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História Star With Me - Capítulo 3


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Notas do Autor


Mais um capítulo como o prometido....

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Star With Me - Capítulo 3 - Capítulo 2

Pov: Harry Keller.




Desliguei o telefone sem qualquer paciência e voltei para dentro do hospital onde trabalho; minha pausa de almoço havia acabado faz um cinco minutos. Carla minha Mãe, e sim eu trabalho no mesmo ambiente de trabalho que minha mãe ela é a enfermeira-chefe de cabelos brancos veio andando até mim com um olhar sério, mesmo eu sendo filho dela fingimos que não nos conhecemos é melhor assim, aponta a mão na direção da sala de exame mais próxima da mesma. 




-os exames?- Perguntei com o tom de voz seco.




-Sr. Keller a paciência está muito mal, seus músculos atrofiaram ela está sem poder andar, ela está com sua mãe Carla.- eu concordei, acaba sendo um pouco Rude pegando os documentos da paciente da mão dela- ela estava chorando muito na verdade ela estava em pânico- Eu entendo, mas a situação da mesma não é uma das piores, mas sei como eles devem se sentir.




-eu não sou o melhor de gentileza, principalmente quando não são os meus pacientes, na verdade nem com os meus pacientes eu sou gentil- eu falei seco e sério um pouco irritado. Esse não é o meu andar, por ser o diretor e um dos sócios da empresa não é o meu dever atender qualquer paciente, mas os médicos de plantão hoje estão cansados então vou ajudar.




Eu passei por Carla e entrei na sala, me deparei com uma mulher de uns 35 ou 39 anos que tentava acalmar uma menina linda, estava sentada na em sua cadeira de rodas com os olhos vermelhos e inchados deve ser de chorar, seu rosto estava totalmente vermelho deve ter chorado muito. Seus cabelos longos e castanhos devem passar da bunda e sobrancelhas grossas deixando um ar bem jovial e diferente, suas bochechas são redondas um redondo bonito para o formato de sua face e tem a cor de uma maçã vermelha, olhos castanhos escuro num ar meio amedrontado, lábios carnudos bem desenhados com coração na parte de cima o formato perfeito para seu perfil, já conheci mulheres mais bonitas mas eu gosto de explorar belezas diferentes sempre, mas não com pacientes.





-como se sente Luiza- perguntei seco e rígido. 




-o que acha- ela falou apontando na direção de suas pernas que estavam na cadeira de rodas. Continuou a falar, ignorando que ela estava tentando usar o tom de sarcasmo na voz dela foi em vão a tentativa de sarcasmo dela. Quando Me virei para a mesma, ela olhou meu crachá - então Harry eu quero ir embora- que mulher mais atrevida.




O pior é que eu achei graça.




-para Luiza de ser assim- sua mãe a corrige a olhando séria- sei que você queria ficar em casa mas você tem que tentar melhorar.




-não tem nada Sarah, crianças sempre são crianças e vai piorar quando ela crescer- falei com um tom sério. Luiza me olhou totalmente indignada e sorriu com deboche depois de ter revirado os olhos.- agora eu tenho que fazer os exercícios, eu não tenho só ela de paciência sou muito ocupado. Tirando o fato que tem muito tempo já que estou aqui.




-Pode ir embora para bem longe- falou séria cruzando os braços sobre o peito sua blusa do azul água do bob esponja, tirou qualquer palavrão que eu quisesse falar, a blusa acabou que tirando o ar de deboche dela eu pela primeira vez em dias eu quis rir dela. Eu apenas sorri pra ela e isso a deixou constrangida.




-você não tenho direito de tratar as pessoas mal ele não tem culpa alguma-Sua mãe falou.




-a resposta é não- que mulher teimosa, fala como se eu fosse um monstro- não quero está aqui nem devíamos ter vindo, eu estou cansada meu corpo está exausto quero minha casa e ele não vai relar em mim garanto.- falou séria e triste as palavras saíram de forma triste não com ruindade, a parte que fala de mim causa uma sensação horrível de um monstro.




Antes que a Mãe da Luiza pudesse responder um homem entra na sala com a estatura média perto de mim bem menor, cabelos loiros bem penteados, deve ser namorado dela ela é jovem e belíssima para os jovens dessa idade namorar é algo normal, hoje em dia é algo normal, nossa ela é por isso que ela está fugindo de mim como medo, claro profissionalmente, isso é frustrante mesmo assim ela sendo minha paciência meu ego está muito ferido e muito, às paciência falta pular em mim, mas essa não. O homem a abraçou forte e ela riu, agora você ri não é pequena.




Chega, até apelido essa mulher tem ou menina ah, sei lá! Ela é a única que tem apelidos garanto, olha que eu só a vi agora isso é estranho e eu sou curioso, mas agora é como se a conhecesse.




-chega Lucas eu não fui sequestrada ainda, ah lembrei sou cadeirante é muito trabalho - falou rindo, sua voz normal voltou mesmo com uma tristeza em falar da cadeira de rodas ela sorriu, a voz dela é doce, é linda um tom suave não o mais bonito mas agradável. Com ele ela é ela, comigo ela se transforma totalmente é como uma máscara uma forma fácil de se recuar do mundo- porque está aqui?




-olha eu estava num motel uu.. Deixa pra lá, eu estou falando como você eu esqueci- falou passando a mão pelo rosto da mulher ou menina. 




Não a fiquei olhando muito ela não gosta….




-porque?- perguntou inocente com um sorriso iluminado, aqueles olhos castanhos brilharam.




-ah, você sabe Luiza- ele enrolou para responder- você é muito ingênua e isso é complicado, como falar com você se você é toda certinha você é como uma criança que eu não posso falar coisas inapropriadas.




-tenho que concordar filha, você tem que aproveitar que é nova, namora conhecer a vida- essa é a primeira Mãe em anos que eu escuto falar uma coisa dessas, ela deve ser bem certinha mesmo. O fato de momento está na cadeira de rodas sem poder se movimentar totalmente não a impede de conhecer alguém. Quem? Quem não se encantaria por ela.




-gente aqui é um hospital, vamos embora!- ela ficou brava mas de um jeito tão adorável e manhosa, as faces de Luíza a pequena mulher a minha frente ficaram rosadas, suas bochechas ficaram vermelhas, o que me deixou muito curioso para saber por que o comentário a deixariam com vergonha, ela estava com vergonha de mim ter escutado isso, ela estava corada, ela conseguiu minha atenção naquele momento.




Minha mente imagina algumas imagens dela corada, imaginar ela....




Para Harry, você sabe que nunca se envolveu com pacientes. 




-doutor faz os exercícios aí? - falou o amigo ou namorado da mesma rindo- não vou continua atrapalhando seu trabalho.




-ela não deixa e eu não vou a obrigar a nada. Tirando o fato que ela está agindo como uma criança mimada - falei e o amigo da mesma a olhou.




-calma aí- ele a olhou- Luiza eu sou gay você sabe né?- ela concordou, então namorado não é- então eu pela primeira vez tive um encontro decente, eu pude me sentir eu em anos alguém gostar de mim, mas ao saber que a minha melhor amiga está no hospital eu vim largando aquele chato lá, eu acho que mereço que você faça os exercícios e nem vem com essa de tentar me afastar eu a conheço você, você é um anjo de pessoa.




Ela é solteira




Para


Para 


Harry Keller




-ta, ta, ta bom- falou com os olhos marejados e me fuzilando, Como se eu tivesse culpa de alguma coisa.




-preciso que vocês saiam da sala- falei rígido a mesma me olhos com os olhos arregalados.




-também bom, estou logo ali baixinha- falou seu amigo a mesma só concordou, ele saiu com a mãe da mesma.




Eu fiz os exercícios com total cautela, mas ela não gosta da sensação das minhas mãos nela, eu respeitei os limites é claro mas eu tinha que colocar minhas mãos nos pés, é claro do joelho para baixo, respeito o espaço das minhas minhas pacientes mas ela não deixa, sua respiração estava pesada, mas depois de um tempo ela se tranquilizou um pouco. Eu só fiz os exercícios de rotina, ela se sente recuada tenho certeza disso e isso é frustrante me sinto um animal a atacando devagar.




Nunca imaginei causar essa sensação em uma mulher, estou me sentindo um lixo.




Ela está com medo.


Medo significa trauma.


E o trauma é medo.


Eu a faço ter medo é uma sensação que eu não queria causar a uma paciente minha.




-tenta levantar devagar- falei e ela negou meu sangue ferveu.




-Luiza!- falei rude estou sem paciência com ela, ela me olha com medo e receio.




-eu vou cair- falou manhosa a voz dela é boa de ouvir, sabe aquela voz gostosa que faz você sorrir mas eu não sorri.




-ta bom- falei e ela riu um sorriso de gentileza.




-posso ir embora agora- falou feliz, eu vou tirar esse sorriso pensei e fiquei feliz.




-não vou te ajudar mais um pouco senão você vai chorar- falei sorrindo pra ela, ela ficou triste de verdade ela não gosta da minha presença.




-você é mal- falou com seu grandes olhos cheios de lágrimas, talvez eu não tenha gostado de tirar aquele sorriso de sua face.




-Luiza eu vou ser sincero- Ela me olhou atenta- eu não tenho só você de paciente daqui a duas horas exatas eu tenho uma cirugia pra fazer, sou Cirurgião Geral então sempre faço algo.




Ela Ficou pensativa durante muito tempo ela sempre está pensativa.




-o que você ta fazendo aqui? - perguntou com um pouco de receio e vergonha por estar tomando tanto o meu tempo.




-eu estou cobrindo uma médica porque ela não pode comparecer e os outros médicos estão em outros áreas- falei irritado passando a mão sobre meu cabelo, estou com raiva muita raiva dela. Eu sei a solução eu coloquei uma cadeira do lado da cadeira de rodas pra olhar nos olhos dela, medo os olhos dela estavam cheios de medo, de mim!- eu percebi que você odiou o modo como eu fiz os exercícios mesmo eu sendo o melhor médico daqui não adiantou com você, fazemos assim tem o médico Luiz eu vou pedir pra ele continuar os exercícios com você.




Ela me olhou e não disse nada ela estava pensativa, eu levantei e iria chamar o Luiz isso iria ferir meu ego já que vou ter que falar que a paciente tinha medo de mim, claro mentir é um meio de sair ileso mas mentir nunca é bom pra um médico, antes de eu me virar ela consegue segurar minha mão eu viro e olho minha mão ela solta com vergonha eu me sento novamente ao seu lado.




-desculpe, de verdade me desculpa? Por favor?- falou olhando pra suas mão e não me olhou nos olhos- eu não quero outro médico o D.r foi respeitoso eu que devo ser maluca.




-não tem nada- levantei meio sem entender se eu fui respeitoso porque o medo. Um bom médico tem que ter conhecido e o conhecimento vem com o aperfeiçoamento que é a curiosidade e eu tenho muita curiosidade sobre ela.- vamos começar novamente- ela concordou e eu olhei o relógio pra ver quanto tempo eu poderia ainda pra estar aqui, 35 já foram agora ela tem 15 o máximo para um paciente em sala e 50 minutos.




-agora levanta devagar sem pressa eu vou ajudar você- ela tentou mas ela realmente estava cansada, ela deve ter usado suas forças nos braços todos os dias, sem eu precisar mandar ela tenta novamente e seu braço não tem força.




-chega Luiza- falei quando ela ia tentar pela terceira vez.




-dá outra vez eu caí no chão na frente de todo mundo- ela estava triste- foi vergonhoso demais já que a outra médica que faltou riu de mim, por isso eu nem queria vir aqui.




Eu fiquei em silêncio e fingi que não ouvi.




-você me perdoa por xingar você de muitos palavrões- eu a olhei sem entender, ela falou você.




-eu não lembro de você ter me xingando  não tanto- falei a olhando enquanto ela se arrumava na cadeira de rodas.




-ahh verdade eu pensei- falou rindo que sorriso gostoso- desculpa eu acho que eu tinha falado em voz alta.




-então me perdoa porque eu também pensei coisas, só que não xingamentos mas muitas coisas impróprias com você corada- ela sorri mas ela não entendeu, depois de um instante ela me olhou vermelha agora não sei se é de raiva ou timidez.




-nossa! Posso processar você por assédio sexual sabia- falou rindo finalmente vi seus dentes brancos e seus lábios ficam lindos assim e eu ri com ela.




-mas eu só pensei- falei sentando ao lado dela ela me olhou ainda rindo mas sem mostrar os dentes- então sem prisão.




-e os exercícios- falou rindo da minha cara.




-você está me enrolando pra passar o tempo- falei sério mas não com raiva.




-seria uma boa ideia mas não sou boa atriz e eu nem sabia que tinha prazo para ser atendida- falou me olhando nos olhos é verdade.




-agora você pode ir embora- falei quando olhei pro relógio e um sorriso surgiu nos lábios da minha pacientes da pequena paciente.- mas da próxima vez que vir tem que estar sentada na maca.




Na mesma hora seu amigo e mãe entram na grande sala de consulta.




-vamos- falar Lucas.




-sim, sim- nossa eu sou um mostro- obrigada por ter paciência comigo Harry Keller- falou sorrindo que sorriso esse foi pra mim sem qualquer interferência de tentativas falhas de sarcasmo. Posso jurar que amei a sensação de meu nome em sua boca.




-não me agradeça por isso- falei e ela me olhou e riu.




Um sorriso que o som era gostoso de ouvir, Lucas empurrou sua cadeira aí ela virou a cabeça e estendeu suas mãos e me deu tchau.


Eu sorri. 


Notas Finais


Obrigada a todos pelo apoio....


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