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História Stairway to Love. - Capítulo 2


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Notas do Autor


ugh.
eu sempre demoro com essas coisas, bem não está a melhor coisa do mundo mais eu tentei... se você percebeu que eu me inspirei em alguns elementos de life is strange, eu apenas quero dizer uma coisa parabéns você acertou...
Olha esse capítulo tá uma merda - como todos -, mas prometo que todos são feito com carinhos e nenhuma vez eu fiz isso com raiva, agora boa leitura é usem álcool em gel para ler.
amo vocês.

Capítulo 2 - Capítulo Um.


Ato I - Casa Velha, velhos amigos, novos questionamentos.

Chegamos! 

    Gritou meu pai, juntamente com as malas em suas mãos, havia chegado na tal casa de verão do Oregon. O ar era menos poluído do que na Califórnia, é a única coisa ouvida era os pássaros cantando os seus cantos nos galhos das árvores, tirei algumas fotos enquanto observava a paisagem exótica de Gravity Falls. Fazia alguns anos desde do nosso último verão, mais naquele momento parecia que eu estava lá pela primeira vez.

Ignorando as minhas expectativas, adentrei a casa.  

  Não era a pior coisa do mundo, mais o cheiro de pó invadia minhas narinas de uma forma rápida, fazendo eu tossir levemente. Mabel saltitava observando os lugares com uma felicidade que chegava transbordar, gostaria muito de estar do mesmo jeito que ela. Mais tudo dentro daquele local me incomodava, as luzes é até o silêncio que a casa guardava. 

– Não é a melhor casa do mundo, mais podemos fazer uma limpeza. Não acha? - Perguntou olhando para minha irmã, que apenas sorriu em resposta. 

– Sim, vou pegar os produtos de limpeza já volto! - Deu um sorriso quente de lábios, e seguiu caminho até a caminhonete. 

 – Você não gostou da casa Mizar? - Perguntou, observando meus olhos. Corei levemente.

– Claro que gostei! Só estou um pouco incomodada, sabe é nossa segunda viagem depois de muito tempo, não me acostumei ainda com aqui. - Disse entreolhando o local, que sim me dava leves arrepios pelo pescoço, mais eu resolvi ignorar. 

               Subi as escadas, enquanto mexia no corrimão levemente sujo, esse lugar realmente precisava de uma limpeza. A subir a escadaria que era basicamente - infinita -, finalmente havia chegado em um quarto, escolhi o que ficava no final do corredor e adentrei de um modo rápido, vendo alguns detalhes como - uma janela pequena uma escrivaninha e uma cama de solteiro. -, não era o paraíso mais era o suficiente. 

          Coloquei minhas coisas, guardando a câmera dentro da gaveta e meu note-book em cima da mesa. Parecia que eu teria um pouco de privacidade naquela casa, ouvi dois toques na minha porta, Mabel estava ali com o seu sorriso contagiante. 

– Aqui é incrível Dip! Estou louco para ver todos de novo, ainda bem que todos vão morar aqui! - Havia esquecido daquele detalhe, mais pelo menos veria algumas pessoas que eu estava morrendo de saudades. 

– Tem razão, mais sinto um leve arrepio nesse lugar. 

– Se vai se acostumar maninha, sei disso. Vou arrumar meu quarto, até! - Gritou feliz, enquanto ia para o quarto se instalar. Minha irmã tinha uma felicidade igual de uma criança, e a inocência de uma. 

  Gostaria muito de ser daquele jeito, mas não tinha mais volta. Eu já tinha sido marcada pelo meu pecado. 

Peguei um cigarro, dei um leve trago sentindo a fumaça invadir meus pulmões. Sentia a leve queimação dentro do peito dando uma suspirada tranquila, sentindo novamente a sensação placebo de tranquilidade. 

[...]

                        Todos estavam ali, olhando delicadamente os lugares da casa. Muitos sorriam por ver que Mabel e eu estavam lá, fazia muito tempo em anos que nós não havíamos voltado, mas quando voltamos todos começaram a falar da gente e alguns até nos chamavam de heróis. Nós salvamos aquela cidade, até o mundo, mais eu não me sentia especial, eu apenas me sentia esquisita no meio deles. 

                   Mais muitos estavam esperando minha chegada, então por que estava daquele jeito? Por que em meio a todos os meus ganhos, eu sabia que tudo que Bill havia feito tinha sido culpa do meu egoísmo - minha briga com a Mabel, seu show de marionetes, será que eu era a culpada de tudo isso? Não, mais esse pensamento me assombrou. 

 – Dipper! - Chamou minha atenção, era Pacifica com um copo de refrigerante. 

– Oi Paz, como vai? - Perguntara olhando seus olhos azuis, e sua roupa chique. Ela nunca muda. 

– Percebi que estava sozinha, o que foi? Todos estão se divertindo, por que está sozinha? - Sua preocupação fez eu dar uma risada.

– Sei lá, me sinto mais a vontade assim, aliás posso tirar uma foto de algum pássaro raro. - Sorriu de canto de rosto, dando uma risada. 

– Você é uma boba, sabia?

Pacifica naquele momento era uma ótima companhia para minhas conversas, quando não tinha ninguém ao meu lado ela tentava se enturmar fazendo eu não parecer estar sozinha. Ou não ser uma completa inútil na maioria das vezes, eu sei o quanto as pessoas precisavam de mim, mais parecia que meu egoísmo sempre me vencia. 

Estou parecendo uma depressiva sem graça, que merda!

Fomos até o pier, lugar onde sempre íamos quando eramos criança. Paz havia mudado muito desde das últimas vezes que a havia visto, ela se achava a rainha de tudo e todas as coisas deveriam ir em um estalar de dedos mais tudo muda. Agora ela não morava mais com os pais, e ficava cursando o seu curso favorito. Tirando isso, estávamos nos dando muito bem. 

Colocamos os pés na água, e parecíamos duas bobas. 

– Estava com saudade disso, fazia tanto tempo que não nos encontrávamos. - Sorriu. 

– Sim, mais eu ainda tô com saudade da Califórnia. Bem pelo menos agora estamos aqui. - Coloquei a cabeça em seu ombro e a mesma corou em resposta. 

– Acho que devemos voltar, devem estar preocupados com o seu sumiço. 

– Eu sei, mas fica mais um pouco. - Reclamei manhosa. 

Nossas respirações era a única coisa ouvida, minha mente falava dentro de mim "tem certeza?" eu apenas concordei com meu próprio pensamento. Dei um leve selar quando ela ficou despreparada, Pacifica corou mais deixou eu continuar.

Mais eu senti a maldita falta de ar. 

– Vamos logo Dipper. Eles estão esperando. - Ela me tirou dos pensamentos rápidos que seu beijo havia deixado, e o gosto ainda havia sido marcado. 

 

Voltamos rapidamente, Mabel estará preocupada e começou a me abraçar de preocupação. Sabia como as vezes ela extrapolava o limite disso, mais eu gostava de sua preocupação, mesmo que isso a causasse falta de ar. 

– Onde você esteve, Dip eu fiquei preocupada! - Disse a mim, observando meus olhos. 

– Estava no pier com a Pacifica, ela resolveu voltar. 

– a-ah, com a P-paz. - Senti uma leve irritação na citação da garota, mais ela apenas ficou quieta depois de um tempo. Não entendia ela as vezes. 

Na metade da festa, ela não falou mais comigo. Havia algo rolando, é eu tinha que descobrir. 

[...]

                 A Noite havia finalmente chegara, todos os convidados haviam indo embora restando apenas Soos e meus tio-avôs. Eu precisava conversar com a Mabel sobre o chilique que ela havia dado na festa, naquele momento ela havia extrapolado o limite do ciúmes, sabia como ela tinha essa certa raiva, mais com todas as pessoas que eu saio inclusive com a Pacifica? Que porra tava acontecendo!

                Subi as escadas com pouca pressa, observando os corredores escuros. Mabel estava em seu quarto, percebia-se já que a música - Kpop - estava no talo, juntamente a sua cantoria com as letras sem sentido, algo que eu não gostava muito mais entendia. 

Bati na porta três vezes, era nossa batida secreta quando era eu. Mais ela não abriu. 

– Mabel sou eu, deixa eu entrar. - A chamei, mais ela apenas aumentou. Que droga. 

– Porra deixa eu entrar, quero conversar. - Esse foi o último aviso, sendo assim eu abri a porta. 

Lá estava ela, ignorando eu. Apenas diminui o volume, fazendo ela reclamar da ação. 

– Me conta, que porra aconteceu na festa. Você não falou comigo por duas horas! Que merda tá acontecendo. 

– Deixa eu quieta porra, só esquece. 

– Não, não é só "esquece" eu preciso saber! - Gritei levemente. 

– Ela não desgruda de você Dipper, que merda! 

– O QUE A PACIFICA TEM A VER PORRA! 

Xinguei, não estava aguentando mais o que eu estava sentindo. 
Já estava sentindo meus nervos explodirem de raiva, mesmo assim ela apenas ficava calada. Vendo meu rosto com uma expressão de dor e raiva. 

– Fala, por favor. 

– Não, eu não vou falar. Você não manda na minha vida porra! - Me jogou para fora do quarto, e trancou a porta. 

"Merda" Sussurrei para mim mesma, jogando a cabeça contra a porta. 

                Para aquecer meus nervos, peguei o último cigarro do maço e acendi enquanto sentia lágrimas escorrendo sobre meu rosto. Me sentei perto da janela sentindo os leves ventos sobre minha pele morena, não sabia o que estava acontecendo com Mabel, não poderia ser isso, mas tinha chances de ser... Que merda Dipper! Todos sabem que sua mente já tá apodrecida, não faça isso com ela!

              Gritei contra meus próprios pensamentos novos, acabando com o último trago e o jogando lateira baixo. 

Que droga ela estava fazendo comigo! 


Notas Finais


obrigado por lerem até aqui, para todos os informados eu estou sendo refém da minha própria casa, ou seja. Se eu não ficar postando muito capítulo ou não falando muito na timeline sabem que eu morri.
lê é muito importante: https://www.spiritfanfiction.com/jornais/ajeitando-os-trilhos-18763937
ler esse capítulo significa muito pra mim, de verdade, mais uns comentários me fariam bem ;)
💙


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