História Sociedade Secreta de SpringDale - Capítulo 3


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Categorias CSI: Crime Scene Investigation, Desventuras em Série, How I Met Your Mother
Personagens Personagens Originais
Tags Christian Yu, Dove Cameron, Drama, Investigação
Visualizações 10
Palavras 2.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só pra dar uma aliviada...

Capítulo 3 - Festa de Arromba


Fanfic / Fanfiction Sociedade Secreta de SpringDale - Capítulo 3 - Festa de Arromba

 

O que dizer sobre festas de cidades pequenas? Todo mundo se conhece, vc precisa andar preparada pra receber beijinhos de todo mundo, incluindo as clássicas falsianes. Num dia estão elogiando e no dia seguinte tudo o que ouvimos são fofocas. Eu estava esperando o Éter se decidir no que iria usar, ele optou por usar terno e gravata, como todos os caras, mas claro com seu toque, uma gravata em cetim salmão quase rosa. Logo que ele se decidiu fui pra casa, decidimos nos encontrar lá, e tinha que escolher minha roupa também. Horas, minutos, alguns segundos e eu já tinha feito a primeira parte do trabalho, sim, eu levo um tempo quando estou inspirada, e também... é a minha estréia na cidade, tenho que mostrar quem eu sou. Fui ao banheiro e tomei um banho frio e demorado, saí do mesmo no roupão, coloquei uma música no celular e fui começar a me arrumar. Sequei meu cabelo e dei uma prancha só pra alinhar os fios, fiz babyliss nas pontas e fui para maquiagem, foi onde mais demorei, passei para a minhas vestes, coloquei um vestido preto com a saia rodada, ombros no estilo ciganinha e um cinto rosa bem clarinho para combinar com a gravata do Éter. 

 

- Mal, nós vamos ser os últimos a chegar. --ouvi o meu pai gritar lá de baixo e apenas me mantive calma

 

Peguei meu salto Koovan preto, com detalhes como os de sapatilhas de bailarinas, envolvi o meu pé com o mesmo e fiz um belo laço. Peguei uma bolsa na mesma cor do cinto e coloquei coisas que toda mulher precisa: Batom para retoque, absorvente para alguma urgência, linhas e agulha para costura, band-aid, uma escova portátil que vem com um espelho, pó compacto e o mais importante, O CELULAR. Desci as pressas ouvindo o meu pai resmungar com impaciência e logo me olhar sorrindo. 

 

- Você será a mais bonita de todas. 

- Pai, por favor... --saio andando na frente pra entrar no carro

- Não se pode mais elogiar as filhas! --ele disse para si mesmo e eu ri e dei meia volta o parando e beijando o seu rosto

- Obrigada, pai. --digo e volto a andar

 

Olhei pela janela e de toda vizinhança, nós fomos os últimos mesmo. Levou menos que meia hora para chegarmos a prefeitura. Era quase 18:00 mas ainda estava claro, tinha pessoas por toda parte e todas elas olharam para nós quando chegamos, começaram a sussurrar uns com os outros, mas eu não estava ligando. O jardim daquele lugar estava bem cuidado desde que cheguei aqui, foi  único que vi tão bonito, mas ainda assim, poderia estar melhor. Continuamos andando para adentrar a Prefeitura e logo vejo a Prefeita, o marido e a filha. Passamos por eles dizendo um olá que logo foi respondido com um abraço no meu pai, e um aperto de mão do cara.

 

- Meu Deus, Green... Você está ótimo. --A mulher disse e meu pai sorrio-- Essa é a Mallory? Olha o tamanho que ela está, meu deus. 

- Oi --disse meio sem jeito

 

Então todos me conhecem e eu não sei quem é quem. Eu continuei o caminho com meu pai com muita dificuldade já que todo mundo tinha algo pra falar com meu pai, logo vi o Éter e ele veio até mim. 

 

- Oi, senhor Green. --ele disse pro meu pai se curvando como um principe

- Oi, Éter, onde está o seu pai? --ele disse passando o olho pelo lugar figurativamente

- Ele se atrasou um pouco, a delegacia estava um caos depois do acontecido na escola. Ele já deve estar chegando. 

- Ah, certo. 

- Eu vou roubar a Mal do senhor pelo resto da noite, se o senhor nos conceder a sua licença... --ele saiu me puxando depois do meu pai balançar a cabeça positivamente

- Graças a Deus, não aguentava mais tando "Ai Meu Deus, Green" --Imitei o pessoal

- "Meu Deus, essa é a Mallory? Ela está enorme" --ele prosseguiu me fazendo rir, andamos até onde estava a "Garota bolinhos" e o Richard Kimgostozão

- Olá --disse e os dois se viraram cumprimentando também

- Oi --a menina disse primeiro, logo o Richard se virou com uma taça na boca e pareceu quase se engasgar

- Nossa, você está linda. --Ele disse me olhando e eu sorri

- Tento não ficar, mas é uma missão quase impossível --digo fazendo piada e ele ri

- quase? acho que não é possível de qualquer jeito --A menina bate nele e ele a olha confuso

- Eu estou com sede, por que não vai pegar ponche? --ela disse e eu levantei uma das sobrancelhas

- Vamos dar uma volta, quero saber mais sobre essa pequena... cidade --digo e o Éter faz que sim

- Por que não esperamos o Rich? --ele diz e eu reviro os olhos-- assim podemos ir juntos

- Okay. --digo cedendo

 

Logo o garoto volta e começamos a andar, tinham fotos e muitas tralhas dos antepassados. 

 

- Essa arma, foi com ela que nosso primeiro prefeito se matou --Richard diz e a garota o olha assustada

- Que maneiro, será que podemos fazer o mesmo com ela? --Digo irônica e tirando a arma do lugar e mirando minha cabeça fazendo uma cara de morta com a língua pra fora 

- Meu Deus, Mallory --Éter diz pegando a arma, limpando e colocando no lugar enquanto o Richard prendia o riso e certificava que ninguém viu aquilo-- Não pode pegar. 

- De onde você veio pode pegar as coisas do museu? --A menina fala

- Então... Não sou obrigada a nada --digo mexendo meus ombros

- Mal, olha isso --Éter fala atrás de mim e eu me viro indo até uma foto

- Que foi? --Ollho a foto e me inclino para avaliá-la melhor-- Hey, são meus pais? 

- E os do Rich, da Spencer, e o meu pai... essa mulher não é a mamãe -ele diz encarando

- Eles não eram nem um pouco estilosos --digo rindo

- Meus pais são os mais bonitos --A menina fala e eu reviro os olhos

 

Decido continuar andando e vejo uma foto da Miss Springdale. E olha só a minha mãe no pódio, primeiro lugar. 

 

- A minha mãe disse, que sua mãe era a pessoa mais bonita da cidade --me assustei já que estava muito entretida, sorri vendo o Richard

- É, ela era a mais bonita em Los Angeles também.

- Aqui tem muitas histórias, de muitas famílias, não só da cidade.  --Éter disse olhando o lugar-- Mas eles poderiam colocar um pouco mais de estilo aqui

- Vamos dançar, não aceito não como resposta. --A menina sai puxando ele

- Ela é bem, animada... --Digo pro Éter

- Sim, ela é... --Ele ri e se curva-- Você me daria a honra? 

- Pedindo assim, qualquer um aceita --Rio indo com ele

 

 Uma música animada ecoava por todo salão. Algo Country, e eu estava tentando não ser chata e dizer que odiava fazer aquilo. 

 

- Me ensine algo, não sei dançar essa coisa. 

- O que sabe dançar? 

- Músicas eletrônicas. 

- Então finja que é uma música eletrônica. 

- Não tem como, Éter... --Rio e ele começa a fazer um barulho com a boca

- Anda logo antes que eu canse. 

- Amanhã seremos o assunto da cidade --digo me movendo um pouco 

- Manchete do jornal: "A Primogênita do Green, mal chegou na cidade e já está dando o que falar" --Rio

 

Eramos os únicos doidos dançando como se fosse eletrônica, mexendo o corpo e os cabelos. E alguém por livre e espontânea vontade, colocou uma música lenta. bem lenta mesmo, algo como música de ninar. 

 

- Essa é a hora em que a gente bebe. --Digo e Éter ri me acompanhando ao bar

- Own, olha os dois... --Ele fala e eu olho

- Eles se combinam --digo e ele me lança um olhar 44

- Cala boca, ele parece que vai vomitar nela --Rio meio alto e coloco a mão na boca

- É, parece mesmo... --Rio

- Será que ele está se sentindo mal? 

- Parece estar soando frio, por que ele simplesmente não para e vai tomar um remédio?

- Eles são amigos desde criança, ele tem medo de dar um não pra ela. 

- Tá, e daí? Ele está quase morrendo ali. 

- Ela vive ameaçando parar de falar com ele. Acho que ela é a única pessoa em quem ele confia cegamente. 

- Tá... --Saio andando até os dois-- Ei... --demoro um pouco por ter esquecido o nome dela

- Spencer? --ela diz como se fosse óbvio

- Isso, Spencer... Poderia vir no banheiro comigo? é urgente. --Ela revira os olhos

- Não vê que estou dançando? 

- É rápido... Você não se importa, né? --Ele simplesmente sacode a cabeça

 

Puxei ela e fui pro banheiro... Claramente ele não estava bem. 

 

- O que é? fala logo. --Ela disse meio arrogante

- Ah, é que eu queria saber se você tem batom

- Quê? 

- Esqueci o meu... e preciso de um retoque, e o seu é quase a mesma cor.

- Tanto faz --ela me entregou-- Pode ficar

- ha, valew. --Sorri e ela saiu.. 

 

Suspirei fundo joguei o batom no lixo e peguei o meu, retoquei e saí vendo que ela estava na pista com o Éter. Fui até a primeira mesa que vi e me sentei, vi o meu pai conversando com várias pessoas ao mesmo tempo, parece que ele era bem famoso por aqui. Me assustei com alguém pondo a mão em meu ombro, vi que era o Richard.

 

- Você vive se assustando... --ele ri

- Onde eu morava o pessoal respeitava muito o espaço pessoal do outro.

- Ah, desculpa. 

- Tudo bem... O Éter é do tipo que gosta muito de contato físico, vou acabar me acostumando. Você está bem? --digo e ele sorri

- Você percebeu? 

- Eu e o Éter zombamos de você enquanto segura seu vômito. 

- O quê? não queria vomitar.

- Eu ainda estou zombando. 

- Ah... hahahaha --ele disse ironicamente e eu sorri apertando os lábios

- Você parecia uma criança que foi obrigado a comer beterraba

- Não, eu só misturei bebidas que não devia... Enjoy pra dentro e estou pronto pra outra

- Então você é o tipo de cara que quer beber até cair? 

- Não, nunca... Meu pai disse que eu só poderia beber um copo de bebida com álcool, então eu misturei várias

- Waw... brilhante

- Eu vi... quase tive um mini ataque cardíaco.

- Por que não parou a dança e foi tomar o remédio? 

- Por que não se para no meio de uma dança romântica com uma Dama. 

- Blerg, que brega. 

 

Ficamos bons longos minutos sentados até meu pai vir e se sentar comigo. 

 

- Se divertiu? 

- Já fomos a festas melhores. --Disse e meu pai balançou a cabeça positivamente, logo notou o garoto

- Você por um acaso, é o filho do John? 

- Sim, Senhor. --ele fala e meu pai sorri

- Ah, você é maior que ele na sua idade. 

- Eu sou maior que ele em qualquer idade. --os dois riram

- Somos vizinhos, moro do lado da sua casa. 

- É, meus pais me contaram... dos bons momentos da jovem guarda

- Está dizendo que somos velhos? 

- O quê? não, senhor Green... Só estou dizendo que ele me contou que vocês dançaram Footloose no baile da escola. --meu pai riu

- Ele definitivamente está me chamando de velho. 

 

Eu ri e apenas continuei ouvindo a conversa das duas gerações, logo o senhor Kim se juntou ao filho e continuaram com suas lembranças entediantes do tempo da brilhantina. Eu estava encostada na cadeira vasculhando no meu celular, excluindo os números que tinha nele. Deixei apenas 5, meu pai, o Éter, a Charlie, o Delegado e o número da delegacia. Meus amigos não me ligaram, não me procuraram... vamos esquecer da existência deles assim como fizeram comigo. 

 

- Pai? --eles pararam a conversa e me olharam-- Tinha uma foto de vocês com suas esposas... Quando aquela foto foi tirada? 

- No ensino médio --o sorriso dos dois sumiu naquele momento-- Éramos muito próximos. 

- E o que de tão importante vocês fizeram pra ter uma foto aqui? 

- Falamos disso depois, vamos nos divertir um pouco. --Os dois se levantaram me deixando sozinha com o Richard, apertei meus olhos com desconfiança 

- Eles com certeza não querem falar sobre isso... --ele disse e estava olhando os dois saírem, quando virou pra mim começou a rir-- Que olhar é esse? 

- Será que tem a ver com a "Não Mãe" do Éter? --digo mudando minha expressão

- Não sei... provavelmente

- Preciso investigar, algo não cheira bem. 

- Com certeza não sou eu. --Éter veio ao meu lado com a menina do lado

- Você é a Kim Possible? --Richard perguntou rindo 

- Chama, Liga que eu sou tua amiga --Canto fazendo o Éter ficar vermelho de tanto rir

- Parem, por favor, vou me mijar... --Ele disse fazendo eu e Rich rir

- Não sei o que ela é, mas depois que chegou só vejo problemas em sua volta. --A menina se meteu

- Problemas? Eu os resolvi

- Resolveu? --Ela me encarou

- Homofobia e Abuso acontecia bem embaixo dos seus narizes e vocês apenasdiziam não ver. 

- Olha, eu realmente não sabia sobre o Abuso com as garotas. --Richard disse-- Mas eu sempre defendi o Éter

- Não existe só o Éter de gay nessa cidade, pode ter certeza. O Éter é a única "bicha" assumida as nossas vistas. 

- Eu vou continuar ajudando a Mal a resolver estes tipos de "problemas" que acontecem na escola. --Éter disse

- Somos a dupla imbatível. --Pisquei pra ele

- Definitivamente, Kim Possible e Ron --Fiz um sinal de cala boca pra ele e o mesmo riu

- Vocês vão arrumar muitos problemas... --A menina disse

- Se precisarem de mim... Podem me chamar --Richard disse e a menina quase teve um ataque

- Richard Kim, retire o que você disse agora, ou... --Eu a interrompo

- Ou o quê? vai parar de falar com ele? quem será que vai se sentir mais só com essa separação? --Digo e o Éter arregala os olhos

- Ela não quis dizer isso, muito álcool na mente, vamos, Mal? --ele saiu me puxando

- Eu não bebi... 

- Deixa eles, eles se resolvem. 

- Tá bom... Essa festa já acabou pra mim mesmo

- Só por que não tem socialites? 

- É, talvez o Justin Bieber animasse um pouco.

- Deus me livre, baby. --começo a rir

- Em pensar que eu queria casar com ele --rimos juntos

- Sabe... Eu conheço um lugar para a gente ter a nossa sala de reuniões --o olho sorrindo

- Tá levando isso a sério, garotão.

- Você não? 

- Claro que estou. 

-  Então amanhã vamos ver o lugar...

- Tem que ser um esconderijo secreto --rio

- Mas secreto que isso... impossível

 

Vi meu pai vir andando e encerramos o assunto. Nos despedimos fazendo drama e meu pai começou a rir de nós

 

- Que bom que você está fazendo amigos.

- Certo, mas só o Éter é meu amigo.

- E o Richard? 

- Não conversamos com muita frequência.

- Entendi... Então ele é seu crush. 

- Quê? Pai! --digo rindo e ao mesmo tempo indignada-- Não tive tempo pra isso

- ah... Soube do que você fez pelas garotas da escola, por que não me falou nada? 

- Não achei que fosse importante. 

- o Delegado quer te contratar quando se formar. 

- Só quando me formar? eu poderia ajudá-lo bem, por hora.

- Tenho certeza que sim. 

 

Ele riu e continuou dirigindo, logo chegamos em casa, fui pro meu quarto me desarrumando, tomei um banho e fui arrumar as coisas para a aula no dia seguinte, fiz as tarefas do dia que estavam pendentes e logo fui no quarto do meu pai. 

 

- Vocês estão escondendo algo sobre aquela foto, né? --apareci vestindo meu pijama e ele se deitou

- Depois, Mallory. 

- Okay... você vai responder todas as minhas perguntas? 

- Você é minha filha ou filha do Sherlock? 

- Elementar, meu caro Green. 

- Claro. --Ele disse e se virou, logo começou a abanar o ar como um sinal de expulsão

- Boa Noite, pai. 

- Durma com os anjos.

- Com certeza te direi amanhã, como o senhor fica bem de asas.

 

Ele riu e se virou pra mim a pontando fora do quarto. 

 

- Fora!

- Tá bom, tá bom...

 

Saio e vou para o meu quarto, me deito e fico mexendo no celular... Logo uma mensagem de um número desconhecido. 

~~"Você é ainda mais bonita pessoalmente"~~

~~ "Quem é você e como tem o meu número?"~~

~~"Alguém que está de olho em você, pare de arrumar problemas pela cidade... parece a sua mãe"~~

~~ "O quê? minha mãe? o que ela tem a ver com isso?"~~

...

 

Quase uma hora se passou e ele me deixou num vácuo eterno... muito bom, eu tenho um maluco que não gostava da minha mãe, na minha cola. Suave, não sou do tipo que desiste, mas abro uma exceção para ir dormir, já que tenho aula amanhã. 

 


Notas Finais


É Isso.


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