

_ Você quer mesmo bancar o engraçadinho Alexander Gideon Lightwood?

_ Não. Magnus, me diga você. Vai acreditar na minha verdade?

Magnus se sentou ereto, sentindo todos os músculos de seu corpo enrijecer. Não precisava escutar mais nenhuma palavra de seu garoto. Seus olhos azuis já diziam tudo.

_ Me fode Senhor Bane. _ Alexander engatinhou vagarosamente em direção a Magnus _ Quero você bem fundo e forte.



29 de Janeiro.

_ Você não deveria me provocar dessa forma Alexander. _ Magnus sussurrou rasgadamente ao puxar Alec pelo cós da calça.

_ Magnus, nós não…

_ Não vou comer você Alexander. Bom, pelo menos não agora. Ou melhor, não quando seus pais estão no cômodo ao lado. _ Magnus sorriu ladino.

Alec suspirou forte, apertando a taça de espumante entre os dedos.

_ Quero foder você baby. _ Magnus disse roçando os lábios nos do garoto.

_ Não podemos fazer mais isso. _ Alec sussurrava, sabia que era loucura estar regulando Magnus, mas tinha que tentar. Se mais forças,  tombou a cabeça para o lado, deixando seu pescoço exposto para que Magnus o marcasse como seu.

_ Não podemos cordeirinho? _ Magnus prendeu o corpo esguio de Alec contra a parede, o deixando encurralado entre si e a sua ereção _ Não podemos o quê? _ Magnus apertara forte o volume que crescia nas calças de Alec, arrancando um gemido rouco do garoto _ Você ainda não entendeu não é. Você é meu, e não há ninguém que possa provar o contrário. _ Magnus virou Alec de bruços, o puxando pela cintura, forçando suas nádegas contra seu falo. Mordendo e sugando a pele alva do pescoço do Lightwood agressivamente.

_ Bane. _ Alec gemeu baixinho, jogando o quadril contra a pélvis do mais velho.

Magnus continuo a brincar com seu pescoço e suas nádegas sobre o tecido, espalmando e a apertando com força, como se estivesse estipulando um valor a elas.

_ Se recomponha. _ Magnus disse baixinho, apalpando de leve a cintura do garoto e se afastando.

Se recomponha, Alexander repetiu em pensamento.

_ Isabelle, o brilho da lua agracia a sua pele. _ Alec podia ouvir a voz de Magnus no outro cômodo.

_ Obrigada, Senhor Bane. Você é um cavalheiro. _ Alec podia imaginar a face corada da irmã.

Por um segundo, Alec sentiu ciúmes, se sentiu inútil, estava a poucos segundos se esfregando naquele homem como uma cadela núncio, e no outro, ele elogiava a sua irmã. Alec se sentia quebrado com Magnus por perto, contudo, se sentia forte, uma força sobrenatural surgia de seu interior e de repente ele podia fazer tudo o que quisesse.

Alexander se virou, balançou as mãos, como uma tentativa de todo turbilhão que o preenchia se esvair.

_ Alec, o que aconteceu com a sua mão? _ os olhos azuis se nublaram surpreso, ao avistar o sangue que escorria e pingava no assoalho.

_ Acho que eu… _ Alec olhou perplexo em volta, avistando os estilhaços da taça no chão. Não sabia em qual momento ele tivera quebrado e não sentido os cortes em sua mão.

_ Alguém bebeu demais. Vamos, vou cuidar disso. _ Isabelle sorriu complacente, arrastando o irmão pela sala até a cozinha.

_ Está tudo bem, Alexander? _ Lydia Branwell apertou de leve o ombro do noivo.

_ Não é nada demais, só uma taça quebrada e um pequeno corte. _ Isabelle disse, enrolando a mão de Alec nas ataduras, após a lavar com soro fisiológico _ Vai sobreviver.

_ Que bom que teremos uma médica maravilhosa na família _ Isabelle piscou brincalhona.

Era errado, eles eram irmãos, mas mesmo assim, Lydia senria ciúmes, se sentia angústiada e inconformada pela forma amorasa que Alec agia para com a irmã caçula.

_ Eu vou me despedir do Magnus, e da Cammy. _ Lydia disse, soltando o ar sob o espartilho vermelho apertado.

_ Magnus e Cammy? _ Alec se virou rapidamente, sentindo uma fisgada no pescoço, acariciando o lugar de leve.

_ É, para os íntimos. _ Lydia sorriu.

Alexander assentiu, levando as mãos ao cabelo. 

_ Vai na frente.

Lydia desfez o sorriso pálido, apertando os olhos, uma ruga se formou entre as sobrancelhas loiras, seus lábios finos se abriram devagar em descrença, como se estivesse prestes a falar algo, mas nada disse, apenas se virou e atravessou sem jeito a porta da cozinha, sumindo junto com o som do salto alto.

Alec não se importava com a noiva, era fato.

Seu relacionamento com ela, não era um dos melhores, na verdade, Alec não conseguia identificar um relacionamento entre eles. Eram completos estranhos, sempre foram. As cobranças e investidas da Branwell só o fazia cada vez mais sentir certa repulsa de sua presença, e aos poucos raiva, Alec não entendia o porquê a princípio, apenas sabia que nunca formariam um casal, ou que ao menos seriam amigos.

_ Alec, seu pescoço, está roxo. _ Isabelle disse incrédula, tocando a pele do pescoço de Alec.

Maldita pele, praguejara mentalmente.

_ Aconteceu algo? _ indagou Izy, o encarando nos olhos, com um olhar quase perplexo.

Um alarme soou em sua cabeça. Isabelle sempre fora muito astúciosa, um deslize seu, ela saberia de tudo.

_ Está tudo bem. _ Alec disse, saltando do balcão, pronto para fazer tudo o que fazia de melhor nos últimos seis meses. Fugir.

_ Alec, você não pode fugir todas as vezes que alguém te perguntar algo. _ Isabelle gritou irritada, como se lesse seus pensamentos. O seguiu pela porta, agarrando seu braço

_ Eu me machuquei, nada sério. _ Alec mentiu se desvencilhando das mãos de Isabelle _ Está tudo bem. _ Alec subiu o colarinho da camisa bruscamente.

_ Alec, sei que você e a Lydia nunca se deram muito bem, mas se não estiver dando certo, você sabe…

_ Caramba Isabelle, não vamos falar sobre isso. Não há nada. _ Alexander disse exasperado.

_ Eu só não quero que ninguém por aí sofra que nem a Mamãe. _ Isabelle disse segurando firme o braço de Alec.

Sempre fora por boas intenções que Isabelle o aconselhara. Contudo, Alexander não precisava de boas intenções, nem de conselhos, ele precisava ficar longe de si mesmo, o único que poderia se machucar era ele, somente ele.

Nem seu relacionamento, ou o de Magnus eram afetivos.

_ Querido, você não se despediu das visitas. E melhor você ficar com a Lydia até o motorista vir buscá-la. _ Maryse. A matriarca soou como uma ordem, mesmo com o tom amigável.

Alexander não queria saber onde estava seu pai, Robert. Também, não estava aberto a discussões, decidiu apenas seguir o conselho.

Alexander passou pela varanda, ignorando Jace e Clary, como havia feito a noite toda. Fazia tempo que não encarava o irmão. Que não olhava nos olhos, e queria continuar assim, pelo menos por enquanto.

_ Eu abro a porta. _ Alec sabia que havia soado idiota, entretanto não se importava. Ele estava tentando de alguma forma _ Eu vou...

Lydia o interrompeu, o puxando pelo ombro contra si o beijando, um simples selar de lábios, sem toques ou abraços, que durou poucos segundos. Ou retribuição do Lightwood.

_ Está tarde. _ Alec disse ao se afastar bruscamente, quase agressivo.

Lydia sabia que o noivo não sentia o mesmo que ela, sabia que o sentimento máximo que conseguiria de Alec seria desprezo. Sentia que todas as vezes que o tocava, ele não retribuía, se fechava em seu mundo e a ignorava, ele podia negar a sua existência facilmente, por horas, contudo ela sempre fora insiste.

_ Sua carona. _ Alec suspirou abrindo a porta da limosine.

_ Nós vemos amanhã? Podemos almoçar juntos! _ Lydia soava quase chorosa, segurando na porta do carro.

_ Boa noite, Lydia. _ Alec disse seco.

A garota apenas assentiu.

_ Não deveria tratar uma mulher tão bela como a Lydia de uma forma tão seca. _ Jace disse enquanto via os faróis amarelos do carro virar a esquina.

_ Está com dó? Aumenta a sua coleção. Pega ela pra você. _ Alec o respondeu grosso, passando a mão tão pálida quanto a atadura que vestia pelos cabelos negros. Avistando Clary e Isabelle, conversando sorridente com o novo namorado de sua irmã, Simon.

_ Alec. Nós não estamos discutindo a relação okay! _ Jace disse, levantando as mãos na defensiva _ Só quero te ajudar, faz tempo que não conversamos, porra sempre foi Jace e Alec, se lembra? 

_ Isso faz muito tempo Jace, agora nem nos vemos direito, você terá que se acostumar com as visitas apenas nos dias de ação de graça. _ Jace revirou os olhos, tudo com Alec sempre fora extremamente dramático.

_ Você só está fazendo Direito há um ano. O poder está subindo a sua cabeça.

_ Calaboca _ Alec reprimiu o riso.

O toque baixo do celular fez Alec estremecer, o toque em especial o fez repensar se seu chefe de alguma forma não havia visto a Lydia o beijar. Claro que Alexander não deveria ficar assim, não quando Magnus tinha Camille, não quando ele a fodia e exigia lealdade de sua parte. Nada deveria ser assim, não deveria ter chegado a esse ponto. Alec se perguntava até quando cumpriria todos os desejos sexuais depravados de Magnus.

Alec fora um dia um bom garoto, em um passado não tão distante havia sido o filho pródigo e um irmão atencioso, extremamente prestativo. Até conhecer Magnus, até aceitar o maldito estágio que colocou toda a sua vida de cabeças para baixo. Que o fez quebrar sua máscara, e deixar todos os demônios internos saírem.

_ Alexander.  _ Uma voz em particular fez um frio percorreu toda sua espinha, uma sensação de desespero tomou conta de seu corpo, aquele homem era uma mistura de anjo e demônios, - daqueles que Alec rezava todas as noites para não fugir de seu corpo. Magnus era exatamente tudo aquilo que ele sempre evitou, toda aquele desejo que sempre reprimiu estavam aflorando em ritmo disparado _ Você sabe o que eu quero meu garoto.

Mesmo após o final da ligação, Alec continuou com o celular grudado ao ouvido. Tinha certeza que estava mais pálido que o normal, mas não importava, Magnus não havia visto nada, estava tudo bem. Não seria punido.

_ Está tudo bem? _ Jace indagou com o sobrolho arqueando.

_ Eu tive um dia horrível, será que posso dormir? _ Alec brincou.

Jace levantou as mãos as chacoalhando em rendimento.

_ Amanhã discutirmos a relação.

_ Te vejo no café.

_ Isso se você não fugir de mim.

Alec apenas sorriu, e se desvencilhou do abraço de Jace.

_ Woouu _ Jace gritou _ Isso é um chupão?

Alec ignorou o comentário, a última coisa que queria era que Jace o imprensando contra a parede o interrogando. Acelerou os passos passando direto pela varanda, não se importando que seu novo cunhado o encarava, talvez, pensando que ele o cumprimentaria, entretanto Alec não se importou, estava acostumado com Isabelle e já imaginava que seria passageiro, que não precisava se dar o luxo de conversarem. 


Só de pensar no que estava prestes a fazer o excitava. Sabia que era errado, tudo na sua vida estava errado, mas não importava, estava se transformando naquilo que sempre odiara, uma cópia perfeita de seu pai. Contudo, não importava. Não agora.

Já havia feito isso antes. Na verdade, a primeira vez que fizera isso fora nessa mesma cama, sobre o edredom azul, lembrara muito bem que Magnus havia dito que seu tesão em contraste com as listras azuis e branco havia acabado.

Alec ajustou a webcam, a luz vermelha piscou, estava pronto.

Alec não precisa pensar muito, ou assistir filmes pornôs. Apenas pensar no nome do Magnus, o excitava, o preenchia. Alec sentia sua pélvis latejar e sensações familiares de calor começavam a se espalhar por seus membros. Deslizou a mão sobre o peito lentamente, acariciando seu falo rijo e descendo os dedos entre suas nádegas.

_ Magnus... _ seus dedos lubrificados escorregaram para dentro de si, enquanto a outra mão agarrava seu próprio membro. Em sincronia, Alec explorava cada sentimento de sua intimidade, gemendo baixo, implorando que Magnus o fodesse forte e rápido, os dedos de Alec o penetravam em uma série de impulsos que o lançaram em uma série de orgasmo tão explosivo que ele mordeu o próprio lábio em um gemido abafado.

Alec se jogou contra os travesseiros, se sentindo esgotado.

A tela do Notebook apagou, chamada encerrada. Alexander agradeceu mentalmente e adormeceu após empurrar o aparelho para o chão.


Notas Finais


Fiz um capítulo curtinho para não ser cansativo, contudo.... Caso gostem deles maiores me avisem. Obrigada. Até nos comentários. Bjss!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...