História Srta. Voight - Capítulo 10


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Categorias Chicago Med, Chicago P.D.
Personagens Adam Ruzek, Alvin Olinsky, April Sexton, Connor Rhodes, Daniel Charles, Erin Lindsay, Ethan Choi, Jay Halstead, Kim Burgess, Maggie Lockwood, Natalie Manning, Personagens Originais, Sarah Reese, Sargento Hank Voight, Sharon Goodwin, Will Halstead
Visualizações 32
Palavras 505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Ela não precisa ser salva!


Sentia -se usada, tanto quanto trabalhava na casa noturna. Lembrou -se das garotas contando sobre os estupros, mas, a sensação de dor que sentia por elas era incomparável à que estava sentindo agora. Para ela, o ato não fora a pior parte, mas, a sensação de impotência que ele lhe havia causado sim. Sentiu-se impotente por não conseguir fazer nada para tira-lo de cima de si e depois de um tempo seu corpo cansou e parou de se debater. O ato em si não durou muito, mas, a agressão a seguir sim.

Quando Ian se cansou daquilo ela já estava com sangue por quase toda parte do corpo, porém não havia rastros de lágrimas. Ele se afastou dela, cansado, ofegante.

- Isso, é  pra você aprender!

Houve silêncio por um tempo.

- Que bom que você já acabou! -uma voz grossa falou de longe. 

Ele começou a procurar de onde vinha a voz, mas, o eco do lugar não o ajudava, tal qual como a iluminação.

-E aí parceiro? -Gabriel surgiu a sua frente. O nariz estava inchado e roxo, mas, ele não parecia preocupado com a aparência.

Ian parecia não acreditar naquilo.

-Olha só, eu achei que você tivesse morrido! - ele falou indo em direção à Gabriel.

-Pelo visto não morrer é um dom da família!-Gabriel respondeu sarcástico. 

-É, pelo visto é! 

Os dois permaneceram em silêncio por um tempo, se encarando. 

-Solta ela, vira de costas e casa que eu finjo que nunca te conheci. Pelo teu próprio bem! 

-Ta, mas e se eu não quiser?

-Ai a gente entra e te leva preso na melhor das hipóteses. -Voight falou aparecendo com uma arma na mão. 

-E na pior das hipóteses, sargento Voight? Você vai me tirar daqui num saco preto? 

-Na pior das hipóteses - Voight fixou o olhar nele. -Você nem sai daqui!

Ian riu de uma forma debochada.

-Vocês são frouxos: um bandido que diz que trabalha pra polícia e um gângster meia boca, nenhum de vocês conseguiu salvar Lauren a tempo. Os danos que eu poderia causar já foram feitos e agora, depois de tudo o que ela passou vocês aparecem aqui para lançarem os mocinhos e, se me permitem dizer...

-Se você me permite dizer, -Lauren falou já de pé com a arma na mão - Eu ainda não preciso ser salva!

A arma foi mirada e disparada inúmeras vezes, Voight e o resto se abaixaram e deixaram aquilo acontecer com certa naturalidade. 

As balas acabaram, o barulho cessou e o corpo dele estava estirado no chão. 

Hank se levantou. Desde que conhecera a garota sabia que se havia algo no qual ela era perfeita era na mira, tanto que haviam feito uma aula de tiro e ela não havia errado um sequer. Porém, ao olhar o corpo de Ian ele reparou que nenhum dos tiros havia pegado em lugares que matassem, todos, sem exceção, haviam sido: pernas, braços, ombro, alguns lugares no abdômen. Lauren não atirou para matar e sim para machucar. 

-Lauren? -Gabriel a chamou fazendo com que ela o mirasse.- Tá tudo bem. 

- Não, não está!



Notas Finais


Desculpem pelo sumiço, ou melhor, não me matem!


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