História Stars - Capítulo 11


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Anime, Baekhyun, Baekhyun Nerd, Chanbaek, Chanyeol, Chanyeol Famoso, Fluffy, Hunhan, Kaisoo, Lay, Lemon, Love Stage, Naruto, Otaku, Virjão
Visualizações 148
Palavras 5.881
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, estrelinhas \0/
CHEGUEI DE SURPRESA MESMO, PORQUE GOSTO DE CAUSAR.

VOLTEI PRO RIO, RAPAZIADA.

Primeiramente, esse capítulo tá enorme como forma de os recompensar pela demora <3

Segundamente, já está tudo bem por aqui. Minha mãe se resolveu com meu padrasto e as coisas estão indo muito bem! OBRIGADA DE VERDADE a todos que se preocuparam, mandaram mensagens ou me esperaram sem reclamar.
Vocês são demais, e uma parte importante na minha vida.

Agora, espero que as coisas continuem dando certo e que eu comece a postar como a escritora que vocês merecem :')
FÉ NO PAI, QUE O CAPÍTULO SEMANAL SAI.

Sem mais enrolação, boa leitura <3

Capítulo 11 - Sexual Tension (pt. 2)


Chanyeol parou o carro assim que achou estar longe o suficiente da mansão dos Byuns.

Assim que estacionou no acostamento, passou as mãos trêmulas nos cabelos desarrumados e tentou esvaziar a mente por alguns segundos.

Havia agarrado Baekhyun. E o pior: Gostou pra caralho de sentir o gosto, e o corpo menor abaixo de si.

Mas, o que aquilo significava então? Seria ainda só uma recaída pelo Byun se parecer demais com sua Hyuna? Talvez fosse somente a curiosidade de saber se beijar aqueles lábios seria da mesma forma que em seu sonho…

Ah, mas o sonho não chegou nem aos pés da real sensação que sentiu.

Sentindo o rosto corar por sempre voltar aquelas cenas, o Park bateu a cabeça no volante e pegou o celular. A primeira coisa que passou em sua cabeça foi ligar para Kyungsoo, que sabia pra onde Chanyeol havia ido, já que fora o manager quem conseguira o endereço da mansão para si.

O telefone chamou apenas duas vezes antes da voz melodiosa soar.

- Já resolveu sua situação? Se sim, já pode voltar pra cá e terminar a gravaçã_

- Kyung, eu quero morrer. - Interrompeu com a voz chorosa.

- Eu vou ter um aumento se perguntar o que houve e fingir que me importo? - Perguntou com tédio.

- Eu tô falando sério, Kyungsoo. Eu acabei de fazer uma merda gigante.

- Eu vou me arrepender por perguntar, mas o que você fez?

- Eu agarrei o Baekhyun, e a gente se pegou loucamente no sofá da casa dele antes daquele modelo idiota chegar e ver tudo. - Soltou com um fôlego só, se sentindo estremamente envergonhado ao falar aquilo em voz alta.

Um silêncio absoluto reinou na ligação por alguns longos segundos, fazendo o Park conferir se Kyungsoo não havia desligado.

- NO SOFÁ??? - O grito repentino e irritado fez o maior pular de leve no banco. - VOCÊS SE PEGARAM NO SOFÁ DA SALA?

Chanyeol piscou, confuso.

- SÉRIO QUE VOCÊ ESTÁ PREOCUPADO COM ISSO? E POR QUE ESTAMOS GRITANDO?

- Você é uma anta mesmo, Chanyeol! - Bufou diminuindo o tom de voz. - Por acaso essa sala tem janelas?

- Eu tô aqui falando que beijei um cara, que por sinal pode muito bem estar me denunciando nesse exato momento por assédio sexual, e você está mais preocupado com a porra da decoração??

- Caralho, eu não sou obrigado a aturar suas burrices não. - O manager soltou, impaciente. - Você tem sasaengs, Chanyeol. E elas te seguem para todo canto, se uma dessas loucas ficou espiando pela janela e viu isso, então você tá muito fodido.

O Park ficou levemente temeroso.

- Onde você está? E pra onde você vai? - O manager perguntou cansado.

- Ao que tudo indica, estou na merda. - Choramingou. - E, depois do que eu fiz hoje, provavelmente vou para o inferno.

- Eu estou falando sério, Chanyeol! - A voz soando mais impaciente do que nunca.

- Ah, agora eu estou indo pra minha casa.

- Tá bom. Eu vou dispensar o pessoal aqui e vou pra lá também para conversarmos e resolvermos isso de uma vez por todas.

- Ok. Kyung… - Chamou envergonhado. - Só.. Não conta pra ninguém sobre eu ter agarrado o Baekhyun, tá? Isso é vergonhoso demais de se admitir depois de tudo que eu tinha falado.

O manager soltou uma risadinha divertida.

- Sabia que você é tão hétero quanto eu.

- Eu não estou brincando, Kyungsoo. Jongin e Yixing me zoariam para o resto da vida. Eu vou contar pra eles depois, mas agora eu nem sei direito o que aconteceu. Promete não contar?

- Tá bom, Chanyeol. Que drama.

O maior não podia ver, mas tinha certeza o Do revirou os olhos.

{…🌈…}

- Você parecia bastante confortável chupando a língua alheia para alguém que teve um chilique alguns dias atrás por conta de um selinho. - Sehun acusou com os braços cruzados enquanto subia as escadas atrás do irmão rumo ao quarto do mesmo.

Só via as costas do Byun, mas pela forma como ele se encolheu nos pijamas grandes o Oh sabia que estava extremamente envergonhado.

- Cala a boca. - Murmurou baixinho. - Se quiser que eu te conte algo.

Assim que entraram no quarto espaçoso, Baekhyun se apressou em agarrar sua pelúcia da raposa de nove caldas e se jogar na cama, com o rosto espremido contra o travesseiro para impedir o irmão de ver o quanto ainda estava vermelho.

O modelo respirou fundo, tentando amenizar aquele ciúme enorme que tinha de seu hyung. Agora o Byun precisava dele, não de um irmão ciumento.

Se sentou na cama e começou a acariciar os fios castanhos, como sempre faziam. Aquilo pareceu dar certo, já que o menor começou a falar baixinho.

- Ele sabe que eu sou Hyuna, ele se confessou...

E assim, Baekhyun narrou tudo que aconteceu naquela tarde. Sehun era um ótimo ouvinte, e mesmo se surpreendendo muito não interrompeu nenhuma vez. Nem quando seu irmão apertou mais forte a pelúcia com vergonha ao contar como Chanyeol caiu em cima de si.

- Foi um acidente. Não faço ideia do porquê ele me beijou, muito menos de como eu criei coragem pra retribuir também. Apenas… Apenas aconteceu.

O Byun ergueu os olhinhos pequenos para o irmão, esperando o que ele diria.

- Então em resumo: Ele chegou aqui, se confessou para Hyuna, depois disse que era hétero e que não sentia atração nenhuma por você, - Ergueu as sobrancelhas - porém, logo em seguida ele te agarra e vocês quase transam no sofá da sala?

- A GENTE NÃO IA… FAZER ISSO. - Baekhyun gritou, mais vermelho que nunca. - Eu já estava quase empurrando ele quando você chegou.

Sehun soltou uma risada debochada.

- É, eu vi como você parecia estar odiando tudo aquilo. - Disse irônico. - Você nem o conhece, Baekhyun! Ele poderia estar só te usando pra matar a curiosidade de como é foder um cara.

- E se for? Qual o problema? Eu também queria saber como é perder a porra da virgindade. - Desabafou e viu o maior arregalar os olhos, chocado. - Eu tenho vinte e quatro anos, Sehun. E nunca tinha nem beijado alguém na vida! Eu sou um homem, e eu tenho desejos também, poxa. Eu não quero me relacionar com ninguém, porque sei o quanto isso pode machucar, mas também não quero morrer virgem! - Parou pra tomar fôlego antes de continuar seu desabafo. - Chanyeol sabia quem eu sou, deixei bem claro que sou um homem, e se ele quis me beijar mesmo assim então por que eu negaria? Ele é bonito para caralho. Não foi você mesmo que ficou repetindo pra mim que era só um beijo? Então qual o maldito problema em querer saber como é ser desejado de verdade uma única vez na vida? Eu sei que ele é hétero, e que só estava confuso, mas e daí? Não é como se eu sentisse algo por ele mesmo.

Sehun ainda estava completamente surpreso pelas palavras do Byun. Mas tentou se recuperar e ergueu as mãos em defesa.

- Desculpa, Baek… Eu só.. Não sabia que se sentia assim. E... Bom… É claro que você tem todo direito de ficar com quem quiser, eu só me preocupei com você, sabe? Achei que aquele poste estivesse se aproveitando do meu irmãozinho.

Baekhyun parecia ter percebido a ousadia das coisas que disse, e envergonhado, voltou a abraçar a pelúcia.

- Então... Hm… Você ficaria com ele de novo? - Sehun perguntou, um pouco desconcertado.

- Claro que não.

Aquela resposta fez o modelo arregalar os olhos.

- Não?! Mas você acabou de dizer que_

- Que eu gostei do beijo e que não teria me importado se as coisas tivessem evoluído um pouco. Mas pelo amor de Deus, Sehun. Eu não teria coragem nem de olhar pra cara dele de novo depois do que aconteceu hoje! Sem contar que ele só estava curioso, tenho certeza que isso jamais vai se repetir. Ele é hétero.

- Homens héteros não ficam excitados enfiando a língua na boca de outro homem.

Baekhyun atirou a pelúcia com força na cara do Oh, e escondeu o rosto novamente no colchão.

- ELE NÃO ESTAVA EXCITADO. E PARE DE FALAR ESSAS COISAS.

{…🌈…}

Assim que Chanyeol chegou em frente a porta de seu apartamento, percebeu que Kyungsoo já havia chegado, já que a mesma estava destrancada. Amaldiçoou o momento em que concordou em dar uma cópia para o manager, que desde o dia em que o Park se trancou ali depois do comercial, vivia o perturbando.

Respirou fundo, pronto pra todos os tipos de xingamentos que o menor poderia lhe dar, e abriu a porta.

Porém, um Jongin fuçando sua geladeira, um Yixing ligando a televisão e um Kyungsoo sentado em sua poltrona encarando fixamente a porta não era bem o que Chanyeol esperava.

Estancou no lugar, atraindo o olhar dos três.

- Olha só, o senhor super hétero beijador de homens chegou. - Jongin sorriu debochado.

Imediatamente o olhar do maior parou em cima do inabalável Do que continuava o encarando.

- Você contou! - Chanyeol acusou andando até o manager. - Você prometeu que não ia contar.

Kyungsoo cruzou as pernas, indiferente.

- E Hitler prometeu que não ia invadir Czechoslovakia. Bem-vindo ao mundo real, Chanyeol, onde as pessoas mentem.

- Mas relaxa, Chan. Nós não estamos aqui pra te julgar, jogar a verdade na sua cara e te dizer o quanto o mundo dá voltas nem nada assim. - Yixing assegurou com seu sorriso bonito de covinhas. - Queremos apenas que se abra conosco, para tentarmos te ajudar de uma vez por todas.

- O que ele quer dizer é que todo mundo já tá de saco cheio de te ver suspirando desolado pelos cantos e principalmente de receber reclamações da empresa pelo atraso da porra do seu comeback. - O manager declarou seco, recebendo um olhar indignado do namorado.

- Amor, não fala assim. O Chanyeol só está confuso porq_

- Cala a boca, Jongin. - o menor sussurrou, massageando as têmporas.

- O que foi, Kyung? Está com dor de cabeça? - Lay perguntou, preocupado.

- Não, a voz do Kai que é irritante mesmo.

- Você tá de mal humor? - O Park perguntou se afastando um pouco.

- Não, caralho.

Os três amigos se olharam. Teriam que tomar cuidado a partir dali, já que lidar com um Kyungsoo alterado era muito, mas muito perigoso.

- Eu só estou um pouco irritado porque eu sempre faço a porra do meu trabalho direito, sabe? - Chanyeol se encolheu com o tom de voz do Do. - Só que aí o artista pelo qual sou responsável vai lá e agarra descaradamente outro cara, que por sinal é filho de artistas também famosos pra porra, na sala da mansão mais vigiada por paparazzis da história desse país preconceituoso de merda.

- Kyung, eu juro que as janelas estavam todas cobertas por cortinas. Eu juro! Eu me lembro bem que a iluminação vinha das luzes ligadas e da televisão. Ninguém viu nada. - Chanyeol se defendeu, desesperado. - A não ser aquele tal de Oh Sehun. E bom… o próprio Baekhyun. Mas não acho que eles revelariam alguma coisa. A carreira e privacidade deles estão em jogo também.

O menor o encarou sem expressão por um tempo.

- Mesmo assim com certeza alguém te viu entrando lá.

- Podemos dizer que Chanyeol apenas queria combinar outra possível colaboração, ou algo assim. - Jongin sugeriu se sentando no braço da poltrona, ao lado do namorado. - Apenas esqueça isso por enquanto, amor. - O Kim beijou manhosamente o pescoço do Do e o abraçou de lado. - Vamos nos focar em Chanyeol agora, hm?

Com um selinho roubado e um sorriso bonito, Jongin conseguiu acalmar a fera, que corou levemente e pigarriou.

- Então vamos logo com isso.

- Então, Chanyeol, como se sente? - Yixing começou já sentado no sofá com os cotovelos apoiados no joelho e a cabeça em cima dos dedos entrelaçados. A maior pose de psicólogo que conseguiu fazer.

Com todos os olhos o encarando, o Park se sentiu constrangido e apenas deu de ombros.

- Sei lá.

- Sei lá o quê? - O chinês ergueu a sombrancelha.

- Sei lá é sei lá, cara. Eu hein…

- Você não quer contar pra gente o que aconteceu? - Kai perguntou.

- Não é isso. É que eu… não sei. Eu sempre achei que fosse o homem que meu pai falava, sabe? E agor_

- Entenda uma coisa, Chanyeol. - Yixing interrompeu. - Gay é sexualidade, homem é gênero. Gays são homens. E isso não tem absolutamente nada a ver.

Chanyeol suspirou.

- Tem razão. É só que eu sempre achei que a palavra independente combinava muito comigo, até que eu_

- Só se for independente da situação você faz merda. - Kyungsoo interrompeu, arrancando uma risadinha dos outros dois.

- SE FOR PRA VOCÊS INTERROMPEREM CADA FRASE MINHA EU NEM VOU FALAR.

- Tá, desculpa. - Jongin sorriu. - Continue.

Porém, novamente Chanyeol ficou sem saber o que dizer.

- Mano, eu preciso de uma bebida. - Afirmou se levantando e indo até a geladeira.

- Mas você não beb_ - Yixing parou a frase quando viu o Park pegando a garrafa de suco de uva da porta da geladeira e virando o litro na boca com tudo. Depois de esvaziar metade do conteúdo, ele guardou no lugar e voltou para o sofá limpando os lábios.

- Pronto.

O Zhang riu, Jongin revirou os olhos e Kyungsoo apenas ignorou.

- Olha, eu conversei com Baekhyun. Contei tudo pra ele e me senti bem mais leve. Ele pareceu surpreso no começo, mas entendeu as coisas e ficou tudo bem. Só que… aconteceu umas coisas e eu acabei caindo, literalmente, por cima dele, daí…. Ah, cara. Vocês sabem.

Chanyeol estava sem jeito demais pra falar tudo, então Kai teve uma ideia.

- Vamos fazer uma coisa. - propôs. - Eu vou te fazer perguntas diretas e você vai responder a primeira coisa que vier na sua cabeça. Sem pensar demais.

- Tá.

- Ele te beijou? - O Kim perguntou.

- Não exatamente…

- Então você beijou ele. - Concluiu. - Você gostou?

- Muito.

- Repetiria se tivesse a chance?

- Sim.

- O fato dele ser homem te incomodou durante o beijo?

- Não.

- Sentiu vontade de aumentar os toques?

- Sim.

- Então admite que se sentiu excitado por um homem?

-Si... Quê? Cara, já chega. Eu… eu só estou tempo demais na seca.

- Ai, Chanyeol. Achei que já tínhamos passado dessa fase de fingir heterossexualidade. - O Kim se irritou. - Você beijou um cara, gostou, quer repetir e ainda tá aí querendo dar desculpas? Pelo amor de Deus, admite logo que tá doido pra dar essa bunda.

Os olhos já grandes do Park dobraram de tamanho, e ele abriu a boca pra retrucar, mas sua indignação era tão grande que não conseguiu falar nada.

- Olha, o que o Jongin quer dizer, é que tudo bem você ficar confuso no começo e demorar pra se aceitar. É normal, só que não adianta mais negar como se sente em relação a ele. - o Zhang tentou amenizar, com seu tom calmo.

- Mas eu nem sei o que eu sinto! - O maior confessou. Estava disposto a ser sincero agora com seus melhores amigos. - Eu não sei. Não sei o que está acontecendo comigo. Não faço ideia de como me sinto ao pensar nele.

- Sabe sim. - Kyungsoo interrompeu.

- Não sei nada.

- Você sabe, Chanyeol. No fundo, a gente sempre sabe exatamente o que sente porque algo dentro de nós grita. Você pode até tentar abafar essa voz e ficar aí dando uma de desentendido porque será mais fácil de lidar do que a verdade. Ou simplesmente porque tem medo, mas isso não vai funcionar. A verdade já tá aí dentro, e ela fala mais alto que você e suas mentiras, ela grita. - Disse apontando para o peito do maior. Todos olhavam Kyung abismados com suas palavras. - Grita através de seus gestos, suas ações e principalmente seus olhos. Mas claro que você tem a opção de deixar isso sair e aceitar, ou continuar enganando a si mesmo e aprisionando esses sentimentos que você sabe quais são só para você. Mas não venha falar que não sabe, porque sabe sim.

Enquanto os dançarinos olhavam surpresos e orgulhosos para o manager, Chanyeol abaixou a cabeça e começou a pensar sobre o que o o menor acabou de jogar em sua cara.

-Ah amor, que lindo o que você disse. - Jongin exclamou. - Pra você ser um anjo completo agora só falta as asas.

- E pra você ser uma mula completa também...

- Mas mula nem tem asa. - Yixing assegurou, com sua carinha confusa.

- Olha, - Kyungsoo disse animado. - Então não falta nada!

Jongin murchou um pouco, fazendo um biquinho.

Mas antes que aquilo pudesse continuar, foram interrompidos por um Park Chanyeol determinado.

- Ok, eu admito. Todos estavam certos e eu estava… bem, menos certo. - Estava errado, mas Chanyeol não era do tipo que admitia em voz alta com todas as letras. - Eu o amo. O amei antes do primeiro beijo, antes até do primeiro toque. O amei como garota, e agora continuo o amando como Byun Baekhyun. - Uma sensação enorme de alívio cresceu ao finalmente perceber e admitir aquilo em voz alta. - O amor venceu e a única forma de me livrar de tudo isso é aceitando esse sentimento. O amo mesmo, talvez pra sempre.

{…🌈…}

Sehun se olhou uma última vez no espelho retrovisor antes de sair do carro. Com um sorrisinho presunçoso, admitiu que estava bastante atraente com as calças jeans justas, a camisa branca e o blazer azul marinho dando um toque sério, mas despojado. Os cabelos arrumados em um topete bonito.

Assim como sabia que Luhan gostava.

Olhou o relógio, percebendo que estava alguns minutos atrasado, Luhan odiava atrasos.

Culpa de Baekhyun, que ficou o prendendo em casa e o enchendo de perguntas sobre com quem o Oh estava saindo daquela vez.

Odiava mentir para o irmão, mas não sabia direito como contar que ia para a casa de Luhan sozinho e explicar o motivo de Baekhyun não estar convidado daquela vez.

Até por que nem Sehun sabia…

Claro que estranhou o convite repentino e principalmente o beijo suave que ganhou, (não que estivesse reclamando, longe disso) passou o dia pensando quais poderiam ser a intenções de Luhan com aquilo, porém sem chegar a nenhuma conclusão.

Tentou esconder o leve nervosismo ao bater na porta bonita da casa do chinês. Esperou que ele aparecesse um pouco irritado pelo atraso, e com isso em mente, colocou seu melhor sorriso inocente.

Porém, o Oh não estava nem um pouco preparado para o que viu a seguir.

Um Luhan só de toalha apareceu com um sorriso estranhamente malicioso enquanto avaliava Sehun dos pés a cabeça, causando um leve arrepio pelo corpo do modelo.

O Oh não se sentiu nem um pouco envergonhado ao secar de volta, e descaradamente, cada centímetro de pele exposta, demorando um pouco mais no abdômen bonito que ainda estava com algumas gotas de água.

- Você está bonito. - Luhan elogiou, fingindo não perceber o olhar despudorado do outro.

- Você também. - Sehun respondeu com um sorriso safado.

O Lu soltou uma risada divertida e deu espaço para o Oh entrar.

- Sempre atende a porta seminu desse jeito? - Brincou adentrando a sala que já conhecia bem.

- Só quando resolvem chegar quando ainda estou tentando escolher uma roupa para vestir. - Fechou a porta e se virou, sorrindo. - Mas você não parece ter se incomodado.

- Pode ter certeza que não. Aliás, por mim você não precisa mais escolher roupa nenhuma, essa está ótima.

Luhan gargalhou, negando com a cabeça.

- Eu acabei ficando em dúvida de qual prato cozinhar, então acabei me atrasando ainda mais que você. - Admitiu. - Mas de qualquer forma, acho que terão coisas mais interessantes hoje do que a comida.

Sehun ergueu a sombrancelha, surpreso pelo tom malicioso na voz do chinês e se perguntou se realmente havia interpretado as coisas corretamente.

Parecendo ler a mente do modelo, o menor resolveu ser um pouco mais claro. Levou lentamente as mãos até o blazer aberto do Oh, que observava atentamente, e se aproximou.

- Sabe, está quente aqui dentro. Acho que você pode tirar isso pra ficar mais confortável. - Disse com a voz inocente, o que era o oposto do que seu olhar passava.

Com um sorrisinho, começou a deslizar o blazer do Oh para fora do corpo, fazendo questão de tocar a pele exposta dos braços na medida em que descia.

- Luhan… - Sehun chamou, engolindo em seco. - O que está fazendo?

Provocações verbais eram uma coisa, agora contato físico era outra totalmente diferente.

- Apenas te ajudando a tirar o casaco, ué. Tem aquecedor aqui dentro. - Ditou inocentemente ao terminar e erguer o blazer, porém sem se afastar nem um centímetro.

Sehun respirou fundo, tentando manter o controle diante daquele novo Luhan.

- Só… Evita ficar muito perto de mim assim. - Ditou dando um passo pra trás.

-Por quê? - O chinês provocou.

- Você me dá tesão.

Sehun era direto, sempre foi daquela forma. E bom… Luhan sempre se esquivava daquele tipo de diálogo ou investida. Porém, diferente do que o modelo pensou, o chinês apenas deu um meio sorriso.

- Oh, agora que eu percebi que ainda estou um pouco molhado. - Seu tom de surpresa era falso e o sorrisinho continuou. - Ainda bem que estou com uma toalha aqui para me secar, não é?

- Luhan… - Sehun disse em tom de aviso ao ver que o menor estava ameaçando tirar o nó que prendia a toalha em sua cintura. - Não faz isso. - Pediu.

Seu pedido foi devidamente ignorado, quando, com um puxão brusco e um sorriso extremamente malicioso, o Lu arrancou o tecido branco de seu corpo. Sehun prendeu a respiração.

Uma gargalhada alta soou pela casa quando Luhan percebeu a cara de frustração do modelo ao ver que o menor vestia uma boxer preta por baixo.

- Desculpe, Hunnie. Eu não resisti. - Confessou ainda sorrindo. - Considere isso uma vingança por todas as provocações que você já fez.

Vendo que a frustração havia passado e que Sehun parecia ocupado demais admirando seu corpo para responder, o chinês jogou a toalha no modelo e virou as costas caminhando para seu quarto e dando uma ótima visão traseira para o Oh.

- Agora, se me der licença, vou vestir minhas roupas antes que você me devore com os olhos.

E saiu rebolando.

Re-bo-lan-do.

- Filho da puta. - Sehun xingou ao se esparramar todo no sofá.

Respirou fundo e passou as mãos nos cabelos, de modo frustrado.

Que merda tinha acabado de acontecer ali?

O Oh estava confuso e principalmente surpreso pelo comportamento ousado do tão politicamente correto Luhan.

Foi só o modelo revelar que era bissexual e pronto, de repente o chinês começou a retribuir suas investidas.

Mas Sehun, hipoteticamente, só falava aquelas coisas brincando. E Luhan sabia que o maior brincava assim, certo? Então o que mudou?

Será que finalmente o Lu terminou aquele namoro desgastante? Ou será que…

Será que o chinês apenas estava querendo dar o troco no namorado que o traiu?

O modelo ficou tão intrigado que nem percebeu quando Luhan adentrou o cômodo já devidamente vestido com uma blusa preta larga e uma calça jeans também preta.

- O que tanto pensa? Aposto que é no meu corpinho. - o chinês brincou se sentando ao lado do Oh. - Quer jantar agora? Ou prefere ficar aqui no sofá... conversando? - O sorriso malicioso voltou a adornar os lábios macios.

- Você terminou com Minseok? - Perguntou na lata mesmo. Nunca foi de enrolação.

O sorriso do chinês morreu na hora. Ele bufou e revirou os olhos, dedilhando "distraidamente" a coxa do modelo.

- Sério que quer falar disso logo hoje? - Luhan levou a mão livre até o queixo do maior, virando o rosto bonito e o obrigando a encará-lo.

- E do que você quer falar então?

- Na verdade o que eu quero não envolve muito a fala. - O tom sensual nunca esteve tão presente. 

Encarou a boca alheia, e viu o modelo fazendo o mesmo. O mais velho mordeu de leve o lábio inferior, como uma provocação, e foi aproximando gradativamente o rosto até às respirações se mesclarem.

Levou a mão que estava no queixo de Sehun para a nuca do mesmo e tentou findar a distância.

Porém, no último segundo, o modelo pareceu recobrar a consciência e virou o rosto fazendo o chinês beijar sua bochecha no lugar.

- O que foi? - Perguntou manhoso sem se afastar. - Não quer me beijar?

Céus, e como queria! A vontade do Oh naquele momento era jogar Luhan naquele sofá e fazer ele pagar por cada segundo daquela prova de auto controle.

Mas tinha seus princípios. E se o Lu ainda estivesse namorando, então não tinha tesão no mundo que o fizesse se envolver com um cara comprometido. Odiava traição com todas as forças, e não faria parte de uma.

- Eu não vou ser o outro de ninguém, Luhan.

O menor revirou novamente os olhos e se debruçou sensualmente sobre o corpo maior, levando os lábios até o ouvido do modelo.

- A pergunta não foi essa, Sehun. Não quer mesmo me beijar? Por que eu estou louquinho por essa sua boca.

Ao final da frase com a voz mais erótica que o maior já tinha tido o prazer de ouvir, veio uma mordidinha no lóbulo de sua orelha.

Sehun se arrepiou e fechou os olhos, tentando controlar a respiração descompassada.

- Primeiro me responda se está ou não namorando. - Sua voz soou rouca, entregando o desejo que sentia.

Para piorar sua sanidade mental e seu quase extinto auto controle, Luhan apoiou as mãos em seus ombros e passou a perna para o outro lado, se sentando em seu colo. Inconscientemente, o Oh levou ambas as mãos até a cintura marcada do chinês, praguejando baixinho e tirando as mãos assim que percebeu o que estava fazendo.

- Caralho, Luhan. Pelo amor de Deus, senta no sofá e me responde. - Pediu desesperado, concentrando todo seu ser em não perder o controle.

- Você é maior que eu, Hunnie. - o chinês sussurrou afundando a cabeça no vão de seu pescoço e dando um beijo leve ali. - Se quer mesmo que eu saia é só me tirar. - Outro beijo, mais longo dessa vez.

Aquilo era jogo baixo. Sehun já estava usando todo seu lado racional para não fazer nenhum movimento, tirar Luhan dali parecia algo impossível naquele momento.

As mãos do Oh já haviam voltado para o lugar de antes, e ele nem ao menos havia percebido.

- Você é tão cheiroso. - Luhan sussurrou, arrastando a pontinha do nariz pela pele arrepiada. Sehun ofegou. - Sempre amei seu cheiro, sabia?

Automaticamente o Oh tombou mais o pescoço, dando mais espaço para o chinês.

- Será que seu gosto é bom assim também? - E antes que o modelo pudesse ao menos processar aquela frase, a língua de Luhan foi em direção a sua derme, passeando lentamente pela pele clarinha.

E foi naquele momento que Sehun desistiu de pensar qualquer coisa.

Porra, era Luhan sentado em seu colo e beijando seu pescoço. O que poderia fazer além de morder fortemente os lábios e respirar igual um maratonista?

Mas claro que as coisas podem ficar ainda mais difíceis… E Luhan provou isso para Sehun ao levar as mãos bonitas até os cabelos do Oh e se acomodar melhor em seu colo, se sentando exatamente em cima da zona perigosa sem parar com os beijos e mordidas em seu pescoço sensível.

- Caralho, Luhan.

Aquilo saiu mais como um rosnado do que qualquer outra coisa quando o chinês começou a rebolar levemente em seu membro que começava a dar claros sinais de vida.

Sehun apertou com força a cintura fina com uma mão e levou a outra até a nuca do Lu, puxando os fios para descontar o tesão que se apossava de si. Luhan gemeu baixinho em seu pescoço e aumentou o ritmo do quadril.

O menor afastou o rosto da epiderme alheia e encarou diretamente os olhos do modelo que esbanjava luxúria. Mordeu o lábio inferior e recomeçou a rebolar, mantendo contado visual dessa vez.

- Puta que pariu. - Sehun xingou encarando os lábios presos entre os dentes do menor. Sua única vontade era finalmente matar seu desejo.

E teria feito exatamente aquilo se o celular de Luhan não começasse a tocar na mesa de centro perto deles.

Parando com as carícias, Sehun olhou por cima do ombro do mais velho, tentando ver o visor. Porém Luhan segurou seu rosto o impedindo.

- Ignora. - Disse ofegante. - Só vamos continuar.

Mas era tarde demais. O Oh já havia visto o nome no celular.

- É o seu Min, não vai atender? - Perguntou seco.

Luhan bufou, irritado. Se esticou para pegar o celular e desligou o aparelho.

- Ele me traiu, Sehun! Ele fode aquele Jongdae não sei há quanto tempo. A justificativa dele é que eu faço o mesmo. Ele acha que eu transo com você também, nada mais justo do que dar razão para as acusações dele, não acha?

Sehun o encarou, boquiaberto.

- Não, não acho não. Não acho que me usar só porque está querendo se vingar do seu namorado infiel vai fazer você ser menos corno.

-Eu não estou te usando!

- Jura?! Porque é exatamente isso que parece.

- Você sempre mexeu comigo, Sehun. Tanto que até o Minseok percebeu e tirou conclusões baseadas nisso.

- Você se sentir atraído por mim não muda o fato de que só quis transar comigo para se sentir menos patético.

Luhan soltou uma risada irritada.

- Quer saber? Tem razão. Eu quis transar com você porque além de você ser gostoso pra caralho e me deixar maluco quase sempre, eu também queria ver se esse sentimento horrível de ser substituído diminuiria. Pra ver se eu parava de me sentir um lixo, um objeto descartável e insuficiente. Quis ver se ainda provocava desejo em alguém.

- Se você pôde perceber o estado em que deixou o meu pau, então provavelmente já tem sua resposta.

Luhan corou levemente e abaixou o rosto.

- Eu só não consigo entender por que caralhos vocês não terminam essa droga de namoro de uma vez. Está bem claro que isso não está dando certo há um bom tempo já.

O Lu suspirou, e de repente o Oh viu uma tristeza diferente pairar no olhar do menor.

- Sabe, as pessoas não tem mais paciência para relacionamentos. Se estão passando por alguma crise ou se está ruim elas simplesmente trocam. Não tentam, não se empenham nem lutam para dar certo.

- Estou vendo que você está lutando bastante, sentado no colo de outro cara.

No mesmo instante, o chinês abaixou o olhar e saiu do colo de Sehun. Se sentando relativamente afastado.

O Oh se sentiu um pouco culpado. Luhan tinha um claro problema de falta de amor próprio e auto estima, e Sehun estava disposto em ajudá-lo com aquilo.

Mesmo depois do que havia acabado de acontecer…

- Olha, entendo o que está dizendo. Entendo que um relacionamento exige compreensão, mas você não têm que aceitar tudo o que o outro faça. Não pode se sugeitar a qualquer coisa pelo bem do relacionamento.

- Sei que não, mas o amor exige uma dose de sacrifício. Ele não é descartável. - Disse como se estivesse recitando um texto decorado pela milésima vez. Ainda sem olhar pra o modelo.

- Concordo. Mas pra essa frase poder ser verdadeira precisa realmente existir amor, de ambas as partes. Você tem certeza que ainda se amam? Machucando um ao outro, usando pessoas para tentar preencher o que falta no relacionamento de vocês… Porque esse é um jeito muito estranho de amar. Então eu repito: Tem certeza que vocês se amam?

O Lu apertou fortemente os dedos, encarando o próprio colo.

- Eu… eu não sei. - murmurou com um fiapo de voz. - Eu só não posso. Ele já fez muita coisa por mim e passamos momentos importantes demais juntos. Não posso simplesmente terminar assim…

Sehun sentiu algo estranho em suas entranhas.

- Hannie, tudo bem você ser indeciso quanto ao prato que quer cozinhar ou com qual roupa escolher, mas não aceite mais viver indeciso e com dúvidas sobre o amor de alguém por você ou o seu amor por ela. Não dá pra simplesmente amar escondido. Se você duvida, então o amor não existe mais.

Luhan bufou, ainda de cabeça baixa.

- Por que está falando tudo isso? - Disse levemente irritado.

Ouvir a verdade as vezes machuca, e o menor estava cansado de lidar com a dor.

- Porque me entristece ver alguém tão incrível como você se relacionando com uma pessoa que te coloca em segundo plano na vida dela. E mais triste ainda é te ver aceitar viver entre a indecisão e o vazio que ele te dá só porque ele já te fez bem no passado.

- Você não sabe de nada, Sehun. - O menor o olhou, aumentando o tom de voz. - Pare de agir como se soubesse de alguma coisa!

- Você que não quer ouvir, Luhan. - O modelo também aumentou a voz. - Quantas vezes você vai insistir para perceber que não é pra ser? Que ele não dá a mínima pra você? Quantas vezes vai se machucar e se decepcionar pra ver que merece mais? - Se levantou, passando as mãos pelo cabelo, irritado. - Para de ficar romantizado o que está acabando com você! Para com essa mania de sempre achar que ainda tem jeito, quando na verdade o término chegou e você que não consegue ver! - Deu alguns passos pela sala e voltou, tamanha sua irritação e frustração. - A felicidade que você, com certeza não sente, mas que deve procurar, não está nele, está em você! - Gritou pra ver se Luhan finalmente entendia. - SE QUER TANTO ASSIM INSISTIR EM ALGO, INSISTA EM VOCÊ!

O chinês estava com os olhos completamente marejados, e também se levantou irritado, ficando de frente para o Oh.

- POR QUE VOCÊ TÁ GRITANDO COMIGO?

- PORQUE EU ME IMPORTO! E É ISSO QUE AS PESSOAS FAZEM QUANDO SE AMA ALGUÉM E ESSE ALGUÉM TA AGINDO COMO IDIOTA E NÃO ENTENDE O QUANTO É ESPECIAL.

Luhan arregalou os olhos com a fala do mais alto. As lágrimas finalmente escorrendo.

- Vai embora. - Pediu baixinho desviando o olhar.

Sehun nem se mexeu.

- EU MANDEI VOCÊ SAIR! - Gritou. Não queria que o modelo o visse chorar. Ninguém nunca o via chorar… - NÃO OUVIU? VAI EMBORA!

Mas Sehun decidiu ficar. Mesmo com os gritos e com a almofada que voou em direção ao seu rosto, ele ficou.

Ficou, porque os olhos de Luhan estavam ali, implorando por colo e voz sempre tão confiante havia tremido. Ficou porque percebeu o quanto ele estava apavorado e confuso, por conhecê-lo melhor que ele mesmo e saber o quanto Luhan sempre foi cabeça dura e orgulhoso demais para admitir que não queria ficar sozinho. Admitir que precisava de um colo.

E foi exatamente o que Sehun fez. Caminhou decidido até aquele amontoado de gritos, confusão e lágrimas que o menor havia se tornado e o abraçou.

Abraçou forte, o encaixando perfeitamente em seus braços. No começo ele relutou bastante, mas dentro de alguns segundos simplesmente se encolheu no abraço e agarrou a camisa do Oh com força.

Sehun ficou porque via aquilo e aceitava todas aquelas fraquezas e medos, e estava disposto à estar ao lado do pequeno.

Ficou, porque Luhan era importante para si e faria de tudo para não deixá-lo sozinho.

E talvez… Talvez porque estivesse apaixonado.


Notas Finais


MUITA COISA ACONTECENDO, NÃO É MEXMO?

Eu sei... Eu sei... Outra foda interrompida. Vocês devem querer me matar nesses momentos :')
MAS PELO MENOS O CHANYEOL PAROU DE CU DOCE, NÉ NÃO?!
E O BAEK ADMITIU QUE QUERIA FAZER UM LEPO LEPO COM O CHANO.
(Quem ainda fala lepo lepo, meu Deus? ;-;)

E bom, esse Hunhan tá avançando bastante. POIS É.

Espero que tenham gostado <3 e agora que as coisas estão bem aqui, eu voltarei com mais frequência.

ATÉ O PROXIMO <3 AMO VOCÊS ^^


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