História Stars for you - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Soonyoung "Hoshi"
Tags Hozi, Soonhoon
Visualizações 107
Palavras 3.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo treze


Lee Soomin sempre gostou de gastar, nunca se segurou, nasceu e cresceu em berço de Ouro, graças a sua beleza se transformou em modelo e logo em seguida atriz, mesmo nos quarenta e cinco anos, com um filho de vinte e quatro anos e outro de dezoito, ainda arrancava muitos suspiros por onde passava. As roupas sempre de marca e sempre impecável... Até chegar em casa.

Fora das lentes de câmeras, olhares maldosos e olhares desejosos, ela se transformava apenas em Soomin, uma mulher normal quase nos cinquenta anos e que amava incondicionalmente seus filhos.

Era sexta-feira, sabia que seus filhos trabalhavam durante a manhã e parte da tarde e o mais novo ia a faculdade durante a noite. Seu filho mais velho o único ômega estava namorando um alfa, filho da megera que ela sempre odiou – desde que começou a se relacionar com Chang Seon não foi com a cara de Minjung, e isso não mudou com o tempo! –, e o mais novo alfa estava namorando uma pessoa em que ela sabia nem o nome.

Mesmo sabendo toda rotina deles e horários, ela resolveu atrapalhar um pouco. Eles achavam que ela ia jantar lá e para isso seu filho mais novo até iria faltar a faculdade, mas ela resolveu chegar de surpresa em frente a empresa que seu filho mais velho trabalha na hora de sua saída da empresa, as cinco e dez da tarde Jihoon saiu do prédio e antes que pudesse ir até o carro de Soonyoung a figura feminina até demais de sua mãe tampou sua visão do alfa.

– Mãe? O que faz aqui tão cedo? - Perguntou confuso.

– Eu também estava com muitas saudades. - A ômega abraçou o filho. – Jihoon, quando você vai crescer? Eu sou sua mãe e sou maior que você mesmo você já sendo adulto!

– Mãe, por favor, aqui não. - Pediu.

– Tudo bem, vamos passear um pouco, sim?

– Sinto muito, mãe, mas meu namorado está me esperando para podermos ir para casa. Eu ia preparar sua comida favorita!

– Se você quiser eu posso fingir que não cheguei. - Falou animada ao ouvir as palavras do filho.

– Vamos logo, mãe.

– Tudo bem, você é muito apressado para alguém tão baixinho!

– Mãe, por favor! - Começou a empurrar a mãe em direção ao carro.

Ao perceber aproximação de uma mulher com Jihoon, Soonyoung saiu do carro e congelou ao perceber que em sua frente era sua sogra.

– Quem é você?

– Meu nome é Kwon Soonyoung. - Se curvou em respeito a mais velha que torceu o nariz ao ouvir o sobrenome.

– Ele é o meu namorado! - Jihoon explicou.

– Lee Soomin e até que o meu filho tem um bom gosto quando se trata de alfas. Eu lembro muito bem de um antigo namorado dele, aquele chinês era de tirar o fôlego. - Suspirou ao lembrar do homem.

– Mãe, só entra no carro. - Jihoon continuou empurrando a progenitora para o carro e a colocou lá dentro.

– Ela me odeia! - Soonyoung falou assim que Jihoon fechou a porta.

– Não tire conclusões precipitadas, ela é assim mesmo!

– Ela me comparou ao Junhui! - Falou frustrado.

– Você sabe que é bem melhor que ele! - Jihoon ficou na ponta dos pés e deu um beijo no alfa que sorriu todo bobo.

– Eu te amo.

– Eu também me amo!

– Jihoon!

– Tudo bem, tudo bem, eu também te amo, Kwon Soonyoung! - Confessou deixando o alfa com um sorriso mais bobo ainda.

Entraram no carro, estranharam ao estar tocando música clássica e olharam para trás.

– Vocês me deixaram sozinha aqui! - Soomin deu de ombros.





















– Mãe, eu também senti muitas saudades sua, mas por favor, eu não consigo cozinhar se você não parar de falar! - Jihoon falou irritado.

Já eram seis horas da tarde, entre esse meio tempo Soomin não parou de falar com Jihoon, até mesmo quando ele estava no banho ela ficou na porta do banheiro falando. Além de que ela deixou bem óbvio não gostar de ninguém com o sobrenome Kwon, mesmo sendo educada com Soonyoung não disfarçou que não gostou dele e fez o máximo para manter ele longe de seu precioso filho.

Antes mesmo de Soomin responder ouviram risadas altas e em seguida Jinyoung e Jiyong “invadiram” a cozinha, os dois correram até Jihoon que se abaixou para abraçar os dois garotos.

– Jihoon, por que duas crianças invadiram sua cozinha e por que você está abraçando elas?

– Jihoon hyung, quem é essa ahjumma? - Jiyong perguntou.

– Eu tenho cara de ahjumma por acaso? - Perguntou indignada com o garotinho.

– Tem cara de velha! - Jinyoung deu de ombros.

– Jinyoung, não fale assim! Tenha mais respeito com os mais velhos! - Soonyoung entrou na cozinha, seu tom de voz passava a imagem que ele estava com raiva mas seu rosto mostrava que queria rir.

– Mas hyung, ela parece uma bruxa! - Apontou para a mulher.

– Que menino mal educado, é seu parente não é Soonyoung? - Perguntou claramente já sabendo a resposta.

– São meus sobrinhos!

– Tinha que ser um Kwon! Eu nunca gosto de pessoas com esse sobrenome!

– Então não irá gostar dos seus próprios netos? - Soonyoung debochou.

– Você acha mesmo que Jihoon vai ter filhos com você? Você não passa de um passatempo!

– Mãe, para! Você está se ouvindo? - Jihoon perguntou para a mulher. – Se você não gosta de alguém com esse sobrenome o problema é seu! Não envolva essas crianças e o meu alfa nisso!

Depois disso a mulher ficou quieta por um tempo só observando o que acontecia ao seu redor, Jinyoung e Jiyong agiam como se a casa fosse deles – o que não estava tão longe de ser já que iam para lá quase todo final de semana –, eles pegavam tudo que Jihoon pedia sem dificuldade para achar. Soonyoung gostava de ajudar Jihoon a cozinhar, quando não mandava o ômega parar um pouco e assumia seu lugar.

Até que em um momento Junhui entrou na cozinha com algumas sacolas e ficou parado ao ver Soomin.

– Jihoon, o seu ex namorado está aqui! O que está acontecendo? - a mulher perguntou surpresa.

– Jun hyung, eu vou dormir até a minha mãe chegar, estou acabado e qualquer luz me incomoda. Se no futuro você quiser outro filho eu já aviso que você que vai gerar ele! - Minghao entrou logo atrás com a mão nos olhos.

– Como assim outro filho?

– MinMin hyung está grávido! - Jiyong afirma para a mulher. – Parece muito com o cheiro de quando a minha mãe estava grávida!

– Jiyong, não fale bobeiras, você nem consegue sentir cheiros ainda! - Jihoon falou para o garoto que fez bico.

– Ninguém acredita em mim!

– Grávido? - A mulher estática olha surpresa para o filho mais novo.

– Omma, você não iria vir só de noite? - Minghao tentou prolongar o momento em que teria contar da gravidez para a mulher.

– Você está grávido, Minghao?

– Não seria melhor a senhora se sentar? - Cossou a nuca.

– Quem é o outro pai? - A ômega insistiu.

– Eu sou o outro pai! - Junhui falou atraindo a atenção da atriz para si.

– O que está acontecendo aqui? O meu filho alfa está grávido do ex do meu outro filho, e o pior, o suposto alfa do meu filho mais velho nem parece se incomodar com a presença do ex do namorado!

– Mãe, eu estou grávido e você liga para o fato que Jun hyung e Soonyoung hyung não tem nenhuma rivalidade?

– Você com certeza não está grávido! Você é alfa Minghao! O seu cheiro, sua altura, seu modo de falar indicam isso! É impossível um alfa engravidar!

Ao ouvir sobre o cheiro de Minghao, Junhui percebeu que o namorado de alguma forma estava em seu lado alfa e rosnava baixinho para a única ômega na cozinha.

– Ei, se acalme. Você sabe que é melhor se manter ômega o máximo de tempo o possível! - O híbrido mais velho puxou o mais novo contra si e o abraçou até sentir o cheiro doce, um cheiro característico de ômega.

– O que foi isso? É melhor vocês me explicarem o que está acontecendo aqui ou eu vou ficar louca!

































– Sua mãe me odeia! - Soonyoung fez bico ao deitar ao lado de Jihoon na cama.

– A sua mãe também me odeia, a diferença é que a minha mãe não xinga tanto! - Respondeu mais interessado no livro em que estava lendo.

– Isso que ela ainda não sabe da marca, eu tenho medo da reação dela! - Tirou o livro das mãos do ômega o colocando no criado mudo e puxou o mais novo para si, para poder passar o nariz na marca quase cicatrizada. – Isso me acalma tanto, é muito estranho, mas é muito bom!

– Não vai demorar para ela descobrir! Amanhã é a festa de aniversário da sua empresa e como me foi exigido por uma pessoa bem bonita e sexy, eu vou com um terno que mostre a marca. As vezes eu penso que você fez a marca mais para cima só para poder deixar mais visível. Foi difícil achar uma roupa em que a minha mãe não conseguisse ver!

– Eu não pensei nisso na hora, mas agora penso que fiz muito bem!

Ficaram em silêncio até Jihoon sentir Soonyoung ficar incomodado com algo, tentou se afastar mas o alfa só o apertou mais contra si.

– Por que está tão incomodando?

– Será que um dia a sua mãe vai gostar de mim?

– Claro que vai, você é uma pessoa incrível! Não gostar de você é como não gostar de pizza!

– Tem gente que não gosta de pizza!

– Mas são poucos!

– Sua mãe pode não gostar de pizza!

– Ela ama pizza!

– Sério que estamos me comparando a pizza?

– Pizzas também são bonitas e gostosas como você.

– Você nunca comeu para saber se eu sou gostoso como uma pizza! E não compare a minha beleza a de uma pizza, por favor.

– Não, mas já experimentei várias coisas!

– Eu tinha me esquecido deste detalhe!

– É uma boa recordação!

– Podemos repetir ela se você quiser!

– Não!

– Tudo bem.

Eles tentaram dormir, mas poucos minutos depois alguém abriu a porta e entrou de fininho no quarto. A porta foi fechada novamente e segundos depois ouviram a voz de Jinyoung.

– Soonyoung hyung, Jiyong me fez assistir um vídeo com um bicho feio e agora não quer dormir comigo. - Não conseguiram ver o rosto do menino, mesmo assim conseguiam imaginar o bico que ele estava fazendo.

– Quer que eu vá conversar com ele? - O alfa perguntou sonolento e ligou o abajur.

– Está muito tarde melhor amanhã! - Jihoon falou se afastando do alfa e fez um sinal para Jinyoung deitar no meio dos dois. – Pelo menos hoje, durma aqui, nós iremos te proteger!

– Então quer dizer que você vai me abandonar? - Soomin fez drama para o filho que terminava de se despedir de todos que ficariam na casa.

– Mãe, muitas pessoas que você não gosta vão estar lá! Além disso, Junhui teve um imprevisto e foi para outra cidade, Minghao não pode ficar sozinho!

– Por que Minghao não vai?

– A festa é longa e todos pensam que ele é alfa. Ele deixar seu lado alfa dominar por tantos tempo pode fazer mal ao bebê!

– Tudo bem, se divirta e não olhe na cara do seu pai por mim.

– Tudo bem. - Se afastou da progenitora e foi em direção ao carro, lugar onde Soonyoung tentava fazer os gêmeos não tentarem matar um ao outro.

Os dois garotos se davam bem na maioria do tempo, o problema é que quando brigavam, ficavam sem se falar por dias e se fossem obrigados a ficar juntos, eles brigavam de novo. A única pessoa que conseguia fazer eles voltarem a se falar era Hyuk, mas agora com a falta dele, Soonyoung quase morria tentando fazer os dois se comportarem, pelo menos até Jihoon chegar. O ômega se parecia muito como o pai dos dois era, só que em uma versão mais assustadora e com apenas o olhar fazia os garotos pararem de brigar.

– O que aconteceu dessa vez? - O ômega perguntou já cansado. Não tinha nem saído da frente de sua casa e já queria voltar para dentro.

– Jiyong não quer devolver a minha coroa de flores! - Jinyoung falou, parecia muito chateado.

– Coroa de flores é coisa de ômega!

– Nós ainda não sabemos se somos alfa, beta ou ômega!

– Mesmo assim! Imagina que vergonha vai ser se você for alfa e gostar de usar coisas assim.

– Eu não quero ser alfa! Eu gosto da possibilidade de ser ômega!

– Você está se escutando? Você é uma vergonha para a nossa família!

– Pelo menos eu sou uma vergonha feliz! Eu gosto de agir como ômega e não vou mudar!

– O nosso pai não gostaria disso! Eu vou cobrar tudo para ele quando ele chegar!

– Papai não está mais aqui! Ele foi para o céu, Jiyong! Pare de achar que uma hora ele vai voltar quando ele não vai!

– Parem! - Os dois pararam só de ouvir a voz do ômega novamente, o ato dos garotos fez Soonyoung bater a cabeça no volante, com uma palavra Jihoon fez o que ele tentou fazer por longos minutos. – Jiyong, eu não sei de onde você tirou essa idéia, mas não quero que isso se repita! Devolva a Coroa de flores ao seu irmão e peça desculpas. Agora não da tempo, entretanto, mais tarde nós vamos ter uma conversa séria!

Sem observar se Jiyong fez o que foi mandado, Jihoon tirou o casaco que estava o que fez com que a marca quase totalmente cicatrizada aparecesse de uma forma bem discreta, porém não tinha como olhar para o ômega e não ver a marca que ele exibia.

– Você está lindo!

– Por que vocês não se casam? - Jinyoung perguntou.

– Porque eles não querem! Pare de fazer perguntas bobas, Jinyoung. - Jiyong reclamou do irmão que mostrou a língua para o outro.

O caminho até o local da festa não demorou muito, quando chegaram, foram atingidos por vários flashes e perguntas.

– Queria ter ficado em casa! - Jiyong parou reclamando quando conseguiram entrar no local. – Odeio isso!

– Você sabe que não poderia faltar. Seu avô iria ficar muito triste! - Jihoon segurou os ombros do garoto.

– Mamãe falou o mesmo, só que eu não sinto isso! Vovô não gosta de mim, ele só liga para o Jinyoung!

– Não diga essas coisas, pelo menos não durante a festa. - Aconselhou e os dois foram atrás de Soonyoung e Jinyoung.

O lugar era grande, cheio de mesas, garçons passavam por todos servindo algum tipo de bebida é uma música clássica tocava. O lugar aparentava ser calmo, mas era como um ninho de cobras. Todos olharam para os quatro quando passaram pela porta, afinal não era todo dia que viam o Presidente com o namorado e ainda com os herdeiros do lugar.

Toda a história de Soonyoung e Jihoon era conhecida pelos funcionários da empresa e até pelos sócios. Não, eles não sabiam que inicialmente foi um casamento arranjado, entretanto suspeitavam. Achavam uma piada a desculpa que foi dada quando o casamento foi cancelado, a desculpa foi que houve imprevistos sobre o lugar e foram tão grandes que resolveram cancelar o casamento. Muitos não deram um mês até o casal se separar, mas lá estavam eles, quase seis meses depois. Mesmo assim ainda tinham pessoas que duvidavam, tinha até rumores sobre cada um ter outro companheiro e conviverem todos na mesma casa. Essas pessoas que duvidavam do relacionamento deles foram as que abriram a boca ao verem a marca no pescoço de Jihoon enquanto o casal e as duas crianças iam até a mesa reservada especialmente para a família principal e seus maiores sócios.

Jihoon parou de andar quando viu Youngnam sentado no lugar que deveria ser seu – Tudo era muito organizado e sinalizado, mas bem tradicional, a cadeira que Jihoon deveria sentar estava sinalizada como acompanhante do presidente. – sorrindo para Soonyoung. Ele não queria arranjar briga, apenas foi sorrindo até o outro ômega fazendo questão de deixar a marca um pouco mais visível e fez um sinal com a cabeça para ele sair. Youngnam poderia gostar de chamar atenção em muitos momentos, mas naquele momento em específico resolveu não chamar atenção, somente pelo simples fato que tinha uma imagem a preservar. Youngnam levantou e se curvou como um pedido de desculpas e foi se sentar do outro lado da mesa, mas propositalmente em frente ao lugar designado para Soonyoung.

“O que ele está fazendo aqui?” Soonyoung quase pulou ao ouvir a voz de seu ômega, mesmo com o mais novo claramente calado. Ele ignorou e ajudou os gêmeos a acharem seus respectivos lugares para finalmente ir até o seu. Ao sentar olhou para Youngnam que não tirava o sorriso do rosto.

“Se você olhar para ele mais uma vez eu arranco teu pinto!” Soonyoung olhou para Jihoon que olhava com raiva para Youngnam.

– Não de preocupe, não vai ser preciso fazer isso! - Afirmou e viu os olhos do ômega se arregalar.

“Você consegue me ouvir? Isso é maluco, eu estou só pensando!”

“Eu consigo ouvir claramente! Deve ser um efeito da marca.”

“A marca tem tantas utilidades que sempre me surpreende!”

Soonyoung concordou com a cabeça e por baixo da mesa pegou na mão do ômega entrelaçando seus dedos.

Não muito tempo depois, Jihoon foi deixado sozinho, Soonyoung tinha que comprimento cada pessoa daquele lugar. Jihoon não ficou triste, pelo menos assim poderia se concentrar em Youngnam que apenas observava Soonyoung.

– Jihoon hyung, nós temos que ficar sentados lá o tempo todo? - Jihoon virou para lado e viu os gêmeos aparentemente tristes.

– Sinto muito, mas pelo menos até depois do jantar vocês terão que ficar sentados.

Quando Jihoon foi olhar novamente, Youngnam tinha sumido. Jihoon queria aproveitar aquele tipo de telepatia que tinha com Soonyoung e pedir para o alfa voltar até a mesa, mas seria muito egoísta fazer isso por ciúmes, então se contentou a conversar com os gêmeos.

– Lee Jihoon, achei que nunca mais iria te encontrar! - Uma voz feminina se fez presente, era a tia de Soonyoung. – Vim especialmente te perguntar o mais importante. Está grávido?

Jihoon quis revirar os olhos. Qual era o problema daquela mulher com gravidez?

– Não sei.

– Então tome cuidado, sem um bebê e com um ômega como Youngnam por perto de Soonyoung, você não irá sentar nesta cadeira por muito tempo!

– Olhe o meu pescoço, o que você acha que isso é? - Perguntou calmamente e com um pequeno sorriso. – É uma marca, eu e Soonyoung estamos presos um ao outro para sempre! Ele é o meu alfa!

Se depois disso a festa melhorou? Nem um pouco, Jihoon só queria ir embora.




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