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História Star Wars Episode IX.5 - A New Era - Capítulo 33


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Notas do Autor


Olá pessoas, como prometido, estou aqui novamente, desculpem a demora, e espero que gostem.

Capítulo 33 - Chapter 33 - Desesperançados


Rey e Ben começam a travar uma dura batalha ali, com os Redtroopers, se apoiando um no outro, a luta lembrava muito sua luta anterior na sala do trono em que ambos se uniram pela primeira vez como aliados para derrotar Snoke, e agora, se uniam mais uma vez, mas, desta vez, eles estavam claramente mais ligados, ambos sentiam isso, a força que fluía entre eles, como uma corda invisível que o fazia sentir a respiração dela e ela os pés dele sobre o chão, eram como um, e a união deles, fortalecida pelo sentimento mutuo que ambos tinham um para o outro, fez o confronto não durar muito, logo, eles terminam com os troopers, que antes pareceriam fortes, mas, não mais forte que eles nesta dyad.

Eles se olham, trocando rapidamente oxigênio com o ambiente com suas bocas entreabertas, enquanto tomavam folego para continuar. Era obvio que o objetivo final estava logo a frente, eles deveriam estar prontos para tudo.

Depois de alguns segundo, Rey assente com a cabeça para Ben, como sinal de que eles deveriam continuar, ele concorda silenciosamente, e segue a moça em silencio, ficando lado a lado da garota.

[...]

Finn segue para uma parte segura, ainda no meio do caos, mas, longe dos tiros. Ele senta no chão, Jannah fica confusa observando a cena, e ele estende a mão para ela, ela hesita, porém, aceita a mão estendida a si e senta-se junto a ele.

- O que você está fazendo? – Ela questiona curiosa e confusa. – Achei que você tinha pensado em uma forma de enfrentamos a primeira ordem. – Ela conclui, ainda procurando entender o que o rapaz tinha em mente.

- Jannah – Ele a chama – Confie em mim. – Diz, olhando nos olhos dela, tentando ignorar a dor no seu braço enquanto buscava forças para se concentrar. -  Esse é o meu plano... – Ele olha nos olhos da mesma novamente, encarando-a com vigor ainda de mãos dadas. – Eu demorei muito para entender, que a força não deve ser usada somente para lutar, ela é a coisa que move tudo, e se ela nos despertou um dia, ela pode despertar outros também. – Ele diz em uma voz calma. Jannah parecia confusa com as palavras de Finn para ela. – Jannah... você também é uma sensitiva, assim como eu, e eu preciso que você me ajude. – O rapaz diz por fim, tendo ela concordado com a cabeça, ele fecha os olhos, e começa a se concentrar, buscando na força um meio de despertar os stormtroopers do lado de fora, afinal, eles são apenas escravos de uma lavagem cerebral, e ele um dia, também já foi uma vítima desse sistema.

Jannah não tinha quaisquer treinamento Jedi como Finn tinha começado a ter, então ela se quer sabia o básico sobre a força, somente algumas coisas que ouviu ou leu, no entanto, seu instinto para a força era poderoso, ela era perseverante e determinada, realmente, uma garota como nenhuma outra, ela, com certeza, se treinada, seria uma poderosa aliada da força e da resistência. Finn por outro lado, tinha pouca experiência, mas, ele aprendia rápido e havia entendendo o que se passava no seu coração, sabia que ser guiado pelo seus instintos e por aquela sentimento latente em seu peito era o mais certo a se fazer, ele a ajudaria, e a guiaria para juntos conseguirem despertar aqueles outros.

Eles tinham um tanto de dificuldade para fazê-lo, Finn estava um pouco afetado devido ao ferimento, que vez ou outra o fazia imergir da sua concentração, e com tudo acontecendo a sua volta, era difícil ignorar o barulho e todos os pensamentos que se passavam em sua mente. Ouvindo as pessoas chamarem seu nome, lhe questionando sobre o que ele fazia ali, sentado, em um momento tão vital como este, era angustiante.

Os dois eram fracos, e não estavam tendo sucesso em conseguir uma conexão para despertar se quer um deles, e lentamente, a primeira ordem avança mais e mais, forçando a resistência recuar e ser encurralada dentro de Coruscant.

[...]

Nos céus, as coisas não estavam fáceis para Poe, ele ouve um a um seus companheiros sendo abatidos, era frustrante demais, e ele, nada poderia fazer, somente avançar e dar tudo de si para que aquilo tivesse logo um fim.

Precisava dar tudo de si, por todos, por tudo que viveu, pela causa, e por seus amigos. Precisava voltar com vida, precisava vencer! Se não, tudo que ele tinha em mente, todas as coisas não ditas e não terminadas, iriam morrer ali, no vazio do espaço e no profundo pensar do piloto rebelde, e ele, definitivamente, não estava pronto ainda para abandonar essas coisas.

[...]

A força estava ficando cada vez mais fraca, a força da vida, a aliada daqueles que lutavam pela luz, Finn, Rey, Ben e outros usuários da força já tinham notado isso, por mais longe que eles estivessem longes um do outro, em quaisquer parte da galáxia, era notável o declínio da luz.

Rey e Ben avançam em passos cautelosos em um grande salão vazio de pedra, com espíritos Siths encapuzados para todos os lados, a frente deles, um trono vazio, pois quem ali sentava, se encontrava de pé, de costas para eles, bem ao centro, contemplando o pilar de luz negra e vermelha que saia daquele artefato ali perfeitamente encaixado em uma espécie de pedestal.

Para a surpresa deles, o rosto não lhe era família, se tratava de uma figura totalmente desconhecida, um ser bem grande, cerca de três metros ou mais, careca, e com uma aparência que certamente lembrava a de Snoke, mas, sem as cicatrizes e vestindo um manto todo grafite quase negro.

- Meu garoto – A criatura se pronuncia – Você chegou um pouco tarde não acha? – Ele diz com uma voz extremamente familiar a Ben, voz essa que ele reconheceria em quaisquer canto, afinal, ela estava em sua mente desde que ele se entendia como gente.

Apesar da aparência ter enganado os mesmo, aquele era sim Snoke, Ben tinha total certeza. Ele só gostaria de fazer agora como ele conseguiu realizar tal feito.

- Pelo seu olhar, Imagino que está pensando como eu consegui um novo corpo não é mesmo? – Ele os encara, virando seu corpo lentamente na direção deles, deixando ambos em estado de alerta - Seus cavaleiros, digo, meus cavaleiros de Ren, ouviram minhas instruções e levaram minha alma, dentro do artefato, até esse corpo de um antigo mestre Sith. – Ele diz em uma voz arrastada e prepotente, soando como se fosse o mais genial dos planos. – Imagino também que está se perguntando por que eu não fiz isso antes, bom, eu não tinha certeza se iria funcionar, já que esse antigo mestre está aqui a décadas, séculos, e uma carne fresca e bem treinada – Ele olha particularmente para Rey agora – Era uma chance maior de sucesso. – termina seu discurso movendo as mãos e entrelaçando os dedos em frente ao abdômen. – Mas, isso não importa, agora eu tenho tudo que preciso para governar a galáxia. – ele termina seu pequeno discurso, totalmente vitorioso.

Snoke se vira novamente para dar uma nova olhada ao raio de luz barulhento que estava atrás de si, dando espaço para os outros dois também tivessem um deslumbre dele.

- Magnifico não? – Ele questiona – Esse é o poder do lado negro, canalizado e fortificado, em sua potência máxima. – Ele encara os dois por alguns segundos – Não há nada que um pequeno garoto fraco como você e uma sucateira possam fazer... apenas, contemplar o domínio completo do lado negro, se entreguem a ele, renasçam nele. – Snoke os incentiva, vendo os dois recuarem, ativando seus sabres se luz, lado a lado, os dois pareciam uma pequena chama de luz azul em meio as trevas, a desesperança e ao desespero. Snoke não se agradava da maneira em que mutuamente eles trocavam seus instintos de proteção de um para com o outro, prontos para fazer o que pudessem, contanto que o outro par ficasse a salvo. Vendo que provavelmente eles não se entregariam ao lado negro, o vilão da a cartada final. – Então, morram para ele. – Snoke diz tais palavras e usa a força para joga-los longe, não o suficientemente forte ou distante, eles logo se recuperam e se entreolham, prontos para a batalha final.

[...]

Todos estavam em desespero, as forças da resistência estavam sendo apagadas como chamas em meio a uma grande tempestade que era as forças da primeira ordem. Poe respira fundo, ao tentar contatar seus aliados e não ouvir mais do que chiados e interferência no transmissor, despertando uma angustia palpável no rapaz, que tenta manter a calma, como com os beeps nervosos de BB-8 dizendo que eles estavam cercados.

Em terra, em Coruscant, as coisas também não estavam fáceis, as forças da primeira ordem avançam a passos largos rumo a entrada da cidade, fazendo Finn se desesperar. Tudo parecia estar perdendo o rumo, a Poe sabia da situação lá, ouvia pelo outro transmissor, esse ligado a Coruscant, onde os gritos de dor e aflição cortavam boa parte da transmissão, fazendo o piloto se questionar se ali seria de fato seu fim.

Poe respira fundo, deixando tudo de lado, abandonando os controles e afundando sua cabeça no controlador da nave, ignorando tudo a sua volta, apenas esvaziando seus pensamentos, revivendo seus últimos momentos, quando ele é subitamente tirado de seu momento pela voz de Leia.

- Comandante Dameron – Ela o chama pelo transmissor, fazendo o mesmo atende-la desanimado.

- Aqui. – ele se limita a responder.

- Poe – Sua voz gentil o chama com carinho. – Eu preciso de você, por favor, transmita isso para todas as naves que alcançarem o seu sinal, não importa quem seja. – Ela pede com uma voz passiva e calma como um rio.


Notas Finais


continuem lendo por favor, estamos em reta final <3
como estou de quarentena assim como a grande maioria, para a semana estarei postando outro capitulo <3
não deixem de comentar, brigadinha <3


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