História Star Porn - Ep. I: A Decadência Real XXX (Hentai) - Capítulo 4


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Capítulo 4 - A Insaciável


Fanfic / Fanfiction Star Porn - Ep. I: A Decadência Real XXX (Hentai) - Capítulo 4 - A Insaciável

 Nua, com frio, vendada, em pé. Suas pernas tremiam, de frio e expectativa. Um pingo de medo. Qui-Gon havia lhe assegurado que tudo ficaria bem, que muitos Jedis passavam por problemas similares. Sexo não era tabu para a ordem, a emoção que era. A emoção que nublava os sentidos, confundia as mentes, levava as pessoas a tomarem as decisões erradas. A libido exagerado era perigosa, falaram. Mas eles tinham técnicas para controlá-lo.

E então ela esperou. Já esperava por muito tempo. Depois de se expor para o submundo de Mos Eisley, aceitou a vergonha e esperou. Assistiu Anakin vencer a corrida, escapar do planeta, o estranho ataque daquele homem encapuzado. A chegada em Coruscant, as negociações, os encontros no senado. E agora esperava mais, nua, sentindo o vento contra seu corpo, em alguma câmara desconhecida do enorme templo Jedi.

E então começou. Confusa, a rainha de Naboo sentiu as mãos em seu corpo. Mãos fortes, mas delicadas. O primeiro toque foi entre suas pernas, e a mulher gritou com o contato. Nem ouvira eles se aproximando. Um segundo toque, mais firme e confiante, passou por suas costas, circulando-a por trás, apalpando seus pequenos seios e os envolvendo com a mão. Os dedos do outro massageavam cautelosamente sua intimidade real. Outra mão tocou seus lábios, dois dedos deslizando para dentro, e Padmé os chupou desesperamente. Seu corpo já tremia em prazer, preparado para o sexo. “Me fodam, me fodam, por favor. É tudo que eu quero. Por favor. Eu esperei tanto tempo…”

E, como se lessem a mente dela, as mãos se afastaram. Padmé ficou sozinha novamente, sem ver nada além das trevas, sozinha e com frio. Queria se tocar, masturbar-se furiosamente, mas se lembrava das ordens. Não faça nada, dissera Qui-Gon. Apenas espere. Apenas sinta. Se conecte com o universo e com seus instintos. Uma mulher de respeito deve se controlar. Uma mulher de respeito não deve se fingir de escrava para transar com um par de gêmeas twi’leks gostosas na frente de um público pervertido.

Pareceu levar tempo de mais, mas as mãos voltaram. Um tocou em seu seio, puxando-lhe o mamilo. A mulher gemeu, indefesa e imóvel. O outro Jedi a tocou por trás, sentindo sua bundinha, apertando com delicadeza. Era como se eles a estivessem medindo, apalpando um fruto para ver se estava maduro. Padmé quase se encheu de coragem para dizer algo, mas sua boca foi tomada por um beijo habilidoso. Se assustou com os lábios rachados e machucados pelo deserto que encontraram os dela, mordiscando e consumindo os polpudos beiços da rainha. Ela sentiu uma barba leva, pontuda, raspando contra seu rosto macio. Por mais gostoso que fosse, e por mais que a mulher se jogasse, o ato era desprovido de emoção. Qui-gon (E ela tinha certeza que era Qui-Gon), lhe beijava como se apertasse sua mão. Seus movimentos eram lentos e deliberados, perfeitamente controlados, racionais ao extremo.

– Por que você está aqui? – A boca quase sussurrou pra ela, a inexperiente rainha sentindo o hálito quente contra seu rosto.

– Porque eu fui má…

– Não. Tente de novo.

– Porque eu me humilhei em frente de criminosos?

– Não.

– Porque… Porque eu não controlei minhas emoções.

Silêncio. Mas não era o vazio completo novamente, pois o Jedi atrás dela continuava a apertar seus firmes glúteos. Parecia ter gostado, sentindo as curvas da jovem rainha. Sem toda sua maquiagem, Padmé parecia muito mais humana. Sem seus vestidos, era quase normal. Uma jovem e púdica garota, de pouca experiência sexual, quase uma criança num corpo já curvílineo, já perfeito para excitar qualquer espécie, mesmo que de pequenas proporções. Ela era deliciosamente macia, clara como um anjo.

– Exato. Você não é uma Jedi. Você pode ter emoções. Você só não pode deixar que elas te destruam. – As mãos firmes do mestre Jedi lhe tocaram na cintura, puxando-a em direção a ele, afastando dos toques interessados em suas nádegas. – É normal respirar. – Fungadas na nuca. – É normal comer. – Beijos em seu pescoço, lambidas, mordiscadas. – É normal transar. – E Padmé sentiu o toque erótico de algo raspando em sua bocetinha. Mas não eram dedos dessa vez. Ela deixou escapar um suspiro de seus lábios, arregalando os olhos por debaixo da venda apertada. Era quente, desconhecido, pulsante.

– Vá em frente, Obi-Wan. – Com a permissão de seu mestre, o jedi empurrou seu membro ereto para dentro de Padmé. Dor, e deixou escapar um grito, mas o homem continuou empurrando. E entrou. O coração de Padmé pulsava, sentindo sua virgindade finalmente sendo tirada. Ela passara os últimos dias fantasiando com aquilo, e o momento passara tão rápido. Nem parecia ter sido tanta cosia assim. Era estranhamente normal. E então ele começou a se mover.

Obi-Wan penetrava a rainha Amidala com precisão, apalpando as nádegas da mulher enquanto a fodia, de pé atrás dela, deixando seu pênis deslizar para dentro da bocetinha molhada. A mulher não via nada, somente sentia. Sentiu o mestre Qui-Gon lhe beijar novamente, abafando seus gemidos. Ela era usada de ambos os lados, apalpada por ambos os jedis, cega e imóvel. Fazendo o melhor para ficar estática enquanto era usada. Queria se jogar contra Qui-Gon, chupar seu pau, arrancar a venda e lhe olhar nos olhos enquanto era fodida por seu padawan. Mas sabia que não devia. Então apenas sentiu os lábios dele se envolvendo nos dela.

Ambos se afastaram, simultaneamente. Saliva escorria de seus lábios, prazer de sua xota, suor cobria seu corpo gelado. Não se sentia sexy; naquela forma gelada e parada. Padmé gostava de sua sensualidade, de ser desejada e vista. Era como se os Jedis lhe privassem daquilo. Mas toda a submissão apenas lhe empolgava mais para voltar a ser fodida. Fora por tão pouco tempo…

– De joelhos… – A rainha se curvou perante seus mestres, sentindo o cheiro forte de seus paus próximo de suas narinas. – Me chupe… Me ajude a endurecer… – Padmé não titubeou ao sentir o pênis de Qui-Gon enfiado entre seus lábios. Moveu a cabeça e começou a chupar obediente, rapidamente percebendo que ele crescia e endurecia dentro de sua boca. Era definitivamente mais bem cuidado que o pedaço de carne nojento que Watto levava entre as pernas. Mesmo assim, se viu saudosa do cheiro de sujeira do sucateiro.

Obi-Wan se ajoelhou ao lado dela, e começou a tocar seu corpo, pegando em seus seios, até dando umas puxadas em seus mamilos. Ele era mais brincalhão que o mestre, e Padmé silenciosamente o agradeceu. Tateou por sua coxa, logo encontrando o membro ereto do aprendiz que lhe tirara a virgindade. Rapidamente, começou a masturbá-lo, arrastando seus delicados dedos ao redor da cabeça do pau enquanto subia e descia aceleradamente. O Jedi gemeu e a menina sorriu, ou pelo menos, o mais próximo que conseguia de um sorriso com um firme pênis duro enfiado em sua boca.

Sua ansiedade só crescia. Havia tido um gostinho e ansiava por mais, sua bucetinha ardia em expectativa. Queria enfiar o mundo pra dentro, mal podia esperar para aqueles dois Jedis lhe foderem enlouquecidamente. Cada segundo que passava, mais molhada Padmé ficava.

Obi gemia baixinho ao seu lado, e ela percebeu que o jovem devia ser quase tão inexperiente quanto ela. Duvidava que o Jedi fosse virgem, se aquele tipo de treinamento fosse comum, mas ele se afetava fácil com o toque macio da rainha, seu pau delicioso pulsava entre os pequenos dedos femininos. Padmé pensou se ele teria fantasiado com ela, sonhado em tomá-la em seus mantos reais e fodê-la violentamente em frente de todas suas damas de companhia. Claro que não, se policiou. Um Jedi jamais faria aquilo. Aquela era uma fantasia dela própria. Mais uma pra interminável pilha.

Qui-Gon recuou, e desceu as mãos para a cintura da indefesa mulher. Sendo guiada, Padmé tropeçou para frente, incapaz de ver para onde se movia, mas suspeitando. Logo sentiu-se sentando no colo do homem, abrindo suas coxas, percebendo o agora duro membro raspando contra sua entrada faminta. A sensação era estranha e assustadora, momentaneamente no controle, podendo se manter imóvel, podendo sentar naquele pau. É claro que a rainha sentou. Gritou enquanto seu ventre era rasgado, a forma fálica lhe penetrando com tudo, entrando firmemente em seu âmago. Deixou seu corpo cair sobre o homem, abaixando a cabeça em seu ombro. Lentamente se pôs a quicar, sentindo o prazer que lhe era proibido.

O homem não gemia, imóvel e em paz, apenas satisfazendo a faminta Padmé. Esta gemia, deliciada, finalmente sentindo o júbilo de ser penetrada e fodida. Doia, muito mais que os dedos que estava acostumada, mas era tão bom. Um prazer proibido, um lazer secreto. Se rendeu a suas emoções, gemendo alto e agudo, deixando sua voz fina quebrar, possuída pelo ímpeto sexual.

Padmé se aconchegava no colo do homem mais velho, babando e gemendo, completamente desenfreada. Ela era jovem e cheia de energia, incapaz de parar. Seus cabelos se desprenderam do coque, caindo por seus ombros, seus movimentos ficando mais selvagens. Conforme pegava gosto pela coisa, ela sentava mais fundo, arrastando sua pelve contra a dele, sentindo os pelos pubianos raspando contra sua entrada lisinha.

E Obi-Wan veio por trás, sem penetrá-la, mas beijando seu pescoço, envolvendo-a em seus braços e apalpando seus peitinhos. A rainha imaginou a dor e o prazer de ter o Jedi fodendo seu intocado cu real, mas não disse nada. Ela era um objeto ali, falhando em suprimir suas emoções.

No decorrer da noite, Padmé Amidala passou de mão em mão entre os dois Jedis. Cavalgou ambos, enlouquecidamente. Sentiu o gosto de suas formas masculinas ao chupá-los vorazmente. Gemeu e gozou, por um tempo que não achava possível. Os dois homens se esforçavam para saciar a jovem nobre de Naboo, mas parecia que não era nunca suficiente. Por mais que sua bucetinha ardesse, ela continuava a cavalgar Obi-Wan, sentada sobre ele, apertando as palmas de suas mãos contra o peitoral forte do homem, acariciando os músculos, rebolando gostoso, nunca parando de mover sua cinturinha magra. O padawan gemia forte, tomado pela fome sexual da mulher, segurando-a pela bundinha enquanto Padmé quicava e quicava, mais pervertida e devassa do que qualquer um poderia imaginar ao olhor para seu rostinho delicado.

Perder sua virgindade era um sonho finalmente realizado, mas era como se uma nova porta se abrisse para a rainha. Tanto do mundo que ela não havia experimentado. Ela estava cega, mas nunca vira tanto, todo seu corpo ardendo sensorialmente. Como controlaria seus impulsos, se ser fodida lhe fazia se sentir tão bem?

Gargalhou, apertando sua bucetinha contra Obi-Wan, e sentiu o jato de esperma encher seu ventre. Quente, gosmento, delicioso. Sentiu o disparo subir para seu útero, e depois escorrer parcialmente para baixo, melando as paredes de sua rosada entrada.

– Vem aqui, rainha… – Foi a primeira vez que sentiu um fiapo de cansaço na voz de Qui-Gon. Ele bateu o pau na cara dela, duas, três, quatro vezes. E com um gemido fraco estourou, pintando o rosto vendado de esperma branco. Padmé sorriu, esparramando o líquido por seu rosto, deliciada, chupando os dedos. Era melhor que qualquer maquiagem.

Ela tropeçou para fora do pau de Obi-Wan, sendo cuidadosamente auxiliada a ficar em pé. Com um movimento rápido, o mestre lhe tirou a venda dos olhos. Padmé sorria, safadíssima, seus olhinhos brilhando em malícia. Mas os Jedis se mantinham em pé, coluna ereta, já completamente vestidos em seus mantos, sem dar nenhum sinal de que haviam acabado de foder a pequena rainha. Só Padmé sinalizava o ato, nua, seu rosto coberto de esperma, o gozo de Obi-Wan escorrendo entre suas pernas, juntos do próprio quente orgasmo feminino.

– Existe um banheiro lá atrás. – Qui-Gon apontou para um estranho corredor. – Suas roupas estarão lá. Estaremos lhe aguardando para lhe conduzir em segurança até seus aposentos no senado. Espero que seu apetite tenha sido saciado.

– Obrigada… – Ela deu as costas, e se afastou dos dois homens, Arrastou a mão no rosto, e viu o esperma grudando entre seus dedos. Aquele era um treinamento Jedi de rotina, pensado para saciar e controlar os ímpetos sexuais da ordem. Então porque ela ainda estava com fome. Chupou lentamente os dedos, sentindo o delicioso gosto salgado do líquido grudento. Que iguaria sem igual. Padmé se sentia longe de saciada, desejando mais e mais. Precisaria de mais uma dúzia de Jedis, antes de estar realmente satisfeita.

Aquela era a verdadeira face pervertida da ninfeta rainha de Naboo, e ela estava começando a aceitar o fato. Não havia nada que gostasse mais do que o sexo, finalmente admitiu.


Notas Finais


Falta só um capítulo e eu acabo isso aqui.

To escrevendo uma história de LoL também, se curtirem, mas estou aceitando outros temas! Digam o que querem ver, tudo tá valendo!


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