História Start Over Again - Capítulo 26


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Categorias Beyoncé, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 81
Palavras 1.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meninas turo bom? Esqueci meu remedinho, desconsidera.

Olha o hot aí, meu povo😈🔥

Vamo lá então.

Capítulo 26 - Die in Your Arms


Justin Bieber

Nova York

Dormir com ela nos meus braços e sentindo nossos filho entre nós foi uma das melhores sensações da minha vida. A todo momento me perguntava como não tinha percebido antes que ela poderia estar grávida.

Sua barriga já estava bem aparente, já não dava mais para esconder. Foi quando lembrei que sempre que perguntava alguma coisa, ela desconversava ou dava alguma desculpa qualquer. E eu como o lerdo que sou, acreditava, porque ela sempre usava o sexo para me fazer esquecer, e funcionava.

Tinha que lembrar de falar com Scooter para ele providenciar o aumento da segurança dela. O que disse à noite era verdade, Selena é louca e só o pensamento dela perto da minha mulher, que carrega nosso filho me dava arrepios de medo.

Quando acordei pela manhã, ela já não estava mais na cama. O que me espantou. Ela raramente acorda antes de mim. Escovei os dentes e saí à procura dela. Ela estava sentada em cima da mesa da cozinha, com uma tigela cheia de morangos cortados e chocolate em uma outra, comendo como se sua vida dependesse daquilo, sua expressão era a mesma de quando ela estava tendo um orgasmo.

- Justin... – disse manhosa quando arranquei as duas tigelas da sua mão e coloquei no alto, onde ela não alcançava.

- Nada de vir fazendo manha pra mim. Você não vai ficar comendo besteiras. – fez beicinho. – Não faz assim, princesa.

- Está com fome? – perguntou já com um tom totalmente diferente na voz, sensual. Me arrepiei da cabeça aos pés.

- Estou. – disse e virei de costas com ela, sabendo que ela tentaria me convencer a deixá-la comer aquilo usando sexo, e eu sempre caía.

- Vem aqui. – pediu manhosa mais uma vez. E eu sabia que “vem aqui” geralmente significa “vem me foder” na linguagem dela.

- Não. – disse e continuei colocando meu cereal na tigela com leite.

- Amor...

- Não, Rosie. – disse ainda de costas.

- Vai me negar agora? – perguntou divertida.

- Vou. – disse começando a comer.

- Tá bom. – disse indiferente.

Mas ela não saiu de lá, continuou em cima da mesa enquanto eu comia de costas com ela. Quando estava começando a estranhar ela estar calada demais, ouvi um gemido.

- Awn... Justin... – calmamente me virei para ela e meu coração disparou. Ela não estava fazendo isso comigo. Ainda em cima da mesa, ela tinha colocado um dos pés no apoio de uma das cadeiras, ficando assim com pernas abertas na minha direção. E passava o polegar lentamente por toda a sua extensão, por cima da calcinha pequena.

- Amor... Não faz isso. – pedi engolindo a seco, apertando meu pau por cima da cueca.

- Senta. – disse mandona, olhando de mim para a cadeira na sua frente. Com cautela e sem tirar meus olhos dos seus dedos, sentei na frente dela. – Me chupa? – pediu mais manhosa ainda. Neguei com a cabeça, sabendo que se a chupasse, iríamos transar ali mesmo. – Não? Tá bom. Mas depois não reclama.

Dito isso, ela afastou a calcinha para o lado, fazendo círculos no seu clitóris com o polegar e penetrando dois dedos em si mesma.

- Awn, baby... estou tão molhada. – disse olhando nos meus olhos, ainda movimentando os dedos dentro de si. – Poderia ser você aqui, dentro de mim com esse seu pau grande e grosso que eu amo... – não aguentei e a segurei pelas coxas, puxando ela mais para a beira da mesa enquanto ela colocava os dois pés nos meus ombros e eu começava a chupá-la.

Ela riu divertida quando teve o que queria, mas logo a risada deu lugar aos gemidos. Quando ela se desfez na minha boca, me puxou para cima e me beijou. Puxei a camisa que ela vestia pela cabeça e comecei a chupar seus seios, que já estavam maiores, enquanto ela abaixava minha cueca usando os pés.

- Eu quero você agora, Bieber. – disse no meu ouvido.

- Amor, o bebê. – disse com o resto de sanidade que ainda me restava.

- Agora, Justin! – mandona como sempre. Entrei nela sem cerimônia, ela gemeu alto e arranhou minhas costas. – Parece o seu pau está maior. – disse entre gemidos.

- E parece que você está muito mais apertada. – gemi quando ela rebolou. – Puta merda.

Ela já era bem apertada antes, mas agora parece ser quase impossível me mover dentro dela, o que acabava por tornar todo e qualquer movimento muito mais prazeroso.

- Mais... rápido... – pediu de olhos fechados.

- Amor, não posso. O bebê... – assim que fechei a boca, ela me empurrou e quando pensei que ela subiria brava comigo e me deixaria na mão, me fez sentar na cadeira e veio pra cima. – Caralho! – grunhi quando ela sentou em mim. Ela definitivamente estava mais apertada.

Ela não disse mais nada, apenas continuou quicando e rebolando em mim como se sua vida dependesse disso. Se a gravidez deixar ela sempre assim, vou tentar fazer pelo menos um filho nela por ano.

Enquanto ela quicava e rebolava no meu pau, eu me segurava para gozar apenas junto com ela. Se dependesse apenas do meu prazer e não do dela também, eu já teria gozado assim que ela sentou em mim. Depois de mais alguns minutos e movimentos, senti seu corpo começar a tremer sobre o meu, ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido em tom autoritário:

- Goze agora. – e aí foi impossível segurar mais. Ela gozou junto comigo, senti seu líquido molhando meu pau enquanto despejava meu gozo dentro dela. Ainda sem me tirar de dentro de si, ela abraçou meu pescoço e colocou a cabeça no meu peito.

- O que deu em você? – perguntei ainda tentando controlar minha respiração e meu coração.

- Gravidez aumenta o desejo sexual. – disse em tom divertido.

- Obrigado, Senhor! – quase gritei, ela riu e só então levantou. Gemi em reprovação, ela riu e vestiu a minha camisa de volta.

- Acho melhor irmos tomar banho e nos arrumar. Falta meia hora para o horário que marcamos com o piloto do jatinho.

- Vamos.

Ela tomou banho primeiro, então quando saí do banheiro, ela já estava sentada na cama me esperando. Vestindo um shorts curto e uma blusa de manga longa cor de vinho. Sorri e fui me vestir.

Quando pisamos fora do carro no aeroporto, prontos para subir ao jatinho, surgiram dezenas de fotógrafos. Voltei para dentro do carro, puxando ela junto e esperando os seguranças controlarem a situação para podermos sair. Às vezes eu realmente odeio essa vida.

[...]

Assim que descemos do jatinho já em Los Angeles, Scooter nos esperava encostado na minha Ferrari. Fomos até ele.

- Não lembro de ter dito que você podia pegar o meu carro. – disse enquanto ele abraçava Rosie e dava os parabéns.

- Ah, cara. Para de ser chato. Você acabou de saber que vai ser pai, pensei que seu humor estivesse melhor. – disse me abraçando também.

- E está. Mas isso não se aplica aos meus carros.

- Parabéns, moleque. Sei que vai ser um ótimo pai.

- Valeu. Vamos indo. – sentei atrás do volante, com Rosie ao meu lado e Scooter atrás.

- Eu quero um Mc. – Rosie disse pensativa olhando pela janela do carro.

- Já disse que você não vai ficar comendo besteiras.

- Justin...

- Você não vai conseguir me convencer como fez mais cedo.

- Só um. – pediu fazendo beicinho.

- Não.

- Chato. – cruzou os braços sob o peito e ficou calada. – Nem um milk shake? – perguntou depois de alguns segundos, Scooter gargalhou.

- Não até eu falar com o seu médico pra saber o que você pode ou não comer.

- Ainda bem que eu tenho consulta amanhã. Nada do meu carro, Scooter? – perguntou olhando pelo retrovisor, me segurei para não falar.

Já tinha um tempo que ela estava atrás de, segundo ela, o carro mais foda do mundo, um Dodge Charger Canada 2018. Scooter com muito sacrifício tinha conseguido encomendar um antes mesmo de ser disponibilizado para venda e outras encomendas, mas avisou a mim ao invés dela, pensando que eu gostaria de dar ele de presente. E acertou.

Eu, sabendo do gosto dela por carros esportivos, andava atrás de um carro perfeito para dar de presente a ela já há quase um ano, desde quando mudamos de casa. Não, não moramos mais no Calabasas, não depois do que aconteceu lá.

Compramos uma mansão em Brentwood por quase 11 milhões de dólares. Ela ficou relutante em sair daquela casa que amava, mas mudou de ideia na hora depois que eu a levei para ver a casa e quis fechar o contrato de compra na hora.

Voltando aos carros, ela não perde a oportunidade de me dar um carro novo, a maioria dos meus carros e a minha Ferrari mais cara, a vermelha no caso, foi presente dela. Então o mínimo que eu podia fazer, era dar a ela o carro que ela vem querendo há quase um ano.

- Ainda não estão aceitando encomenda, princesa. – Scooter deu uma desculpa. – Sinto muito.

- Argh. Você falou que eu pagaria a mais?

- Falei, mas não teve acordo. – ela revirou os olhos e foi emburrada pelo resto do caminho até em casa.

Quando passamos pela porta de casa, todos que estavam na sala, nossos pais, irmãos e amigos pularam em nós, ficando todos em um abraço coletivo.

Enquanto todos a abraçavam, fui até o Scooter e perguntei se o carro já estava na garagem, ele disse que sim. Então voltei até ela.

- Amor, pode pegar meu celular no carro, por favor? – pedi a abraçando pela cintura.

- Claro. – me deu um selinho e saiu. Chamei a atenção de todos para mim.

- E ela vai gritar meu nome em 3, 2, 1...

- JUSTIN DREW BIEBER. – ouvi seu grito vindo da garagem.

- Eu disse. – comentei e fui para a garagem com os outros logo após. Ela estava parada em frente ao Dodge, com as mãos na boca e os olhos brilhando.

Não tem nada melhor do que ver seus olhos brilhando assim.

- Gostou? – perguntei sorrindo.

- Seu filho da puta! – gritou e pulou em mim. – Sem ofensas, Pattie.

- Tudo bem, querida. – minha mãe a tranquilizou e ela me beijou.

- Gostou? – perguntei novamente.

- Se eu gostei? Justin, é a porra do carro que eu procuro há quase um ano. É claro que eu gostei. Obrigada.

- Qualquer coisa para te ver sorrir assim, princesa.

- Há quanto tempo você estava me escondendo isso?

- Três meses. – confessei. – Eu escondi o carro, você escondeu a gravidez. Estamos quites, não?

Ao invés de responder, ela só me abraçou apertado. E não tinha outro lugar no qual eu quisesse estar a não ser nos seus braços. E eu poderia morrer ali.


Notas Finais


Olha só que amorzinho. Teve até um mini hot pra vocês, eu to boa demais.

Nada mais a declarar por enquanto. Então, até amanhã.

Ah, nunca pedi nada pra vocês, então, comentem.

Xo Laviis e Zie'❤


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