História Sra. Min - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Min Yoongi, Romance, Suga, Yoongi
Visualizações 58
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola, espero que desfrute da leitura!!!
Essa primeira parte e para contar como foi a vida dela no começo e como a opinião das pessoas ao redor a prejudicou.

Capítulo 1 - My sad start


Fanfic / Fanfiction Sra. Min - Capítulo 1 - My sad start

Ouve uma época em minha vida que mudanças foram obrigatórias, mas não mudanças que toda adolescente passa e sim mudanças de personalidade, uma Anna não aceita foi escondida para um novo eu ser visto pela sociedade capitalista Brasileira, você que pensa ser fácil se adequar à sociedade e coloca o Brasil como o mais fácil, vc não sabe a maior parte então, meninas da sociedade tem que seguir regras para subir nela, se você gosta de status, a um caminho bem difícil para tê-lo com honra. Para uma garota do interior, me saí bem, pelo fato de minha mãe sempre me colocar junto de pessoas ricas aprendi muito antes de chegar à adolescência, não éramos ricos mas meu pai trabalhava para um banco e éramos convidados para festa de classe, onde a pequena Anna Cristiny Lopes se destacou pela sua altura e beleza, mas avia um problema, e ele se tornou maior na adolescência.

     Desde de nova tive uma personalidade forte, sempre quis ser sincera, se vc está feia eu iria te falar isso, achava que era o certo, se estou com fome falava e comia o que me davam, lógico longe do que poderia me prejudicar pois sempre fui alérgica a varias coisas, nunca gostei de verduras, mas adorava e ainda adoro frutas, sempre quis ser a mais esperta e inteligente, isso não mudou muito, ainda faz parte da minha personalidade de hoje. Algo estava errado, como uma jovem pode ser tão mau educada a ponto de dizer que uma mulher tão rica e importante como a presidente do distrito estava com uma roupa estranha para sua idade. Como uma jovem pode não fazer as sobrancelhas nem o busto, ainda mais as unhas. Como uma jovem pode gostar de filmes de terror e não de romances. Como, Como, COMO?!!!

     A minha beleza e altura já não era suficiente com 15 anos, tinha que mudar, comecei a pintar as unhas, fazer as sobrancelhas e o busto. Os elogios voltaram “tão linda”, “deveria ser modelo com a beleza e altura”, “de onde vocês roubaram essa garota?”.  

    Não durou o tanto que eu queria, na escola sempre fui a nerd que chamava muita atenção, eu tinha do meu lado os professores, a diretoria e alguns amigos, mas a lista de inimigos era tão grande, tão pesada, mas não podia me desestabilizar naquela época, eu só queria subir, ser sempre a melhor. Mas o tempo fez esse peso ser mas pesado do que poderia, ser sempre vista como a vilã, sempre ruim, até para os garotos que passaram na minha vida.

     Quando eu dei o meu primeiro beijo com 17 anos, tão velha para muitos, em uma festa junina, eu me apaixonei pelo rapaz de olhos claros, inteligente e lindo, ele fazia curso comigo, era tão quieto, misterioso e o rei da matemática, pensei que ele nunca olharia pra mim, eu era de humanas e ele 10 vezes mais inteligente, garoto rico de escola particular, garota de vida estável de escola pública, extrovertida e comunicativa, me assustei quando um bombom com uma piada de matemática escrita chegou com o seu nome, quando fui ficar com ele tive medo de meu pai descobrir então ficamos em um lugar afastados da festa, foi incrível pra mim, mas os dias que viriam não iam ser. Ele não falou comigo no outro dia de curso, ele me ignorou e quando fui pedir uma explicação eu só escutei “somos muito diferentes, eu não me vejo ao seu lado, não é você sou eu”, da para acreditar, foi a primeira vez que eu sofri por amor, chorei tanto por meses, tentei namorar outro rapaz mas não deu certo, e a lembrança do meu primeiro amor retornou, me fazendo a pergunta “e se eu for o problema?”.

     Na mesma época a maravilhosa sociedade burguesa resolve apontar em minha cara que eu deveria ser mais delicada, mais fofa, mais romântica, mais tímida, mais BOAZINHA, eu não queria mais sofrer .....

 

      - Ano de 2012

Mãe, eu sou o problema, como eu faço para mudar algo que está enraizado em mim?! – digo com raiva

 

Esconda o que realmente está em você e mostre o que eles querem ver, não a outra forma – diz com uma feição calma.

 

Mas é se eu ficar frágil como a senhora nunca quis que eu fosse? – ( meus pais me criaram como se fossem militares, não a emoção não a perda, não chore “o seu inimigo gosta mais das suas lágrimas do que do seu sangue” )

 

Simples, não deixe que entre em sua mente, aja como se fosse uma atriz, se você não quiser sofrer e claro – diz irônica

 

          - Atualmente

 

    Parecia fácil, mas eu não fiz o certo, eu fiquei sensível de verdade por um tempo, chorava em filme e com mortes trágicas, fiquei pior quando não consegui a minha faculdade de Direito, como uma garota inteligente como eu não tinha conseguido e gente pior tinha, COMO?! Só conseguia pensar que era um castigo de Deus, passei um ano me lamentando, 18 anos, sem faculdade nem emprego, trancada em casa com as minhas próprias emoções e tendo que  lidar com a perca do emprego do meu pai, tempos depois ele arrumou outro mas esse não era tão bom nem tinha uma forma para mim entrar na sociedade capitalista, destruída pela vida e chorando todos os dias em silêncio na minha cama para que os meus pais não vissem quão fraca estava, tem uma piora da minha anemia que tenho convivido até hoje é a falta de oxigênio no cérebro.

     Ainda no mesmo ano consigo um intercâmbio com amigos do meu pai que não tinham se esquecido de nos, eu vou para a Coreia do Sul, a falta de conhecimento em coreano dificultou muito, mas eu não ia desistir, eu não podia voltar para aquela vida de perdas não mais, consegui terminar minha faculdade lá com o meu próprio empenho, aprendi a língua de lá, e consegui certo prestígio com os professores, a minha vida sentimento tinha se estabilizado, dura pro dentro mas com uma aparência de frágil.

     Volto para o Brasil com os meus 23 anos, uma mulher diferente, agora formada e com uma força e imponência que derrubaria qualquer um, não fico muito tempo no país logo parto para O Canada tirar o meu mestrado. Eu só sabia trabalhar, não avia vida sem o meu trabalho, cultivei amizades na Coreia que esperavam pelo meu retorno como a Sun hee e o Jin. Estava pronta para retorna e tirar o meu doutorado na Coreia do Sul, já tinha um emprego me esperando como professora na Universidade Yonsei, um ótimo salário então aceitei.

 

   E a história começa agora, comigo em um avião retornando a Coreia. Não considero essa história trágica, mas lágrimas não faltarão nela infelizmente. 


Notas Finais


E ai Gostaram? comente se sim, adoro interagir e fazer novas amizade.
Digam se devo continuar.
Obrigado e ate a próxima.


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