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História Start Over -Hyewon- - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi oi! Faz muito tempo que eu não venho aqui, da até uma nostalgia.
Sobre o que eu coloquei na sinopse: Vão ter sim algumas características e semelhanças de Rosy, MAS não significa que será igual, nesse primeiro capítulo veremos isso. Se alguém aqui já chegou a ler Rosy vai conseguir notar (se lembrar, já que faz tempo que eu postei e que foi tirada do ar ;-;).
Sobre o começo do cap: Vou entrar um tópico que eu não vou me estender muito, vai ser bem raso, só para poder dar uma base (já que definitivamente não é o foco da história). Eu não sei se eu acabei sendo rasa demais e acabou ficando incompleto...

Boa leitura a todos e muito obrigada desde já.
Bem vindos a Start Over<3
(Os personagens aparecerão nas capas)

Capítulo 1 - 1 -Starting Over-


Fanfic / Fanfiction Start Over -Hyewon- - Capítulo 1 - 1 -Starting Over-

Son Hyejoo nunca pensou que o mundo poderia dar tantas voltas e tantos tapas na sua cara como nos últimos sete meses. Se o universo achasse que a adolescente de dezesseis anos tinha coração e cabeça para isso, ele estava plenamente errado.

Son Hyun, seu pai, estava há alguns anos indo de mal à pior. Aos seus dezoito anos o homem descobriu sofrer de TDI ((Transtorno dissociativo de identidade), devido ao um trauma de infância).

Embora sua segunda personalidade fosse violenta, pavio curto, completamente estourado e agressivo; era difícil ela dar as caras, apenas quando vivenciava momentos que o levava a se alterar negativamente. Mas sua esposa, Son Jiyeon, e seus familiares faziam de tudo para a estabilidade do jovem Son.

O que pareceu melhorar ainda mais a estabilidade dele foi o nascimento da filha, Son Hyejoo. Por oito anos tudo se manteve em ordem, até a volta de seu primeiro filho, Son Dakho (fruto de uma noite qualquer com sua ex).

A presença contínua de seu primogênito mexia completamente consigo, trazendo sua segunda personalidade mais frequentemente podendo ficar dias nessa situação. Até chegar o fatídico dia que Son Hyun sumiu de vez, ficando apenas o agressivo Son Junghyun.

Tudo estava se tornando um inferno. Com a vinda de Dakho, os Son’s se mudaram de Busan para Seoul, se mudando para um simples bairro residencial. As duas mulheres da família até pensaram que com a mudança tudo poderia voltar como antes, mas não, até parecia que tinha piorado.

A partir do sétimo ano deles em Seoul, o que estava ruim conseguiu piorar (claro que conseguiu, o que ‘tá ruim sempre conseguia piorar), a família Son começou a passar por uma grande crise financeira, onde “magicamente” 75% do dinheiro da família “sumiu” (Hyejoo podia jurar que tinha sido o embuste do seu irmão, mas sua mãe sempre a repreendia por esse pensamento), além de Jiyeon passar pela porta da frente carregando um exame de gravidez  e simplesmente ignorando qualquer tipo de pergunta, apenas garantindo que a criança era de Son Hyun (já que a mulher negava com todas as forças Son Junghyun como marido).

Com todas as desgraças batendo na janela e Son Jiyeon grávida do segundo trimestre, Dakho vendo tudo desabar, pegou suas coisas e saiu sem nem falar um obrigado - ficando apenas os três na casa.

Até o dia que as duas Son’s acharam Son Hyun no chão da sala sangrando, com uma garrafa quebrada (com sangue) com um bilhete explicando o que tinha acontecido- embora a cena tenha sido bem autoexplicativa.

Claro que com toda essa enxurrada de acontecimentos e emoções, Jiyeon quase acabou perdendo a criança, mas por alguma força maior tudo deu certo e mesmo nascendo bem prematura, Son Rowoon veio ao mundo saudável.

Completamente perdidas, as duas apenas seguiam no automático, Jiyeon em licença maternidade por conta do pequeno e Hyejoo indo para escola, embora não conseguisse absorver nada de conteúdo.

Como se tudo não conseguisse ficar mais confuso, um homem aparece na porta dizendo ser advogado de Son Hyun - não de Son Junghyun - e que ele tinha algumas coisas para serem tratadas, fazendo o coração das duas quase pararem.

Em sumo, tinha momentos em que Son Hyun conseguia voltar no controle e vendo toda a situação que sua esposa e filha estavam, ele retirava parte do dinheiro guardando em uma conta separada apenas para as duas. Além de pegar uma parte para comprar um outra casa, maior e melhor - digna das duas mulheres que salvaram a vida dele.

-Ele me ligou desesperado, chorando de uma forma que eu nunca vi. Eu não sabia o que fazer, ele só me passava instruções sobre sua conta bancária e sua vontade de comprar uma casa nova ao nome de Son Jiyeon. Depois de semanas ele me ligou novamente bem afobado e explicou um pouco melhor as coisas. Fazia um bom tempo que ele planejava isso e eu só devia contatar a senhora algum tempo depois do acidente.

Demorou um tempo até toda a papelada estivesse pronta (tanto da casa nova e da venda dessa casa) e as duas conseguissem assimilar tudo.

***

Devido ao curto tempo de esvaziarem sua antiga casa, Jiyeon e Hyejoo apenas empacotaram tudo e partiram para a nova casa (a mais velha delas achava melhor elas só “aceitarem” a nova casa já que seria melhor elas trocarem os ares, ainda mais depois de tudo que tinha acontecido).

A casa estava cheia de caixas e das coisinhas do Rowoon, já que ele era o que mais precisava de atenção e cuidado, então em qualquer um dos cômodos tinha alguma coisa para facilitar a vida das duas.

-Essa é a última? - A jovem perguntou e deixou a caixa na bancada da cozinha.

-Sim, pode deixar aí! Eu vou tentar dar uma arrumada aqui. Pode ir arrumar suas coisas ou descansar, não sei. Só não faz muito barulho para não acordar seu irmão. - A mulher abraçou a fortemente a filha - Muito obrigada, Hye. Eu te amo filha.

Como era maior que sua mãe, a garota abaixou seu rosto e beijou a testa dela e saiu para seu quarto.

Era muito surreal tudo que tinha acontecido com sua vida, ela nunca tinha se acostumado direito com Seoul, mal tinha amigos direito, sua escola era uma bosta, a garota nunca foi muito boa com mudanças, qualquer coisa mais drástica já era motivo de sua cabeça rodar.

Ao chegar em seu quarto - cheia de caixas também - se direcionou até a cama de baixo do beliche (não fazia a mínima ideia do porquê que tinha duas camas no seu quarto. Bom, mais um lugar para acumular suas roupas) e viu seu lobinho de pelúcia, seu primeiro companheiro de vida e o abraçou fortemente. Se acomodou melhor na cama e respirou fundo, o quarto todo escurinho e quente, vendo a neve cair pela pequena fresta que a cortina, poderia dar uma cochilada facilmente.

E de fato estava quase dormindo, se não fosse o choro estridente do caçula e escutar sua mãe gritando para que ela fosse acudir. Coçou o olho e com muita preguiça seguiu até o quarto do irmão.

-Hey, já cheguei. - Pegou o bebê do berço e o acomodou em seus braços, vendo ele parar de chorar.

Hyejoo começou a ninar o bebê em seus braços e tentando fazer ele voltar a dormir, nada contra cuidar do seu irmão, mas estava exausta, tinha carregado caixas demais. Ao ver que o irmão se acalmou, o arrumou cuidadosamente e saiu do quarto. Pegou um casaco mais grosso e seguiu até o grande quintal da casa, a piscina vazia, uma pequena área de convivência com uma copa e umas espreguiçadeiras.

Tirou a neve de uma das espreguiçadeiras e se sentou, apenas sentindo o vento frio e neve. Ela simplesmente amava o inverno, se pudesse poderia ser inverno para sempre. A Son até poderia continuar se perdendo em seus pensamentos se não tivesse sentido uma batidinha em seu coturno.

Tirou a neve de uma das espreguiçadeiras e se sentou, apenas sentindo o vento frio e neve. Ela simplesmente amava o inverno, se pudesse poderia ser inverno para sempre. A Son até poderia continuar se perdendo em seus pensamentos se não tivesse sentido uma batidinha em seu coturno.

“Neve se mexia?”

Começou a tirar o excesso de neve que tinha no piso e viu uma pequena - foco no pequena- bolinha de pelo, tão branco como a neve e tremendo tanto que pensou que algo poderia estar acontecendo com o bichinho.

Pegou o serzinho e o levou para dentro, era um pequeno cãozinho, filhote com toda certeza, deveria estar perdido.

-Olha o que eu achei. - Mostrou para a mãe o cãozinho que estava todo embrulhado em seu casaco.

-O que é? - A mulher se aproximou curiosa e viu apenas o focinho pequeno do animal.

-É um filhotinho, ele estava lá na neve. Tremendo mais que não sei o quê.

A Son mais nova apenas deu um sorriso para a mãe e que definitivamente já estava entendendo o que a filha queria dizer.


Notas Finais


Olaaa! Voltei

Espero que tenha ficado entendível, admito que estou um pouco preocupada, mas seguimos firmes.

Eu queria agradecer a todos que leram, se não der certo esse projeto eu me finjo que eu não fiz nada.
Tomara que vocês tenham gostado e até o próximo<3


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