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História Starting Again - Capítulo 9


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Notas do Autor


Do nada, oioi 🤣

Capítulo 9 - 9- Sparks Fly


Fanfic / Fanfiction Starting Again - Capítulo 9 - 9- Sparks Fly

Bonnie P.OV


Agradeci a Deus mentalmente por Damon nem ter me olhado quando pousamos em Seattle, ele foi buscar nossa bagagem com Rick e dessavez despachariam direto para Toronto. Depois que sentei com Elena, tentei ao máximo evitar conversa, passei o resto da viagem fingindo que dormia. Mas agora estávamos as duas sentadas no aeroporto a espera do voo e com Stefan de contrapeso

- Damon está estranho. - comentou Stefancom olhar pensativo - Ele é sempre tão atento.

Jeremy já tinha dito que Klaus não podia ser morto com estacas de madeira mas quando Bonnie disse que tinha falado com Elly ele não lembrou, disse que seu plano era matá-lo com uma.

- Talvez alguma coisa estivesse tirando a atenção dele. - Elena disse arrepiando os fios de seu casaco de camurça - Ou talvez simplesmente tenha esquecido

Damon nunca esquece detalhes tão importantes como esse...

- Estou com fome. Vocês não? Acho que vou comer algo. - interrompi aquela conversa, pois tudo que eu menos precisava agora era ficar ouvindo o nome de Damon. Eu ainda não tinha parado de imaginar o paraíso... ops... a tragédia que teria acorrido mais cedo.

Ah, eu vou com você. Também estou faminta. - Elena disse levantando e me levando junto - Você vem? - perguntou a Stefan.

Não, não. Vou esperar Rick e Damon aparecerem. - negou com a cabeça.

Elena e eu seguimos para a praça de alimentação. A parte de eu estar com fome era verdade e meu organismo não consegue ficar sem ingerir quello ou catchup por mais de uma refeição. Não entendo como Elena sobrevive com suas barrinhas de cereais, leite, pães e torradas Integrals. Mas eu ainda tinha usado a fome pra me livrar do assunto "Damon' que Stefan estava falando, só que eu não estava nem um pouco afim de esperar na fila, mesmo que fossem um milkshake de ovomaltine e batatas fritas

Elena, eu vou ao banheiro, não demoro.- Tudo bem Bonnie. - ela disse simpática.

Entrei no banheiro feminino que estava vazio, olhei-me no espelho por alguns segundos esperando o tempo passar. Estava entediada. Olhe a tela do celular e de repente tive certeza de ter visto algo passar muito rápido ao meu lado, logo depois uma das portas dos boxes bateu fazendo um barulho alto. Me assustel, mas o banheiro continuava vazio (pelo menos eu pensava assim). Eu já vi o suficiente na vida pra acreditar em fantasmas e tudo mais e se all tinha algo sobrenatural que não queria ser encontrado eu era inteligente o suficiente pra saber que era encrenca e covarde demais pra querer enfrentar. 

Me virei com pressa pra sair dali mas cabei dando de encontro com Damon e tombel de bunda no chão. Olhei pra cima e o vi com as mãos no bolso sorrindo.

Idiota, você me assustou. - disse levantando com a ajuda dele,

Mas eu só entrei. -ele deu de ombros Não tenho culpa se você é sobressaltada.

- Da próxima vez tente não bater as portas dos boxes quando entrar. - disse irritada.

- Mas eu não bati porta nenhuma.

- Até parece Damon! - revirei os olhos.

- To falando sério.

Sel. E o que não fazendo no banheiro feminino?

Ele sorriu de lado.

- A gente não terminou uma coisa. - falou passando o indicador sobre os lábios.

- Que coisa?

E me beijou

Eu nem tive escolha. Ele simplesmente puxou-me pela cintura e me beljou, já com mão boba

- Damon... - falei tentando afastá-lo, mas ele apenas deixou de beijar minha boca para atacar meu pescoço. Suas mãos apertavam minha cintura deixando-me ainda mais junto de seu corpo. Seus lábios sugavam a pele de meu pescoço causando vibrações no meu corpo e eu com certeza teria marcas depois 

- Damon. - tentei afastá-lo de novo, mas ele voltou a beijar minha boca, me calando.

Deixei o desejo falar mais alto e correspondi ao beijo

Rodeei meus braços em seu pescoço e invadi minha lingua em sua boca. Damon me empurrou até a parede e percebi que estávamos dentro de um dos boxes. Minhas costas doeram contra o concreto duro mas não me importei.

Passei minhas mãos por debaixo de sua camisa arranhando seu peitoral malhado. Ele arfou separando nossos lábios e me olhou nos olhos por alguns segundos voltando a me beijar depois

Senti sua mão sobre minha intimidade me deixando totalmente excitada, ele desabotoou o botão do meu jeans e iria abaixar o ziper, quando...

- Bonnie? - a voz de Elena surgiu - Você tá aqui?

Damon parou de me beijar e bufou pousando a cabeça no meu ombro. Passei a mão por seu cabelo bufando também e abracei seus ombros. A mão dele continuava em meus "paises baixos" e continuava movendo-a 

Elena chamou outra vez. Fiz ele parar. Me afastei, arrumei minha roupa e meu cabelo. Olhei ele estava com uma cara de decepcionado como uma criança que tinha perdido o melhor brinquedo, movi os lábios em um "Sala só depols' e ele assentiu. Acho que se ele tinha mesmo ficado excitado iria precisar de um tempo sozinho com suas mãos. Se entendem...

- Elena, a fila andou rápido? - perguntei saindo do box e fui até uma das pias para lavar as mãos, como se eu tivesse mesmo usando o banheiro todo esse tempo.

- Na verdade demorou bastante. - ela disse segurando toda a comida que pedimos - Você já veio aqui faz um tempão, fiquei até preocupada.

- Preocupada? - ergui as sobrancelhas - Eu só vim ao banheiro

- E, mas você sabe... Tem esse vampiro de que estamos fugindo, sabe lá por onde ele anda e o tanto que sabe sobre a gente.

- Não estamos fugindo! - disse pegando meu milk shake e minhas fritas da mão dela, depois segui para fora do banheiro fazendo-a meseguir - Estamos dando um tempo, ganhando tempo. Como você mesma disse, não sabemos muito sobre esse Klaus, mas sabíamos que ele já sabla sobre nós em Mystic Falls, então saímos de lá até sabermos o que fazer. - expliquei.

- Ok, então

Comemos nossos lanches, depois encontramos Stefan e Rick. Damon só apareceu quando nosso voo foi anunciado. Entramos no avião e cada um foi para o seu lugar, Rick, Stefan Elena ficaram juntos. Damon ficou algumas poltronas a frente deles e eu fiquei duas atrás.

Sentei ao lado de um rapaz que era até bem atraente, ele vestia uma camisa e calça social preta, gravata cinza e tinha os cabelos bem penteados, todos devidamente alinhados pro lado.

Peguei o grimório de minha bolsa, não era o grimório de Emily, era um menor. Comecei a ler.

- É latim? - perguntou o rapaz ao meu lado.

- Hm... - eu o olhei - É. Conhece latim?

Conheço bastante. – ele me sorriu- Aprendi com minha mãe. - comentou.

– Ah, e sua mãe é professora, arqueóloga... algo do tipo? - perguntei interessada, eu sabia que alguns arqueólogos descobrem muitas coisas que pessoas normais acreditam ser bobagem, mas como já disse, já vi o suficiente pra acreditar em tudo.

– Ah, não - ele cruzou os braços. Ela gostava de ler sobre essas coisas antigas, ela já morreu.

- Oh, eu sinto muito.

- Tudo bem. - ele sorriu reconfortante, depois olhou o livro aberto sobre minhas pernas.

Tentei ser discreta, fechei o livro e o guardei. Eu não ia ficar com isso aberto ao lado de alguém que conseguia ler o que continha ali. Ele parecia ser legal e vai que me acha louca. Além disso, tinha informações valiosas e perigosas ali.

- Desculpe. pareceu desconcertado - Não queria te atrapalhar.

- Não, não. Tudo bem, você não atrapalhou. Só não estava mais afim de ler, ainda não entendo bem essa língua. - comentei.

- Ah, sim. - ele assentiu - Está indo a Toronto pra passear?

Eu não soube muito bem o que dizer porque não tinha pensado que alguém me perguntaria sobre isso, e eu não podia simplesmente dizer que era uma bruxa e estava fugindo de vampiros.

- Ah... hm... Mais ou menos. me atrapalhei - Estou indo com uns amigos, acho que vamos passar uma temporada, assistir as olimpíadas de inverno talvez, ouvi dizer que é bem legal.

–Ah você devia! Você e seus amigos. Gostaria de conhecê-los.

- E você? Não tem sotaque canadense, não acho que seja daqui. - observei.

- Não sou... - ele olhou pra frente e respirou fundo É complicado... Tem haver com minha família.

Tudo bem, não precisa contar a uma estranha. – eu sorri.

Ele me olhou e sorriu também.

- Sou Bonnie.

- Hm, sou Elijah. Ouvi Elly me chamar e fiz uma careta na hora. Elijah me olhou estranho, e então sorri pra ele, disfarçando. Tentei perguntar mentalmente a Elly o que queria, mas não consegui mais ouvir sua voz, era como uma chamada de celular quando se está dentro de um túnel, a ligação começa a chiar e você perde o contato com a pessoa. Será que minha conexão com ela estava sem sinal porque eu estava em avião? Não obtive resposta.

– Tudo bem? – me perguntou parecendo preocupado.

- Sim. – assenti sorrindo – Ah, me conte um pouco sobre o Canadá.




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