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História Stars Collection - Capítulo 48


Escrita por:


Notas do Autor


Mais um especial pra vocês! Logo de cara já aviso: esse capítulo tem muitos palavrões, muitas palavras +18 e obviamente muito conteúdo +18 também (lê-se sexo).

Enjoy.

Capítulo 48 - Capítulo Extra: Whiplash.



2003.


— Eles não vem hoje? — Perguntei sentando no sofá ao lado de Donghyuck. 

— Não. — Ele disse se ajeitando em meus braços. — Eles só precisam da gente quando não tem ninguém. 

Ri baixinho beijando o topo da cabeça do coreano. 

— Tá rindo do que? — Ele se afastou um pouco fazendo um bico. 

O qual logo beijei. — Estamos parecendo aqueles pais, já mais velhos, que ficam reclamando dos filhos que cresceram e nem ligam mais pra gente. 

Hyuck gargalhou. — Realmente estamos.

Rindo, segurei em seu queixo selando nossos lábios com carinho. Donghyuck sorriu me fitando nos olhos e logo voltou a deitar em meu peito suspirando baixinho. Dei play no filme e mantivemos nossa atenção na televisão. Desde que havíamos comprado um aparelho de DVD, passávamos um bom tempo em casa assistindo filmes, ainda mais que ambos estávamos de férias. 

Donghyuck, para minha enorme felicidade, estava sendo chamado para atuar em filmes com abordagens interessantes, que incomodavam a Coreia. Eu, por outro lado, estava dirigindo meu primeiro filme após 'Highway to Heaven', havia sido convidado para tomar a frente da direção depois de duas roteiristas me mostrarem o que pretendiam. Eram mais dois filmes LGBTs que estávamos trabalhando com. 

Devidamente arrumados para dormir, Donghyuck e eu deitamos na cama após apagarmos as luzes, naquela noite, como acontecia algumas vezes, Donghyuck me queria em seus braços, o que eu aceitava de bom grado, afinal, era ótimo ficar sentindo o cheiro natural de Donghyuck enquanto deixava alguns beijinhos em seu pescoço. 

— Markeu…

Ri abafado com meus lábios em seu pescoço. Talvez eu estivesse dando mais beijos que o normal. Senti a mão de Donghyuck apertar minha cintura. 

— Mark Lee…

— Sim? — Ergui o rosto o encarando no escuro. 

— Você quer me dizer algo? 

Sorri. — Eu realmente preciso de dizer? 

Hyuck riu. — O que aconteceu com o canadense tímido que eu causava pânico? 

Ri afastando meu rosto de sua pele. — Eu ainda estou aqui. Você me deixa nervoso mesmo depois de tantos anos. 

— É recíproco. — Donghyuck disse puxando minha mão até sua bunda. 

A apertando sem muita força, senti a respiração pesada de Donghyuck bater em minha bochecha. Meu coração estava acelerado como de costume, mas naquela noite havia um fator a mais. 

Sem esperar muito, virei meu corpo por cima do de Hyuck, e colocando uma perna de cada lado de seu corpo, sentei em seu colo. Esticando a mão até o abajur do lado da cama, acendi a luz fraca vendo Donghyuck me encarar com os olhos fixos, provavelmente um pouco confuso. 

Segurando suas mãos, as coloquei no meu quadril, e rebolando lentamente, fiz Hyuck soltar o primeiro gemido baixo da noite, o que me fez sorrir logo de cara.

— Eu disse que… Eu realmente queria isso. 

— Eu não duvidei. — Hyuck apertou suas mãos em meu quadril me incentivando a rebolar novamente. — Caralho, Mark…

— Você gosta? — Perguntei rebolando repetidas vezes. 

E colocando suas mãos por dentro da minha calça de moletom, Donghyuck apertou minhas nádegas sem pudor algum, o que me fez arrepiar. 

— Você é muito gostoso, Canadá. 

Inclinando meu corpo por cima do dele, senti suas mãos encaixarem perfeitamente em minha bunda, o que me fez sorrir e rebolar mais intenso. O fitando nos olhos, sussurrei com os lábios extremamente próximos aos dele:

— Você me deixa maluco, Hyuck-ah. 

E não bastou um segundo para Donghyuck atacar meus lábios com vontade e iniciar um beijo agressivo. Eu adorava aquela parte dele que ainda não havia explorado muito. 

A verdade era que Donghyuck e eu éramos muito abertos em relação a tudo, e sexo era uma dessas coisas. Hyuck fazia aparecer um lado meu que ninguém nunca tinha conseguido: um Mark pervertido, sem vergonha e muito disposto a experimentar coisas novas. E nós estávamos nessa onda mais do que nunca, desde o final do ano anterior quando resolvemos usar alguns objetos para completar a transa. E, pela primeira vez, eu percebi que queria muito ter Donghyuck dentro de mim. 

Separando os lábios de propósito encarei Donghyuck com luxúria nos olhos, o coreano me fitava cheio de desejo, e era óbvio o quanto ele estava gostando daquela situação, basicamente nova. Havíamos usado apenas dildos para que eu me acostumasse, mas eu queria, muito, ter Donghyuck me fodendo. Eu estava ansioso para isso. 

— Eu quero você, Hyuck-ah. — Passei a língua por seus lábios, sorrindo malicioso em seguida. — Imagina como eu devo ser apertado, huh? — Donghyuck fechou os olhos suspirando pesado. — Imagina como deve ser me foder com força enquanto eu fico de quatro pra você… — Aproximei meus lábios de sua orelha. — Você tá imaginando, Hyuck-ah?

— Mark Lee… — Ele disse com a voz manhosa e pesada, e então abriu os olhos. — Você acaba comigo, filho da puta. 

Sorrindo malicioso junto de Donghyuck, apenas o ajudei a tirar minha blusa larga aceitando totalmente ser empurrado com brutalidade na cama sentindo o colchão macio em minhas costas. Puxando a blusa de Donghyuck com certa pressa, voltamos a selar nossos lábios rapidamente, cheios de vontade, luxúria e tesão. Eu podia sentir a aura daquele quarto mudando drasticamente. 

E eu adorava isso. 

Donghyuck não demorou nem mesmo cinco minutos para retirar minha calça de moletom, e sabendo que eu não estava de cueca por baixo, o coreano logo segurou em meu pau que estava levemente duro. 

— Eu quero que você me implore. 

A voz de Donghyuck saiu tão sexy que meu coração quase saltou pela boca. 

— O… O quê? 

Ele então passou o polegar na fenda de minha glande, me fazendo estremecer lentamente. 

— Eu quero te ouvir me implorando, Mark Lee. — Novamente, ele aproximou o rosto do meu e, sorrindo de maneira diabólica, arqueou as sobrancelhas. — O que você quer que eu faça com você essa noite? 

— Eu quero que me foda. 

Donghyuck estalou os lábios balançando a cabeça negativamente. — Eu quero detalhes, Canadá. 

— Merda! — Praguejei e assim que Hyuck fez menção de afastar sua mão de meu membro, segurei seu braço afundando minhas unhas. — Eu quero que você me chupe, mas eu quero te chupar também. 

— Por que, Canadá? — Ele começava a mexer sua mão em movimentos lentos. 

— Porque sua boca é perfeita e porque eu quero ter você fodendo a minha. Eu quero engasgar no seu pau, Hyuck-ah e lamber toda a sua porra quando você gozar pela primeira vez. 

Donghyuck aproximou seu rosto do meu. — O que mais? 

— Eu quero sentar em você, sentir seu pau dentro de mim, deslizando por causa do lubrificante e da minha saliva. Eu quero rebolar e sentir você me foder cada vez mais forte, sabe por quê? 

Hyuck me fitou nos olhos. — Huh?

— Porque eu quero gemer seu nome mais alto que o normal e quero ser todo seu. Eu quero sentir seu pau dentro de mim, quero te sentir gozando e me fazendo enlouquecer… Donghyuck… — Aproximei nossos lábios e então mordi o seu de leve. — Eu quero e preciso que você me foda dessa vez. 

Donghyuck soltou o ar pesado. — Puta que pariu, Mark Lee… — Ele fez uma breve pausa assim que segurei seu membro sorrindo malicioso. — Você me deixa maluco, seu filho da puta.

Soltando uma risada maliciosa, selei nossos lábios iniciando um beijo intenso. Donghyuck estava duro como uma pedra, e eu aproveitava a situação para masturbá-lo lentamente, de maneira que sentisse seu pau em minha mão. 

Me virando novamente, tornei a ficar por cima do coreano, mas logo estiquei minha mão até a gaveta ao lado de nossa cama enquanto separava os lábios e me concentrava no que tinha em mente. Meu peito subia e descia, não sabia dizer se era por causa do tesão, do beijo intenso ou uma mistura de tudo aquilo, mas não me importava. Eu estava ereto e Donghyuck também, e honestamente eu só queria fazer com que ambos tivéssemos uma ótima noite e experiência. 

Deixando o lubrificante de lado, momentaneamente, desci meus lábios pelo pescoço de Donghyuck fazendo questão de sugar seus mamilos, pois eu sabia como ele era sensível naquela região, me dedicando um bom tempo nos mesmos, permanecia o masturbando em movimentos lentos, arrancando, automaticamente, gemidos de seus lábios. 

— Me chupa…

A voz de Donghyuck saiu rouca e logo ergui o olhar até ele deixando seus mamilos de lado, momentaneamente. 

— Me deixa foder sua boca antes de te foder, Mark.

Arrepiei dos pés a cabeça quando o escutei falar meu nome sem muito sotaque. 

— Vamos lá, baby. — Donghyuck segurou em meu queixo erguendo meu rosto enquanto se sentava na cama de pernas abertas. — Me mostra o quanto você me quer. 

Agora ajoelhado na cama, o encarei. Ter Donghyuck tão controlador e, ao mesmo tempo, tão fora de si, era a melhor coisa do universo. Eu sabia que Donghyuck era um ótimo dominante, pelo modo como ele havia me tratado das vezes em que me fodeu com os brinquedos que compramos, mas aquilo estava sendo muito, mas muito melhor. 

Passando a ponta da língua por sua barriga umedeci o caminho até sua virilha, onde aproveitei para deixar alguns beijos e leves mordidas na parte interna de sua coxa. Mas assim que senti Donghyuck segurar em meu cabelo e puxar meu rosto para o lado, de modo que nos encarássemos, compreendi o quão necessitado ele estava. 

— Mark…

Afrouxando sua mão de meu cabelo, sorri malicioso. — Me deixa fazer meu trabalho, Hyuck-ah. Você hoje… Só fode. 

Apertando os dedos em meu cabelo mais uma vez, mas sem me impedir de movimentar, coloquei minha língua para fora agora segurando seu membro com uma de minhas mãos livres. Eu fazia questão de não desviar o olhar de Donghyuck de maneira alguma, nem mesmo enquanto eu ficava de quatro, entre suas pernas, com a bunda empinada e a língua para fora. Devia estar sendo uma cena extremamente pornográfica, mas eu sabia que Donghyuck estava adorando, pois ele me fitava tão intensamente que eu sentia como se fosse ser jogado na cama de novo a qualquer momento. 

Passando a língua por seu membro ereto, o lambi como se fosse um picolé, aproveitando cada mísera parte e já sendo capaz de sentir o gosto de seu pré gozo. 

Donghyuck gemeu manhoso. 

O que me fez sorrir de leve enquanto o encarava. Donghyuck estremecia de leve, e eu sabia que ele queria fechar seus olhos e jogar o rosto para trás enquanto aproveitava meus lábios quentes em seu pau, porém, eu também sabia que ele não iria se render tão rápido. Por isso eu tinha que pegar pesado. 

Descendo meus lábios por todo seu membro, enquanto sentia sua glande bater em minha garganta e encostava meus lábios em sua pele, voltei a subi-los causando um estalo, deixando um barulho extremamente pornográfico no quarto. Repetindo os movimentos, sem economizar nos barulhos e na saliva, Donghyuck desistiu de manter seus olhos abertos e jogou a cabeça para trás gemendo alto. 

Eu estava contente de conseguir fazer aquilo com ele. E mais ainda de sentir sua mão empurrando minha cabeça para baixo, querendo cada vez mais algo que não havia motivo algum para não dar a ele. 

Eu me dedicava fielmente a chupar Donghyuck de maneira enlouquecedora. Subia e descia meus lábios enquanto sentia o coreano mover seu quadril e empurrar minha cabeça. Massageava seus mamilos com minha mão livre, e engasgava sem pudor em seu pau o sentindo foder minha boca. E caralho, como eu estava gostando daquilo. Como eu adorava quando Donghyuck perdia o controle e fodia minha boca sem pudor. 

Meus olhos lacrimejavam e meus lábios ficavam levemente dormentes, mas eu não importava. Os gemidos de Donghyuck estavam tão altos que qualquer vizinho poderia ouvir. Estavam altos como quando eu o fodia fora de controle. Mas naquela noite, era eu quem seria fodido por um Donghyuck louco de tesão. 

— Para…

A voz de Donghyuck saiu trêmula. Mas não parei. 

— Mark, eu vou gozar…

Foi o bastante pra intensificar os movimentos dos meus lábios, subindo e descendo, chupando com gosto e lambendo a glande de maneira rápida. 

Me assustei momentaneamente quando escutei um tapa ecoar no colchão, era Donghyuck fora de si, usando sua mão livre pra descontar no lençol, pude ver os nós de seus dedos brancos de tanto que ele apertava e não demorou nem mesmo um segundo para sentir seu gosto em minha boca. Donghyuck gozava, em jatos rápidos, dentro de minha boca enquanto eu fazia questão de engolir cada mísera gota de seu gosto agridoce. 

Lambendo seu pau, ainda duro, afastei meu rosto do mesmo secando a lateral da minha boca com um sorriso safado. Donghyuck recuperava o ar, seu peito subia e descia em descompasso, e eu me sentia muito, mas muito contente em tê-lo feito gozar em minha boca. 

— Você… — Ele tentou dizer algo. 

— Shhh… — Sussurrei aproximando meu rosto do seu e o beijando de maneira mais leve, afinal, ele mal conseguia respirar depois daquela explosão de orgasmo. 

Foi então que senti sua mão deslizar por minhas costas até minhas nádegas, eu ainda estava de quatro na cama, mas com o tronco um pouco mais erguido. Suspirei baixinho, atrapalhando o beijo, quando o senti massagear minha entrada ainda seca. 

— Ajoelha. 

O encarando no exato instante em que Donghyuck parou o beijo, o obedeci.

— Abre as pernas. 

Abri as pernas umedecendo meus lábios. E Donghyuck logo levou dois dedos até minha boca. 

— Chupa. 

O obedecendo sem pudor, novamente, estalos ecoavam pelo quarto. Sem fechar os olhos ou desviar o olhar, segurei em seu pulso me dedicando a molhar seus dedos o suficiente, pois eu sabia muito bem onde aqueles dedos iriam. 

— Eu te pedi pra parar, Mark Lee. — Donghyuck, com sua mão livre segurou em uma de minhas nádegas. — Mas você não me deu ouvidos. 

Sugando seus dedos de maneira que, até mesmo, escorresse saliva por sua mão, o encarava em êxtase. 

— Eu queria gozar em você, Canadá. — Donghyuck sorriu ajeitando seu corpo e enfiando seus dedos mais a fundo em minha boca. — Eu queria gozar na sua entrada e começar a te foder a partir daí. 

Gemi. Eu era muito fraco com as palavras sujas de Donghyuck. 

— Mas agora não tem como porque você foi muito sedento e engoliu tudo. — Donghyuck se ajoelhou na cama a minha frente. — Eu queria usar o lubrificante só depois… Mas você não me deixou muitas escolhas, Canadá. 

Puxando minha nádega esquerda, Donghyuck retirou os dedos de minha boca, logo os levando a minha entrada. Com a respiração pesada, rebolei em seus dedos empurrando meu quadril levemente para trás. 

— Você quer? 

Balancei a cabeça positivamente. — Muito. 

Donghyuck então colocou diretamente seus dois dedos molhados em meu interior. Gemi manhoso sentindo seus dedos dentro de mim. 

— Das outras vezes você reagiu pior, Canadá. — Donghyuck sussurrou em meu ouvido. — Será que já se acostumou com meus dedos? 

Sem responder, gemi alto sentindo um pouco de incomodo quando Donghyuck afundou seus dedos em mim, mas não os moveu.

— Você tem certeza que nunca foi fodido antes, Makeu? 

Balancei a cabeça positivamente com a respiração pesada. 

— Porque você sabe que eu não aceitaria não ser o primeiro a te foder, não sabe? 

Eu estava enlouquecido. Rebolei nos dedos de Donghyuck fechando os olhos com força. 

— Porque você é meu, Canadá. — Senti os lábios de Donghyuck em meu ombro. — E eu quero ser o primeiro, e último, a te foder com tanta força que você nem mesmo vai aguentar sentar amanhã. 

Soltei uma risadinha. Mas foi a pior coisa que podia ter feito, logo senti Donghyuck girar seus dedos dentro de mim, o que me fez gemer em um misto de prazer e uma pequena dor. 

— Do que você está rindo? Você acha que eu não vou te foder com força, Canadá? 

— Você sabe que eu nunca fui fodido, não sabe? 

— Isso não é inteiramente verdade. — Donghyuck disse retirando os dedos até quase o fim, e logo os afundando em mim novamente. — Ultimamente temos nos divertido muito com nosso brinquedos, huh?

— Não é a mesma coisa. 

Donghyuck soltou uma risadinha. — Claro que não, mas é mais do que suficiente pra que você aguente ser fodido com força hoje, Markeu. 

Sorri. Honestamente, era tudo o que eu mais queria. 

Sentindo os dedos de Donghyuck saírem de mim, logo escutei o barulho do produto na bisnaga plástica se abrindo. Gemi baixinho quando senti o lubrificante gélido em minha entrada, Donghyuck massageava o local e enfiava dois dedos para se certificar que eu estava bem. E, naquele momento, eu não sentia mais dor alguma. 

— Você quer ficar assim mesmo? 

Balancei a cabeça positivamente me ajeitando na cama enquanto o via ficar de pé. — Sim, eu quero ficar de quatro pra você.

Escutei Donghyuck estalar os lábios fora da minha vista. Erguendo o rosto e o encarando por cima de meu ombro, sorri malicioso ao ver Hyuck de pé, com o membro ereto, encarando minha bunda. Seus olhos logo vieram de encontro aos meus e ele logo me acompanhou no sorriso: 

— Você fica ainda mais enlouquecedor assim, todo empinado pra mim.

— Eu quero você. — Falei com a voz falha.

Donghyuck se ajeitava atrás de mim, agora se ajoelhando na cama. Pude vê-lo despejar uma quantidade generosa de lubrificante em seu pau, e o espalhar lentamente enquanto se masturbava fitando minha entrada. 

— Eu te quero tanto, Markeu… — Ele disse empurrando meu quadril um pouco para baixo. — Você me deixa de uma forma que ninguém nunca deixou.

Empurrando meu quadril para trás, senti seu membro molhado de lubrificante. — Me fode, Hyuck-ah. Me faz gritar seu nome essa noite. Só hoje. 

Eu, literalmente, implorava. 

— Não vai ser só essa noite, Mark. — Ele deitou seu corpo por cima do meu roçando sua glande em minha entrada. — Eu quero te foder sempre, ao mesmo tempo em que quero ser fodido da mesma forma. 

— Então me fode direito, Lee Donghyuck. — Provoquei o fitando por cima do ombro novamente. — Porque eu prometo te compensar quando te foder amanhã a noite. 

Hyuck soltou uma risadinha enquanto umedecia seus lábios. Ele fazia questão de me provocar passando a glande em minha entrada, me enganando e me deixando ansioso para que ele me penetrasse logo. Mas, assim como Donghyuck sabia jogar, eu também sabia ser esperto. E foi só sentir sua glande parada em minha entrada novamente, para que empurrasse meu quadril para trás o sentindo, de uma só vez, dentro de mim. 

— Caralho, Mark! — Donghyuck disse entredentes enquanto apertava meu quadril com força. — Você…

— Não sai… — Pedi fechando meus olhos com força devido a dor que, de alguma forma, era prazerosa. — Não… Sai…

Se mantendo imóvel, Donghyuck permaneceu segurando em meu quadril enquanto escutava sua respiração acelerada. 

— Puta que pariu, você é muito… Apertado. 

— Me fode. 

— Mark…

— Hyuck-ah… — Chamei seu nome de maneira manhosa. — Não está doendo tanto. Não precisa se preocupar. 

— Você fala sério? — Sua voz saia um pouco mais séria.

E assim que rebolei em seu pau, sentindo uma leve dor, mas prazer acima de tudo, ele entendeu que eu estava falando sério. 

Donghyuck e eu havíamos conversado sobre minha vontade de deixá-lo me foder, de invertermos o que normalmente acontecia. Então, gradativamente, fomos utilizando alguns brinquedos para que eu me acostumasse um pouco antes de, de fato, prosseguirmos com a penetração. 

E agora que, enfim, tinha Donghyuck dentro de mim, era ainda mais gostoso que todos aqueles brinquedos os quais Hyuck me fodia. Era ele, quente e duro dentro de mim. Eu queria mais. Eu realmente queria tê-lo me fodendo durante toda aquela noite. Eu não me importava com mais nada. 

Mas Donghyuck, sim.

Segurando em meu quadril com força, Hyuck se movia lentamente enquanto eu mordia meu lábio com força sentindo seu pau entrar e sair de mim. Estava doendo, é claro, mas também estava sendo um tanto quanto prazeroso. 

— Tá tudo bem? — Hyuck perguntou penetrando mais uma vez. 

Gemi fechando meus olhos com força. — Sim…

— Mesmo? Mark…

— Eu juro… — Lhe lancei um olhar por cima do ombro com um pequeno sorriso. — Tá tudo bem, Hyuck-ah.

Donghyuck sorriu de lado e então acariciou minha pele com sua mão direita enquanto repetia os movimentos aumentando a velocidade gradativamente. Com os cotovelos apoiados na cama, eu apertava o lençol em meus dedos, gemendo de maneira manhosa enquanto escutava a respiração pesada de Donghyuck atrás de mim. 

Foi então que resolvi rebolar mais uma vez, o que foi mais do que suficiente para que gemessemos juntos. Donghyuck logo entendeu e acariciando minhas costas com uma mão, enquanto mantinha a outra firmemente em meu quadril, começou a movimentar-se de maneira mais intensa, indo mais fundo em mim.

— Hyuck-ah… — Gemi sem nome sem pudor, apenas me deixando levar pelo momento. 

— Caralho… — O escutei praguejar e então mexer seu quadril um pouco mais rápido. 

Donghyuck estava com medo de me machucar, mas todo instante em que eu soltava um gemido mais alto e ele diminuía a intensidade, eu fazia questão de rebolar em seu pau para mostrar que estava tudo bem e que eu conseguia suportá-lo dentro de mim. 

Gemendo manhoso, joguei meu corpo para trás, esticando meu tronco e sentando no colo de Donghyuck de costas para o mesmo. Não demorou muito para que eu sentisse seu braço direito envolver minha cintura e sua mão esquerda meu pau que pingava por causa do coreano. 

— Você é tão gostoso, Mark Lee… — Donghyuck começava a falar sujo próximo ao meu ouvido enquanto beijava meu pescoço. — Você é tão apertado, tão quente, tão… Perfeito. 

O encarei por cima do ombro novamente enquanto sorria malicioso e me ajeitava sentando lentamente em Donghyuck. 

— Eu sou? — Perguntei permanecendo um tempo parado enquanto soltava o ar aos poucos. — Você gosta quando eu faço isso? 

Sendo intenso e não me importando com as consequências, ergui meu quadril e sentei novamente sentindo Donghyuck por inteiro dentro de mim. Novamente, gememos juntos, mas o gemido de Donghyuck foi muito mais gostoso e inesperado que o meu. 

— Gosto. — Ele respondeu com a voz rouca. — Gosto muito…

Mais uma vez repeti o movimento, e o fiz seguidas vezes causando barulhos pornográficos pelo quarto. Donghyuck e eu gemíamos em compasso, mas de maneiras diferentes. Meu gemido soava muito mais manhoso, pois eu estava sensível como nunca antes, afinal, tinha Donghyuck dentro de mim, enquanto ele me masturbava com uma mão e rodeava meus mamilos com a outra. 

Mas foi em meio a todo aquele suor e barulhos de nossas peles se chocando que estremeci. Eu nunca havia sentido nada parecido antes, nem fodendo e nem sendo fodido pelos brinquedos que havíamos comprado. Senti meu corpo arrepiar e o gemido que saiu de meus lábios, seguido do nome de Donghyuck foram mais do que suficientes para que ele soltasse meu membro por um instante e me abraçasse pela cintura. Ele tinha entendido que havia atingido a minha parte mais sensível e conhecendo-o como eu conhecia, Donghyuck se aproveitaria disso. 

— Essa é a melhor parte, Markeu. — Hyuck sussurrou em minha orelha mordendo o lóbulo enquanto colava ainda mais seu peito em minhas costas. — Me deixa cuidar de você, huh? 

E sem esperar que eu respondesse qualquer coisa, Hyuck, embaixo de mim, começou a mover seu quadril de maneira rápida e intensa, indo realmente fundo em mim e me fazendo ter espasmos involuntários, estremecendo de maneira intensa enquanto fechava os olhos gemendo extremamente alto. 

— Os vizinhos vão reclamar, Markeu… — Ele me provocou sussurrando em meu ouvido. 

E deitando meu rosto para trás, em seu ombro, enquanto segurava em sua nuca com firmeza e gemia alto, não fui capaz de responder. Eu queria que os vizinhos se fodessem, não me importava com eles. Não naquele momento.

— Hyuck-ah! — Eu gemia seu nome sem pudor repetidas vezes. — Hyuck… Ah! — Minha voz falhava e em troca eu escutava a risadinha rouca de Donghyuck em minha orelha. — Puta que…

— Você fica tão sexy gemendo meu nome e falando coisas sujas, sabia, Mark? — Donghyuck segurou em minha cintura mudando totalmente a posição em que estávamos, o que foi suficiente para que eu pudesse respirar pelo menos um pouco. 

Meu peito subia e descia freneticamente enquanto eu sentia meu interior latejar. Aquilo estava tão bom, que estava prestes a xingar Donghyuck por ter saído de dentro de mim quando ele se ajeitou entre minhas pernas penetrando com força mais uma vez. 

— Caralho! — Gritei levando minhas mãos até suas costas e cravando minhas unhas em sua pele.

— Você não queria ser fodido, Markeu? — Donghyuck riu malicioso e segurando em minhas coxas ergueu minhas pernas. 

— Eu… — Era impossível conseguir completar alguma frase enquanto sentia Donghyuck surrar meu interior tão certeiro. Eu estava fora de órbita. 

— Está gostoso, Canadá? 

Não respondi, apenas fechei os olhos novamente enquanto o arranhava com força. 

— Caralho, te ver assim todo aberto e fora de si é a melhor coisa do mundo. — A voz de Donghyuck saia cada vez mais sexy. 

— Seu filho da puta. — Sorri me esforçando para abrir os olhos. — Me faz gozar, huh? Eu quero gozar gemendo seu… Nome, Hyuck-ah. Quero sentir… Ah, caralho! — Praguejei quando senti Donghyuck penetrar por inteiro em mim novamente. — Você gozando em mim… Porra!

— Sua boca tá muito suja, Canadá… — Donghyuck mordeu meu lábio colando seu peito ao meu. — Você soa tão… Sexy.

Subindo minha mão para a nuca de Donghyuck e sem ser capaz de falar qualquer coisa, o puxei para um beijo desesperado. Eu não sabia mais o que fazer. O barulho de nossos lábios em um beijo intenso, de nossas peles batendo com violência devido ao modo como Hyuck seguia a risca meu pedido e me fodia, os sons pornográficos que saiam de nossos lábios, tudo aquilo transformava aquele momento em algo repleto de luxúria e tesão. E eu jamais reclamaria. 

Donghyuck então quebrou o beijo apertando meu quadril enquanto eu fazia questão de afastar ainda mais minhas pernas. É claro que eu sentia muito prazer fodendo Donghyuck, mas daquela forma, sendo fodido naquela intensidade e rapidez, eu nunca havia sentido tanta coisa de uma única vez. 

Agora mais quietos, Donghyuck e eu nos entreolhávamos enquanto o único barulho que ecoava pelo quarto, além de nossos gemidos um pouco mais comportados, era o de nossas peles se chocando. Donghyuck estava com os cabelos molhados de suor e eu não estava diferente. Sentia meu corpo quente e, cada vez mais úmido. 

— Markeu…

O fitei nos olhos gemendo seu nome abafado entre meus lábios. Não precisava ser um gênio para saber que Donghyuck estava prestes a gozar. Seus dedos firmes em volta de meu membro me masturbavam em velocidade parecida com a qual ele me fodia, e aquilo estava, também, me deixando louco. 

— Goza dentro de mim, Hyuck-ah…

— Mark…

— Eu quero tanto sentir você gozando dentro de mim… — Dizia ofegante e de maneira manhosa. 

— Mark… Não faz… Eu quero te fazer gozar primeiro.

Mordi seu lábio rebolando junto de Donghyuck intensificando os movimentos. — Eu vou gozar… Mas, por favor… — Eu literalmente o implorava. — Goza dentro de mim. 

— Caralho Mark! — Donghyuck encostou sua testa em meu ombro. — Quando você se tornou esse filho da puta? 

Rimos juntos. Donghyuck diminuía a velocidade e eu sabia que era porque ele não queria ser o primeiro a gozar novamente. 

— Você me obriga a ser assim. — Falei sincero jogando meu peso para cima e então trocando de posição mais uma vez.

— Mark…

— Shhhh. — Selei nossos lábios enquanto colocava uma perna de cada lado do corpo de Donghyuck. Segurando seu membro o coloquei em minha entrada e, mais uma vez, sentei em Donghyuck sentindo seu membro por inteiro dentro de mim. 

Não demorei nem mesmo um segundo para começar a subir e descer de maneira frenética, gemendo, jogando a cabeça para trás e me excitando cada vez mais com os gemidos roucos de Donghyuck. Eu sabia que ele não aguentaria por muito tempo, e assim que senti suas mãos em meu quadril novamente, me incentivando a ir mais rápido, logo o obedeci tendo certeza que ele não mais queria se controlar.  

Enquanto quicava em cima de si, sentia meu pau bater em minha barriga, eu estava extremamente excitado e sentia minha glande inchada, o que significava que eu não demoraria tanto a gozar também. E bem, talvez eu quisesse dar uma inspiração para Donghyuck. 

Segurando meu membro comecei a me masturbar rapidamente sentindo o prazer tomar conta de mim dez vezes mais intenso do que antes. Gemendo alto, e tentando manter meus olhos abertos, apertei minha mão livre junto da de Donghyuck em meu quadril, sentindo o orgasmo explodir em meu corpo e minha porra voar em seu abdômen até seu peito. 

— Caralho, eu não consigo mais segurar…

Donghyuck soltou de forma desesperada e puxando meu quadril para baixo, enquanto estocava com força e certeiro, soltou um gemido alto e intenso. Não demorei a morder meu lábio enquanto apertava meu pau de leve ainda tendo espasmos e sentindo minha entrada latejar com Donghyuck lá dentro. Era novo para mim, mas eu podia sentir, escorrendo, algo dentro de mim. E eu sabia que aquele algo era a porra de Donghyuck mais uma vez. 

Deitando meu corpo em cima do seu, após a sequência de espasmos de ambas as partes, sentia o peito de Donghyuck subir e descer enquanto, baixinho, ele praguejava todos os palavrões que conhecia. Sorrindo, completamente ofegante, beijei o maxilar do coreano, sentindo meu interior ainda latejando juntamente de seu membro, ainda dentro de mim.

— Mark Lee… — Sua voz soou rouca e logo senti suas mãos em minha bunda. — Você é um pervertido. 

Donghyuck soltou um tapa em uma das minhas nádegas e gargalhei me entregando ao cansaço. 

— E você é um gostoso do caralho que fode muito bem. 

Hyuck então segurou em meu queixo e virou meu rosto em sua direção. 

— Quem é você, e o que fez com meu marido? 

Gargalhei o encarando. — Você não gosta? 

— Gosto! — Ele respondeu imediatamente. — Gosto muito. 

Ergui meu quadril, logo deitando ao lado de Donghyuck. — Eu te amo. 

Hyuck sorriu e então me puxou para seus braços novamente. Beijando minha testa e acariciando minhas costas, ele suspirou pesado tentando recuperar sua respiração. Mas logo disse: 

— Eu te amo, Mark Lee. 






Notas Finais


Mark bottom = tudo pra mim.

Acho que nem tenho o que falar sobre esse extra, tô tímida, desculpem. 👉🌞

Vocês estão se cuidando? Tão ficando em casa, maratonando séries e tudo mais? Estão né?! Estão lavando a mão o tempo todo, passando álcool nas coisas e nas mãos além de estarem desinfetando os celulares com álcool em gel 70? Por favor vamos nos cuidar meus amores! Por nós, pelos nossos pais, avós, tios, tias... Pela galera toda. Agora é hora de pensarmos em nós e nóws outros. Agirmos coletivamente! Vai dar tudo certo! Força pra todo mundo!

E muito, mas muitos webeijos! Nada de contato hein!


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