1. Spirit Fanfics >
  2. Starry Blue (YoonMin-ABO) >
  3. Capitulo Trinta e Quatro;

História Starry Blue (YoonMin-ABO) - Capítulo 34


Escrita por: e YoongiPan


Notas do Autor


Cara....
Sei de nada.

Capítulo 34 - Capitulo Trinta e Quatro;


Fanfic / Fanfiction Starry Blue (YoonMin-ABO) - Capítulo 34 - Capitulo Trinta e Quatro;

O selinho demorou por longos segundos, ambos com aquela sensação boa, estavam se completando. Em meio aquele momento, as lembranças de SeokJin foram invadidas com a promessa que fez ao seu primo.

— Nam… — o mais velho suspirou, enquanto se ajeitava na cadeira. — Escute-me… — mordeu o lábio inferior com força a ponto de fazer um pequeno cortinho. — Eu tenho muitas coisas em meu passado. — sorri de forma nervosa. — Porém, quero te pedir um tempo.

— Tempo? — o Kim mais novo indagou com um tom amedrontado. 

— Shii, calma, não é esse tipo de tempo. — sorriu minimamente, enquanto acariciava a bochecha do outro. — Estou pedindo um tempo, para buscar uma melhor forma de te contar tudo, quero te contar tudo, sem esconder um detalhe que seja. — suspirou nervoso. — Quero que nosso relacionamento seja limpo, como a água cristalina. — só em ouvir essas palavras o coração do ômega se encheu de alegria, parecia estar vivendo um completo arco-íris.

— Tudo bem, você respeitou todos os limites que eu coloquei, nada mais justo do que apenas respeitar seu tempo. — seu tom de voz alegre parecia uma vitamina para o mais velho.

“Precisarei desse sorriso lindo para conseguir prosseguir, gatinho!” Jin apenas sorriu em meio aos seus pensamentos.

21:50 p.m.

— O que achou do nosso passeio, Minie? — o lúpus indagou já na varanda de casa.

— Maravilhoso, eu amei o pôr-do-sol, ele tava tão lindo. — Yoongi fez um biquinho, enquanto o mais novo arregalou os olhos ao ver aquela cena adorável.

— Creio que você é mais lindo que qualquer pôr-do-sol. — sorriu gengival. — Vamos entrar. — abriu a porta.

— Olá, sr. Min!? — um beta se curva diante do lúpus de maneira calma, por instinto Yoongi põe Jimin atrás de si.

— Quem é você? E o que faz em minha casa!?

— Vim a mando do sr. Bae-Yun, desculpe, mas já levaram sua mãe. — Agust franziu o cenho e se segurou ao máximo para não acertar aquele informante. — O sr. Bae-Yun disse que ela ficará bem, desde que você siga as instruções e vá até ele. — o lúpus riu ladino.

— O que aquele desgraçado quer? — esbravejou alto, no entanto, o beta manteve a mesma pose e feição de antes.

— Descobrirá assim que me seguir. Não iremos demorar, é uma curta viagem, iremos para a mansão Min.

Os sentidos de Yoongi foram todos para Minie, ele estava no cio, além do mais qualquer coisa que ele viesse a sentir o ômega também sentiria. 

— Vamos. — Jimin ditou firme e segurou a mão do seu alfa. — Sua mãe precisa de nós, Hoseok também precisa de nós. 

Naquele momento a imagem de Daye veio em sua cabeça, todos esses anos vivendo como uma louca, perdeu toda a sua juventude. As vezes nem mesmo se lembrava do próprio irmão, sem querer Agust apertou firme a mão do pequeno ômega, tentando buscar uma força que nem ele me entendia.

— Ok. Espero que os alfas que estão lá respeitem o meu ômega.

— Senhor, sabe que dentro de nossas ordens, se o alfa perder, também perde seu ômega para o oponente. — o beta retrucou.

Um misto de agonia e raiva tomou o jovem Park, que sabia muito bem que preferia a morte do que estar com outro. 

— Eu vou ter o prazer de destroçar quem quer que seja. — ambos caminharam lentamente até o carro de cor preta a prova de balas.

A este ponto Yoongi já deveria estar correndo em forma de lobo, destruindo qualquer um que cruzasse sua frente sem dó ou piedade, no entanto, desta vez está ali, dentro do carro, com o ômega em seu colo.

“Vai dar certo? o ômega indagou mentalmente, sentindo o medo se instalar com tudo em seu corpo.

“Vai. Ninguém vai te tirar de mim, meu amor” foi a resposta mais reconfortante que o híbrido de gato poderia receber.

22:00 p.m.

— Sou o doutor Kim Taehyung, tenho permissão para entrar neste quarto e recolher amostras. — entrega sua permissão para um dos guardas.

Estava procurando sem parar pelos Park's já foi em todas os quartos possíveis, agora estava na ala de espécies muito raras. Respirou fundo. 

— Quanto tempo?! — Taehyung arregalou os olhos, sua surpresa era tanta que deixou sua prancheta cair. — Você está diferente. — seu coração parecia errar umas batidas.

— Mamãe? — as lágrimas tomaram conta de sua face, e logo correu até a mais velha. — Mas… Você...você morreu… Eu vi. — disse entre soluços, mas aquilo era tão real, não tinha como ser uma ilusão.

— Estou aqui desde os seus 5 anos, meu amor. — a mais velha sorriu fraco. — Não por ser alguém rara, seu tio ficou louco, e quando tentei sair do projeto, ele me trancafiou aqui.

— Mamãe… — Taehyung murmurou baixinho. — Eu senti tanta saudade. — disse com os lábios trêmulos. — Você ainda está tão linda quanto me lembro.

Supostamente Kim Yo-Hara deveria estar morta, todos da família a viram em um caixão, até mesmo o próprio Kim Taehyung, que mesmo tendo apenas 5 anos decidiu guardar bem as memórias com sua mãe.

— Eu vou te tirar daqui, vamos. — tentou puxar a mais velha que riu baixinho e negou.

— Seja razoável, amorzinho. — suspirou. — Eu sou irmã dele, por isso não passo por nenhum processo, também não sou uma espécie rara, sou apenas uma ômega sem atributos. Ele não vai fazer nada. — Taehyung não queria deixá-la ali, estava com medo, e se novamente não voltasse a vê-la nunca mais. — Filho, seja lá o que for que está fazendo, fique tranquilo e siga em frente como se eu não estivesse aqui. Você não imagina o quão cruel seu tio é. — morde o lábio inferior. — A esposa dele deve estar em algum desses quartos. — isso fez Taehyung arregalar ainda mais os olhos.

Pelo que sabia desde o nascimento é que a esposa do seu tio morreu no parto de Kim SeokJin.

— Escute-me, a um casal no fim do corredor, eles estão aqui a mais ou menos nove anos, eles sim são raros, muito raros, são híbridos de gato branco. 

Taehyung estava paralisado, era muita informação, sua mãe e sua tia estavam bem, vivas, ali, trancadas como animais, enquanto o mundo acha que elas estão mortas.

— Filho! — limitou-se a chamar sua atenção. — Saia, e não voltei mais. — sussurrou, mesmo que aquilo fosse como adagas lhe perfurando. — Se seu trabalho é recolher matérias… O casal está na última porta, mas… Se não tiver com permissão direta do seu tio, eles não deixaram você entrar!

— Não preciso entrar lá. — a mais velha fica confusa. — SeokJin precisa saber se eles estão vivos, mamãe.

— O que vocês dois estão aprontando? — pergunta cheia de medo.

— Vamos libertar todo mundo dessa clínica, quando a noona Eun souber que a mãe dela não morreu no parto, ela põe isso aqui tudo abaixo.

— Não fale besteira. — diz preocupada. — Meu amor, pense antes de agir. — a Kim se levanta e deposita um beijo na testa do filho. — Lembre-se que o homem que usou a própria esposa e filho como cobaias, não tem sentimentos para com ninguém.

Antes de sair, o Kim deu uma abraço forte em sua mãe, deixando-a para trás com firmes palavras de que ele voltaria e daria a todos ali liberdade.

Antes de informar ao seu primo toda aquela descoberta, voltou ao quarto do seu amado, sorriu ao encontrá-lo deitado de pernas para cima.

— Posso saber o que esse alfa está fazendo?

— Estava esperando meu ômega. — disse baixinho. — Ele não veio me dar beijo de bom dia, e só apareceu agora.

— Não estou te traindo. — disse categórico e se aproximou. — Só tenho olhos para um certo ruivo. — sentou-se e puxou o alfa para um beijo. — Fico feliz que a vitamina tenha feito bem para você, ganhou um pouquinho mais de cor. — a fala do Kim deixou Jeon animado.

— Estou? Você acha?

Na verdade ele não estava tão bem assim, e quanto mais o tempo passava, menos as chances de sobrevivência para ele. Estava ficando cada vez pior, e sempre que está para se recuperar, o tratamento muda para pior.

— Está sim, eu preciso ir. Anime-se, logo você irá embora daqui, juntinho de mim.

“Mesmo que eu morra, darei a tia a liberdade, meu alfa” Taehyung pensou enquanto selou seus lábios aos dois outro.

22:20 p.m.

— Chegamos, senhor Min. — o beta falou assim que parou o carro.

— Jimin fica aqui eu…

— Não tenha medo, estou com você. — ambos saíram, Jimin abraçou forte o mais alto, como se a vida dos dois dependesse daquele abraço.

A primeira coisa que viram quando atravessaram o grande portão, foi um lobo negro de olhos vermelhos – Min Dong Wook –, rosnando alto.


Notas Finais


Eita briga entre os Min


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...