História Stark's Daugther - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Dra. Helen Cho, Edwin Jarvis, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Heimdall, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Jane Foster, Janet Van Dyne (Vespa), Jessica Jones (Safira), Laura Barton, Luke Cage, Marc Spector (Cavaleiro da Lua), Maria Hill, Miss Marvel, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pantera Negra (T'Challa), Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Safira (Jessica Jones), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Steve Rogers, Thomas "Tommy" Shepherd / "Célere", Thor, Tigresa (Greer Grant Nelson), Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags Avengers, Capitão América, Chris Evans, Homem De Ferro, Tony Stark, Vingadores
Visualizações 100
Palavras 2.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem 😁❤

Capítulo 9 - Hot!


Fanfic / Fanfiction Stark's Daugther - Capítulo 9 - Hot!

- ROGERS!

Ouvir aquela voz nos fez tomar distância subitamente, olhando na direção. Para nossa sorte não era Tony, mas sim Natasha.


- Ah.... Nós podemos explicar. - tomei a frente. Ela me olhava, assim como Natasha. - Tinha um cisco no olho dela... - a olhei desesperado.


- É, graças ao Steve...


- Eu não nasci ontem. - Natasha cruzou os braços. - Eu sei muito bem o que estava acontecendo aqui.


- Você não vai....


- Não, eu não vou fazer fofoca para o Tony. - negou, se aproximando. - Mas realmente espero que tomem mais cuidado. Aqui não é o lugar mais adequado para essas coisas e nem de longe o mais romântico.


- Eu... Eu acho melhor eu ir procurar o meu pai. - (S/n) coçava a cabeça. - Sabe como é. Estávamos indo ao cinema e o Nick Fury ligou para ele vim aqui.


- Tony e cinema? Olha, não pensei que Tony tinha esse lado. - riu.


- Natasha, será que... - me interrompeu, passando por nós.


- Eu já sei. - virou-se. - Não esqueçam do que falei sobre tomar cuidado. - piscou, logo dobrando à esquerda. Estávamos sozinhos de novo. E não, (S/n) não estava me olhando.


- Eu realmente preciso ir. - falou, seguindo na mesma direção, mas tomei a liberdade de segurar seu braço, virando-a para mim.


- Podemos conversar sobre isso? - perguntei, agora sim ela me olhava.


- Podemos depois? Preciso ir agora. É muita coisa.


- Depois exatamente quando? - insisti. Não queria a forçar à nada, mas não queria deixar aquilo passar em branco.


- Às dez, pode ser? No lago. É o mais longe que consigo ir. Lá é iluminado durante a noite.


- Claro. - assenti. - Eu vou estar lá. - sorri, ela fez o mesmo.


- Agora se não se importa... - mexeu o braço e eu o soltei.


- Me desculpe. - falei tímido, ela simplesmente sorriu e saiu andando. Não me contive e fiquei a observando sumir no corredor. Ela era linda...


- Aí está você! - Sam vinha da direção contrária à da (S/n). - Pelo sorriso rolou alguma coisa hein.


- Digamos que sim.


- Desde já aviso que se quiser eu posso ser o padrinho do casamento.


- Quem sabe. - dei de ombros.


...

(S/n)


- Não Jake, não me ligue mais! - falei pela milésima vez naquela manhã. Já estava cansando daquilo. Jake não parava de ligar, além de estar atrapalhando o meu filme e me dando nos nervos.


- Mas amor, por favor, eu...


- Acabou, ok? - repeti novamente, logo desligando o celular. Papai me olhava.


- Me empresta o seu celular? - pediu, estendendo a mão na minha direção.


- Claro. - o entreguei o aparelho. - Mas para quê o... - parei de falar ao ver ele jogar o celular no chão e pisar em cima várias vezes. - Pai, meu celular!


- Não se preocupe querida, lhe dou outro. - deu de ombros.


- Mas eu...


- Será que dá para vocês fazer silêncio? Estou tentando assistir o filme! - o cara barbudo e sinistro atrás de nós reclamou.


- E será que dá para você ficar aí quietinho na sua? - papai o olhava fixo, segurei o riso. O homem resmungou algo, mas não demos importância. - Folgado. - voltou a me olhar. - Está entendendo alguma coisa? - sussurrou.


- Pai, agora que está começando o filme. - expliquei. - Vamos entender de acordo com o desenrolar da trama.


- Espero que não demore para chegar as cenas de porrada. - voltou sua atenção para o telão.


- Pai, não tem cenas de porrada. - falei. - É romance.


- Mas o quê?! - falou alto o suficiente para atrair outros olhares além do barbudo sinistro. - Eu não acredito que estamos vendo um romance idiota!


- Pai, fala baixo. - pedi.


- Por que não assistimos em casa? Temos tudo lá. E não temos que aguentar certos folgados.


- Porque nós queríamos dar uma volta pela cidade, lembra?


- Da próxima me lembre de nunca mais botar os pés em um cinema.


- Só vamos assistir o filme calados, certo? - peguei um pouco de pipoca. Ele fez careta. - O que foi? - sussurrei.


- Eu odiei essa pipoca, essa poltrona não é tão confortável e a gordinha da frente está me encarando.


- Pai.


- Mas tudo bem, tudo bem. Não está mais aqui quem falou.


...


Tony


Era bom saber que estávamos bem, nossa relação tenha sido levada à outro nível. Jake foi realmente um idiota e eu também, afinal, perdi o privilégio de ver minha menininha crescer. Mas isso logicamente são águas passadas, de agora em diante pretendo aproveitar cada segundo e até mesmo pedi-la para ficar aqui. A mãe já teve muito tempo com ela, agora é minha vez.

Mas planos à parte, eu estava à mostrando meu laboratório, minhas pesquisas e conclusões, ela olhava tudo admirada. Ser admirado pela mundo é bom, mas não tanto quanto ser admirado pela minha filha.


- Eu não entendo como consegue lidar com todos esses números! - analisava alguns cálculos já feitos. - Me dá dor de cabeça só de ver.


- Falou igualzinho a sua mãe. - ri, ela fez o mesmo seguindo até a armadura. - E eis minha armadura.


- Uau, que louco! - pegava, com o mesmo olhar de uma criança quando vai ao parque de diversões pela primeira vez. Ela é realmente incrível. - O que esse botão.... - antes que pudesse terminar a frase apertou e, se não tivease um bom reflexo, estava sem minha cabeça agora. - ... faz.... pai, desculpa. - olhava para o buraco aberto na parede.


- Está desculpa mas tenha mais cuidado. - falei, ela assentiu.


- Pode deixar. - se afastou da armadura. - Mas eu posso saber sobre o meu celular? Está me devendo um caso não se lembre.


- Não se preocupe, eu mesmo vou fazer um especialmente para você.


- Sério?


- Claro, diga-me como quer e eu faço.


- Olha que eu sou exigente!


- Adoro desafios.


- Acho que isso já está bem evidente. - assentiu. Ambos rimos. - Mas eu acho melhor eu ir deitar, estou cansada.


- Claro. - concordei, deixando um beijo no topo de sua cabeça. - Tenha uma boa noite filha. E não se preocupe, vou trabalhar a noite toda no seu celular.


- Pai, não precisa perder uma noite de sono por minha causa.


- De qualquer modo tenho muito trabalho para fazer. - dei de ombros.


- Obrigada pai. - abracou-me, fiz questão de retribuir o mais rápido. - Eu te amo.


- Eu te amo mais, filha. - desfizemos o Abraço. - Agora vá lá.


- Se a mamãe ligar perguntando por mim....


- Eu cuido disso. Não se preocupe, eu explico.


- Boa noite pai.


...


(S/n)


Estava me sentindo mal por sair escondida, mas não tão mal. Afinal, não estou indo fazer nada de mais. Apenas encontrar o Steve. E por falar nisso, aquele quase Beijo me deixou pensativa o dia todo. Foi estranho, mas estranho de um jeito bom.

Ainda pensando no acontecido cobri os travesseiros na cama, estava um pouco parecida com a minha silhueta. Peguei meu casaco e saí, estava apenas com uma blusa de alças finas e uma calça jeans e meus nikes pretos, também. De forma sorrateira deixei a casa, graças à Deus a lua estava clara o suficiente. Com as mãos nos bolsos do casaco segui pela estrada em direção ao lago.

Depois de uns oito minutos avistei um carro estacionado e Steve encostado no mesmo, com os braços cruzados. O vi ascenar para mim, não contive o sorriso. E, de acordo com que ia me aproximando, sentia as mãos soarem.

- Estava pensando que não vinha mais. - sorriu, me puxando para um rápido Abraço.


- Desculpa, eu caminho devagar. - abaixei a cabeça, ele também tinha as mãos nos bolsos do casaco.


- Está frio, não é? Acho melhor entrarmos, tem aquecedor no carro.


- Pode ser. - concordei, Steve logo abriu a porta e fez um gesto cordial. - Que cavalheiro.


- Primeiro as damas. - e assim como pediu, adentrei no carro já tomando a liberdade de ligar o aquecedor. Steve adentrou do outro lado. - Então.... - olhava-me. Estava tremendo. E não era de frio.


- Eu nem sei o que dizer. - mordi o lábio.


- Eu gostei. E você?


- Eu acho que também. - abaixei a cabeça sem jeito, mas logo a ergui de novo graças à mão de Steve em meu queixo.


- Podemos? - olhava-me nos olhos e nossa, nunca vi azuis tão lindos. - Por favor, diga que sim.


- Sim. - falei sobre hipnose, ele foi se aproximando e aproximando e quando dei por mim, estávamos nos beijando lentamente.

Alguns segundos e o beijo ficou mais intenso, até nos separarmos com uma mordida da minha parte.


- Podemos de novo? - perguntou e eu não hesitei. Estávamos nos beijando novamente, mas desta vez de forma mais intensa. Senti suas mãos me puxarem pela cintura para mais perto e minhas mãos em sua nuca.

O coração estava acelerado, sentia choques percorrerem por todo meu corpo. E, em um movimento brusco, lá estava eu sentada em suas pernas. Suas mãos firmes em minha cintura, seus loiros e macios fios entre meus dedos, nossas línguas juntas.... Não tinha como manter o controle. Mas precisava.


- Para. - parei o beijo, ainda com uma perna de cada lado. Steve me olhou confuso. O que eu estava fazendo?


- Eu fiz algo errado? - perguntou confuso, seus olhos e seus lábios rosados me chamavam.


- Que se dane. - bufei voltando à beijá-lo novamente, suas mãos foram subindo por minha cintura junto com minha blusa. Tivemos que parar o beijo não só para tirar a blusa, mas como recuperar o ar. Mas, quando ele tirou a blusa, o vi olhar-me de forma não tão inocente. Era outro Steve. Mordi o lábio abrindo o feiche do meu sutiã, tirando-o sobre o olhar repleto de desejo de Steve. Joguei-o no banco de trás junto com a blusa. Steve não demorou para levar suas mãos até meus seios.

Voltamos a nos beijar, mas logo o vi traçar uma trilha de beijinhos até o meu pescoço e logo orelha. Mais que excitada já conseguia sentir um volume, e que volume. Acabei o empurrando contra o banco e logo tirando sua camisa, deslizando minhas mãos por seu peitoral mais que perfeito. Suas mãos a esta altura já estavam nos botões da minha calça. Mas Steve não contava com a dificuldade que seria para tirá-la.


- Eu tiro. - voltei para o banco do passageiro, onde terminei de tirar a calça e logo em seguida a calcinha, enquanto esteve também terminava de se despir.


- Sam, obrigado. - pensava alto, já tirando o preservativo do porta-luvas. Não dei muita importância ao seu comentário, estava muito ocupada observando aquele homem maravilhoso completamente nu. - Pode fazer as honras? - mordeu seu lábio de forma sexy, não hesitei em voltar a posição de antes, sentindo-o penetrar lentamente em minha intimidade e me fazendo soltar um gemidinho.

Suas mãos logo foram para minha cintura, me ajudando nos movimentos um tanto rápidos.


- Isso.... - sua respiração estava pesada, eu o abraçava com minha cabeça apoiada em seu ombro. Por vezes rebolava.


Continuamos ali por nem sei quanto tempo, não tinha noção de outra coisa à não ser o prazer e o desejo por Steve. E vice versa. Já estava começando a cansar, Steve apertou minha cintura como sinal para mim parar. Como assim parar?


- Para o banco de trás. - ordenou e eu não hesitei em o obedecer, deitando-me no espaçoso banco. Esses carros modernos são uma dádiva. Mas voltando, Steve se encaixou por entre minhas pernas e foi impossível não fechar os olhos com força. Steve é bem dotado, e como! Queria continuar ali de olhos fechados apenas o sentindo, mas é impossível não querer olhar aquele homem.

Seus movimentos eram incrivelmente rápidos, não conseguia me manter calada. Já havia perdido a conta de quantas vezes havia chegado lá e pela expressão e gemidos, Steve também. Estávamos completamente molhados de suor.

Então, já não aguentando, inverti as posições, rebolando algumas vezes até me entregar completamente, desmoronando sobre ele. Seu coração estava acelerado assim como o meu, igualmente nossas respirações. Ainda assim nos olhávamos, até que demos início à outro beijo, enquanto suas mãos voltaram para minha cintura. Ele me penetrou novamente.


- Posso fazer isso a noite toda. - seu tom era malicioso, assim como o sorriso que se formou em seus lábios.

...


Notas Finais


Uis😏❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...