História Stay Determinated! - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Burgerpants, Doggo, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Asgore, Asriel, Beijo, Chariel, Comedia, Decepções, Determinação, Doggo, Drama, Dreemurrs, Flowey, Frans, Frisk, Genocide, Grillby, Insinuação, Mettaton, Pacifista, Papton, Papyrus, Piadas, Poderes, Revelaçoes, Romance, Sans, Sansy, Tori, Toriel, Tsundere
Visualizações 30
Palavras 1.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente mais um capítulo, tá foda escrever e tá mais foda ainda arrumar leitores, but I DONT vou desistir ;u; Eu acho que o cap ficou meio sem foco, mas, vamos lá! Leiam e gostem! >:3

Capítulo 3 - Um PÉSSIMO momento?


Chara já estava deitada na cama, ouvindo aquelas estranhas musicas japonesas que sua irmã tinha aos montes, não que ela gostasse de cultura japonesa ou essas coisas, não, jamais! Mas ate ela tinha que admitir que as musicas tinham uma batida legal;

Foi quando ouviu o som do motor do carro de Asriel lá fora, rapidamente colocou o Ipad de sua irmã de volta no lugar e pegou o seu, colocando o Rammstein no volume máximo, não era bisbilhotagem ou roubo se ninguém a pegasse no ato e/ou desse por falta. Certo?

Ficou de olho no soslaio da porta, dava pra ver as sombras de... Quatro, então retirou um de seus fones para ouvir o que eles conversavam;

—Entendido? Sei que parece superproteção mas...

—E-Eu entendo irmão... Mas eu sei me cuidar...

Asriel deu uma risada amistosa.

—Tá bom minha maninha;

Então um estalo de beijo finalizou a conversa e quase imediatamente Frisk entrou no quarto, corada, ela se deitou na cama ao lado de Chara, coisa que a mesma odiava, afinal, as duas tinham camas separadas justamente para evitar de se encontrarem no mesmo móvel;

—Asriel é tão protetor... Mas eu me sinto mal por achar isso sufocante...

—Deixa eu adivinhar, andando na rua sozinha?

—N-Não, eu vim com o cara do cachorro quente...

A garota de olhos vermelhos ficou encarando sua irmã por um tempo, ate cair na gargalhada;

—Caralha Frisk! Tanto homem no mundo pra você se apaixonar e você cai na lábia de um vendedor de hot-dog?

—A-A gente não tá saindo! Ele só me acompanhou por uns 10 metros! Caramba Chara! – Frisk teve que dar uma travesseirada na sua irmã pra ela sair da crise de riso – Você é chata, céus!

—Ai ai, desculpa, desculpa, foi mal... Onde tá o Asriel?

—Na cozinha eu acho... – respondeu Frisk saindo da cama da Chara, indo pegar seu Ipod

—Melhor eu ir lá, ele vai querer comer o resto do meu macarrão...

—Acho que ele não vai comer o macarrão, suas barras de chocolate já estão abertas...

Percebendo a possibilidade de ter seu chocolate reduzido, Chara levantou como Usain Bolt a procura do Ouro nos 100 metros rasos e foi direto pra cozinha;

—Que... – indagou Frisk olhando pro seu aparelho de musica – Mas eu não selecionei essa música...

 

Na cozinha Chara teve a terrível visão de seu irmão levando o Hersheys de Chocolate Meio Amargo a boca e de um jeito extremamente astuto ela impediu que seu irmão desse a primeira mordida na barra do doce – utilizando de um simples e eficaz peteleco na testa dele.

—Auch! Chara? – ela pegou então a barra dele - Qual é, só um pedaço!

—Nada disso! Esse é o único que sobrou!

—ÚNICO?! – respondeu o rapaz sorrindo – Tem umas cinco barras aqui!

—Esse chocolate tem que durar um mês inteiro! E eu sou mulher! Naqueles dias eu preciso deles! Cada pedaço!

Asriel abriu a boca, mas discutir com Chara e com a lógica feminina não levariam a lugar nenhum. Sabiamente ele apenas suspirou e deu de ombros, mas a garota impediu que ele prosseguisse.

—UM pedaço... Abra a boca...

—Me dá logo isso ai, vai...

—Abre a droga dessa boca ou eu guardo e te faço comer um alho cru...

O rapaz sorriu e obedeceu, fechando os olhos e abrindo a boca, quase pondo a língua para fora. Por alguma razão, Chara ficou encarando-o por um tempo, apreciando aquela imagem.

—Vai me dar ou não?

—C-Claro, mas fecha os olhos!

—Fechar os olhos? Você vai me dar um alho não vai?

—Porcaria! Fecha esses olhos logo! – falou Chara finalizando a discussão e quebrando um quadradinho do chocolate e colocando na boca dele.

Asriel tinha um hálito mentolado e os dentes certinhos no lugar e sem os caninos eram ate deveras assustadores... E bastante... Atraentes, porque não? Ele fechou a boca para comer o quadradinho de chocolate enquanto o dedo de sua irmã ainda estava em seus lábios;

Lentamente ela o puxou para fora...

—Okay, valeu Chara, agora já vou... Tenho que resolver mais umas burocracias de faculdade, se a mamãe ou o papai perguntar, você já sabe o que dizer, né?

Inconscientemente o levou aos próprios lábios;

Asriel entendeu aquilo como um sim, então depositou um beijo na testa de sua irmã e se foi. Era possível sentir o sabor de menta em seu dedo, Chara deu uma leve lambida, quando finalmente caiu em si;

—M-Mas que caralho... – ela sorriu – Que por...

Ela poderia se perder em pensamentos confusos como qualquer garota no estado dela, porém ela já estava com a solução em mãos;

Deu uma mordida deveras forte no chocolate tentou lembrar-se de alguns afazeres, pensou na sua mãe na escola dela, Frisk ficaria em casa, Asriel, faculdade.

—Vou visitar o papai...

Chara pegou seu casaco em cima do sofá;

—FRISK TO SAINDO!

E saiu;

 

Passou-se alguns minutos e a garota de olhos vermelhos já estava descendo do metrô que ficava praticamente em frente a delegacia onde seu pai trabalhava. Em frente a construção que ficava na esquina da Avenida principal de New Home.

Pela entrada e saída dos policiais no local Chara pode perceber que a quantidade de seres com magia estava bem maior do que a ultima vez que ela tinha visitado ali;

Ela parou em frente a recepção;

—Quero ver o papai...

Um rapaz com cara de cachorro bobão apenas assentiu positivamente;

—Isso quer dizer que... Eu posso passar?

—NãO! – esse não dele pareceu mais um latido do que uma voz humana, aquilo já tinha irritado Chara.

—Porque não?!

—Precisa... Crachá! – respondeu o rapaz entregando para ela o objeto.

A moça apenas bufou e tentou passar na catraca que dava acesso a parte interna onde ficava os funcionários públicos.

A catraca não rodou...

—QUE INFERNO! PORQUE NÃO ABRIU?!

—Precisa... Crachá!

Ela encarou o pobre rapaz com uma fúria assassina, mas este apenas ficou com um sorriso bobo no rosto. Respirando fundo e contando ate dez calmamente ela pode pegar calmamente seu crachá escrito visitante com uma marca magnética e coloca-la no leitor da catraca, que fez a leitura lentamente...

“ERRO”

Apareceu no display da maquina em garrafais letras vermelhas. Chara respirou fundo e ensaiou seu melhor sorriso – coisa que ela volta e meia fazia com sua mãe Toriel e com Frisk.

—Porque a catraca não girou?

—Catraca... QuEbRaDa!! Tenta outra...

Chara não tinha paciência praquela merda;

 

Ao longe Asgore pode ouvir o som de metal sendo derrubado/destruído. Uma das secretárias veio apressada ate seu escritório, o homem levou as duas mãos ao seu rosto, das duas uma... Ou um daqueles punks metidos a besta tinham jogado um tijolo no pobre ‘Dog Boy’ ou...

—S-Senhor Asgore... Uma moça entrou aqui chutando a catraca, dizendo que quer ver o papai e...

—Tudo bem Bethy... Deixa... – O homem encostou as costas na cadeira enquanto passava a mão no rosto cansado, assim que abriu os olhos...

—Oi papai...

—Chara, você não pode chegar aqui destruindo a propriedade do governo toda vez que sua mãe te deixa louça pra lavar...

—Eu nunca fiz isso pai, credo... E nunca mais vou fazer...

—Então... O que quer?

A moça pensou bem, não sabia exatamente porque virá ver seu pai...

Não, ela sabia, sabia muito bem porque, mas negaria ate a morte;

—Err... Dinheiro pra... Macarronada do Papyrus...

—Macarronada? Mas essa coisa não é nem cinco pratas... Não tem cinco pratas?

—É que... Eu... Vou com uns amigos...

O rosto do homem brilhou. Saber que Chara estava saindo com pessoas da mesma idade que ela queria dizer que ela estava se tornando sociável, logo, largando a personalidade ríspida e acida;

—Nossa... Mas... É claro, aqui, pegue 50 pratas, divirta-se filha...

—Uh – a garota não imaginava que seu plano de esquecer aquela coisa sairia tão bem – Obrigada...

Assim que ela pegou o dinheiro Asgore segurou seu pulso.

—Juízo – disse ele em sua voz mais séria – nada de fazer coisas que você sabe que não deve fazer...

—Okay papai... Nada de sexo, drogas ou rock...

O homem se limitou a sorrir;

“Uma mocinha incorrigível”

—Hey fiquei sabendo que a Frisk tá aq... Oh... Chara... – era Undyne

—Hey cara de peixe...

A mulher apertou o punho.

—Hã, Undyne, como andam os relatórios daquele caso lá?

—Assassinato? – comentou a garota de olhos vermelhos interessada;

—Não – respondeu Undyne – Só minha papelada de punição por descer o cacete em garotas enxeridas...

—Okay, okay, okay! Filha, que tal você ir ver seus amigos? Tenho uns assuntos pra resolver e... bem, você não vai deixar eles esperando né?

Chara olhou para Asgore de cima abaixo. Seu pai tinha o porte de um brutamontes, mas a doçura de uma abelha que fazia mel, era ate engraçado, então voltou seu olhar para Undyne, em poucas palavras, se não fosse pelo cabelo em rabo de cavalo qualquer um diria que ela era... ele.

—Okay, ate mais senhores... – falou ela saindo do escritório

—Senhores? Quem diabos ela chamou de ‘Senhores’? Só tem eu e você aqui!

Chara já estava na porta do Departamento de Policia, rindo só de pensar em como a Undyne estava morrendo de raiva dela. Ate que seu estomago roncou;

“Realmente, uma passada no Papyrus não mataria”.

Seria uma longa caminhada ate o pequeno FoodTruck com o mais extraordinário macarrão de toda Ebott. Não era caro e de quebra ainda enchia a barriga, se bem que era quinta-feira e quinta-feira no Papyrus Spaghetti Truck era lotado.

Passaram-se meia-hora de caminhada ate Chara ver uma multidão enorme no seu destino alimentício. Mas aquele não era o movimento normal... Tinha algo errado ali;

Logo a multidão se dispersou e ao longe era possível ver um homem com umas roupas num estranho tom rosa, ele saiu e 80% do pessoal seguiu ele.

“Menos mal, fila menor”

Ela chegou no FoodTruck e sentou-se no banco.

—Fala sério ele nem é lá essas coisas... – disse um rapaz de casaco azul

—NÃO É ESSAS COISAS?! DEUS!! ELE É MUITO LINDO!! – gritava Papyrus usando um chapéu de mestre-cuca e um avental escrito ‘Spaghetti is Life’

Chara não queria esperar;

—Hey Papyrus...

—OH! UM CLIENTE! OLÁ CLIENTE!!

Existia uma coisa que Chara gostava de fazer naquele lugar, com Papyrus, sendo mais especifico;

—Quero duas barras de chocolate e um macarrão...

—UH... ERR... QUAL? TEMOS VÁRIOS E...

—Sei lá, me arruma qualquer coisa ai que eu to com fome...

—C-CLARO...

Papyrus saiu da visão da garota e foi fazer o macarrão. Ela gostava como ele ficava sem jeito perante o desprezo dela, mas, por alguma razão, seu prazer fora interrompido por uma sensação de estar sendo observada.

Logo Papyrus voltou com a melhor macarronada da casa;

—SÃO 10 PRATAS...

—Hm... E os chocolates?

—N-NÃO TEMOS MAIS... CHOCOLATES...

—Acho que não tenho mais razões para vir pra cá então – falou ela com um sorriso maligno.

—E-E-Er... ERR... NESSE CASO, PORQUE... NÃO EXPERIMENTA MEU NOVO PRATO? É DE GRAÇA!

—Aceito...

—WOWIE! VOU FAZER AGORA MESMO!

—Eu não vou comer agora... Sinto muito...

Então ela saiu. Rindo mais ainda porque ela não havia pago pelo Macarrão que ela pediu e levou...

Andando na rua ela sentiu-se observada de novo. Não gostava daquilo, sabia que alguém a seguia.

Lentamente ela sacou o canivete que sempre andava consigo.

Bruscamente virou-se para trás apontando o objeto...

Bruscamente ela foi agarrada e jogada contra a parede...

—Não é a primeira vez que você faz isso com meu irmão – falou o rapaz da jaqueta azul ainda segurando Chara contra a parede – Mas com certeza será a ultima...

Ela sorriu e olhou para ele;

—Se não?

—Se não você vai passar por um péssimo momento;

Respondeu Sans...


Notas Finais


Deixa um coment SINCERO e se você tiver algum amigo que goste de Undertale, recomende a fic pra ele ;u;

E se você for novo, favorite :3'

Bye <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...