História Starmora: Bad Gir! - Capítulo 11


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Categorias Guardiões da Galáxia
Personagens Gamora, Personagens Originais, Peter Quill (Senhor das Estrelas)
Tags Gamora, Peter Quill, Starmora
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Palavras 3.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá minhas princesas da galáxia!!!

Gente pensa em uma pessoa que tava com um enorme bloqueio criativo?! Era eu kkkkk....

Mas eu voltei!! Espero que vocês gostem!💕

Capítulo 11 - Cap. 11


Fanfic / Fanfiction Starmora: Bad Gir! - Capítulo 11 - Cap. 11

Os guardiões agradeceram à ordem soberana e prometeram sempre ajudá-los como agradecimento eterno. Logo em seguida todos decidiram sai daquele planeta. Como tinham duas naves à equipe se dividiu em dois grupos. 

Na primeira nave foram: Drax e Mantis, e na segunda nave foram: Rocket, Nebulosa, Peter e Gamora. Rocket decidiu ir com Nebula pelo fato que nem Quill nem Gamora estavam perfeitamente capacitados para pilotar uma nave. O ponto de encontro de todos era em Zendar.

Na nave de Peter, o mesmo estava tomando um banho relaxante, observando algumas marcas roxas em seu corpo se lembrando dos momentos horríveis que passou.



-No que está pensando? -Gamora surge na porta do banheiro.



-No que me aconteceu! -Peter abaixa à cabeça.



Gamora sentiu seu corpo se estremecer, ao se lembrar das coisas que aconteceram à pouco tempo atrás. Querendo esquecer de tudo, à esverdeada começa a tira suas peças de roupas, entrando no box com Quill ó abraçando por trás, depositando pequenos beijos por suas costas largas.




-Esqueça tudo! -Ela diz o abraçando



Quill se vira, ficando de frente para ela.


-Jamais! Nunca poderei esquece o que vivi ou o que vi!



Gamora abraça o corpo do homem, que corresponde imediatamente. Apertando o corpo da amada, como se tentasse provar para si mesmo que ela estava ali.



-Me conta o que aconteceu! -Gamora olha nos olhos dele.



Quill não diz nada apenas agarra à esverdeada, à beijando, Gamora corresponde ao beijo imediatamente. 

Os dois tomam um banho relaxante, na companhia um do outro, aproveitado cada segundo. Após o banho, Quill pega Gamora no colo à levando para o quarto, sentando ela na cama. 

Quill se responsabiliza em enxaguar o corpo verde perfeito da amada, dando leves beijos em suas coxas.

Logo em seguida, Quill ajuda Gamora à colocar suas roupas íntimas, para em seguida colocar uma de suas camisas nela. Ele pega à escova dourada da pequena penteadeira que tinha ali, começando à pentear os cabelos da mulher.

Assim que Gamora já estava pronta para "dormir" o mesmo vai ate seu armário pegando uma calça de moletom, indo até à cama se deitando ao lado de Gamora. Á mesma o abraça se aconchegado em suas braços, deitando sua cabeça em seu peito.




-Me conta o que aconteceu? -Gamora olha nos olhos dele.



-Ta bom! Eu vou te conta.


...

Quill é levado para à nove dos soberanos, ainda inconsciente. Na nave Adan o esperava, para levá-lo para sua cela onde começaria sua tortura contra o Senhor das Estrelas.


Quill acorda em um lugar totalmente diferente de onde estava, parecia uma montanha. Ele começa escuta algumas vezes um pouco distante.

Ele então segue o som, e quanto mais perto ele chegava, mais ele ia reconhecendo as vozes. Seu coração parecia que ia explodir ao se deparar com Thanos e Gamora, também estava um homem com uma aparência de caveira. Quill imediatamente se escondeu, apenas ouvindo tudo.

...

-Uma alma por uma alma


Gamora sorri -Toda minha vida eu sonhei com o dia, o momento em que você ganhariam o que merecia. E eu ficava tão decepcionada, mas agora... Você aniquila e tortura e diz que é misericórdia. O universo te julgou, você queria um presente ai ele disse NÃO, você falhou. Sabe porque? Por que você não ama nada, ninguém.



Lágrimas começam à escorrer pela face de Thanos - Não 



-Serio lágrimas?



-Não são por ele!



Quando Quill escuta à fala do homem vermelho, sua ficha cai. Então ele percebe o que iria acontecer, ele se lembra quando Nebulosa falou que Thanos levou Gamora para Volmir e voltou com à jóia mas sem à filha.

A reação de Quill foi pega sua arma e começa à atirar em Thanos, mas ele se quer de mexia parecia que nem estava vendo ele. Quill tentou segurar em Gamora mas não conseguiu.



-Não! Isso não é amor 



-Eu ignorei meu destino um dia. Não farei isso de novo, nem por.... você!



Quill entrou em desespero, primacialmente quando ele viu Gamora pegar sua espada e enfiar em seu próprio corpo. Mas como da última vez, à espada virou bolinhas de sabão. 



-Me perdoe pequena!! 



Thanos pega o braço de Gamora, puxando seu corpo até à beirada do precipício. E sem nenhuma piedade ele joga o corpo da filha.

...


-Foi isso Mora. -Quill chorava, não suportando lembrar aquela cena. -Eu vi o que o Thanos te fez, eu vi você morrendo. Eu sentir sua dor, o pior de tudo é que eu não pude fazer nada.



-Quill olha para mim! -Gamora se ajoelha na cama segurando seu rosto. -Eu estou aqui. Eu estou bem aqui.



Peter abraça novamente a mulher verde, tentando convencer seu cérebro e seu coração que ela estava ali, ao lado dele.



-Por favor. Nunca mas me deixe.



-Nunca! 


Quill baixa os lábios da mulher agarrando sua cintura à jogando sobre o colchão macio.

Rapidamente ele retirou suas roupas, e em questão de segundos os dois já estavam se amando. Os corpos se fundindo em um só era uma maneira prazerosa de provar para si mesmos que eles estavam bem. Que eles estavam juntos.

Ele agarra sua coxa com força, os dados gravados no músculo que envolviam sua cintura. Suas coxas o apertavam contra seu corpo. Apertando-o em um aperto de prazer, puxando-o mais fundo para o calor que os uniam. Ele gemeu, amando cada momento com ela, seu feitiço de sedução ardente e perverso. Ela sorriu, e com toda sua habilidade jogou seu peso para o lado para persuadi-ló embaixo dela. As costas de Peter bateram no colchão e ela sorriu prendendo seus pulsos.



-Vamos senhor das estrelas, prove para o meu coração que você nunca vai me abandonar?! -Gamora sorriu para ele, o cabelo caindo sobre os ombros em ondas deliciosas, brilhando com vários tons de rosa à luz do quarto.



-Nunca, jamais irei te deixar. Até porque você nunca mas encontraria alguém como eu!! -Ele riu, cada menção de sua soberba era uma provocação para ela.



Ela sorriu mais amplamente, aquele sorriso encantador e tentador o deixou louco. Quill subiu na cama, puxando-a para perto dele. As poderosas coxas de Gamora apertaram seus quadris, ela dobrou os joelhos para trás, sentando em seu colo.



-Você quer sentir todo meu desejo por você Gamora?? -Ele mordeu os lábios.



-É o que estou pedindo, não é?? -Ela revirou os quadris para ter um maior contato. 



-Oh minha linda, eu vou te mostra meu desejo por você!



Ele empurrou mais fundo dentro dela, ao mesmo tempo puxando seus quadris para baixo para encontrar os dele. Gamora jogou a cabeça para trás, amando o sentimento total dele. Seus cabelos caíram em ondas delicadas pelas costas, ondulando com cada elevação de suas quadris. Quill agarrou seus ligeiros quadris e puxou-à para cima, à puxando para baixo novamente contra seu pênis. Ela o montou habilidosa, envolvendo-o quando ele fazia os mesmo movimentos, tremendo ao redor dele enquanto ele à levantava para outro impulso. Ele podia sentir cada vibração de seus músculos femininos. 

Quill não parava de pensar em quanto amava aquela mulher, ele não tinha nenhuma dúvida: Ela era à mulher da sua vida. Ele à beijou e antes que ela pudesse impedi-ló, Quill deixou sua marca registrada em seu pescoço. 



-Eu te amo ervilha! -Quill sorriu sabendo que ela odiava o apelido.



E era fato, ela odiava o apelido desde a primeira noite juntos. Ele sorriu e voltou a focar toda a sua atenção em agradá-la. Quill dobrou as pernas, dando a ela uma posição mais fácil de ser mover. Ele usou sua nova posição para empurrar seus quadris contra os dela, recostando-se na cabeceira da cama para lhe dar mais apoio. Gamora deu um grito, jogando sua cabeça para trás sentindo uma sensação avassaladora, ela pegou uma das mãos de Quill de sua cintura e colocou em seus seios, persuadido-o a aperta-los entre seus dedos. Quill revirou o mamilo entre o polegar e o indicador, maravilhado com a pele macia e firme. Ele à agarrou, rolando o mamilo suavemente sobre os dentes e sugando-os como um recém nascido.

Gamora gritou, puxando a cabeça de Quill em direção ao peito, quase implorando que ele tomasse mais dela em sua boca, mas Quill se concentrou apenas em seu pescoço, ele percorreu seus lábios sobre ela, sugando seu mamilo em sua boca quente, dançando sua língua sobre eles. Ela gemeu e cavalgou com mais força, apertando os ombros de Quill segurando firme com as mãos para ajudá-la à manter o equilíbrio enquanto seu ritmo aumentava. Quill voltou sua atenção para o outro seio, dando-lhe o mesmo tratamento, ele afundou de volta na cama para agarrar seus seios com força e usar o colchão para ajudar a impulsionar seus movimentos, Gamora jogou a cabeça para trás, arqueando as custas e empurrando os quadris com mais força.



-Quill, me toque! -Ela gemeu, desesperada para aliviar o prazer que crescia dentro dela. 



Quill soltou seus seios e arrastou suas mãos por todo seu corpo envolvendo seus braços ao seu redor.



-Você sabe o quê eu quis dizer! -Ela gritou frustrada.




-Eu sei exatamente o que você quis dizer, mas você não vai conseguir nada, não até que eu tenha o meu prazer com você está noite.




Quill sorri quando ela olhou para ele. Ela estava prestes a fazer algo, mas ele beijou seus lábios, enfiando a língua em sua boca, ela gemeu em seus lábios. Ele à levantou, colocando-à de bruços ao lado dele, ela tentou se levantar, mas ele pressionou à mão na parte inferior das costas dela.




-Fique quienta!




Ele beijou seu ombro, enquanto estendia a mão por cima da cama, até alguns dos muitos travesseiros que haviam sido descartados no chão. Ele pegou o travesseiro ideal, em seguida, deslizou-o sobre os quadris de Gamora para apoia-lá. Os travesseiros a forçaram a se curvar em um perfeito "S", empurrando sua boc**ta no ar em direção à ele com uma oferenda, seu tipo favorito de oferenda. Quill moveu-se para trás dela, deslizando à mão suavemente até à parte de trás de sua coxa, sobre sua bunda, descendo até à outra coxa, amando como ele podia ver seus lábios inferiores tremerem para ele. Traçou sua unha até sua intimidade ele viu como seus músculos tentaram apareta-lo.





-Quill! -Ela bufou quando ele traçou seu caminho mais algumas vezes. 





Ele riu sombriamente, e a intimidade de Gamora se contraiu com o som. Como era possível ele transformar seu interior só de rir? Ela não sabia, mais iria ficar louca se ele não tocasse nela. Quill se deitou atrás dela e puxou seus quadris de para ele. Ele respirou fundo, cheirando seu perfume feminino, e sua boca salivou, teria sido uma hora desde a última vez que à provou?

Ele tomou seu clitóris em seus lábios, recostando-se a deslizar sua língua entre o solo. Ele tomou ó outro lábio r sentiu suas coxas temerem sobre suas mãos, outra lambida, e ela gemeu, ele não podia dizer se era de frustação ou de prazer. Ele deu outra lambida, mas desta vez circulou sua língua em torno de seu clitóris e chupou suavemente em sua boca, rolando à carne entre os lábios. 




-Quill! -Ela engasgou. Ele se afastou e sorriu.





-Deseja algo meu amor? -Ele olhou para ele inocente.






-Eu vou te mata!! -Ela olhou para ele, ele levantou, e ela quase choramingando com a perda de seu hálito quente sobre ela.





-Eu não acho que é realmente isso que você quer! -Ela olhou mais forte para ele, mas ele apenas continua biscar para ela com os olhos azuis. Então novamente ele começou a arrastar a ponta dos dedos ao redor dela, ela estava perdida




-Por favor!!





-Por favor, o que? -Ele sorriu, sabendo que ela não era de implorar, mas ele amava quando ela fazia.




-Por favor.... -Ela gemeu quando ele empurrou seu polegar um pouco mais fundo em seu clitóris, causando uma deliciosa emoção de prazer subindo por sua espinha. Suas coxas estavam quase tremendo com o esforço de segura-la arqueada.





-Infelizmente eu não sei oque você quer. -Ele passou a mão para cima e para baixo na parte de trás de sua coxa. Gamora rosna de frustação e balançou os quadrinhos para ele tentando fazer com que ele voltasse a sua atenção sem ter que humilhar para ele.





-Você sabe o quê eu quero! -Ela gritou, mais saiu mais um belo gemido.




-Claro que eu sei, oque você quer. Eu só gosto de ouvir você pedindo.





-Continue assim que eu me levantar dessa cama e vou embora, não se esqueça, muitos homens gostariam de satisfazer os meus desejos. 




Ele colocou a mão na cabeça dela e se inclinou sobre ela, percorrendo seu comprimento espesso através dos lábios de seda dela. Quill pressionou seu peito suavemente em suas costas, deixando seus músculos empurrarem sobre ela apenas o suficiente para ela sentir isso. Por Deus ela adorava quando o peso dele repousava nela.

Ela levantou a cabeça apenas o suficiente para expor seus pescoço a ele, e ele mordeu a junção do seu pescoço e clavícula. Gamora gemeu quando ele chupou a pele macia onde ele mordeu, deixando uma marca à mostra em sua pele. Envolveu o outro braço ao redor de sua cintura e a puxou mais firmemente contra ele, se esfregando contra ela enquanto sua respiração quente fazia cócegas em sua marca molhada.



-Quem te daria mais prazer do que eu? Quem te desafiaria do jeito que você gosta? Quem faria você se sentir do jeito que eu faço? -Quill se concentrou nela com todas as perguntas. Cada vez que ela queria gemer quando ele pressionou mais e mais seu clitóris.




-Ninguém! Agora chega de falar, coloque sua boca de volta à onde ela pertence. -Ela os empurram de volta contra ele. Quill riu, mas à soltou, imediatamente ela sentiu falta do calor e do peso do seu corpo.




Quill se acomodou em sua posição e abriu as bochechas e os lábios largos, pequenos fios de orvalho corriam em seus lábios, ele não podia resistir em provar de seu gosto. Gamora arqueou as costas, gemendo de seu prazer da noite. Quill deslizou à língua para um lado de seus lábios e para baixo do outro, traçando cada nervo até que ele à ouviu gemer e a sentiu empurrando de volta contra ele. 

Ele trabalhou seus lábios sobre ela, sugando seu clitóris como se fosse sua última refeição, formou suas lábios sobre à boc**ta inteira e chupou, criando uma pressão de vácuo que à fez apertar rapidamente.

Gamora não conseguia para a sucessão de gemidos que saiam de seus lábios, ela pressionou de volta nele, amando seu entusiasmo e a forma completa como ele à devorou. Ela tentou o seu melhor para lutar contra o aperto de seus músculos internos, sabendo que ele iria parar se ela dissesse que estava perto do orgasmo, ela podia sentir a pressão aumentando, rezando para que ele continuasse ate que ela gozasse. Ela sentiu o aperto imediato, dizendi-lhe que seu corpo ia liberar, quase podia contar até lá, quase lá. Ela apertou os músculos ao redor de sua língua, gemendo mais alto e o presidente mais forte, mas Quill se afastou. Ela gritou de frustação. Ela o odiava e amova como ele podia traze-la tão perto da borda, então puxava para trás e se recusava deixa-lá terminar. 




-Paciência meu amor. Você terá o seu prazer em breve. 



Quill massageou sua panturrilha, escutando sua respiração ofegante. Ele não trocaria nela novamente ate ter certeza que ela não cheguaria ao clímax imediatamente. À pele de Gamora estava coberta de suor e suas costas começaram a doer de tanto segurar seus músculos e por tanto tempo. Depois de alguns minutos, ela sentir Quill se mover atrás dela. Se ele planejasse levá-la assim, ela nunca duraria. Está posição deixou-o ír muito fundo e a deixou sentindo muito.

Quill removeu os travesseiros de baixo dela mas envolveu seu braço onde os travesseiros estavam. Ele esfregou sua ereção para cima e para baixo em sua fenda, com cuidado para não roçar contra seu clitóris sensível, isso faria com que ela chegasse a seu orgasmo muito cedo. Uma vez que ela ficou mais lisa, ele empurrou a cabeça de seu pênis dentro de sua cavidade e fez uma pausa. Gamora gemeu quando sua intimidade ó agarrou suavemente, ó agarrando e o soltando em um delicioso ritmo para ter um contato mais profundo. Ele não tinha idéia se ela faz isso de propósito ou se era seu corpo natural chamando por ele. De qualquer maneira, o primeiro deslize que se estendia para ela, sentindo-os se conectar. Como o prazer poderia ser mais intenso com ela?

Ele começou sua descida lentamente, sentindo-a espalhar por ele centímetro por centímetro. Ela soltou um gemido longo e sensual quando ele à encheu. Sua voz foi o suficiente para fazê-lo perder a cabeça. Ele apertou o punho, indo mais fundo dentro dela, Gamora gemeu e ele descansou a cabeça no ombro dela, precisando se recompor, ele os trocou de posições fazendo ela deitar em sua barriga e ele apertou a mão em seu ventre, sentindo faíscas de prazer em sua espinha e em seus cabelos enrolados. Ele passou o braço em volta de seu peito á abraçado, ela não iria admitir mas essa era a maneira perfeita para qual ele levava para o céu. Seus corpos pressionandos um contra o outro, ele ofegante em seu ouvido, seu pênis pressionando mais fundo nela, seus lábios deixando marcas em seu pescoço. 

Quill levantou os quadris lentamente, deixando seu pênis se arrasta contra cada centímetro de sua superfície. Então ele pressionou o estômago dela quando ele empurrou para dentro dela, ela sentio a cabeça de seu pênis pressionando contra seus cavidades vaginas e em direção ao seu ponto sensível. Gamora arqueou as costas, empurrando a bunda ainda mais para ele, e esperou que ele lhe desse mais, Quill se afastou e empurrou para dentro dela mais rápido, arrancando um gemido de seus lábios. 

Quill  beijou sua nuca e começou à empurrar dentro dela, ele empurrou profundamente, empurrando para cima para acertar seu ponto sensível. Gamora mal conseguia se mexer ,apenas mover seus quadris para trás e para frente com ele, tomando tudo o que ele tinha para dar. Ela jogou a mão para fora e agarrou a cabeceira da cama, quase quebrando-à enquanto ela apertava para ter algum tipo de apoio. Quill à abraçou, abraçou mais forte enquanto continuava a se movimentar com ela. Ele podia sentir a pressão em sua espinha, ele estava chegando perto, ele beijou sua nuca e levantou-se para puxa-lá. Gamora foi de bom grado, agarrando os lençóis para se equilibrar. Quill agarrou seus quadris e deu um tapa em seus coxas, empurrando profundamente, ele deu um tapa na bunda dela, puxando um gemido agudo dela. 

Gemidos e gemidos o som da pele molhada batendo na pele se espalhava por todo o quarto. Os sons, os aromas, o doce aroma do sexo os alimentaram, persuadido-os a dar tudo um ao outro. Eles se moviam juntos em uma dança prima, seus quadris mivian-se um contra i outro como se estivessem juntos há milênios. Ele conhecia bem o corpo dela. Ela o empurrou, exigindo tudo dele, e ele alegremente deu a ela tudo o que ele tinha. 

Quill enfiou a mão no cabelo dela e agarrou os fios sedosos, puxando a cabeça para trás para ver os olhos fechados e a boca aberta de prazer. Ele a soltou, em seguida, puxou para fora dela e a guiou de costas. Gamora abriu as pernas tentadora e ele deslizou de volta para casa. 

Ele agarrou seus coxas com força e empurrou de volta para ela, acelerando para um ritmo contundente, mas ela manteve-se com ele empurrada por impulso. Quill pensou que seu coração fosse para de bater em seu peito enquanto continuava e correr em direção ao orgasmo. Ele podia sentir isso se construído nela, podia sentir o cerco revelando de sua intimidade começando a apertar incontrolávelmente. Ela ia empurra-ló sobre a borda, ela ia rasgar o próprio orgasmo dele. 



-Quill... -Gamora sussurro antes de cai em seus braços, se desmanchando em um avassalador orgasmo.



Logo em seguida Quill também chegou ao seu clímax, se encostando na cabeceira da cama. Puxando Gamora para se deitar em seu peito.



-Agora você acredita que eu estou aqui e não vou à lugar nenhum? -Gamora pergunta.



-Você está condenada á fica comigo para sempre meu amor!



-Eu te amo! -Ela sussurrou na noite.









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