História Start Over Again - Capítulo 27


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Categorias Beyoncé, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 75
Palavras 2.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meninas turo bom?

Mais um capítulo topzeira pra vocês hein...

Notas finais, please

Capítulo 27 - This Life Brought Me You


Rosie Bieber

Los Angeles

- Não, senhor. No meu bebê você não toca. – disse puxando Justin pela camisa quando ele quis entrar no lado do motorista do meu Dodge.

- Qual é, amor?! Fui eu quem te deu. – disse já fazendo drama. Sentei atrás do volante e fechei a porta, esperando ele fazer o mesmo.

- Vai ficar aí parado ou vai querer ir pra consulta do seu filho? – já estava começando a ficar irritada. Ele bufou e entrou, batendo a porta. – Não bate a porta. Não faço isso com os seus carros.

- Desculpe. – pediu baixinho, sabendo que eu tinha razão. Por mais irritada que eu pudesse estar, nunca descontava nos carros, arrisco a dizer que gostava deles mais do que Justin.

- Vai ficar com raiva porque não te deixei dirigir? – perguntei quando já estávamos na metade do caminho e ele não tinha dado uma palavra sequer.

- Vou. – respondeu ainda sem me olhar, mas seu tom de voz era brincalhão e logo sua mão esquerda estava fazendo carinho na minha coxa desnuda.

- Te deixo dirigir na volta. – e ele sorriu.

Quando chegamos na clínica, Justin apertou minha mão e senti que ele estava nervoso, suando frio. É claro, era a primeira consulta em que ele vinha comigo e provavelmente iríamos descobrir o sexo do bebê.

- Bom dia, temos uma consulta com o Gustavo agora. – disse para a senhora na recepção.

- Só um segundo, querida. – pediu e começou a mexer algumas coisas.

- Tinha que ser um homem? – Justin perguntou um pouco alto demais. – Ele vai te ver nua. – a senhora riu.

- Ele é médico, Justin. E é amigo do Alec, foi ele quem me indicou o Gustavo. – revirou os olhos. – Amo te ver com ciúmes.

- Rosie Bieber, certo? – a senhora perguntou, percebi Justin sorrindo ao ouvir meu nome acompanhado do seu sobrenome.

- Eu mesma.

- Consultório 103.

- Obrigada. – sorri e saí puxando Justin pela mão, dessa vez agradecendo à Deus por não precisar mais me esconder.

- Veja só se não são os papais do ano. – Gustavo brincou quando entramos, eu ri e o cumprimentei. – Gustavo Motta, médico da sua esposa. – disse estendendo uma mão para Justin, que aceitou relutante.

- Justin Bieber. – disse como se Gustavo já não soubesse.

- Não se preocupe com nada, sou apenas o médico dela. – Gustavo disse ao perceber que Justin estava com certo nível de ciúmes. – Bom, vamos primeiro às perguntas. Como se sente? Enjoos? Tonturas? Dores? – perguntou se referindo a mim.

- Enjoos nem tanto, só quando um cheiro não me agrada, mas não cheguei a vomitar nenhuma vez. Tontura nenhuma. E. Meus. Peitos. Doem. – comecei com o drama. – Não que eu goste, mas não posso mais usar sutiã, Gustavo. Meus peitos estão enormes e se eu passo mais do que uma hora com sutiã, começam a doer. – ele riu.

- Isso é normal. Seus seios vão continuar crescendo, afinal, seu corpo está assumindo o controle por saber que você vai ter um filho. Sugiro que não use muito sutiã, pode atrapalhar e fazer doer ainda mais. E compre novos se realmente precisar usar, e em tamanho maior. Alguma pergunta, papai?

- As coisas que ela pode ou não comer. – foi direto ao ponto.

- Ah, sim. Eu já falei isso a ela, mas suponho que ela não tenha repassado à você. Bem, alimentos saudáveis sempre que possível, na maior parte do tempo. Fast food, no máximo, uma vez por semana. O colesterol dela precisa estar controlado e na média, ou pode levar a problemas não só para ela como para o bebê também.

- Ouviu? – perguntou com um sorriso debochado. Revirei os olhos. – E quanto ao sexo? – perguntou do nada, fechei os olhos e me segurei para não lhe dar um tapa. Gustavo só riu.

- Justin! – disse em tom de aviso.

- Princesa, você está grávida, o mundo inteiro sabe que nós fodemos. – aí foi impossível segurar o tapa, que fez um barulho alto contra sua coxa. – Fazemos amor. – se corrigiu.

- Essa pergunta é mais frequente do que imaginam. Bem, não tem obstrução nenhuma quanto ao sexo. Afinal, ajuda a diminuir a tensão. Mas só até o oitavo mês ou, no máximo, ao entrar no nono, pode fazer com que a bolsa estoure antes da hora. E não queremos isso, certo? – concordamos. – Bom, vamos para a ultra. Rosie, deita aí e levanta a blusa até a altura dos seios. Pode sentar, Justin.

Deitei na cama cercada por aparelhos e fiz o que ele mandou, Justin sentou ao meu lado e segurou minha mão. Logo senti o gel gelado ser espalhado pela minha barriga e me arrepiei.

- Está tudo certo com o pequeno. Tamanho e peso de acordo com o tempo de gestação. – ele disse depois de alguns minutos passando um aparelho pela minha barriga e olhando na tela. – Os órgãos dele já estão bem formados e ele já pode ouvir os barulhos externos, portanto, já reconhece a voz dos pais. – Justin tinha um sorriso orgulhoso no rosto. – Querem ouvir o coração pela primeira vez?

- Ainda não ouviu? – Justin me perguntou.

- Não. É um momento de nosso. – disse e ele sorriu. – Queremos, Motta.

Ele mexeu nos aparelhos e logo um som maravilhoso encheu o ambiente. O som do coração do nosso bebê. Som de vida. Justin derramou algumas lágrimas em meio a um dos sorrisos mais lindos que já vi no seu rosto. Eu não estava muito diferente.

- Tem como saber o sexo? – perguntou depois de enxugar o rosto.

- Está com as pernas fechadas. O que acha de conversar um pouco com ele, papai? – Gustavo propôs e na hora peguei meu celular para filmar o momento. Justin se abaixou a altura da minha barriga.

- E aí, filhote? – disse todo carinhoso. – Espero que aí dentro seja muito melhor do que aqui. E que a mamãe também seja tão linda por dentro quanto é por fora. – eu já chorava, Gustavo olhava tudo sorrindo. – Olha só, eu e a mamãe queremos sair daqui prontos para falar para a nossa família se você é menino ou menina, e começar a montar seu quartinho também. Mas pra isso, eu preciso que você nos ajude. Mostre pro papai se você é um menino, ou uma princesinha como a sua mãe. – sorri. – Te amo, viu? Mal posso esperar para te ver e te segurar nos meus braços. – beijou minha barriga onde não tinha gel e levantou enxugando mais algumas lágrimas, se abaixou até mim e me deu um selinho.

- É, papai. Parece que deu certo. – Gustavo sorriu para nós. – Pode ir preparando os discursos de pai super protetor, Justin. Vem uma menininha aí.

- Eu to fodido. – lamentou, mas com um sorriso enorme no rosto.

Como tínhamos marcado com nossas famílias e amigos só no jantar para contar o sexo, quando chegamos em casa, fiquei jogada no sofá assistindo um filme qualquer enquanto acariciava minha barriga e Justin sumiu no escritório assim que chegamos.

Quando ouvi barulho de passos, o vi vindo na minha direção. Ele largou o celular na mesinha de centro e se jogou em mim. Escorregamos do sofá e ele nos virou, ficando por baixo de mim para eu cair sobre ele, e não ele sobre mim e a bebê.

- Você não fez isso. – ralhei.

- Não foi a intensão, juro.

Deitou no sofá direito e me puxou junto. Ficamos só curtindo o momento até Ellie e Maria aparecerem.

- Bem, precisamos fazer compras. – Ellie disse mostrando uma lista.

- O que acha de irmos fazer as compras? – propôs. – Gustavo disse que você não pode ficar só deitada o tempo todo.

- Tá, tudo bem. – disse e levantei, pegando a lista com Ellie.

[...]

Ver Justin empurrando um carrinho de supermercado enquanto eu pegava algumas coisas nas prateleiras me fazia pensar em como seria se nós dois fôssemos pessoas normais, e não levássemos a vida que temos.

Se não fôssemos famosos e não tivéssemos nos conhecido justamente por conta do nosso trabalho, ele seria um professor de música ou de luta em uma cidadezinha do Canadá e eu seria uma professora de História em alguma escola de Houston.

Então passou pela minha cabeça que se as coisas tivesse seguido normalmente e nós dois fôssemos pessoas normais, nós provavelmente nem nos conheceríamos.

Ele arrumaria uma mulher que pensaria amar e ela lhe daria um ou dois filhos, e ele trabalharia incessantemente para sustentar os filhos e a esposa com seu salário de professor de escola pública. Depois veria o quão fracassada sua vida sexual se tornou por passar mais tempo trabalhando do que com a sua mulher e se divorciaria dela.

Já eu, curtiria minha vida sozinha até certa idade, depois arrumaria um cara bonito o suficiente para fazer um filho em mim e depois o dispensaria. Criaria meu filho sozinha, e Justin não seria o pai.

O pensamento me aterrorizou ao mesmo tempo em que me divertiu e eu ri alto, chamando a atenção de todos que estavam próximos.

- O que? – Justin perguntou confuso.

- Nada. Estava pensando em como seria se nós dois fôssemos pessoas normais. – ele riu junto comigo.

- Provavelmente nem nos conheceríamos.

- É. E essa é a primeira vez que agradeço à Deus por nós dois sermos famosos. Eu não teria você se minha vida fosse diferente. – ele sorriu meio tímido e veio até mim, me abraçando e me dando um selinho.

- Eu nunca iria querer outra vida. Essa vida que nós dois levamos pode ser meio louca de vez em quando, mas foi essa vida que me trouxe você. Eu te amo.

- Eu também te amo. – sorri e o abracei. – Quem diria, nós dois nos declarando em um supermercado. – ele riu alto.

- Vamos logo passar essas compras e voltar para casa, bolinha. – disse voltando a empurrar o carrinho com uma mão enquanto a outra segurava a minha.

- Não me chama assim. – ralhei e peguei algumas barras de chocolate quando passamos pela sessão dos doces.

- Tá. – disse com ironia olhando para os doces, mas ele não estava me negando nada ultimamente, então não falou mais nada.

A caixa do supermercado ficou meio assustada quando percebeu que éramos eu e Justin fazendo compras, tanto que se atrapalhou toda e acabou derrubando algumas coisas, causando o maior alvoroço.

- Ah, meu Deus. Me desculpem. – disse constrangida.

- Tudo bem. – sorri para ela enquanto Justin colocava as compras no balcão, segurando uma risada. Dei uma cotovelada nele.

- É só meio estranho passar as compras de uma cantora que minha irmã vive cantando as músicas. – disse já recomposta.

- Você tem uma irmã? – perguntei lembrando de mim e Isabelle pequenas.

- Tenho. Ela tem quinze anos. Somos só eu, ela e minha mãe. – disse sem me olhar, me senti incomodada por isso. – Por favor, não fique com pena de nós. O amor da família nos faz superar tudo.

- Sei como é. – sorri instintivamente passando uma mão na minha barriga.

- Você é mais linda ainda grávida. – sorriu para mim.

- Viu? Não sou o único que acha isso. – Justin disse e me roubou um selinho. Ela sorriu nos olhando.

- Do que a sua irmã gosta? – perguntei decidida a lhe dar um presente.

- Bem, ela me pediu um cd seu, mas... – nem esperei ela terminar.

- Só um minuto. – pedi. – Não feche o total ainda. – fui até a área onde ficavam os CDs e DVDs e peguei os meus quatro discos que estavam disponíveis ali, juntamente com o DVD da I Am... e voltei para o caixa. – Tem uma caneta? – perguntei a ela, que me entregou uma caneta. – Qual o nome dela?

- Crystal. – autografei todos os CDs e o DVD, com dedicatória e tudo e lhe entreguei junto com a caneta.

- Um presente para a sua irmã. Pode passar junto e leve para ela. Diga que mandei um beijo. – ela, ainda meio estática, passou tudo e guardou dentro da bolsa.

- Ela vai amar. Obrigada. – seus olhos brilhavam.

- Não é nada. – sorri de volta.

No estacionamento, eu quase morria de tanto rir enquanto Justin tentava carregar todas as sacolas de uma vez só, já que ele não me deixou ajudar.

- Amor, não vai dar. – disse ainda rindo.

- Eu não quero voltar para pegar as outras. Vai tudo de uma vez. E para de rir. – brigou me olhando feio.

- Não consigo. – disse rindo ainda mais e me encostando no carro. As pessoas ao redor olhavam e riam de nós dois, mas quem disse que eu ligava.

Foda se as pessoas olhando. Eu estava tendo um raro momento de pessoas normais com meu marido no estacionamento de um supermercado. Pode parecer tosco, mas era um dos poucos momentos em que éramos nós mesmos em um lugar público. Ali éramos apenas Justin e Rosie, marido e mulher. Não um dos casais mais ricos e poderosos do mundo, como as revistas nos descrevem.

Antes de sairmos, algumas pessoas se aproximaram e pediram fotos, autógrafos ou simplesmente um abraço, aceitamos de bom grado e ficamos ainda cerca de meia hora lá os atendendo, depois fomos para casa.

[...]

- Então, vão contar logo ou querem enrolar mais um pouco? – Alec perguntou já impaciente.

- Então... – me levantei. – O Bieber que vem aí é uma menina. – todos começaram a gritar e nos abraçar.

- Filho, sua namorada está a caminho. – Ryan disse para Alex. Justin fechou a cara na hora.

- Hey. Minha princesinha não. Ela ainda nem nasceu e você já tá jogando esse moleque pra cima dela. – acusou Ryan.

- Não fala assim do Alex. – defendi pegando meu afilhado no colo. – Ele é lindo. – Alex deu a língua para Justin e todos riram.


Notas Finais


Esse tá tão fofinho que nem parece que fomos nós que escrevemos. O próximo eu ainda não sei como classificar a mistura de emoções que vão rolar nele, então, aguardem.

Isso é tudo por enquanto. Até amanhã❤


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