História Sra. Woods - Hot Jeff The Killer. - Capítulo 1


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Categorias Jeff The Killer
Visualizações 349
Palavras 1.541
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Fluffy, Hentai, Misticismo, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


PRIMEIRAMENTE, eu disse que ia fazer. Demorou? Lógico! Porque eu, sou eu, e tudo que eu combino de fazer sai atrasado. Mas, ainda não é meia noite, então, tá no prazo.
Feliz aniversário Defunta, meu amor. Sei que, não faz muito tempo que começamos essa nossa louca e deliciosa amizade. Mas né. Eu já me apeguei - #ProntoAssumi.
Quero agradecer ao Rafael - Meu mozão - Por ter revisado todo o capítulo pra mim. Te amo mozão <3
Pronto Isa. Aqui está o seu hot com o seu coringa 2.0
Quero ver você chorar gata (mas não pelos olhos ks)

Capítulo 1 - Único - Minha.


Sra. Woods, por The_X.

Capítulo Único - Minha.

 

Jeffrey Woods sempre foi aquele típico cara folgado que insiste em dizer que é o gostosão, o pegador, o melhor. Aquele cara que tenta conquistar todas as gostosas da mansão, mas que na verdade só recebia esporro delas. E isso, de fato, sempre me fez rir da cara dele.

- Jeffrey Woods, no final, é só mais um babaca nessa mansão repleta de babacas – Conclui e acariciei seus cabelos, mas logo parei, e o encarei. Cabelos castanhos, curtos e bagunçados, olhos acinzentados e uma face em dúvida. Admito, Toby é um garoto gato pra caralho.

- Eu sou um babaca? – Balbuciou com um timbre chateado na voz e com um beicinho irritado no rosto.

- Não sei, você é? – O respondi com sinceridade. Rogers inclinou sua cabeça para trás e logo nossos olhares se encontraram, nossos rostos se aproximaram e nossos lábios se tocaram.

Foi um selinho rápido, simples e caloroso.

- Eu acho que não – Sorriu de canto se deitando e usando minhas coxas como travesseiro – Mas você ama o Jeff não ama?

Demorei alguns segundos para responder, estava pensando e a primeira coisa que martelou em minha mente, saiu pausadamente pela minha boca.

- Eu acho que sim – Ri de forma anasalada – E você Toby? Gosta de alguém? – Indaguei voltando a acariciar seus cabelos e encarar a parede amarronzada e envelhecida do quarto dos proxys.

- Sinceramente? Eu não faço a mínima ideia se um dia vou amar alguém – Riu maliciosamente, ação que me fez arrepiar. Antes que estejam se perguntando, sim, eu e o Toby mantemos uma amizade com leves benéficos, como beijos com pegadas e coisas assim.

- Não consegue nem tentar imaginar? – Me levantei da cama me jogando em qualquer outra aleatória, olhei atentamente para o lençol e vi que ele era branco, sem manchas e cheirava a sabão em pó. É, eu me joguei na cama daquele loiro viciado em limpeza.

- Não, não consigo – Se levantou, caminhando com passos lentos em minha direção. Sorri de canto quando ele se pôs sobre mim na cama. – Bem que você poderia desistir do Jeff e ser só minha né?

Arqueei a sobrancelha esquerda em completa duvida e surpresa.

- Você gosta de mim? – Perguntei debilmente enquanto entrelaçava meus braços em seu pescoço.

- Não. Mas seria legal ter uma buceta fixa – Riu anasalado aproximando nossos rostos e novamente selando nossos lábios, desta vez, em um beijo um tanto necessitado.

Sua língua explorava cada canto da minha boca enquanto suas mãos firmes passeavam livremente pelo meu corpo.

- QUE PORRA É ESSA? – E do nada brotou um demônio com a boca cortada e um olhar furioso na porta do quarto, interrompendo, assim, o beijo delicioso que eu estava tendo com Ticci.

- Estamos prestes a foder, não está vendo? – Resmungou Tobias revirando os olhos, segurei com o riso vendo a cara que Jeffrey fez.

Era uma mistura de cu e indignação.

Em um movimento rápido vi Tobias caído no chão, com os olhos arregalados e um vermelhão na bochecha, Jeffrey se encontrava do meu lado com as mãos cerradas em um punho. Mas que porra?

- QUAL O TEU PROBLEMA CARA? – Gritou Toby se levantando meio tonto, sua voz estava mais afinada, estava, com certeza indignado.

- VOCÊ NÃO SENTE DOR, PARA DE RECLAMAR DESGRAÇA! – Berrou Jeff me puxando fortemente pelo braço e me pondo atrás de si.

- Por que fez isso? – Choramingou o mais novo como se fosse uma puta qualquer querendo dar pra alguém.

- VOCÊ SABE QUE ELA É MINHA! – Rebatou Woods. Pera. Que?

- Eu sou sua? – Fitei seu rosto na maior brisa, meu rosto estava com uma expressão estranha.

- Sim – Disse por fim, antes de me arrastar pelo braço pra fora do quarto dos proxys, com o canto dos olhos, vi Tobias sorrir e me mandar um joinha.

Guri retardado.

Jeffrey me guiou pelos corredores cor carmesim da mansão em completo silencio. O clima entre nós estava totalmente tenso. Em passos rápidos e completamente furiosos, o coringa 2.0 nos levou até seu quarto.

- Olha garota, eu... – Passou as mãos pelos seus cabelos nervosamente, mordi o lábio inferior tensa enquanto me remexia sentada em sua cama, Jeffrey estava na minha frente. – Eu não sei como explicar, mas... Eu gosto de você! – Disse rapidamente.

Parei para raciocinar um pouco. Hoje, dia onze de novembro de 2017 – por coincidência, meu aniversário – O cara que eu estou apaixonada soca o meu amigo colorido, me arrasta com ele pela mansão, me tranca no seu quarto e ainda diz que gosta de mim? É sério isso produção?

- Defina gostar – Balbuciei débil.

- Eu acho que te amo – Resmungou irritado, chutando uma pequena cômoda que ficava perto da porta. Um nó se fez em minha garganta, eu não sabia o que responder, e também não sabia como agir nem reagir. É sério que isto está acontecendo? Jeff The Killer, Jeffrey Woods, o retardado, gostosão, que se acha está se declarando pra mim? Logo pra mim? Pra garota que não aguenta nem se olhar no espelho por muito tempo por se achar feia pra caralho (O que é mentira gente, essa garota é linda e se acha feia).

- Jeff... Eu... – Sem saber o que responder, me deitei em sua cama, respirei fundo e tomei coragem para dizer – Eu também acho que te amo.

Woods virou seu olhar á mim e eu jurei ter visto um singelo brilho em seus olhos.

- Repete... – Se aproximou de mim, subindo na cama. Engoli a seco e me encolhi, mas mesmo assim, eu obedeci.

- Eu também acho que te amo – Encarei seus olhos, a essa altura ele já estava em cima de mim, nossas respirações se misturavam e logo ele selou nossos lábios.

Nunca pensei que um dia iria gostar de sentir o gosto metálico do sangue em um beijo, mas admito que, de fato, aquele beijo era mais que gostoso, na verdade, ele era delicioso e extremamente excitante.

Senti minha camiseta sendo tirada em meio ao beijo, no calor do momento eu não me importei muito, mas após estar sem ela, abri os olhos em completo desespero, o qual Jeffrey percebeu. Ele se afastou e passou a me olhar por cima.

- Você é linda e... Caralho, que peitos são esses – Mordeu o lábio inferior os acariciando, maldito dia que decidi ficar sem sutiã.

Cobri-os com as mãos em um momento de extrema vergonha.

- Não precisa ficar assim querida – Tirou minhas mãos e apreciou novamente meus seios, abaixou-se e passou a chupa-los. Gemi baixo.

Sua língua rodeava minha aureola esquerda em um movimento circular, além de que, de vez em quando esse filho da puta ainda mordiscava o bico.

- Jeff – Suspirei quando este havia trocado de seio, repetindo o mesmo processo do esquerdo para o direito. Sua mão – aquela que passeava livremente pelo meu corpo – foi em direção a minha saia, a qual, em um instante, foi jogada no chão do quarto, juntamente com todas as nossas roupas.

Uau, acabei de perceber que o Jeffrey está pelado. Nossa... Que corpão.

- Quer mesmo fazer isso? – Perguntou Woods e eu o encarei com uma puta cara de cu como resposta. É sério isso? O cara praticamente me sequestra, me tranca no quarto dele, diz que me ama, me faz ficar molhada e quanto eu tô pronta pra dar e ele de pau duro ele me pergunta uma coisa dessas?

- Quero – Simplesmente respondi enquanto sentia que ele tirava minha calcinha.

Em um movimento rápido, me vi de bruços na cama, com a bunda inclinada.

- O que você pensa que está fazendo? – Resmunguei extremamente corada.

Não obtive uma resposta que saísse de sua boca, mas sim, uma resposta dura, grossa e deliciosa me penetrando.

Gemi manhosa.

- Porra Jeff... – Rebolei de leve quando o senti todo dentro – Se movimenta – Rosnei baixo sentindo suas estocadas ritmadas, lentas, mas fortes.

- Tão... Apertada – Se debruçou sobre mim, dando estocadas mais rápidas e fortes, indo no fundo, me fazendo gemer alto.

- O- oh Jeff – Mordi o lábio inferior enquanto ele me fazia delirar.

Céus como esse homem mete bem.

Depois de alguns minutos – horas na verdade – de transa, Jeffrey e eu chegamos ao ápice juntos, quando o mesmo deu uma estocada tão funda que bateu no colo do meu útero.

O cara é bem dotado

Largados na cama, soados e ofegantes. É assim que nós dois nos encontramos agora. Deixa eu raciocinar o  que acabou de acontecer aqui.

Eu Jeff “Eu te amo” Fogo na raba = sexo.

Uau!

Meus olhos ficaram pesados e o sono foi me abraçando de uma forma lentamente calorosa. Bocejei.

- Boa noite Jeff – Resmunguei baixinho enquanto sentia seus lábios em meu pescoço, fazendo-me arrepiar inteira.

- Parece que eu achei seu ponto fraco – Riu divertido e me virei para encara-lo nos olhos e resmungar.

- Babaca – Sorri de canto.

- Seu babaca – Disse finalmente enquanto acariciava meus cabelos e eu usava seu peito como travesseiro, estava sonolenta até demais para o meu gosto.

- Meu? – Fechei os olhos quase dormindo.

- Sim, seu. Sra. Woods – Riu baixinho e então eu sorri. Esse com certeza foi o melhor presente de aniversário que eu já podia receber.



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